Hedge cambial na pessoa física: vocês preferem a custódia do banco ou a soberania da própria chave?
Galera, estava analisando a estrutura de custos da minha carteira global e cheguei a uma conclusão incômoda. A maioria de nós dolariza parte do patrimônio (via stables ou contas no exterior) buscando proteção contra o risco-país e a desvalorização do Real
O problema começa quando você precisa de liquidez interna para aproveitar uma distorção de preço no mercado local (como um fundo imobiliário descontado ou um título de renda fixa prêmio) e descobre o custo de saída. O tempo de processamento do câmbio nos bancos tradicionais e o spread embutido na conversão reduzem drasticamente a eficiência do nosso custo de oportunidade
Para quem busca otimizar o portfólio ao máximo, vocês acham que vale a pena aceitar essa fricção do sistema bancário em nome de uma suposta "segurança institucional"? Como vocês equilibram a velocidade de execução com o custo de transação?