Minha redação escrita
Pessoal, sei que ninguém daqui e profissional, estou procurando por outro cursinho focado em redação tenho pensado na Jana ou Fernanda, porém farei fuvest.. (vestibulares paulistas) + enem, não estou sabendo qual curso escolher.
Vim divulgar minha última redação feita, sei que a galera daqui é estudante como qualquer um, mas queria uma estimativa de nota e dicas de melhoria em qualquer competencia, aceito críticas construtivas. Eu tenho usado a plataforma do ferretto, ano passado tirei 880, quero chegar nos 960, e a plataforma não é legal em redação no quesito de correção, por isso tenho pensado em buscar por outra, como eu disse quero vestibulares paulistas também, minha última redação da fuvest fora 37 pontos.
- tema: Desafios na superação do racismo ambiental no Brasil
De acordo com o economista Dowbor, a grande riquez e a grande pobreza são igualmente maléficas à sociedade, ou seja, o combate à desigualdade é uma necesssidade ética de garantir uma vida digna a todos. Entretanto, a disparidade socioeconômica não é combatida, visto que exista desafios na superação do racismo ambiental no Brasil. Evidentemente, tal percepção é comprovada por meio do rompimento da barragem da mineradora samarco em Mariana, em que, a poluição foi prejudicial para a subsistência das populações ribeirinhas localizados na região. Nesse contexto, é nítido que a omissão estatal em não promover melhor suporte operacional, e a desigualdade social, presente majoritariamente em locais de baixa estrutura, são os principais assuntos a serem discutidos.
A princípio, é importante destacar que o descaso governamental se trata de um dos principais agravantes dessa problemática. Nesse viés, o historiador José Murilo de Carvalho, introduz um pensamento defensório, de que, a cidadania brasileira não é plena, mas sim assimétrica, ou seja, falta efetividade dos direitos constituicionais. Nesse sentido, é perceptível a baixa qualificação infraestrutural de regiões amplas, como Mariana, em que totaliza migrações forçadas, visto que as comunidades de camadas inferiores precisam necessariamente de moradia e saúde para a sobrevivência e que sem isso não possuem vida digna, como abordado na Constituição Federal, promulgada em 1988, no qual, à igualdade e à saúde são de direito de todo cidadão e dever do Poder Público. Como consequência, o desácredito institucional torna-se amplo devido a falta de seguimento constituiconal e o aumento da taxa de marginalização resultante da pobreza e saúde mental e física precária, como depressão e tuberculose.
Além disso, fica evidente que a disparidade socioeconômica é outro fator contribuinte. Nesse sentido, o antropólogo Goffman, acredita que toda característica que foge do padrão social e sofre estigmatização. Sob essa perspectiva, tal afirmação é propriamente correta e direcionada a contemporaneidade, visto que exista a hierarquização baseada em tipos de cores de pele, em que indígenas e negros são mais estigmatizadas e desvalorizadas socialmente, como também a herança sociocultural atrelada ao preconceito, isto é, classes sociais tendem a naturalizar a miséria e a falta de saneamento básico. Como exemplo, pode-se ser visto por meio de dados da Agência Brasil, como a catástrofe ambiental ocorrida em 2024 no Rio Grande do Sul, expõe que historicamente a população negra gaúcha foi empurrada para zonas mais úmidas e propícias a sofrerem diretamente os impactos ambientais. Consequentemente, isso leva a um adoecimento comunitário e proliferação de doenças.
Portanto, fica claro que medidas são necessárias para solucionar a ineficácia governamental e a desigualdade social. Para isso, cabe a Defensoria Pública da União, órgão responsável por prestar assistência jurídica gratutita a comunidades de vuneráveis, deve auxiliar em situações de descaso ambiental âmbito urbano e o Estado na criação de leis eficientes com prestação a melhoria do setor da saúde, por meio da investigação direta de casos como o do Rio Grande do Sul e Mariana, a fim de garantir melhoria do bem-estar social e combater doenças inflamadas na região. A sua vez, é primordial que o Ministério Público auxilie na promotoria de Direitos Humanos e cidadania contra a discrimanação e preconceito, para que possa existir um melhor ambiente equitário. Dessa forma, será possível combater os desafios na superação do racismo ambiental no Brasil e as precárias leis.