u/AgentSerotonin

Estou com a sensação de que o atendimento inteiro do Mercado Livre é movido por IA (e ruim)

Faço regularmente compras de itens de uso e consumo para a minha empresa pelo Mercado Livre, em razão dos custos-benefícios e principalmente, da velocidade da entrega. Mas há algo que venho notando com certa frequência desde 2024 no atendimento ao cliente deles: eu nunca sei se estou falando com um bot ou com um atendente com vocabulário polido e que deliberadamente ignora contexto e fornece soluções genéricas.

Ano passado, tive minha conta suspensa porque a IA deles não conseguia determinar que os documentos enviados por mim poderiam provar que eu era um representante autorizado da minha empresa. Foram longas trocas de e-mail com o que parecia ser o atendimento humano do Mercado Livre, que apenas diziam estar analisando o caso e breve dariam uma resposta. Enquanto isso, um dos meus pedidos perdia o prazo de devolução garantida, o que me deixou com um abacaxi sem sentido: comprei correntes de empilhadeira e recebi gel condutor para ultrassom; fiz chargeback e ganhei, ao custo de agora ser impedido de fazer novas compras porque o ML entendia que eu tinha um débito em aberto e não poderia voltar a comprar enquanto não pagasse o valor que estornei junto ao banco. A IA descaradamente mandou um “essas são nossas políticas”.

Agora, com uma nova conta, estou quebrando a cabeça para saber como conseguir atendimento humano que me ajude a conseguir a nota fiscal de um pedido que fiz há mais de 15 dias e que o vendedor apenas visualiza as minhas mensagens no chat, sem responder. A resolução do atendimento da plataforma via chat? Vai na opção “Preciso de ajuda com a NF-e” que resolve. Lá apenas diz “envie mensagem ao vendedor” kkkkkkkkk.

Embora o argumento do bot de que não realizam emissões de notas fiscais e apenas intermediam vendas seja válido, a plataforma poderia muito bem advertir e suspender vendedores que estão cometendo crime tributário. O Mercado Livre está precisando de um apavoro da concorrência para parar de economizar no relacionamento com o usuário.

reddit.com
u/AgentSerotonin — 6 days ago

Como tirei a virgindade de um nerd incel

Desde que entrei na adolescência e descobri que sentia atração por garotos, existia um tipo de homem que fazia minha cabeça delirar: nerds, daqueles que usam óculos redondos, são aficcionados por RPG de mesa, jogos eletrônicos ou xadrez e que consomem com voracidade mangás ou outra forma alternativa de entretenimento. Não só isso, mas se tem uma característica que domina o meu tesão é o nerd incel; ver toda aquela frustração neles por não transarem, por algo que eu poderia dar, me despertava os mais profundos anseios de tê-los para curá-los, para fazerem com que se sintam desejados e amados e não mais se revoltem com a sociedade e acabem cooptados por discursos extremistas. Admito, é um fetiche em “Eu posso mudá-lo”.

Bom, no meu caso, conheci o meu nerd incel este ano; ele (H, 18) falou comigo (H, 26) por DM no Discord. A intenção do que queríamos estava implícita, uma vez que éramos membros do mesmo servidor de troca de nudes entre “bros”. Conversa vai, conversa vem e logo fomos pro sexting: comecei a detalhar como iria pegar no seu pau e empurrá-lo fundo na minha garganta, massageando suas bolas até conseguir leite. Para minha surpresa, foi o suficiente para ouvir algo que mudaria a nossa história: ele disse que me amava e logo em seguida me mostrou uma foto do seu rosto, no intuito de conquistar a minha confiança e atenção, revelando as feições do nerdzinho mais lindo e fofo que já vi na minha vida. Ele tinha que ser meu.

Pode parecer precipitado eu ter me apaixonado no rosto fofo dele, no jeito como desde o primeiro dia conversávamos sobre tudo e em como ele sentia tesão por mim; para alguém que já foi vítima frequente de love bombing na internet, a minha decisão de me entregar desta forma era uma última aposta no amor misturado ao meu desejo de tirar a virgindade de um jovem cheio de hormônios. Por isso, aproveitando que estava com viagem marcado para São Paulo para ver um show (moro no Nordeste), convidei o meu agora ficante para passar dois dias comigo num apê reservado pelo Booking, onde prometi que lhe recompensaria por ter esperado tanto tempo sem beijar ou transar.

Chegado o grande dia, logo após eu ver o show que havia planejado meses atrás, fui encontrá-lo na estação de metrô às 12h para passear um pouco pelo shopping enquanto não dava a hora do check-in do studio alugado. Nessa época, já conversávamos diariamente em call no Discord e tínhamos criado intimidade e intensidade o suficiente para acompanhar os passos um do outro no Life360. Fiquei esperando sentado nas cadeiras da estação Belém, observando os passos do meu garoto de aproximarem de mim na geolocalização, quando finalmente o vejo: um garoto alto (1,81m), magro, pálido, com roupas largas e estilo eboy, andando timidamente em minha direção enquanto levava as mãos ao rosto para esconder o sorriso ruborizado que esboçou ao ver que eu era real. Abraçei-o com tanta força. Que sensação incrível é tocar pela primeira vez a pessoa com quem você conversa diariamente há mais de um mês.

Após decidirmos que iríamos ficar perambulando pelas lojas no shopping, um momento se destaca: quando fomos ao fliperama passar o tempo e nos divertimos com a nostalgia do que outrora já foi aquele lugar, o qual estava vazio, como se fosse reservado especialmente para nós. Foi lá, jogando um jogo de tiro em cabine para dois, que demos nosso primeiro beijo; depois de perdemos para os zumbis que devoravam nossos personagens, nos entreolhamos rindo da nossa falta de habilidade e lentamente aproximamos os lábios um contra o outro. Senti os seus lábios quentes, macios e úmidos apertarem os meus, a respiração lenta e descompassada preenchia o som ambiente juntamente com os grunhidos dos mortos-vivos e a tela piscando “game over” escandalosamente. Me senti um adolescente de novo, e ele, me fitava como se aquilo fosse um sonho.

Era hora de finalmente fazer o que estávamos ardendo para acontecer. Fomos para o studio e assim que fechei a porta, comecei a brincar com um hidratante labial na sua boca. Com ele sentado na cama, olhei-o de cima para baixo, segurando sua cabeça com as duas mãos, e dei-lhe um beijo com a língua desta, acariciando sua língua e seus dentes. Deitei-o na cama e fui beijando vagarosamente os seus peitos, abdômen e, acompanhando a “linha do tesouro” que os seus pelos formavam, abocanhei o seu pau por cima da cueca. Era grosso, muito mais do parecia nas fotos e vídeos; mais grosso do que uma lata de Monster. Retirei sua cueca e comecei a mamar como um bezerrinho; sentia minha mandíbula doer de tanto que precisava abrir a boca. O seu pau, uncut, preenchia toda a minha mão de modo que nem conseguia fechar completamente. Quando o meu nerdzinho já estava delirando de prazer, decidi que ele estava pronto para finalmente sentir um cuzinho: fiquei por cima e lentamente fui inserido aquela pauzão dentro de mim. Era uma experiência completamente nova para mim também, pois estava sendo preenchido e alargado de um jeito que nunca fizeram comigo; fiquei até preocupado quando percebi que o pau dele estava entrando além do que eu já experienciei. Dava para ficar grávido de tanto tesão.

As reações dele serão algo que guardarei para sempre na minha memória: ele fez uma cara de impressionado e deixou escapar um gemido alto e esbaforido quando sentiu um cuzinho quente apertando o seu pau. Ele pareceu uma criança ganhando um PS5 quando viu o meu ânus todo alargado, no formato do pau dele. Jesus, eu mesmo senti o meu cu muito “ventilado” depois de ficar de quatro para ele. O ponto alto para mim foi continuar cavalgando nele e, de tanto sentir aquela sensação de preenchimento, da cabeça do pau martelando as minhas entranhas, dele gemendo alto quando eu sentava até suas bolas baterem na minha bunda, comecei a gozar sem tocar no meu pau. Até hoje, eu não sei como isso foi possível; o prazer era totalmente anal e eu sequer senti aquela sensação nirvanesca de gozar estimulando o pênis. Gozei instintivamente porque me senti parte dele.

Depois do meu garoto gozar na minha boca (muito leite, aliás!), engoli tudo para consagrar esse nosso ritual de devoção uma ao outro. Hoje, ele é meu namorado e estamos em um relacionamento sério há mais de 6 meses, com planos de morar juntos e casar. Inclusive, neste momento estou atravessando o país para vê-lo novamente.

Se você leu até aqui, saiba que vale a pena se entregar por inteiro a alguém, sem dúvidas, sem medo, dominado pelo tesão e depois pelo amor. E principalmente, vale muito a pena namorar nerd incel.

reddit.com
u/AgentSerotonin — 3 months ago

Para casais que abriram o relacionamento: como conseguem?

Tenho 18 anos (H) e vejo que na comunidade falam muito sobre relacionamento aberto, principalmente entre pessoas mais velhas (25+).

​Durante a minha fase de descobrimento, eu assistia muito a Heartstopper e BLs fofos; por isso, minha influência sobre relacionamentos sempre foi baseada em casais monogâmicos e românticos. Queria entender por que as pessoas abrem os relacionamentos, especialmente as mais velhas. Não vejo ninguém da minha idade que tenha um relacionamento aberto ou algo do tipo; todos que conheço da minha faixa etária são mais tradicionalistas.

​Vejo que muitos entendem o desejo sexual e o afeto como experiências que não estão, necessariamente, correlacionadas. O que levou vocês a sentirem isso?

​O que fez com que vocês não se satisfizessem mais com a monogamia? Como conseguem? Não sentem nenhum tipo de ciúme ou medo de perder a pessoa?

reddit.com
u/AgentSerotonin — 5 months ago