





Os sprites barrigudinhos dele me lembram a Frisk de Undertale.
Caso tenham alguma dúvida, podem me chamar no PV ou no Discord: theoo00097
Eu olho pro Adrian (o da esquerda), e ele não parece nem um pouco hétero, mesmo que seja. Com todo respeito aos homens afeminados, claro.
Os pais de Adrian adoram dizer que L'agoona "corrompeu" ele depois do namoro. Mal sabe eles que Adrian era reprimido pelo conservadorismo deles próprios.
Eu adoro desenhar casais. Adrian e L'agoona são um casal de alternativos; enquanto ela é uma gyaru, Adrian é um scene.
Estou com preguiça de escrever a lore, mas eu adoro eles.
Vendo apenas para brasileiros, pois o método de pagamento é Pix.
Caso tenha interesse em saber mais sobre meu traço e estilo de desenho, em meu perfil, eu posto exemplos.
Existem várias espécies de sereias, e uma delas são as derivadas de tubarões. A mãe do desenho é um Tubarão-tigre.
Por causa da relação conturbada com os tritões, essa mãe vai poder suportar o filho até os 10 anos de idade, sendo expulso logo depois para ter a própria vida. Isso acontece porque as sereias amam os filhotes e crianças em geral, tratando os pequeninos como tesouros adoráveis e rechonchudos; mesmo sendo um tritão que tanto odeiam.
Porém, caso o filhote pareça mais velho que realmente é, houve casos de que com 6 anos, vários foram expulsos. E se nascer sereias em vez de tritões, elas ficam com as mães praticamente a vida toda, indo embora quando quiserem.
O pai nunca vai ter contato com o bebê, pois as sereias podem matar ele logo depois, ou apenas ir embora. Porém, caso o filhote decida procurar quando for expulso, a comunidade dos tritões sempre acolhe na família, principalmente os casais. Há vários casos de adoção, adotando até mesmo de espécies diferentes.
No mundo que eu criei, as sereias são seres independentes e carnívoros, que têm a alimentação à base de carne humana ou peixes. Porém, elas nunca matam mulheres humanas, apenas homens. Há relatos de que várias sereias se apaixonaram por humanas, e saíram do mar por elas.
Sereias e tritões têm um relacionamento muito conturbado, então cada um fica no seu canto, não se misturando.
"Mas como elas se reproduzem?". As sereias usam os tritões e homens humanos para isso, ficando apenas uma noite com eles e depois indo embora, voltando para suas parceiras.
Por isso que elas não se cobrem, usando a sensualidade e canto para atrair os machos.
Nessas espécies de sereias, algumas são poligamicas na maioria das vezes, se ajudando para cuidar dos ovos e se proteger de predadores. Porém, nas espécies monogâmicas, os casais de sereias são extremamente ciumentos, indo caçar os humanos sempre em duplas.
Eu imaginei ela levemente mais gordinha e com cabelos mais volumosos, então talvez eu ajeite esse rabisco para o que estava na minha mente.
Alan nunca foi muito próximo dos outros parentes dele. Mesmo criança, dificilmente confiava nos outros — era tímido e necessitava de atenção; atenção essa que sua mãe nunca lhe deu.
Mesmo não sendo próximo dos familiares, eles achavam que eram próximos dele, principalmente os homens. O abraçavam, tocavam seu rosto, braços, cabelo, faziam Alan sentar no colo.
"Por quê? Por quê não param?". Ele pensava todas as vezes, tremendo e limpando o rosto depois daqueles beijos asquerosos e cheios de condescendência.
Mamãe caramujo, sempre que Alan ficava com medo, mandava ele cantar "músicas de Deus". E em todas às vezes que algum homem encostava nele, Alan rezava e rezava, cantava e cantava dentro da mente todas as músicas que supostamente iriam o salvar.
(Saindo um pouco da história, o design do Alan é bastante simples, porém eu pensei um pouco no porquê de cada elemento. O fato dele não ter sobrancelhas, cabelos em espirais, sempre vestir pijamas, olhar para os lados e para baixo; nunca para frente. Vai de cada um interpretar o porquê.)
Alan passava a ponta dos dedos na poça de lama, a mesma poça que havia em todo o quintal. Às plantas eram cinzas, levemente caídas, parecendo que não haviam visto a luz do sol por semanas.
Dentro de casa, Mamãe Caramujo parecia exausta, fumando um cigarro e imaginando que o filho estivesse brincando no quintal, mesmo que todos os brinquedos do mesmo não existissem. O Padrasto Caramujo, deitado no sofá, sofá esse que ocupava praticamente a metade toda da pequena casa; uma casa sem reboco, com tijolos quebrados e telhados que pingavam água da chuva.
Alan sentia que os caramujos o viam de verdade, mas mesmo assim, não se aguentava — a tentação de escutar o casco se rachando e quebrando era grande demais.
"Por quê?" Pensava ele. O mesmo não sabia o porquê os machucava, da mesma forma que a Mamãe Caramujo não sabia o porquê deixava aquele homem dentro de casa.