Bibliotecas disponíveis
Alguém sabe se todas as bibliotecas estão fechadas? Ou tem alguma que esteja aberta?
Alguém sabe se todas as bibliotecas estão fechadas? Ou tem alguma que esteja aberta?
Olá! Atualmente sou estudante do último ano do ensino médio em rede federal, e pretendo cursar Ciências Econômicas na UFPR, no entanto, estou com algumas dúvidas. Se alguém puder esclarecer, ficaria muito feliz!
Agradeço pela atenção, permaneço à disposição para esclarecimentos.
Estou em dúvida sobre qual escolher, eu tenho mais confiança na ufpr por ser uma faculdade mais respeitada e tal, porém o que me incomoda é sobre o curso ser integral na grande parte do tempo, coisa que na puc não é. Eu tenho dúvidas também sobre o foco das duas faculdades, na teoria na puc o foco é mais mercado e networking, e na ufpr uma parte mais acadêmica, então me ajudem pls
O meu silenciamento não começou com a agressão física, mas com a destruição da minha subjetividade por quem deveria protegê-la. Durante anos, vivi uma relação de abuso com aquele que deveria ser meu psicanalista. O que deveria ser um espaço de cura tornou-se um cenário de manipulação; ele utilizou sua posição de poder para me tornar sua amante, destruindo minha estrutura emocional e minha vida pessoal sob o pretexto de cuidado. Quando tentei denunciar ou buscar suporte, encontrei o primeiro muro: a descredibilização. Ao ser rotulada como "louca", minha voz foi anulada. Esse estigma permitiu que a violência doméstica que eu sofria em casa escalasse sem freios. Em 2024, vivi o ápice desse horror: fui acordada em minha própria casa com um policial pisando no meu rosto, em uma tentativa de internação involuntária orquestrada pela minha própria família (mãe e irmã), sem qualquer base clínica ou ordem judicial. Naquele momento, o Estado, através da força policial, foi usado como ferramenta de cárcere privado e humilhação.
Embora o médico do SAMU tenha reconhecido a inexistência de surto e me liberado, o dano já estava consolidado. A tentativa de internação não foi um erro, foi uma estratégia de silenciamento — uma "violência doméstica disfarçada de cuidado".
Desde então, a exclusão tem sido total. O Estado, através de órgãos como o CREAS, demonstrou negligência e omissão quando busquei proteção. Amigos se afastaram e a rede de apoio se dissolveu diante da narrativa de que eu sou o problema. Vivo hoje um ciclo de "autofagia moral", onde a vítima é obrigada a provar sua sanidade enquanto é agredida por todos os lados: pelo sistema judiciário que arquiva denúncias sem investigar a fundo, pela ética profissional traída por um analista e pela família que utiliza o aparato público para exercer controle e violência.
Não é apenas uma questão de saúde mental; é uma questão de direitos humanos violados e de uma vida que está sendo destruída pela omissão sistemática de quem deveria garantir a lei e a ética.
Eu precisei de muita coragem para escrever isso. Há 5 anos, eu vivo confinada em um quarto, lutando contra uma depressão refratária, TDAH severo e traumas que me paralisaram. Mas hoje, meu maior medo não é a minha própria dor, é o impacto disso na vida do meu filho de 22 anos. Ele está assistindo a mãe "desaparecer" dentro de um quarto há meia década. Eu vejo o futuro dele sendo comprometido, o brilho dele se apagando porque ele carrega o peso de me ver nessa situação. Eu me sinto em uma encruzilhada cruel: ou eu consigo ajuda técnica e médica urgente para melhorar e mostrar a ele que a vida pode ser diferente, ou o meu "sumiço" parece ser a única forma de libertá-lo desse fardo. Eu não quero sumir, eu quero existir com saúde. Eu quero que meu filho veja a mãe dele se recuperando para que ele também tenha permissão de seguir a vida dele sem culpa e sem o trauma de ver quem ele ama apodrecer em vida. Eu tenho laudos, tenho histórico no SUS e no INSS, tenho uma trajetória acadêmica na UFPR que quero retomar. Eu tenho nome: Juliana. Mas, acima de tudo, eu sou uma mãe que não suporta mais ver o próprio adoecimento destruir as chances de um jovem de 22 anos. Pedir ajuda para o meu tratamento (Concerta, Escetamina, assistência digna) é, na verdade, pedir uma chance de vida para o meu filho. Por favor, não ignorem este relato. É um grito de sobrevivência por duas vidas.