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Instalação de ponto de carregamento em condomínio - perfuração de laje

Olá.

Estou a pedir orçamentos para instalar um ponto de carregamento para veículo elétrico nos meus dois lugares de estacionamento, situados no piso -3 de um condomínio relativamente recente na zona de Leiria.

A alimentação elétrica virá da minha fração, com passagem pela zona das arrecadações no piso -1.
Até agora, foram-me propostas duas soluções:

Opção 1: passar a cablagem por uma conduta técnica existente, atravessando uma arrecadação de outra fração (com autorização da proprietária). O percurso seria de aproximadamente 60-80 metros.

Opção 2: fazer uma perfuração na laje, na zona das escadas do piso -1, para passar a cablagem até à garagem, seguindo depois pelo teto até aos meus lugares no -3. Neste caso, o percurso seria reduzido para cerca de 30 metros, com um custo de instalação também inferior.

A segunda opção parece-me mais interessante, até por evitar a passagem por uma fração vizinha, mas confesso que fiquei um pouco preocupada com a ideia de perfurar a laje.

É uma intervenção habitual e relativamente simples, ou há riscos que deva considerar? Que precauções devo exigir ao instalador antes de avançar?

Também gostaria de perceber se, por envolver uma laje numa zona comum do edifício, é necessária alguma autorização específica do condomínio, para além da comunicação prévia prevista na lei.

Por último, alguém tem experiência com instalações semelhantes ou recomenda algum instalador de confiança na zona de Leiria?

Obrigada desde já pela ajuda!

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u/TheLuckyOne84 — 5 days ago
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Instalação de Paineis solares em condominio - Processo

Bom dia
Venho deixar o meu testemunho sobre a minha instalação fotovoltaica num condominio
Comecei por pedir a uma empresa para fazer o estudo do telhado, orientações, numero total de paineis que cabiam nas zonas onde incidisse o sol

Segundo https://www.dgeg.gov.pt/media/llfo2mvn/capitulo-i-legisla%C3%A7%C3%A3o_rev_1.pdf (este) documento (pelo que percebi) o condominio não pode recusar o pedido só porque lhe apetece.

O condomínio apenas se pode opor com base em fundamentos válidos, nomeadamente:

  1. Segurança e Estabilidade Estrutural: Se o projeto colocar em risco a segurança do edifício ou a integridade e resistência da estrutura (por exemplo, sobrecarga excessiva no telhado ou laje).
  2. Danos na Arquitetura ou Estética: Se a instalação comprometer de forma grave a linha arquitetónica ou o aspeto exterior do edifício.
  3. Prejuízo para a Utilização Comum: Se a ocupação da zona comum (como a cobertura, terraço ou fachadas) impedir irracionalmente o uso legítimo dessas áreas por parte dos restantes condóminos, ou se a passagem de cablagens afetar outras infraestruturas essenciais.
  4. Incompatibilidade Técnica ou Regulamentar: Se o projeto não cumprir as normas técnicas aplicáveis, apresentar falhas de segurança elétrica ou não respeitar os regulamentos municipais/legais em vigor.

No meu caso, a minha instalação respeita estes pontos. Fartaram-se de levar "se" para o caso de os meus paineis caissem em cima do carro de alguém, estragasse a fachada, etc, tendo eu confirmado que o meu seguro contempla essas situações.
Por acaso não me lembrei de responder com "e se uma telha do condominio levanta e me estraga os paineis" ou outro coisa qualquer em que a responsabilidade fosse do condominio.
Optamos por só avançar com a aprovação a 100% de todos

Fiz as contas de acordo com as quotas de cada um, daria 5,10 paineis a uns e 4,60 a outros(para instalação individual, não autoconsumo coletivo), acabamos por acordar que ficariamos todos com a possibilidade de instalar 5 quem quisesse.
Quiserem dividir o telhado em grupos de 5 paineis , mas de forma a que ficasse distribuido, (para evitar que eu ou outro ficasse com 5 paineis na melhor zona solar), ficamos 2/3 numa zona de boa incidencia solar e 2 numa zona "pior". A entrada do prédio está orientada a noroeste,sendo que a melhor zona está orientada a sudeste.
Acabei por ficar com 2 paineis a noroeste, entre o hall e a chaminé, apanha alguma sombra em zonas do dia, mas sempre é um apoio que dá, além disso está ligado a microinversores com 2 entradas.

Fiquei com outros 3 paineis a sudeste, sendo que 1 deles acabei por não meter por ter sido aprovada a instalação na frente do acesso para o telhado (que iria mais tarde ou mais cedo criar problemas pelo local onde foi instalado)

Tendo eu o meu apartamento no ultimo andar com sótão, foi só furar a lage.
No caso dos meus vizinhos de baixo, foi discutido em reunião algumas alternativas entre as quais:

  • passar os cabos por fora, lado esquerdo e direito da fachada, ao lado da entrada, no alinhamento dos quadros eletricos(estava-se a pensar meter capoto, pelo que iria ficar escondido)
  • passar cabos por dentro, no hall, teria-se de furar o piso com aquelas brocas craniana, junto a entrada da porta de cada um, e furava ao lado da porta para a habitação de cada um, o quadro fica mesmo atrás da porta.(ficaria escondido por calha técnica ou parede falsa)

De qualquer maneira, cada caso é um caso e recomendo que vejam isso em reunião, tendo em atenção onde passam os tubos de gás, etc

Este tipo de intervenção traria também custos para mim, dado que apesar de não precisar de passar cabos pelo exterior ou interior (nas partes comuns ) para a instalação dos paineis, iriamos aproveitar para fazer uma puxada de eletricidade do quadro de cada um para o lugar de garagem para futuramente quem quisesse adquirir carro elétrico (teria-se de ver a potência maxima admissivel em cada habitação e a certificação da cablagem)

Depois de autorizado, avisei o condominio que ia avançar, enviei especificações dos equipamentos, incluindo salva telhas e estrutura com a devida certificação de que aguenta ventos até 160km/h, fiz um doc com a memoria descritiva.
esperei os 20dias para que se pronunciassem (o que não aconteceu e nesses casos é equivalente a não ter nada a oporem-se)
A partir dai foi só avisar quando é que ia ser feita a instalação.

Pediram que enviasse um doc do seguro em que mostrasse que os paineis estão incluidos na apolice

A minha instalação foi: 5 paineis, cada 2 paineis com 1 microinversor com 2 entradas, e ligava tudo na porta gen de um inversor central de 6kw (Marca deye). Pretendia instalar bateria, dai ter sido feita assim a instalação. Fico com a possibilidade de ficar offgrid e de carregar a bateria durante a noite numa tarifa mais barata
Teve de ser desta maneira dado que com as sobras e orientação solar era impossivel que um deye de 6kw conseguisse arrancar.
Podia ter metido um de menor capacidade mas a diferença de preço era pouca.
um dos paineis não foi instalado pelo que foi mencionado assim, mas pretendo que assim que haja reunião decidir um local onde o possa meter.

O objetivo deste post é elucidar sobre o processo

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u/Spiritual_Note_22 — 8 days ago

Portuguese Condominium Administration Ignoring My Requests for Documents… What Can I Do?

Hi everyone,
I’d really appreciate some advice from anyone familiar with Portuguese condominium law, because I’m honestly struggling to understand how this is allowed to work.
In 2025, our condominium approved around €12,000 of works to the building’s roof, including removing the existing layers, waterproofing, screed and installing new flooring.
The approved works covered the roof as a whole, which consists of a communal terrace and two private top-floor terraces that form part of the roof structure.
The works were eventually carried out (quite poorly, in my opinion I reported problems and was told someone would come and inspect them and give a second opinion, but that never happened). The administration also sent out an official email to the owners that the roof works had been completed.
A few months later, I discovered that one of the top-floor private access terraces had actually never been renovated. I discovered this by hearing construction noises on the roof (administration didn’t even bother informing anyone about this) After I sent an email asking why is supposedly newly done roof being renovated again?? explanation from the administration is that before the initial roof renovation the owner was abroad, had recently installed artificial grass and said there was no problem with his terrace but would like a quote to be sent to him just in case??? I mean, what?? Because they didn’t have access, they simply decided not to carry out the approved works on that part, so now the owner returned, reported that the flooring had lifted and that there was water infiltration, and the administration arranged for works to be carried out on that exact same terrace.
The new quote is €3,650 + VAT and includes removing the flooring/layers, new waterproofing, testing and new flooring.
What I don’t understand is how this decision could be made without informing the other owners. There was no new vote, no communication saying that part of the approved works was being removed from the scope, and as far as we were told, the roof works had simply been completed.

So after I sent an email asking what’s going on, the administration stated that they made a deal where the owner is paying for it initially, but the administration has agreed that the €3,650 will ultimately be deducted from his future condominium contributions. So in practice, the condominium is paying for it.
This is where I really don’t understand the situation.
The terrace was part of the original approved works. The administration decided not to do that part because the owner said there was no problem with it. Now that terrace has developed an infiltration and needs essentially the same type of work, and the condominium is apparently going to cover the cost.
I’ve repeatedly asked the administration:
Who decided that this part of the approved works would be excluded, and on what basis?
Why weren’t the other owners informed?
Why was the roof declared completed when part of the approved works had not actually been carried out?
On what basis was it agreed that €3,650 would be deducted from the owner’s future condominium contributions?
Can they provide the correspondence showing whether the owner actually refused access to the terrace, or whether the administration simply decided not to pursue the matter?
Who authorised this arrangement?
I’ve sent two follow up emails, including a clear deadline for a response, and I’ve still received no answer, they’re ignoring me completely.
I’m honestly quite confused by how things seem to work here. What really bothers me here is that it seems one neighbour was able to effectively decide that a section of the building’s roof didn’t need the approved works, and the administration simply accepted that without involving the other owners.
And now, somehow, the same neighbour has effectively been given an arrangement where the condominium pays for the works by deducting the cost from his future contributions. It feels like a little private project between one neighbour and the administration…. Even his tiles as different to the rest of the terraces??

How is this allowed? It looks like everyone is allowed to do whatever they want. Whats the point of me attending this meetings, wasting hours, voting for and against where clearly there is no legal value in all of this.

Considering that they have been ignoring my emails, where I ask for documented proofs, what else can I actually do to hold them accountable for this mess?

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u/runner7879 — 8 days ago

Podemos dividir as obras, para acudir aos casos mais graves?

Sou proprietário e administrador, representando os restantes condóminos junto da empresa que gere o condomínio.

Trata-se de um prédio com 16 frações: 6 de habitação e 10 de garagens situadas num logradouro, ao qual se acede exclusivamente através de um túnel existente no prédio. Este é o único acesso às garagens. Quem entra pelas garagens não tem acesso às partes comuns do interior do edifício (hall de entrada e escadas).

O prédio necessita de obras urgentes, que se encontram por realizar há quase três anos. Inicialmente, a empresa anterior não deu a devida atenção ao assunto; atualmente, a situação arrasta-se porque um condómino não paga (alegadamente por incapacidade económica) e outros - nomeadamente a grande maioria das frações de garagem - recusam-se a contribuir, por não se sentirem obrigados a suportar as obras do prédio.

Todas as divisões de despesas foram efetuadas de acordo com a permilagem de cada fração, tendo sido aprovadas em assembleia por maioria. Prevendo dificuldades, solicitei que o orçamento fosse apresentado em duas partes distintas:

  • Reparações e pintura do exterior do prédio;
  • Reparações e pintura do exterior das garagens.

Importa referir que o prédio possui quatro terraços pertencentes aos condóminos do último piso. Existem infiltrações provenientes desses terraços para as frações inferiores, e as próprias frações que usufruem dos terraços sofrem igualmente de infiltrações pelo telhado.

Um condómino do prédio não paga, aparentemente por impossibilidade. Das 10 garagens, apenas 3 efetuaram o pagamento; as restantes 7 encontram-se em falta.

As obras nas garagens resumem-se a pequenas reparações e pintura exterior, uma vez que não existem infiltrações no seu interior. Já no prédio a situação é grave: há infiltrações em 4 das 6 frações de habitação.

O saldo atual do condomínio é suficiente apenas para executar as obras que o prédio necessita, sem incluir os muros e fachadas das garagens.

Dado que o valor aprovado por maioria se referia às obras globais, será viável convocar uma nova assembleia para deliberar a utilização do montante em saldo exclusivamente nas obras do prédio, dada a urgência das mesmas e adiar as obras das garagens para momento posterior?

Os não pagadores obviamente teremos que recorrer a tribunal, aqui não temos julgados de paz.

Obrigado

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u/No-Fan-4479 — 9 days ago