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Bibliotecas disponíveis

Alguém sabe se todas as bibliotecas estão fechadas? Ou tem alguma que esteja aberta?

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u/VitorOkumura — 2 days ago
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Dúvida sobre o curso de Ciências Econômicas - Economia

Olá! Atualmente sou estudante do último ano do ensino médio em rede federal, e pretendo cursar Ciências Econômicas na UFPR, no entanto, estou com algumas dúvidas. Se alguém puder esclarecer, ficaria muito feliz!

  1. Dentro do curso, é viável ou fácil conseguir um estágio ou emprego remunerado para ajudar a se manter na cidade? Pergunto isso porque seria importante para minha permanência
  2. Sei que o curso foca em parte social histórica e matemática, mas no curso a parte matemática e desenvolvida de forma avançada? Digo, se aprende estatística mais avançada ou métodos quantitativos de análise
  3. O pessoal que se forma tende a ir para quais setores do mercado de trabalho? Investimentos, bancos, consultorias?

Agradeço pela atenção, permaneço à disposição para esclarecimentos.

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u/Bit_RAD — 4 days ago
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Ciências da computação na ufpr ou eng de software na pucpr?

Estou em dúvida sobre qual escolher, eu tenho mais confiança na ufpr por ser uma faculdade mais respeitada e tal, porém o que me incomoda é sobre o curso ser integral na grande parte do tempo, coisa que na puc não é. Eu tenho dúvidas também sobre o foco das duas faculdades, na teoria na puc o foco é mais mercado e networking, e na ufpr uma parte mais acadêmica, então me ajudem pls

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u/CaregiverRound6908 — 5 days ago
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Pedidos de ajuda negados

O meu silenciamento não começou com a agressão física, mas com a destruição da minha subjetividade por quem deveria protegê-la. Durante anos, vivi uma relação de abuso com aquele que deveria ser meu psicanalista. O que deveria ser um espaço de cura tornou-se um cenário de manipulação; ele utilizou sua posição de poder para me tornar sua amante, destruindo minha estrutura emocional e minha vida pessoal sob o pretexto de cuidado. Quando tentei denunciar ou buscar suporte, encontrei o primeiro muro: a descredibilização. Ao ser rotulada como "louca", minha voz foi anulada. Esse estigma permitiu que a violência doméstica que eu sofria em casa escalasse sem freios. Em 2024, vivi o ápice desse horror: fui acordada em minha própria casa com um policial pisando no meu rosto, em uma tentativa de internação involuntária orquestrada pela minha própria família (mãe e irmã), sem qualquer base clínica ou ordem judicial. Naquele momento, o Estado, através da força policial, foi usado como ferramenta de cárcere privado e humilhação.

Embora o médico do SAMU tenha reconhecido a inexistência de surto e me liberado, o dano já estava consolidado. A tentativa de internação não foi um erro, foi uma estratégia de silenciamento — uma "violência doméstica disfarçada de cuidado".

Desde então, a exclusão tem sido total. O Estado, através de órgãos como o CREAS, demonstrou negligência e omissão quando busquei proteção. Amigos se afastaram e a rede de apoio se dissolveu diante da narrativa de que eu sou o problema. Vivo hoje um ciclo de "autofagia moral", onde a vítima é obrigada a provar sua sanidade enquanto é agredida por todos os lados: pelo sistema judiciário que arquiva denúncias sem investigar a fundo, pela ética profissional traída por um analista e pela família que utiliza o aparato público para exercer controle e violência.

Não é apenas uma questão de saúde mental; é uma questão de direitos humanos violados e de uma vida que está sendo destruída pela omissão sistemática de quem deveria garantir a lei e a ética.

u/ButterscotchRude6857 — 10 days ago
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Meu pedido de socorro não é só por mim, é para salvar o futuro do meu filho.

Eu precisei de muita coragem para escrever isso. Há 5 anos, eu vivo confinada em um quarto, lutando contra uma depressão refratária, TDAH severo e traumas que me paralisaram. Mas hoje, meu maior medo não é a minha própria dor, é o impacto disso na vida do meu filho de 22 anos. Ele está assistindo a mãe "desaparecer" dentro de um quarto há meia década. Eu vejo o futuro dele sendo comprometido, o brilho dele se apagando porque ele carrega o peso de me ver nessa situação. Eu me sinto em uma encruzilhada cruel: ou eu consigo ajuda técnica e médica urgente para melhorar e mostrar a ele que a vida pode ser diferente, ou o meu "sumiço" parece ser a única forma de libertá-lo desse fardo. Eu não quero sumir, eu quero existir com saúde. Eu quero que meu filho veja a mãe dele se recuperando para que ele também tenha permissão de seguir a vida dele sem culpa e sem o trauma de ver quem ele ama apodrecer em vida. Eu tenho laudos, tenho histórico no SUS e no INSS, tenho uma trajetória acadêmica na UFPR que quero retomar. Eu tenho nome: Juliana. Mas, acima de tudo, eu sou uma mãe que não suporta mais ver o próprio adoecimento destruir as chances de um jovem de 22 anos. Pedir ajuda para o meu tratamento (Concerta, Escetamina, assistência digna) é, na verdade, pedir uma chance de vida para o meu filho. Por favor, não ignorem este relato. É um grito de sobrevivência por duas vidas.

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u/ButterscotchRude6857 — 9 days ago