Image 1 — Máquina Nova // Squats
Image 2 — Máquina Nova // Squats
Image 3 — Máquina Nova // Squats
Image 4 — Máquina Nova // Squats

Máquina Nova // Squats

Máquina nova cá no ginásio. Veio substituir a máquina do Pendulum Squat.

Alegadamente, se colocarem os pesos na parte de cima, trabalha-se mais glúteo. Se colocarem na parte de baixo, trabalha mais os quadríceps.

Efectivamente, a máquina pareceu mais pesada quando coloquei o mesmo peso em cima (em relação ao mesmo peso colocado em baixo). Acabei por fazer uns sets com pesos nos dois sítios.

Desvantagem: é, por si só, uma máquina bastante pesada, ainda que não traga escrito em lado nenhum qual é o seu "peso nu". Estimo que entre os vinte e os vinte e cinco quilos.

u/Highland_Owl_00s — 4 days ago

OpenBank // Problemas Técnicos

Um viva a todos.

De há uns tempos para cá, principalmente desde que mudei para a Amigo, não tenho conseguido entrar no OpenBank. Seja na aplicação, seja na web, é-me pedido um código enviado para o meu telemóvel.

Sucede que eu nunca recebo esse código.

No início do mês de Setembro, liguei para lá, resolveram-me o assunto em dois minutos.

Agora voltou a acontecer. Liguei para lá, explicaram-me que podia ser um problema com a própria operada (SMSs Premium bloqueadas, etc.).

Contactei a operadora, disseram-me que todas as tentativas de comunicação têm chegado a bom porto e que não têm qualquer registo de tentativas de comunicações frustradas.

Liguei novamente para o banco, e agora estou à espera que consigam resolver a questão.

Alguém aqui já passou pelo mesmo? Como resolveram?

Para contexto, o meu telemóvel é um Pixel 9A.

Obrigado a todos. Abraço.

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u/Highland_Owl_00s — 11 days ago

Pedro Madureira // Exposição Pintura

Exposição de Pintura da Autoria de Pedro Madureira. Centro Cultural Emergente, Marco de Canaveses.

u/Highland_Owl_00s — 12 days ago

FitnessUP — Apoio ao Cliente

Um viva a todos.

Alguém aqui sabe como é que posso falar com um operador de apoio ao cliente do FitnessUP?

Sempre que ligo para o número que disponibilizam no website, uma voz automática manda-me ligar para o número de ginásio específico que me interessar. Ontem ainda pensei que era por já passar das 20h, mas hoje está a acontecer.

Obrigado a todos. Abraço.

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u/Highland_Owl_00s — 1 month ago
▲ 174 r/Galiza

Vigo // Agosto, 2026

Olá a todos!

Pequena compilação de fotos da minha primeira viagem ao estrangeiro que, claro, foi à Galiza, onde um Minhoto se sente sempre em casa!

Que belíssima cidade tendes vós, camaradas!

Abraço. E certamente voltarei!

u/Highland_Owl_00s — 2 months ago

Agrival // Idos do Século XX

No último dia da 45.ª Feira Agrícola do Vale do Sousa, em Penafiel, ainda hoje a maior Feira Agrícola do Norte do país, recordemos as Feiras de outros tempos.

u/Highland_Owl_00s — 2 months ago

O Estádio Gentrificado e a Assimetria Do Golo | Jorge Garrido, Universidade Do Minho

>Arrancam os campeonatos em Agosto e o país volta a sintonizar-se na frequência do futebol. Contudo, para quem olha o fenómeno com lentes geográficas, o jogo vai muito além das quatro linhas; é um espelho brutal da assimetria do território português e das mutações culturais da nossa época. Entender o futebol como cultura é, também, mapear como o espaço público é produzido, disputado e mercantilizado.

>Se desenharmos a cartografia do futebol profissional em Portugal, o mapa replica com precisão o padrão de litoralização e macrocefalia do país. Onde estão os estádios da Primeira Liga? Concentram-se na faixa litoral, nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, e nos vales industriais do Ave e do Cávado. O interior do país, salvo raras e heróicas excepções que resistem no mapa, é um vazio de futebol profissional – não por falta de paixão local pelo beautiful game, mas por órfã centralização de investimento económico e patrocínios.

>A própria vivência do espaço desportivo alterou-se. O estádio, que outrora foi o prolongamento da comunidade, do bairro e da identidade local — onde a rivalidade operava como um laço social —, enfrenta hoje um processo acelerado de gentrificação e espetacularização. Com a barreira financeira dos bilhetes e a complexidade algorítmica da venda online, as bancadas atraem um outro público.

>Nos estádios divisões de topo, e de forma acentuada naqueles que se preparam para acolher o Mundial FIFA 2030, o espaço rearranja-se para o capital: surgem corporate boxes renovadas, sectores VIP ampliados e sectores de bancada rebaptizadas de silver, gold ou platinum, complementadas por novas experiências gourmet. O preço dos bilhetes e a exclusividade digital empurram o adepto tradicional para fora. O estádio corre o risco de passar de lugar vivido a mero cenário instagramável.

>Nesta transição, o jogo deixa de ser experienciado pela comunhão física do sofrimento e da alegria para ser filtrado pelo ecrã de um telemóvel, transformado num conteúdo estético e partilhável para gerar interacções digitais. Procura-se a ostentação da presença e não a vivência do rito. O que se perde? O sentido de pertença, a espontaneidade do associativismo tradicional e a raiz popular que sempre alimentou o fenómeno.

>Em reacção a esta higienização do espectáculo, a cultura geográfica do futebol resiste nas margens. Não é por acaso o surgimento de subculturas associadas ao futebol popular, das quais o “Domingo às 10” de Barcelos ou a dinâmica Liga 3 (semiprofissional) são exemplos claros. Nestes palcos sobrevive a raiz do associativismo e a verdadeira proximidade territorial. Ali, o futebol cumpre uma função quase litúrgica: logo após a eucaristia, a comunidade reúne-se em redor do campo local, celebrando a identidade da terra que o futebol-indústria ignora.

>Esta crise de territorialidade manifesta-se também no nomadismo forçado de vários clubes nas ligas profissionais. O fenómeno das "casas emprestadas" (como o Casa Pia ou o Torreense, obrigados a jogar fora das suas geografias por exigências de infra-estruturas televisivas e licenciamentos modernos) mostra que a lógica corporativa sufoca a identidade local e destrói o laço comunitário. O exemplo do Torreense é sintomático: para disputar a Liga Europa, o histórico clube de Torres Vedras, vencedor da Taça de Portugal da época passada, viu-se forçado a deslocalizar os seus jogos na condição de visitado para Leiria, a cerca de 100 quilómetros da sua comunidade. Quando um clube é desenraizado da sua cidade para cumprir os cadernos de encargos da indústria do entretenimento, o futebol perde a sua escala mais nobre: a da proximidade.

>Movimentando milhões em impostos, transacções de jogadores, bilhética, merchandising, patrocínios e assinaturas digitais, o futebol actual é um poderoso agente de reconfiguração espacial e social. À medida que o horizonte nos aponta para o megaevento do Mundial FIFA 2030, cabe à Geografia questionar o ordenamento destes territórios. Resta saber se continuaremos a habitar o estádio como espaço de pertença cultural ou se seremos apenas figurantes de um filtro digital na paisagem do consumo global.

Fonte. Página do Facebook da Associação Portuguesa de Geógrafos.

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u/Highland_Owl_00s — 2 months ago

Ponte da Barca & Arcos de Valdevez // Chuva

Um viva a todos.

O que fariam em Ponte da Barca e Arcos de Valdevez em dias de chuva?

Obrigado a todos.

Abraço.

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u/Highland_Owl_00s — 2 months ago
▲ 21 r/Galiza

Vigo // Chuva

Olá a todos.

Irei pela primeira vez à Galiza amanhã e Quarta-Feira! Infelizmente, o estado do tempo não é o melhor.

O que recomendam visitar na cidade em dias de chuva?

Obrigado a todos. Abraço Minhoto!

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u/Highland_Owl_00s — 2 months ago

Proteína Vegatal // Sabor

Viva, malta.

Pergunta um quanto parvinha, mas eis a questão: que método é que vocês usam para a proteína vegetal vos saber bem?

Já experimentei da Way Up (sabor a chocolate) e, neste momento, tenho em casa Proteína Vegetal Isolada com sabor a Maçã, da HSN.

É incrível como ambas cheiram muito bem, tanto antes, como depois de misturar com o iogurte. Mas depois uma pessoa vai a comer e, não sei, parece que sabe a terra. Não sei bem explicar.

Que métodos é que vocês utilizam para vos saber bem?

É que eu queria diminuir o meu consumo de lactínicios. Eu bebo leite proteico de manhã, depois como farinha de aveia com um iogurte, depois de tarde outro iogurte (às vezes dois, se juntar um líquido) e, depois, a proteína é com mais um iogurte, e é proteína whey. Portanto tenho mudado o iogurte da tarde para iogurte vegetal (aqui, nada a dizer, os iogurtes da Alpro são uma maravilha), e ando a experimentar proteína vegetal.

Obrigado a todos.

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u/Highland_Owl_00s — 2 months ago
▲ 51 r/DouroTamegaSousa+1 crossposts

Eclipse Solar // Penafiel, 1912

Periódico "O Commercio de Penafiel", edição de 20 de Abril de 1912, três dias depois do Eclipse Solar.

Penafiel foi um dos pontos de observação mais procurados em todo o Entre-Douro-e-Minho.

u/Highland_Owl_00s — 2 months ago

Office 2024 Pro Plus // Instalação

Olá a todos. Duvida de principiante aqui.

Eu arranjei uma licença do Office 2024 Pro Plus a um camarada de escritório (comprei a mesma que também já tinha comprado para mim há algum tempo).

No meu caso, eu tinha acabado de voltar do Linux. Instalei o Windows, o Office, meti a licença, voilá, tudo certo.

No caso dele, já tem Windows e também já tinha Office. A versão 2016 Pro Plus.

Eu desinstalei-lhe tudo o que estava relacionado com o Office do PC, etc., e descarreguei o ficheiro de instalação no massgrave (https://massgrave.dev/genuine-installation-media).

No entanto, quando ele volta a instalar o Office, aquilo assume automaticamente a versão de 2016. E diz que a chave do 2024 não pode ser usada, etc., porque é uma versão LTCS (comigo não houve qualquer problema e, lá está, é o mesmo tipo de licença).

Alguém me pode dar uma mãozinha? Obrigado!

u/Highland_Owl_00s — 2 months ago