u/Acceptable-Cress-772

Me ajude a escolher o tipo de panela

Estou indo morar com minha namorada, e estamos a meses pesquisando que tipo de panela devemos comprar

Estamos entre de inox da Tramontina 3 camadas, ou de cerâmica - já vimos muitas opiniões e não sabemos qual escolher, alguém poderia nos dar uma luz?

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u/Acceptable-Cress-772 — 3 days ago

O golpista tá disponível 24/7 pro vovô. A família não. Tô estudando esse problema.

Pessoal, queria pegar a opinião de vocês antes de gastar tempo construindo algo.

Tô estudando há algumas semanas um problema que me parece grande mas talvez eu esteja vendo errado:

Idosos não sabem identificar golpes digitais e têm vergonha (ou receio de incomodar) de perguntar pra família a cada mensagem suspeita que recebem. Enquanto isso, o golpista está disponível 24 horas por dia pra convencer eles, e a família não.

Conversando com alguns amigos, todo mundo tem uma história: pai que quase mandou Pix, mãe que clicou em link estranho, avó que atendeu "neto sequestrado". O padrão que eu vejo:

  • A família já tentou ensinar a identificar golpe. Não funciona muito bem.
  • Quem é mais novo da família vira "suporte técnico" não-oficial e responde dezenas de "isso aqui é golpe?" por semana.
  • Banco reduz limite, mas isso não resolve o problema antes do dinheiro sair.
  • Quando o idoso fica com vergonha de perguntar, ele decide sozinho. E aí dá ruim.

A ideia que tô considerando é simples: um bot (provavelmente no WhatsApp) onde o próprio idoso encaminha a mensagem/link/áudio suspeito e recebe uma resposta clara — "isso é provavelmente golpe, não responda" ou "parece legítimo, mas confirme com seu filho antes de mandar dinheiro". Sem ler conversas, sem espionar, sem acesso a nada além do que a pessoa envia.

Modelo de receita provavelmente seria assinatura paga pelo filho/neto.

O que eu queria de vocês:

  1. Vocês veem esse problema na família de vocês? Ou tô vendo dor onde não tem?
  2. Se já tentaram resolver, o que fizeram? O que funcionou e o que não funcionou?
  3. Por que isso já não existe? (Essa pergunta me incomoda — se a dor é tão óbvia, por que ninguém fez ainda? Falta de mercado? Margem ruim? Banco resolve melhor? Me digam o que tô deixando passar.)
  4. Pagariam alguma coisa pra ter isso pra um familiar? Quanto soa razoável?

Crítica destrutiva é bem-vinda, prefiro descobrir que a ideia não presta agora do que daqui a seis meses.

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u/Acceptable-Cress-772 — 6 days ago

The scammer is available 24/7 for grandma. Her family isn't. Trying to validate this problem.

Before I waste months building this, I want to gut-check the problem with people who'll actually tell me it's dumb.

Problem I think I see:

Elderly people can't reliably tell a scam from a real message, and they're either too embarrassed or too afraid of "bothering" their family to ask every time. Meanwhile, the scammer is available 24/7 to keep working on them — the family isn't.

I've talked to maybe 15 people about this and almost everyone has a story: a parent who almost wired money, a grandma who answered a "kidnapped grandchild" call, a dad who clicked a phishing link. The pattern I'm seeing:

  • Families have already tried teaching their elders to spot scams. Doesn't really stick.
  • The youngest tech-literate person in the family becomes unpaid 24/7 support, answering "is this real?" five times a week.
  • Banks lower transfer limits, but that's a band-aid that only kicks in after the elder already decided to send money.
  • When the elder feels embarrassed to ask, they decide alone. That's when it goes wrong.

Idea I'm considering, kept deliberately boring:

A WhatsApp/SMS bot where the elder forwards the suspicious message, link, or voice note and gets a clear answer back: "this looks like a scam, don't reply" or "this seems legit, but double-check with your son before sending money." No reading of conversations, no spying, no creepy permissions — just what the user actively forwards.

Revenue probably comes from the adult child paying a small monthly subscription on behalf of the parent.

Context: I'm in Brazil where this is a massive problem (WhatsApp is basically the national OS and scams there are industrial-scale), but the dynamics seem universal based on what I read about the "grandparent scam" in the US.

What I want from you:

  1. Do you actually see this in your family, or am I projecting a pain that isn't there?
  2. If you've tried to solve it for a parent, what did you do? What worked, what didn't?
  3. Why doesn't this already exist? This is the question that keeps me up. If the pain is this obvious, someone should have built it. What am I missing — bad margins, banks already solving it, regulatory mess, something else?
  4. Would you pay for this for a parent? Rough number?

Roast it. I'd rather find out it's a bad idea now than in six months.

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u/Acceptable-Cress-772 — 6 days ago

O golpista tá disponível 24/7 pro vovô. A família não. Tô estudando esse problema.

Pessoal, queria pegar a opinião de vocês antes de gastar tempo construindo algo.

Tô estudando há algumas semanas um problema que me parece grande mas talvez eu esteja vendo errado:

Idosos não sabem identificar golpes digitais e têm vergonha (ou receio de incomodar) de perguntar pra família a cada mensagem suspeita que recebem. Enquanto isso, o golpista está disponível 24 horas por dia pra convencer eles, e a família não.

Conversando com alguns amigos, todo mundo tem uma história: pai que quase mandou Pix, mãe que clicou em link estranho, avó que atendeu "neto sequestrado". O padrão que eu vejo:

  • A família já tentou ensinar a identificar golpe. Não funciona muito bem.
  • Quem é mais novo da família vira "suporte técnico" não-oficial e responde dezenas de "isso aqui é golpe?" por semana.
  • Banco reduz limite, mas isso não resolve o problema antes do dinheiro sair.
  • Quando o idoso fica com vergonha de perguntar, ele decide sozinho. E aí dá ruim.

A ideia que tô considerando é simples: um bot (provavelmente no WhatsApp) onde o próprio idoso encaminha a mensagem/link/áudio suspeito e recebe uma resposta clara — "isso é provavelmente golpe, não responda" ou "parece legítimo, mas confirme com seu filho antes de mandar dinheiro". Sem ler conversas, sem espionar, sem acesso a nada além do que a pessoa envia.

Modelo de receita provavelmente seria assinatura paga pelo filho/neto.

O que eu queria de vocês:

  1. Vocês veem esse problema na família de vocês? Ou tô vendo dor onde não tem?
  2. Se já tentaram resolver, o que fizeram? O que funcionou e o que não funcionou?
  3. Por que isso já não existe? (Essa pergunta me incomoda — se a dor é tão óbvia, por que ninguém fez ainda? Falta de mercado? Margem ruim? Banco resolve melhor? Me digam o que tô deixando passar.)
  4. Pagariam alguma coisa pra ter isso pra um familiar? Quanto soa razoável?

Crítica destrutiva é bem-vinda, prefiro descobrir que a ideia não presta agora do que daqui a seis meses.

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u/Acceptable-Cress-772 — 6 days ago