u/Alternative_Tea9397

Bolsonaro atua para tentar salvar Flávio e conter tensão com Michelle
▲ 31 r/brasil

Bolsonaro atua para tentar salvar Flávio e conter tensão com Michelle

Pessoas próximas ao ex-presidente Jair Bolsonaro afirmaram que ele ficou irritado com a forma que as informações sobre a relação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o ex-baqueiro Daniel Vorcaro foram sendo conhecidas. Segundo interlocutores próximos à família Bolsonaro ouvidos pelo GLOBO, o ex-presidente passou a atuar pessoalmente para tentar estancar o desgaste da pré-campanha presidencial do filho. Procurado, Flávio não se manifestou.

De acordo com aliados, Bolsonaro avaliou que a demora em admitir a dimensão da relação política e financeira com o banqueiro agravou o desgaste de Flávio e criou a percepção de que a campanha sempre estava escondendo algo e reagindo atrasada aos fatos.

O senador relatou que, em conversa com o pai, havia sido aconselhado a “contar toda a verdade” sobre a relação com Vorcaro. Interlocutores do ex-presidente afimaram que ele também defendeu que fosse apresenta “prestação de contas definitiva” envolvendo o filme "Dark Horse", que é uma biografia de Bolsonaro.

Diante do conselho do pai, Flávio anunciou, na terça-feira, ter solicitado uma prestação de contas do longa:

— Pedi à produtora que se organize para fazer uma prestação de contas do filme, de forma transparente. Nossa ideia é divulgar isso em até 30 dias — disse.

A avaliação de Bolsonaro sobre a condução da crise passou a ser compartilhada inclusive dentro da coordenação da campanha. Na quinta-feira, o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador político da pré-campanha presidencial de Flávio, admitiu falhas na gestão da narrativa.

— Passou a ser criminalizado porque se perdeu o controle da narrativa, se colocou como se fosse ruim. Deveria ter se antecipado uma situação, mas não se falou em tempo hábil que aquela relação existia — afirmou.

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 3 hours ago
▲ 185 r/brasil

Datafolha (22/05): após o escândalo do “Dark Horse”, Lula abre vantagem de 9 pontos sobre Flávio

Eleições 2026 - Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (22) mostra o presidente Lula (PT) com 47% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 43% em eventual cenário de segundo turno da eleição presidencial de 2026. No levantamento anterior, de 16 de maio, Lula e Flávio apareciam empatados com 45% no segundo turno.

Veja números:

- Lula: 47% (eram 45% em maio, 45% em abril e 46% em março);

- Flávio Bolsonaro: 43% (eram 45% em maio, 46% em abril e 43% em março);

- Não sabe/não respondeu: 2%

- Em branco: 9%

A pesquisa é a primeira do instituto feita integralmente após a revelação das conversas entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. As mensagens foram reveladas pelo site The Intercept Brasil. Segundo a reportagem, Flávio Bolsonaro pediu apoio financeiro a Vorcaro para a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Foram entrevistadas 2.004 pessoas entre os dias 20 e 22 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

u/Alternative_Tea9397 — 4 hours ago
▲ 401 r/brasil

Gritos, socos na mesa e dedo na cara… A saída caótica de Marcelão do QG de Flávio Bolsonaro

Ex-policial que comandava a comunicação da pré-campanha do senador surtou com a equipe e acabou demitido pela cúpula do PL.

veja.abril.com.br
u/Alternative_Tea9397 — 12 hours ago
▲ 118 r/brasil

Congresso derruba vetos de Lula à LDO e libera repasse de recursos em ano eleitoral

O Congresso Nacional derrubou nesta quinta-feira quatro vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 e retomou medidas com potencial de gerar ganhos políticos em meio à disputa eleitoral. O texto agora segue para promulgação.

Entre os trechos restabelecidos, está o que permite ao Poder Público doar bens, valores ou benefícios em 2026. O dispositivo havia sido incluído pelos parlamentares durante a votação da LDO, mas acabou vetado pelo governo sob o argumento de que criava uma exceção à legislação eleitoral.

Pela lei, a distribuição de bens e recursos públicos é proibida nos três meses que antecedem as eleições. Na prática, a derrubada do veto abre espaço para ações com potencial de ampliar a visibilidade política de gestores e parlamentares em meio ao calendário eleitoral.

Outro veto derrubado pelo Congresso impedia municípios com até 65 mil habitantes e inadimplentes com o governo federal de receber recursos de emendas parlamentares e convênios. Com a decisão, os repasses poderão ser retomados, ampliando a margem para envio de verbas a bases eleitorais mesmo em casos de irregularidades fiscais.

Durante a Marcha dos Prefeitos, em Brasília, na terça-feira, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, antecipou a líderes municipais que o veto seria derrubado. Em um aceno aos prefeitos, Alcolumbre defendeu a liberação dos repasses e ressaltou o alcance da medida sobre pequenos municípios, considerados estratégicos na articulação política nacional.

“Hoje, são mais de 5.045 municípios abaixo de 65 mil habitantes. Desses, mais de 3.100 estão inadimplentes e, portanto, sem poder acessar convênios e recursos apresentados pelo governo federal”, afirmou na ocasião.

Os parlamentares também restabeleceram dispositivos que autorizam a União a transferir recursos para obras de construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais. As verbas poderão ser direcionadas a projetos de integração de modais de transporte, escoamento produtivo e fortalecimento da malha hidroviária.

Ao vetar os trechos, o governo argumentou que a ampliação dessas exceções poderia extrapolar as competências previstas e descaracterizar a finalidade original dos programas orçamentários. Com a derrubada desses vetos, a União ficará autorizada a repassar recursos para obras desses entes, mesmo que a execução dessas ações não seja de sua competência direta.

A derrubada reforça a ofensiva do Congresso para ampliar a capacidade de destinação de recursos e fortalecer a interlocução política com Estados e municípios às vésperas do ciclo eleitoral de 2026.

valor.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 1 day ago
▲ 130 r/brasil

Silêncio de Michelle sobre Flávio é interpretado como tentativa de se manter no páreo e irrita filhos de Bolsonaro

A reação de Michelle Bolsonaro à crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro abriu um novo foco de tensão dentro da própria família Bolsonaro. Segundo relatos feitos ao GLOBO, Carlos e Eduardo Bolsonaro reclamaram a aliados da ausência de uma defesa pública mais enfática da ex-primeira-dama após ela evitar comentar o caso e afirmar, na noite de terça-feira, que perguntas sobre o tema deveriam ser feitas “ao próprio Flávio”.

A fala provocou irritação imediata entre aliados mais próximos dos filhos do ex-presidente, que esperavam que Michelle aproveitasse a primeira abordagem pública sobre o tema para fazer algum gesto de solidariedade ao senador diante da crise aberta pelas mensagens, áudios e pela revelação de que Flávio procurou Vorcaro pessoalmente após a primeira prisão do banqueiro.

O desconforto aumentou ainda porque, no mesmo evento em Brasília, Michelle também se referiu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), como “irmão em Cristo”. Ao comentar a autorização dada pelo magistrado para que Jair Bolsonaro recebesse um cabeleireiro durante o período de prisão domiciliar, a ex-primeira-dama afirmou:

— Vou profetizar aqui, porque Deus transformou Saulo em Paulo. Nosso irmão em Cristo, Alexandre de Moraes, liberou o cabeleireiro.

A declaração foi interpretada por parte do entorno bolsonarista como um novo gesto de distensão em relação ao ministro, relator da execução penal de Bolsonaro no STF, e ampliou a irritação entre aliados mais ideológicos do ex-presidente.

Nos bastidores do bolsonarismo, a postura de Michelle passou a ser interpretada pelos filhos de Bolsonaro como um movimento para manter distância da crise enfrentada por Flávio e preservar o próprio espaço político diante das discussões cada vez mais frequentes dentro do PL sobre possíveis alternativas à candidatura presidencial do senador.

A avaliação entre integrantes do núcleo político ligado a Carlos e Eduardo é que o silêncio da ex-primeira-dama acabou reforçando dentro do partido a percepção de que Michelle prefere manter preservada a própria condição de eventual alternativa eleitoral caso a situação de Flávio continue se deteriorando nas próximas semanas.

Interlocutores próximos à ex-primeira-dama, porém, negam qualquer cálculo político por trás da postura dela e rejeitam a interpretação de que Michelle esteja tentando se preservar como alternativa eleitoral ao enteado. Segundo aliados, a prioridade dela hoje está voltada aos cuidados com Jair Bolsonaro, que segue em prisão domiciliar, e não à disputa interna por espaço político dentro do PL.

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 1 day ago
▲ 309 r/brasil

EDITORIAL | Isto é Flávio Bolsonaro

Desde que estourou o escândalo envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro, os integrantes da equipe de campanha do filho de Jair Bolsonaro saíram por aí a dizer que foram surpreendidos com a revelação de que o candidato a presidente tinha relações fraternas (e transacionais) com o protagonista do maior crime financeiro da história brasileira. Alguns admitem que o baque pode até fazer o campo bolsonarista escolher outro candidato.

Ora, francamente: esse escândalo não muda uma vírgula da biografia de Flávio, na qual já figuram com destaque suas relações com milicianos, a prática de rachadinha em seu gabinete e estranhos negócios imobiliários em dinheiro vivo. Trata-se, portanto, de um candidato com longa ficha corrida, que nunca foi segredo para ninguém. O caso do Banco Master não torna Flávio pior do que ele já era.

Tampouco muda alguma coisa o fato de que Flávio Bolsonaro mentiu seguidamente – para seus aliados, para sua equipe de campanha e para a imprensa – a respeito de suas relações com Vorcaro. A mendacidade é a própria natureza do clã Bolsonaro, que construiu sua trajetória política em cima de desinformação, logro e desfaçatez. O filme sobre Bolsonaro, a julgar pelo trailer divulgado por Flávio, é em si mesmo um retrato fiel dessa doença congênita: inventa um Bolsonaro que só existe nos delírios da família. Como vivemos tempos estranhos, em que mentirosos patológicos ganham destaque no degradante mercado da atenção em que se transformou a política, chega a ser engraçado que alguém se queixe por ter sido enganado por Flávio Bolsonaro.

Mas é preciso reconhecer que Flávio sempre foi absolutamente honesto a respeito do espírito de sua candidatura à Presidência: ele nunca escondeu que seu único objetivo, ao chegar ao poder, é livrar o pai da cadeia. Governar o Brasil não está nos seus planos, como não estava nos planos do patriarca – que terceirizou a administração do governo por sua absoluta inaptidão ao trabalho e que vivia a lamentar o fardo de estar na Presidência.

Ainda assim, alguns aliados de Flávio Bolsonaro dizem por aí que acreditam na sobrevivência da candidatura do senador e mantêm sua disposição em apoiá-lo. O fator determinante nesse cálculo é que Flávio, a despeito de tudo, continua a aparecer nas pesquisas como o único capaz de fazer frente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Portanto, segundo esse raciocínio, pouco importa se Flávio envolveu-se com o protagonista do maior escândalo financeiro da história brasileira, se tem ligação com milicianos, se tomou dinheiro de funcionários de seu gabinete e se fez negócios obscuros em dinheiro vivo. Também não interessa se o tal filme feito com dinheiro de Daniel Vorcaro é tão ruim que não se pode condenar quem o considere apenas um meio de lavar dinheiro, fazer caixa de campanha e sustentar o irmão de Flávio, o deputado cassado Eduardo, na sua dolce vita nos EUA. O que interessa é impedir um novo mandato de Lula, retratado pelos bolsonaristas como o diabo em pessoa.

O Brasil não pode mais ficar à mercê dos interesses particulares de uma única família, ainda mais quando esses interesses colidem frontalmente com a decência e as leis. Determinada pelo “dedazo” de Jair Bolsonaro, a candidatura de Flávio sabotou a construção de uma chapa de oposição democrática à reeleição de Lula. E é improvável que os Bolsonaros recuem, já que seu objetivo é impedir que a direita se organize em torno de nomes de fora da família. A lealdade, como ocorre na máfia, é a laços de sangue, não a valores morais e princípios republicanos ou mesmo a um projeto de país.

Bolsonaro e sua grei não geraram nada de bom para o País, só ressentimentos e destruição de consensos mínimos entre concidadãos. De quebra, conseguiram a proeza de devolver o poder a Lula, malgrado a extensa folha corrida do petista. Só por isso mereceriam do País o mais absoluto desprezo.

estadao.com.br
u/Alternative_Tea9397 — 1 day ago
▲ 118 r/brasil

Menções negativas a Flávio Bolsonaro disparam após revelação de relação com Vorcaro e causam desgaste na imagem da campanha

A crise provocada pela descoberta da relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, tem provocado desgastes na imagem da campanha presidencial do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, mostra um levantamento produzido pela consultoria Arquimedes e obtido pelo GLOBO. De acordo com os dados obtidos a partir de uma análise das menções ao parlamentar nas principais redes sociais, a percepção negativa sobre ele cresceu ao longo da última semana.

Do total de 2 milhões analisadas desde o dia 13 de maio, quando foram vazados os áudios de Flávio enviados ao banqueiro cobrando o financiamento do filme "Dark Horse", cerca de 54% tiveram teor negativo, enquanto 13,6% foram positivas e 32,6% registraram o teor neutro.

O quadro mostra uma deterioração na imagem do senador, com um aumento equivalente a 13,5 pontos percentuais do quantitativo de citações desfavoráveis, em comparação ao período anterior. Isso porque a consultoria identificou que, entre a data de anúncio da pré-candidatura presidencial do parlamentar em dezembro do ano passado e a última terça-feira, véspera da descoberta da comunicação dele com Vorcaro, foram contabilizadas 14,8 milhões de menções a Flávio. Dessas, 40,5% foram negativas, 26,3% positivas e 33,3% neutras.

O levantamento, por sua vez, identificou que, apesar da visibilidade negativa obtida pelo senador, o caso não resultou em uma perda relevante da base que o acompanha nas redes sociais, mantendo o mesmo ritmo de ganho de seguidores observado anteriormente.

A consultoria também identificou que o vídeo publicado por Flávio no X na semana passada, no qual reagiu às denúncias e pediu o avanço da CPI do Master, se tornou a segunda publicação com maior número de visualizações do perfil dele (3,5 milhões), atrás somente do post em que anunciou que foi o escolhido como sucessor do pai nas urnas (5,2 milhões).

— O aumento de visibilidade veio acompanhado de aumento da rejeição a Flávio Bolsonaro. Além do conteúdo da denúncia, pesou o fato de o pré-candidato ter mudado suas versões ao longo da crise, o que atinge sua credibilidade, um atributo especialmente importante para o eleitor indeciso — explica Pedro Bruzzi, sócio da Arquimedes.

oglobo.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 2 days ago
▲ 1.1k r/gafespolitica+1 crossposts

Michelle ri ao ser questionada sobre o áudio de Flávio Bolsonaro para Vorcaro: “Tem que perguntar pra ele”

Ela está muito preocupada com a candidatura do enteado. /s

u/Alternative_Tea9397 — 3 days ago
▲ 2.0k r/brasil

Sérgio Moro ouve Flávio Bolsonaro confirmando que encontrou Vorcaro quando ele estava em prisão domiciliar

A legenda é por conta de vocês.

u/Alternative_Tea9397 — 3 days ago
▲ 33 r/brasil

O desempenho de Michelle em duelo contra Lula, segundo a AtlasIntel/Bloomberg

“A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) teve um desempenho decepcionante em um eventual duelo contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo levantamento AtlasIntel/Bloomberg feito entre os dias 13 e 18 de maio e divulgado nesta terça-feira, 19.

De acordo com a pesquisa, caso ela seja a candidata do PL no lugar de seu enteado, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), ela teria 23,4% das intenções de voto no primeiro turno contra 47,0% de Lula.

Se a disputa fosse entre Lula e Flávio, o petista teria os mesmos 47,0%, mas o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria 34,3% das intenções de voto (veja quadros abaixo).

A hipótese de Michelle tomar o lugar de Flávio na disputa voltou a circular, ainda que discretamente, nos bastidores da direita depois que o senador foi flagrado cobrando dinheiro do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A revelação do áudio provocou impactos eleitorais no seu duelo com Lula”.

veja.abril.com.br
u/Alternative_Tea9397 — 3 days ago
▲ 588 r/brasil

Flávio Bolsonaro discutiu renúncia com o pai e tenta conter danos no PL

“O custo político de renúncia tende a ser alto para o PL e adjacências, mas negócio obscuro com ex-dono do Master semeou dúvidas sobre futuro da candidatura.

Na semana passada, o senador Flávio Bolsonaro conversou com o pai, Jair Bolsonaro, sobre renúncia à disputa pela presidência. Foi pouco depois da revelação de seus obscuros negócios com o antigo dono do Banco Master.

Na versão que ele deu a jornalistas, seu pai vetou Michelle Bolsonaro como candidata-substituta. Não contou, porém, se Jair Bolsonaro teria aprovado alguém como alternativa. No Partido Liberal considera-se possível que Flávio Bolsonaro desista da presidência e tente a reeleição ao Senado no Rio de Janeiro, se o custo político da crise continuar aumentando (...)

Nesta terça-feira (19/5), ele vai se explicar para 112 deputados federais e senadores do Partido Liberal. A reunião em Brasília foi montada para um exercício coletivo de contenção de danos”.

veja.abril.com.br
u/Alternative_Tea9397 — 3 days ago
▲ 197 r/brasil

Fernanda Torres estrelará novo filme distópico de Bárbara Paz ao lado de Willem Dafoe

A brasileira Fernanda Torres, indicada ao Oscar por sua atuação marcante em Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional dirigido por Walter Salles, vai atuar ao lado de Willem Dafoe no próximo longa de Bárbara Paz, intitulado Cuddle.

Ambientado em uma metrópole de um futuro próximo, onde intimidade é comprada e vendida, Cuddle acompanha Dante (Dafoe), um “cuddler” profissional pago para oferecer calor humano, conforto e conexão emocional a desconhecidos.

Sua vida solitária muda completamente quando ele conhece Ava (Fernanda Torres), uma mulher imigrante cuja força silenciosa e profunda empatia despertam algo há muito adormecido em ambos. A conexão improvável entre os dois se transforma em uma tábua de salvação — e em uma chance de transformação, lembrando que até o menor gesto de afeto pode mudar uma vida para sempre.

Descrito como um drama distópico centrado nos personagens, o filme é a mais nova produção da Conspiração Filmes, uma das principais produtoras brasileiras voltadas ao cinema de autor e coprodutora de Ainda Estou Aqui. Situado em meio à cultura contemporânea da “terapia do toque” e à alienação urbana, Cuddle pretende refletir sobre o desejo humano por proximidade, significado e afeto em um mundo moderno fragmentado.

Também participam como coprodutoras a BP Produções, Buena Vista International, VideoFilmes, Infinity Hill e TV Globo.

“Participar ao lado de Bárbara Paz, Willem Dafoe e Fernanda Torres de um filme sobre a alegria e a necessidade da conexão humana no mundo de hoje é uma enorme honra para nós. Acreditamos sinceramente que Cuddle vai tocar o público de forma profunda e poderosa”, afirmou a produtora Renata Brandão, CEO da Conspiração Filmes, que acompanha o Festival de Cannes.

Fernanda Torres também venceu o Globo de Ouro de 2025 por sua atuação em Ainda Estou Aqui. Cuddle marca o reencontro entre Willem Dafoe e Bárbara Paz após a colaboração em My Hindu Friend, último longa semiautobiográfico de Hector Babenco.

Dafoe também foi produtor associado do documentário Babenco: Tell Me When I Die (2019), dirigido por Bárbara Paz como homenagem ao marido. O longa representou o Brasil no 93º Oscar e venceu o prêmio de melhor documentário na mostra Venice Classics da 76ª edição do Festival de Veneza.

Cuddle é produzido por Renata Brandão e Juliana Capelini, pela Conspiração Filmes, ao lado de Bárbara Paz (BP Produções), Axel Kuschevatzky e Cindy Teperman, da Infinity Hill (Argentina, 1985), e Maria Carlota Bruno, da VideoFilmes. A produção executiva fica por conta de Phin Glynn e Delfina Montecchia.

variety.com
u/Alternative_Tea9397 — 4 days ago
▲ 426 r/brasil

Flávio Bolsonaro tem reeleição ao Senado como plano B, dizem aliados

“Desde que decidiu concorrer à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manteve um plano B para caso precisasse deixar a disputa pelo Palácio do Planalto. De acordo com interlocutores do parlamentar e dirigentes do PL, a possibilidade de tentar a reeleição ao Senado pelo Rio sempre esteve no horizonte do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Embora oficialmente aliados rechacem a possibilidade do parlamentar deixar a corrida presidencial, a hipótese passou a ser discutida depois que veio a público a notícia de que Flávio pediu dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.”

valor.globo.com
u/Alternative_Tea9397 — 4 days ago
▲ 40 r/brasil

Flávio Bolsonaro vai a SP para reuniões com mercado financeiro após crise com Vorcaro

“Flávio Bolsonaro embarca nesta quarta-feira para São Paulo para uma série de reuniões com empresários, investidores e representantes do mercado financeiro ligados à Faria Lima.

A movimentação ocorre em meio ao esforço de seu entorno para conter os impactos políticos e econômicos da crise envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro”.

exame.com
u/Alternative_Tea9397 — 4 days ago
▲ 1.4k r/brasil

Dark Horse: combo pipoca + drink

As redes de cinema lançaram o combo promocional de pipoca + drink para quem for ver Dark Horse nas telonas! 🍿🧽

u/Alternative_Tea9397 — 7 days ago