
Centrão recua e pede retirada da emenda das 52 horas
Meu Deus do céu, vergonha alheia e mundial. O pior absurdo desse Congresso é sempre o próximo.

Meu Deus do céu, vergonha alheia e mundial. O pior absurdo desse Congresso é sempre o próximo.
A placa de rede do meu notebook Dell está morta. Comprei então um adaptador Exbom. Até aí ok. Conectei numa entrada USB do notebook e liguei o cabo de rede no cable modem. Só que o roteador não funciona. Testei todas as quatro possíveis entradas e sigo dependendo 100% do wi-fi. Nenhuma queixa, só gostaria de ter uma alternativa de conexão.
É alguma configuração que preciso mudar no menu de rede e internet? Ou em algum outro menu do computador?
Segue a foto do cable modem. Agradeço qualquer ajuda.
Propostas vão de limites à atuação da Justiça do Trabalho a mudanças de critérios para cotas
Três graves equívocos: nova indicação; Messias ministro da Justiça; encontro com o laranjão na Casa Branca.
*por Julio Benchimol Pinto, advogado e PhD pela UnB (via Facebook)
Os bolsonaristas descobriram a China pelo Fantástico e entraram em pane.
A Globo mostrou Xangai, trem rápido, metrô funcionando, cidade planejada, tecnologia agrícola, comida fresca e disputa real entre China e Estados Unidos. Bastou isso para a infantaria do zapfare anunciar: propaganda comunista.
É sempre bonito ver a ignorância perdendo a compostura. O sujeito chama Trump de estadista, Milei de gênio, Bolsonaro de perseguido e pastor picareta de líder moral. Mas vê um trem chinês chegando no horário e enxerga Mao desembarcando no Projac.
No primeiro episódio, a série comparou Xangai e Nova York: a China que planeja, executa e constrói em escala; os EUA, ainda gigantescos, mas com infraestrutura envelhecida, obras caríssimas e política em surto permanente.
Hoje a comparação saiu dos trilhos e foi para o prato: a China tratando comida como estratégia de Estado, com mercados frescos, cadeias curtas, estoques, logística e tecnologia no campo; os EUA com comida mais cara, empacotada, ultraprocessada e dependente de cadeias longas; e o Brasil no lugar constrangedor de sempre, exportando soja para baratear a comida chinesa enquanto muita gente aqui faz malabarismo no supermercado.
A China é uma ditadura: tem censura, partido único e repressão. Não precisa pintar Pequim com aquarela progressista.
Mas reconhecer que a China planeja, constrói, alimenta, industrializa e disputa o século XXI com método não é virar comunista; é sair da creche geopolítica.
O bolsonarismo não suporta isso. Precisa de desenho infantil: EUA bons, China má, Globo comunista, Trump profeta, Bolsonaro mártir, mercado santo, Estado demônio.
A reportagem nem precisou militar. Fez pior: mostrou a realidade. E, para quem vive de delírio, a realidade é sempre agressão pessoal.