Hérnia incisional/umbilical em idosa (81 anos). Orifício estável (5 cm), mas grande volume externo. Cirurgia ou conservador?
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Hérnia incisional/umbilical em idosa (81 anos). Orifício estável (5 cm), mas grande volume externo. Cirurgia ou conservador?

​1. Contexto Geral

Minha avó tem 81 anos, mede aproximadamente 1,55 m e pesa 64 kg. Ela tem uma hérnia umbilical/incisional conhecida e histórico de cirurgia abdominal prévia (linha mediana). Tenho fotos atuais do abdômen, uma tomografia feita em 07/02/2026 e uma nova tomografia realizada em 13/05/2026.

​2. O que apareceu nas tomografias (fevereiro e maio de 2026)

O achado mais importante das avaliações de imagem foi:

​Fevereiro: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça delgada através de orifício herniário de aproximadamente 4,9 cm no plano transverso.

​Maio: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça intestinal através de orifício herniário que mede 5,0 cm frente à manobra de Valsalva.

​Ou seja, havia e continua havendo uma hérnia com um defeito estável (cerca de 4,9 a 5,0 cm) na parede abdominal, contendo gordura e uma alça do intestino delgado. Porém, ambos os exames também descreveram ausência de dilatação das alças intestinais. Isso é importante porque comprova que naqueles momentos não havia evidência tomográfica de obstrução intestinal.

​Sei que não devemos interpretar os 5 cm como "o tamanho da barriga", pois esse valor corresponde apenas ao defeito/orifício da parede abdominal. Além disso, a tomografia de maio trouxe achados secundários como moderada hérnia gástrica hiatal (que causa refluxo nela) e uma imagem linear hiperdensa no estômago (descrita como inespecífica, podendo ser corpo estranho, mas que não causou obstrução).

​3. O que aconteceu de fevereiro até agosto

Segundo minha percepção, entre fevereiro e agosto o abdômen dela aumentou bastante de volume, aparentemente quase dobrando. Nas fotos atuais, existe um abaulamento abdominal muito grande e difuso, que visualmente parece muito maior do que uma hérnia de 5 cm.

​Isso levantou a dúvida: será que toda essa barriga é a hérnia? Pelo conjunto das informações, provavelmente não. É possível que exista uma combinação de:

​Hérnia umbilical/incisional;

​Flacidez/enfraquecimento da parede abdominal agravada pela idade (81 anos);

​Possível diástase dos músculos abdominais;

​Gordura abdominal (relação de 64 kg para 1,55 m de altura);

​Conteúdo abdominal que se redistribui conforme a posição e a gravidade.

​4. Como ela está atualmente

Essa é uma parte bastante importante: ela não está com dor contínua. Ela tinha dores anteriormente, mas há cerca de quatro semanas a dor desapareceu completamente. Hoje, só sente desconforto quando faz muito esforço. Ela teve um episódio recente de dor na "boca do estômago" (ligado ao refluxo da hérnia de hiato ao beber muita água), mas não ficou com dor persistente na barriga.

​Além disso:

​Evacua normalmente e elimina bastante gases;

​Não está vomitando e não há relato de febre;

​Não há dor abdominal aguda, e a hérnia não ficou dolorosa ao toque;

​Não há alteração de cor da pele sobre a hérnia.

​Ela relata que, quando está em pé, o abdômen fica mais firme/esticado, mas quando deita, fica muito macio, murcha e pode ser pressionado livremente (redutível). O fato de o abaulamento mudar com a posição também é compatível com alterações de flacidez da parede abdominal.

​5. O que é tranquilizador vs. Minhas Dúvidas

O conjunto atual é relativamente tranquilizador. O fato de evacuar/eliminar gases normalmente afasta obstrução. A ausência de dor forte contínua, vômitos e piora aguda também afasta urgência.

​Porém, a principal coisa que não ignoro é que o abdômen parece ter aumentado muito visualmente de fevereiro para cá. Sei que a tomografia de maio tem 3 meses, e embora mostre o defeito estável (5,0 cm), a alça de intestino delgado dentro do defeito herniário merece atenção e avaliação médica.

​Vou marcar uma consulta com um cirurgião geral levando os laudos e imagens para descobrir o tamanho atual da hérnia, se há diástase associada e qual a conduta. Mas gostaria da opinião da comunidade:

​Diante de um orifício estável de 5 cm em uma paciente de 81 anos (1,55m / 64kg) sem sintomas obstrutivos, a conduta mais provável costuma ser acompanhamento conservador (cinta abdominal) ou cirurgia eletiva?

​É comum que a flacidez muscular dessa faixa etária dê a impressão visual de que a hérnia "dobrou de tamanho" externamente, mesmo com o orifício fascial mantendo a mesma medida?

​Quais sinais de alerta de encarceramento eu devo continuar monitorando em casa até o dia da consulta?

​Agradeço a todos pela atenção!

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u/xdJooe — 2 days ago

Hérnia incisional/umbilical em idosa (81 anos). Orifício estável (5 cm), mas grande volume externo. Cirurgia ou conservador?

​1. Contexto Geral

Minha avó tem 81 anos, mede aproximadamente 1,55 m e pesa 64 kg. Ela tem uma hérnia umbilical/incisional conhecida e histórico de cirurgia abdominal prévia (linha mediana). Tenho fotos atuais do abdômen, uma tomografia feita em 07/02/2026 e uma nova tomografia realizada em 13/05/2026.

​2. O que apareceu nas tomografias (fevereiro e maio de 2026)

O achado mais importante das avaliações de imagem foi:

​Fevereiro: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça delgada através de orifício herniário de aproximadamente 4,9 cm no plano transverso.

​Maio: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça intestinal através de orifício herniário que mede 5,0 cm frente à manobra de Valsalva.

​Ou seja, havia e continua havendo uma hérnia com um defeito estável (cerca de 4,9 a 5,0 cm) na parede abdominal, contendo gordura e uma alça do intestino delgado. Porém, ambos os exames também descreveram ausência de dilatação das alças intestinais. Isso é importante porque comprova que naqueles momentos não havia evidência tomográfica de obstrução intestinal.

​Sei que não devemos interpretar os 5 cm como "o tamanho da barriga", pois esse valor corresponde apenas ao defeito/orifício da parede abdominal. Além disso, a tomografia de maio trouxe achados secundários como moderada hérnia gástrica hiatal (que causa refluxo nela) e uma imagem linear hiperdensa no estômago (descrita como inespecífica, podendo ser corpo estranho, mas que não causou obstrução).

​3. O que aconteceu de fevereiro até agosto

Segundo minha percepção, entre fevereiro e agosto o abdômen dela aumentou bastante de volume, aparentemente quase dobrando. Nas fotos atuais, existe um abaulamento abdominal muito grande e difuso, que visualmente parece muito maior do que uma hérnia de 5 cm.

​Isso levantou a dúvida: será que toda essa barriga é a hérnia? Pelo conjunto das informações, provavelmente não. É possível que exista uma combinação de:

​Hérnia umbilical/incisional;

​Flacidez/enfraquecimento da parede abdominal agravada pela idade (81 anos);

​Possível diástase dos músculos abdominais;

​Gordura abdominal (relação de 64 kg para 1,55 m de altura);

​Conteúdo abdominal que se redistribui conforme a posição e a gravidade.

​4. Como ela está atualmente

Essa é uma parte bastante importante: ela não está com dor contínua. Ela tinha dores anteriormente, mas há cerca de quatro semanas a dor desapareceu completamente. Hoje, só sente desconforto quando faz muito esforço. Ela teve um episódio recente de dor na "boca do estômago" (ligado ao refluxo da hérnia de hiato ao beber muita água), mas não ficou com dor persistente na barriga.

​Além disso:

​Evacua normalmente e elimina bastante gases;

​Não está vomitando e não há relato de febre;

​Não há dor abdominal aguda, e a hérnia não ficou dolorosa ao toque;

​Não há alteração de cor da pele sobre a hérnia.

​Ela relata que, quando está em pé, o abdômen fica mais firme/esticado, mas quando deita, fica muito macio, murcha e pode ser pressionado livremente (redutível). O fato de o abaulamento mudar com a posição também é compatível com alterações de flacidez da parede abdominal.

​5. O que é tranquilizador vs. Minhas Dúvidas

O conjunto atual é relativamente tranquilizador. O fato de evacuar/eliminar gases normalmente afasta obstrução. A ausência de dor forte contínua, vômitos e piora aguda também afasta urgência.

​Porém, a principal coisa que não ignoro é que o abdômen parece ter aumentado muito visualmente de fevereiro para cá. Sei que a tomografia de maio tem 3 meses, e embora mostre o defeito estável (5,0 cm), a alça de intestino delgado dentro do defeito herniário merece atenção e avaliação médica.

​Vou marcar uma consulta com um cirurgião geral levando os laudos e imagens para descobrir o tamanho atual da hérnia, se há diástase associada e qual a conduta. Mas gostaria da opinião da comunidade:

​Diante de um orifício estável de 5 cm em uma paciente de 81 anos (1,55m / 64kg) sem sintomas obstrutivos, a conduta mais provável costuma ser acompanhamento conservador (cinta abdominal) ou cirurgia eletiva?

​É comum que a flacidez muscular dessa faixa etária dê a impressão visual de que a hérnia "dobrou de tamanho" externamente, mesmo com o orifício fascial mantendo a mesma medida?

​Quais sinais de alerta de encarceramento eu devo continuar monitorando em casa até o dia da consulta?

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u/xdJooe — 3 days ago

Hérnia incisional/umbilical em idosa (81 anos). Orifício estável (5 cm), mas grande volume externo. Cirurgia ou conservador?

Minha avó tem 81 anos, mede aproximadamente 1,55 m e pesa 64 kg. Ela tem uma hérnia umbilical/incisional conhecida e histórico de cirurgia abdominal prévia (linha mediana). Tenho fotos atuais do abdômen, uma tomografia feita em 07/02/2026 e uma nova tomografia realizada em 13/05/2026.

​2. O que apareceu nas tomografias (fevereiro e maio de 2026)

O achado mais importante das avaliações de imagem foi:

​Fevereiro: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça delgada através de orifício herniário de aproximadamente 4,9 cm no plano transverso.

​Maio: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça intestinal através de orifício herniário que mede 5,0 cm frente à manobra de Valsalva.

​Ou seja, havia e continua havendo uma hérnia com um defeito estável (cerca de 4,9 a 5,0 cm) na parede abdominal, contendo gordura e uma alça do intestino delgado. Porém, ambos os exames também descreveram ausência de dilatação das alças intestinais. Isso é importante porque comprova que naqueles momentos não havia evidência tomográfica de obstrução intestinal.

​Sei que não devemos interpretar os 5 cm como "o tamanho da barriga", pois esse valor corresponde apenas ao defeito/orifício da parede abdominal. Além disso, a tomografia de maio trouxe achados secundários como moderada hérnia gástrica hiatal (que causa refluxo nela) e uma imagem linear hiperdensa no estômago (descrita como inespecífica, podendo ser corpo estranho, mas que não causou obstrução).

​3. O que aconteceu de fevereiro até agosto

Segundo minha percepção, entre fevereiro e agosto o abdômen dela aumentou bastante de volume, aparentemente quase dobrando. Nas fotos atuais, existe um abaulamento abdominal muito grande e difuso, que visualmente parece muito maior do que uma hérnia de 5 cm.

​Isso levantou a dúvida: será que toda essa barriga é a hérnia? Pelo conjunto das informações, provavelmente não. É possível que exista uma combinação de:

​Hérnia umbilical/incisional;

​Flacidez/enfraquecimento da parede abdominal agravada pela idade (81 anos);

​Possível diástase dos músculos abdominais;

​Gordura abdominal (relação de 64 kg para 1,55 m de altura);

​Conteúdo abdominal que se redistribui conforme a posição e a gravidade.

​4. Como ela está atualmente

Essa é uma parte bastante importante: ela não está com dor contínua. Ela tinha dores anteriormente, mas há cerca de quatro semanas a dor desapareceu completamente. Hoje, só sente desconforto quando faz muito esforço. Ela teve um episódio recente de dor na "boca do estômago" (ligado ao refluxo da hérnia de hiato ao beber muita água), mas não ficou com dor persistente na barriga.

​Além disso:

​Evacua normalmente e elimina bastante gases;

​Não está vomitando e não há relato de febre;

​Não há dor abdominal aguda, e a hérnia não ficou dolorosa ao toque;

​Não há alteração de cor da pele sobre a hérnia.

​Ela relata que, quando está em pé, o abdômen fica mais firme/esticado, mas quando deita, fica muito macio, murcha e pode ser pressionado livremente (redutível). O fato de o abaulamento mudar com a posição também é compatível com alterações de flacidez da parede abdominal.

​5. O que é tranquilizador vs. Minhas Dúvidas

O conjunto atual é relativamente tranquilizador. O fato de evacuar/eliminar gases normalmente afasta obstrução. A ausência de dor forte contínua, vômitos e piora aguda também afasta urgência.

​Porém, a principal coisa que não ignoro é que o abdômen parece ter aumentado muito visualmente de fevereiro para cá. Sei que a tomografia de maio tem 3 meses, e embora mostre o defeito estável (5,0 cm), a alça de intestino delgado dentro do defeito herniário merece atenção e avaliação médica.

​Vou marcar uma consulta com um cirurgião geral levando os laudos e imagens para descobrir o tamanho atual da hérnia, se há diástase associada e qual a conduta. Mas gostaria da opinião da comunidade:

​Diante de um orifício estável de 5 cm em uma paciente de 81 anos (1,55m / 64kg) sem sintomas obstrutivos, a conduta mais provável costuma ser acompanhamento conservador (cinta abdominal) ou cirurgia eletiva?

​É comum que a flacidez muscular dessa faixa etária dê a impressão visual de que a hérnia "dobrou de tamanho" externamente, mesmo com o orifício fascial mantendo a mesma medida?

​Quais sinais de alerta de encarceramento eu devo continuar monitorando em casa até o dia da consulta?

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u/xdJooe — 3 days ago
▲ 4 r/Hernia

Algum especialista consegue me ajudar? Estou preocupado

Contexto: minha avó tem uma hérnia umbilical conhecida e histórico de cirurgia abdominal. Tenho fotos atuais do abdômen, uma tomografia feita em 07/02/2026 e uma nova tomografia realizada em 13/05/2026. ​1. O que apareceu nas tomografias (fevereiro e maio de 2026) ​O achado mais importante das avaliações de imagem foi: ​Feverevuiero: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça delgada através de orifício herniário de aproximadamente 4,9 cm no plano transverso. ​Maio: Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça intestinal através de orifício herniário que mede 5,0 cm frente à manobra de Valsalva. ​Ou seja, havia e continua havendo uma hérnia umbilical com um defeito estável de cerca de 4,9 a 5,0 cm na parede abdominal, contendo gordura e uma alça do intestino delgado. ​Porém, ambos os exames também descreveram: ​Ausência de dilatação das alças intestinais. ​Isso é importante porque, naqueles momentos, não havia evidência tomográfica de obstrução intestinal. ​Também não devemos interpretar os 5 cm como "o tamanho da barriga". Esse valor corresponde ao defeito/orifício da parede abdominal, e não ao volume externo total do abdômen. ​Além disso, a tomografia de maio trouxe outros achados secundários que merecem acompanhamento, como moderada hérnia gástrica hiatal e uma imagem linear hiperdensa no interior da câmara gástrica (descrita como inespecífica, podendo ser corpo estranho). ​2. O que aconteceu de fevereiro até agosto ​Segundo minha percepção, entre fevereiro e agosto o abdômen dela aumentou bastante de volume, aparentemente quase dobrando. ​Nas fotos atuais, existe um abaulamento abdominal muito grande e difuso, que visualmente parece muito maior do que uma hérnia umbilical de 5 cm. ​Isso levantou a dúvida: ​Será que toda essa barriga é a hérnia? ​Pelo conjunto das informações, provavelmente não. ​É possível que exista uma combinação de: ​hérnia umbilical; ​flacidez/enfraquecimento da parede abdominal; ​possível diástase dos músculos abdominais; ​gordura abdominal; ​alterações da parede decorrentes de cirurgias anteriores; ​conteúdo abdominal que se redistribui conforme a posição. ​Portanto, o volume abdominal externo não deve ser usado para estimar o tamanho da hérnia. ​3. Como ela está atualmente ​Essa é uma parte bastante importante. Ela não está com dor contínua. Ela tinha dores anteriormente, mas há aproximadamente quatro semanas a dor desapareceu completamente. Atualmente, segundo ela, só sente dor/desconforto quando faz muito esforço. ​Hoje ela teve um episódio de dor na "boca do estômago", mas não ficou com dor persistente. ​Além disso: ​evacua normalmente; ​elimina bastante gases; ​não está vomitando; ​não há relato de febre; ​não há dor abdominal contínua; ​não há relato de a hérnia ter ficado subitamente muito dolorosa; ​não há relato de alteração de cor da pele sobre a hérnia. ​Ela também relata que, quando está em pé, o abdômen fica mais firme, enquanto quando deita, fica mais macio e pode ser pressionado. ​Isso pode acontecer por causa da tensão da parede abdominal e da mudança da pressão intra-abdominal. O fato de o abaulamento mudar com a posição também é compatível com alterações da parede abdominal/hérnia. ​4. O que é tranquilizador ​O conjunto atual é relativamente tranquilizador. ​Em particular: ​Evacuar normalmente + eliminar gases normalmente torna uma obstrução intestinal completa menos provável. ​A ausência de dor forte e contínua, vômitos e piora aguda também é tranquilizadora. ​As tomografias de fevereiro e maio também não mostraram dilatação das alças intestinais naqueles momentos. ​E o fato de a dor da região da hérnia ter desaparecido há aproximadamente um mês não significa, por si só, que algo ruim aconteceu. Hérnias podem ser sintomáticas em determinados períodos e depois ficar pouco dolorosas. ​5. O que ainda me deixa com uma interrogação ​A principal coisa que eu não ignoraria é: ​o abdômen parece ter aumentado muito entre fevereiro e agosto. ​Como a última tomografia é de maio, ela tem cerca de três meses e pode não refletir exatamente como está a hérnia hoje, embora seja um retrato recente e estável do defeito (que mediu 4,9 cm em fevereiro e 5,0 cm em maio). ​Além disso, as tomografias mostraram que uma alça do intestino delgado passava pelo defeito herniário. Isso não significa que ela esteja presa atualmente, mas é uma informação que merece ser considerada na avaliação atual. ​Por isso, eu acho razoável marcar uma consulta com cirurgião geral, levando os laudos e, se possível, as imagens das tomografias (fevereiro e maio). ​Isso não significa que ela precise ser operada imediatamente. ​O objetivo da consulta é descobrir: ​Qual é o tamanho atual da hérnia? ​O defeito aumentou desde maio? ​Ainda existe intestino dentro da hérnia? ​Existe alguma outra hérnia/incisional associada? ​Existe diástase ou grande fraqueza da parede abdominal? ​O abaulamento que aparece nas fotos é principalmente hérnia ou é composto por outras alterações? ​O que é aquela imagem linear hiperdensa no estômago descrita em maio? ​É necessário operar ou pode ser acompanhado? ​Se houver indicação de cirurgia, ela é eletiva ou existe alguma urgência?

u/xdJooe — 5 days ago

Hernia em idoso

Dados da paciente:

​Idade: 81 anos.

​Histórico: Cirurgia abdominal prévia no ano passado (linha mediana), histórico de bronquite/asma e hipertensão sob controle.

​Quadro clínico e sintomas atuais:

​Parede abdominal: Hérnia volumosa na linha média. Apresenta assimetria visível (lado direito/central mais estufado em pé).

​Comportamento da hérnia: Quando a paciente se deita de costas, a barriga murcha, o volume reduz consideravelmente e a região fica mole, sem rigidez. Sem episódios de dor abdominal aguda.

​Sintomas digestivos: Disfagia ocasional para sólidos secos (sensação de alimento preso no esôfago) e episódios de regurgitação/refluxo ao ingerir água em maior volume.

​Achados dos Exames de Imagem (Fevereiro a Maio de 2026):

​Tomografia Computadorizada de Abdômen (14/05/2026):

​Hérnia umbilical/incisional com orifício herniário medindo 5,0 cm (estável em relação a fev/2026, que era 4,9\text{ cm}).

​Insinuação de gordura e alça de intestino delgado.

​Ausência de dilatação de alças intestinais (sem sinais de obstrução ou estrangulamento).

​Presença de discreto acúmulo de líquido cicatricial (seroma antigo) no subcutâneo da cirurgia anterior.

​Endoscopia Digestiva Alta (14/05/2026):

​Hérnia hiatal por deslizamento (Tipo 1) com hiato alargado.

​Pangastrite enantematosa leve.

​Pólipo gástrico de 5\text{ mm} ressecado (polipectomia) sem intercorrências.

​Junção esofagogástrica 3\text{ cm} acima do pinçamento diafragmático; mucosa e calibre esofágico preservados.

​Dúvidas para a comunidade / discussão médica:

​Diante da estabilidade do defeito fascial (5,0\text{ cm}) e da ausência de sintomas obstrutivos, qual costuma ser a conduta preferencial em pacientes idosos de 81 anos com comorbidades respiratórias: tratamento conservador (uso de cinta abdominal + manejo de hábitos) ou hernioplastia eletiva com tela?

​Para a hérnia de hiato por deslizamento (Tipo 1) associada à gastrite nessa faixa etária, o manejo exclusivamente clínico com IBP + procinéticos e fracionamento de líquidos costuma responder bem para a melhora do refluxo e da dor epigástrica?

​Há algum sinal de alerta específico que devamos monitorar em casa além das orientações clássicas de encarceramento (dor aguda, irredutibilidade, febre e vômitos)?

u/xdJooe — 5 days ago
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Hérnia em idoso

Contexto: minha avó tem uma hérnia umbilical conhecida e histórico de cirurgia abdominal. Tenho fotos atuais do abdômen e uma tomografia feita em 07/02/2026.

  1. O que apareceu na tomografia de fevereiro

O achado mais importante foi:

Hérnia umbilical com insinuação de gordura e alça delgada através de orifício herniário de aproximadamente 4,9 cm no plano transverso.

Ou seja, havia uma hérnia umbilical com um defeito de aproximadamente 4,9 cm na parede abdominal, contendo gordura e uma alça do intestino delgado.

Porém, o exame também descreveu:

Ausência de dilatação das alças intestinais.

Isso é importante porque, naquele momento, não havia evidência tomográfica de obstrução intestinal.

Também não devemos interpretar os 4,9 cm como "o tamanho da barriga". Esse valor corresponde ao defeito/orifício da parede abdominal, e não ao volume externo total do abdômen.

  1. O que aconteceu de fevereiro até agosto

Segundo minha percepção, entre fevereiro e agosto o abdômen dela aumentou bastante de volume, aparentemente quase dobrando.

Nas fotos atuais, existe um abaulamento abdominal muito grande e difuso, que visualmente parece muito maior do que uma hérnia umbilical de 4,9 cm.

Isso levantou a dúvida:

Será que toda essa barriga é a hérnia?

Pelo conjunto das informações, provavelmente não.

É possível que exista uma combinação de:

hérnia umbilical;

flacidez/enfraquecimento da parede abdominal;

possível diástase dos músculos abdominais;

gordura abdominal;

alterações da parede decorrentes de cirurgias anteriores;

conteúdo abdominal que se redistribui conforme a posição.

Portanto, o volume abdominal externo não deve ser usado para estimar o tamanho da hérnia.

  1. Como ela está atualmente

Essa é uma parte bastante importante.

Ela não está com dor contínua.

Ela tinha dores anteriormente, mas há aproximadamente quatro semanas a dor desapareceu completamente. Atualmente, segundo ela, só sente dor/desconforto quando faz muito esforço.

Hoje ela teve um episódio de dor na "boca do estômago", mas não ficou com dor persistente.

Além disso:

evacua normalmente;

elimina bastante gases;

não está vomitando;

não há relato de febre;

não há dor abdominal contínua;

não há relato de a hérnia ter ficado subitamente muito dolorosa;

não há relato de alteração de cor da pele sobre a hérnia.

Ela também relata que, quando está em pé, o abdômen fica mais firme, enquanto quando deita, fica mais macio e pode ser pressionado.

Isso pode acontecer por causa da tensão da parede abdominal e da mudança da pressão intra-abdominal. O fato de o abaulamento mudar com a posição também é compatível com alterações da parede abdominal/hérnia.

  1. O que é tranquilizador

O conjunto atual é relativamente tranquilizador.

Em particular:

Evacuar normalmente + eliminar gases normalmente torna uma obstrução intestinal completa menos provável.

A ausência de dor forte e contínua, vômitos e piora aguda também é tranquilizadora.

A tomografia de fevereiro também não mostrou dilatação das alças intestinais naquele momento.

E o fato de a dor da região da hérnia ter desaparecido há aproximadamente um mês não significa, por si só, que algo ruim aconteceu. Hérnias podem ser sintomáticas em determinados períodos e depois ficar pouco dolorosas.

  1. O que ainda me deixa com uma interrogação

A principal coisa que eu não ignoraria é:

o abdômen parece ter aumentado muito entre fevereiro e agosto.

Como a tomografia tem aproximadamente seis meses, ela não consegue dizer exatamente como está a hérnia hoje.

Além disso, a tomografia mostrou que uma alça do intestino delgado passava pelo defeito herniário. Isso não significa que ela esteja presa atualmente, mas é uma informação que merece ser considerada na avaliação atual.

Por isso, eu acho razoável marcar uma consulta com cirurgião geral, levando o laudo e, se possível, as imagens da tomografia.

Isso não significa que ela precise ser operada imediatamente.

O objetivo da consulta é descobrir:

Qual é o tamanho atual da hérnia?

O defeito aumentou desde fevereiro?

Ainda existe intestino dentro da hérnia?

Existe alguma outra hérnia/incisional associada?

Existe diástase ou grande fraqueza da parede abdominal?

O abaulamento que aparece nas fotos é principalmente hérnia ou é composto por outras alterações?

É necessário operar ou pode ser acompanhado?

Se houver indicação de cirurgia, ela é eletiva ou existe alguma urgência?

Alguem me da uma opniao porfavor, me sinto muito trsite

u/xdJooe — 5 days ago