ABSURDO: Francês lunático monta experimento para provar que a vida não surge espontaneamente kkkkk

Certeza que não vai dar em nada, e esse experimento será considerado um dos maiores fiascos da história da ciência.

Tomara que o levem à forca por esta heresia!

u/Alternative_Tea9397 — 13 days ago
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Áudio da entrevista de Hugo Motta ao Estadão na qual ele se nega a confirmar pedido de empréstimo a Daniel Vorcaro

A Polícia Federal encontrou diálogos no celular do banqueiro Daniel Vorcaro nos quais o presidente da Câmara, Hugo Motta, pede a liberação de um empréstimo do Banco Master para uma empresa de sua cunhada, de pelo menos R$ 22 milhões.

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Em entrevista ao Estadão, Motta se recusou cinco vezes a dizer se atuou pela liberação do crédito, mas afirmou que a operação seguiu os parâmetros de mercado e está "dentro da legalidade".

u/Alternative_Tea9397 — 20 days ago

Sair da esfera municipal para a federal?

Bom dia!

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Estou com uma dúvida dilacerante e gostaria de ler as opiniões de outras pessoas.

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Atualmente, sou servidor administrativo de uma prefeitura de cidade grande. Recebo em torno de R$ 5 mil líquidos e não tenho despesas com aluguel nem com transporte. O meu cargo está prestes a sofrer uma alteração, deixando de ser nível médio para exigir formação superior. A princípio, essa alteração não terá efeito sobre o vencimento básico, mas o sindicato argumenta que, após a publicação da lei, a categoria terá margem para reivindicar reajustes e reestruturação no plano de carreira.

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Além disso, atualmente, o meu setor está em teletrabalho ~ 90%. O que significa que eu só tenho de ir presencialmente uma vez por mês.

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Ocorre que acabei de ser convocado em um concurso do Executivo federal para trabalhar no interior do estado. O salário inicial com benefícios soma em torno de R$ 6 mil, com possibilidade de aumentar para uns R$ 8-9 mil após o primeiro ano. O trabalho será presencial e terei os custos de mudança e aluguel.

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Será que vale a pena embarcar nessa mudança para perseguir vencimentos maiores? Não tenho família constituída ainda.

reddit.com
u/Alternative_Tea9397 — 21 days ago

Exposição paleontológica com recursos digitais

Parte da mostra temporária “O Mundo dos Dinossauros da China” do Museu de História Natural de Xangai, na China.

E é assim, meus amigos, que a gente incorpora elementos digitais a uma exposição! 🤌🏽

Fonte do vídeo: Shanghai Let's Meet.

u/Alternative_Tea9397 — 25 days ago

A blogueira expulsa de Teresina pela facção! Ela pode ser morta a qualquer momento! Ela está com MUITO MEDO!

...mas em contrapartida a Draco também está atrás dela.

u/Alternative_Tea9397 — 30 days ago
▲ 1.1k r/brasil

Lula: “Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores do que ele. E são, na verdade, vendilhões da pátria!”

u/Alternative_Tea9397 — 1 month ago
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Valdemar: “O Flávio foi visitar Vorcaro depois [da prisão] pra ver se conseguia o restante do dinheiro”

Lembrando que Flávio Bolsonaro, em 19/05/26, declarou:

“Fui até Vorcaro para dar um ponto final na relação.”

u/Alternative_Tea9397 — 1 month ago
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'Dark Horse': filme sobre Bolsonaro virou 'comédia de erros' que ameaça candidatura de Flávio, diz Financial Times - BBC News Brasil

bbc.com
u/Alternative_Tea9397 — 1 month ago
▲ 36 r/brasil

A semana da insensatez

Em uma das semanas mais sombrias do Legislativo, Congresso impõe agenda de destruição ambiental e institucional

A pesquisa eleitoral chegou na sexta-feira mostrando os efeitos do abalo sísmico que atingiu o candidato da extrema direita e os dias se passaram com notícias sucessivas em torno de Daniel Vorcaro. Neste contexto, o Congresso passou a semana impondo ao país a agenda Bolsonaro no governo Lula. Na área ambiental, a Câmara aprovou medidas que reduzem o tamanho de uma estratégica floresta nacional, transferem para o Ministério da Agricultura atribuições do Ministério do Meio Ambiente, diminuem o alcance da tecnologia como parte da vigilância ambiental e abrem a porta para a destruição de campos naturais em todos os biomas.

O meio ambiente não foi o único alvo da Câmara. Numa das semanas mais sombrias do Legislativo, os deputados perdoaram as próprias dívidas eleitorais, renegociaram em 15 anos os débitos por descumprimento de leis eleitorais a serem pagos e se permitiram o disparo de mensagens em massa para assediar o eleitor. Derrubaram vetos do presidente Lula para assim permitir repasses a municípios em ano eleitoral. Autorizaram doações de bens, valores ou benefícios pela administração pública em época eleitoral. Ou seja, liberam o uso de recursos dos cofres públicos para a compra de votos. Nada disso é aceitável e certamente será derrubado no Supremo Tribunal Federal, mas cabem duas perguntas: será proibido a tempo de evitar os estragos? E, com que cara de pau o Congresso legisla em causa própria?

Era a denominada “semana do agro” e foi a da demolição ambiental. Atiraram contra a integridade dos biomas, o poder dos órgãos reguladores, o uso das ferramentas de tecnologia de defesa da floresta. O atentado em massa contra o meio ambiente foi feito no pressuposto de que fosse do interesse do agronegócio. Pode até ser comemorado pelo setor, mas fere diretamente seus interesses. Primeiro, porque desequilíbrios climáticos atingem quem depende do clima para produzir. Segundo, porque em qualquer competição por mercados no mundo atual, o critério de desempate será o respeito ao meio ambiente. País que rasga leis ambientais enfraquece a competitividade dos próprios produtores.

Há um mistério no Brasil. O secretário extraordinário do controle do desmatamento do Ministério do Meio Ambiente, André Lima, diz que o desmatamento ilegal ocorre em 1% dos imóveis rurais. “Ou seja, 99% não desmata ilegalmente, segundo dados do Ministério do Meio Ambiente e do Serviço Florestal Brasileiro”. Então por que mesmo todo o esforço legislativo é para favorecer o desmatador e o infrator? É irracional que o agronegócio mobilize sua bancada no parlamento para defender o criminoso.

O caso da Floresta de Jamanxim é emblemático. A unidade de conservação foi criada como parte do projeto de pavimentação da BR-163. Na época, o sonho era ter uma rodovia sustentável, que não fosse indutora do desmatamento. Foram demarcadas várias unidades de conservação ao longo da rodovia. Desde o começo, a floresta foi alvo de grilagem, desmatamento e invasões. Os invasores usavam o argumento de que estavam lá antes da criação da Floresta Nacional e pediram a redução do tamanho da Unidade de Conservação. O governo Michel Temer fracassou quando tentou fazer exatamente o que foi aprovado agora: transformar parte da Floresta Nacional em Área de Proteção Ambiental (APA).

— Uma Floresta Nacional é terra de domínio público e é exclusiva para manejo florestal não madeireiro. Não se permite corte raso, desmatamento. A APA é uma proteção muito frágil, voltada para a área urbana. Ela convive com exploração econômica e até com cidade, 80% de Brasília é APA — explicou André Lima.

E o que o Congresso fez agora? A Floresta do Jamanxim tem uma área de 1,302 milhão de hectares, e pelo projeto fica reduzida a 814 mil, uma queda de 37%. A APA terá cerca de 486,4 mil hectares. Ou seja, as fazendas que se instalaram lá poderão continuar criando seus bois em terra pública. Até o ex-governador do Pará Helder Barbalho, que sediou a COP, estava em Brasília comemorando como vitória essa derrota para o meio ambiente do Brasil.

Uma outra medida devastadora é a que permite a exploração econômica dos campos naturais, que dominam o Pampa e o Pantanal, mas ocorrem em todos os biomas, inclusive a Amazônia. A proposta se for aprovada no Senado coloca em risco imediato 48 milhões de hectares de vegetação. Que insensatez é esta, Brasil?

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 1 month ago
▲ 115 r/brasil

Brasil tem 18 'Donas Marias', e a maioria delas não informa que é IA | G1

Levantamento do Observatório das Eleições identificou 18 casos de influenciadores artificiais usados para comentar política no Brasil. Em 61% das publicações não havia qualquer aviso de que o conteúdo havia sido gerado por inteligência artificial.

g1.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 1 month ago
▲ 111 r/brasil

Bolsonaro atua para tentar salvar Flávio e conter tensão com Michelle

Pessoas próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro afirmaram que ele ficou irritado com a forma que as informações sobre a relação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o ex-baqueiro Daniel Vorcaro foram sendo conhecidas. Segundo interlocutores próximos à família Bolsonaro ouvidos pelo GLOBO, o ex-presidente passou a atuar pessoalmente para tentar estancar o desgaste da pré-campanha presidencial do filho. Procurado, Flávio não se manifestou.

De acordo com aliados, Bolsonaro avaliou que a demora em admitir a dimensão da relação política e financeira com o banqueiro agravou o desgaste de Flávio e criou a percepção de que a campanha sempre estava escondendo algo e reagindo atrasada aos fatos.

O senador relatou que, em conversa com o pai, havia sido aconselhado a “contar toda a verdade” sobre a relação com Vorcaro. Interlocutores do ex-presidente afimaram que ele também defendeu que fosse apresenta “prestação de contas definitiva” envolvendo o filme "Dark Horse", que é uma biografia de Bolsonaro.

Diante do conselho do pai, Flávio anunciou, na terça-feira, ter solicitado uma prestação de contas do longa:

— Pedi à produtora que se organize para fazer uma prestação de contas do filme, de forma transparente. Nossa ideia é divulgar isso em até 30 dias — disse.

A avaliação de Bolsonaro sobre a condução da crise passou a ser compartilhada inclusive dentro da coordenação da campanha. Na quinta-feira, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador político da pré-campanha presidencial de Flávio, admitiu falhas na gestão da narrativa.

— Passou a ser criminalizado porque se perdeu o controle da narrativa, se colocou como se fosse ruim. Deveria ter se antecipado uma situação, mas não se falou em tempo hábil que aquela relação existia — afirmou.

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 2 months ago
▲ 323 r/brasil

Datafolha (22/05): após o escândalo do “Dark Horse”, Lula abre vantagem de 9 pontos sobre Flávio

Eleições 2026 - Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) mostra o presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 43% em eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento anterior, de 16 de maio, Lula e Flávio apareciam empatados com 45% no segundo turno.

Veja números:

- Lula: 47% (eram 45% em maio, 45% em abril e 46% em março);

- Flávio Bolsonaro: 43% (eram 45% em maio, 46% em abril e 43% em março);

- Não sabe/não respondeu: 2%

- Em branco: 9%

A pesquisa é a primeira do instituto feita integralmente após a revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As mensagens foram reveladas pelo site The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, Flávio Bolsonaro pediu apoio financeiro a Vorcaro para a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre os dias 20 e 22 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

u/Alternative_Tea9397 — 2 months ago
▲ 423 r/brasil

Gritos, socos na mesa e dedo na cara… A saída caótica de Marcelão do QG de Flávio Bolsonaro

Ex-policial que comandava a comunicação da pré-campanha do senador surtou com a equipe e acabou demitido pela cúpula do PL.

veja.abril.com.br
u/Alternative_Tea9397 — 2 months ago
▲ 118 r/brasil

Congresso derruba vetos de Lula à LDO e libera repasse de recursos em ano eleitoral

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira quatro vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retomou medidas com potencial de gerar ganhos políticos em meio à disputa eleitoral. O texto agora segue para promulgação.

Entre os trechos restabelecidos, está o que permite ao Poder Público doar bens, valores ou benefícios em 2026. O dispositivo havia sido incluído pelos parlamentares durante a votação da LDO, mas acabou vetado pelo governo sob o argumento de que criava uma exceção à legislação eleitoral.

Pela lei, a distribuição de bens e recursos públicos é proibida nos três meses que antecedem as eleições. Na prática, a derrubada do veto abre espaço para ações com potencial de ampliar a visibilidade política de gestores e parlamentares em meio ao calendário eleitoral.

Outro veto derrubado pelo Congresso impedia municípios com até 65 mil habitantes e inadimplentes com o governo federal de receber recursos de emendas parlamentares e convênios. Com a decisão, os repasses poderão ser retomados, ampliando a margem para envio de verbas a bases eleitorais mesmo em casos de irregularidades fiscais.

Durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, na terça-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, antecipou a líderes municipais que o veto seria derrubado. Em um aceno aos prefeitos, Alcolumbre defendeu a liberação dos repasses e ressaltou o alcance da medida sobre pequenos municípios, considerados estratégicos na articulação política nacional.

“Hoje, são mais de 5.045 municípios abaixo de 65 mil habitantes. Desses, mais de 3.100 estão inadimplentes e, portanto, sem poder acessar convênios e recursos apresentados pelo governo federal”, afirmou na ocasião.

Os parlamentares também restabeleceram dispositivos que autorizam a União a transferir recursos para obras de construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais. As verbas poderão ser direcionadas a projetos de integração de modais de transporte, escoamento produtivo e fortalecimento da malha hidroviária.

Ao vetar os trechos, o governo argumentou que a ampliação dessas exceções poderia extrapolar as competências previstas e descaracterizar a finalidade original dos programas orçamentários. Com a derrubada desses vetos, a União ficará autorizada a repassar recursos para obras desses entes, mesmo que a execução dessas ações não seja de sua competência direta.

A derrubada reforça a ofensiva do Congresso para ampliar a capacidade de destinação de recursos e fortalecer a interlocução política com Estados e municípios às vésperas do ciclo eleitoral de 2026.

valor.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 2 months ago
▲ 130 r/brasil

Silêncio de Michelle sobre Flávio é interpretado como tentativa de se manter no páreo e irrita filhos de Bolsonaro

A reação de Michelle Bolsonaro à crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro abriu um novo foco de tensão dentro da própria família Bolsonaro. Segundo relatos feitos ao GLOBO, Carlos e Eduardo Bolsonaro reclamaram a aliados da ausência de uma defesa pública mais enfática da ex-primeira-dama após ela evitar comentar o caso e afirmar, na noite de terça-feira, que perguntas sobre o tema deveriam ser feitas “ao próprio Flávio”.

A fala provocou irritação imediata entre aliados mais próximos dos filhos do ex-presidente, que esperavam que Michelle aproveitasse a primeira abordagem pública sobre o tema para fazer algum gesto de solidariedade ao senador diante da crise aberta pelas mensagens, áudios e pela revelação de que Flávio procurou Vorcaro pessoalmente após a primeira prisão do banqueiro.

O desconforto aumentou ainda porque, no mesmo evento em Brasília, Michelle também se referiu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “irmão em Cristo”. Ao comentar a autorização dada pelo magistrado para que Jair Bolsonaro recebesse um cabeleireiro durante o período de prisão domiciliar, a ex-primeira-dama afirmou:

— Vou profetizar aqui, porque Deus transformou Saulo em Paulo. Nosso irmão em Cristo, Alexandre de Moraes, liberou o cabeleireiro.

A declaração foi interpretada por parte do entorno bolsonarista como um novo gesto de distensão em relação ao ministro, relator da execução penal de Bolsonaro no STF, e ampliou a irritação entre aliados mais ideológicos do ex-presidente.

Nos bastidores do bolsonarismo, a postura de Michelle passou a ser interpretada pelos filhos de Bolsonaro como um movimento para manter distância da crise enfrentada por Flávio e preservar o próprio espaço político diante das discussões cada vez mais frequentes dentro do PL sobre possíveis alternativas à candidatura presidencial do senador.

A avaliação entre integrantes do núcleo político ligado a Carlos e Eduardo é que o silêncio da ex-primeira-dama acabou reforçando dentro do partido a percepção de que Michelle prefere manter preservada a própria condição de eventual alternativa eleitoral caso a situação de Flávio continue se deteriorando nas próximas semanas.

Interlocutores próximos à ex-primeira-dama, porém, negam qualquer cálculo político por trás da postura dela e rejeitam a interpretação de que Michelle esteja tentando se preservar como alternativa eleitoral ao enteado. Segundo aliados, a prioridade dela hoje está voltada aos cuidados com Jair Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar, e não à disputa interna por espaço político dentro do PL.

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 2 months ago