Contexto:
- Imóvel por 240.000€.
- Idade: 24 anos (Elegível isenção IMT/IS + Garantia Pública 100%).
- Capital próprio disponível: Cerca de 20%
Os Cenários (assumindo taxa ~3,5% a 35 anos):
A. Dar 20% de entrada
- Crédito: 192.000€
- Prestação: ~800€
- Liquidez restante: Fico sem os 48k.
B. Financiamento a 100%
- Crédito: 240.000€
- Prestação: ~1.000€
- Liquidez restante: Mantenho os 48k do meu lado.
A minha estratégia (Cenário B):
- Alocação dos 48k: Separar 18k para Fundo de Emergência/Manutenção da casa e injetar os restantes 30k em VWCE para bater o juro do crédito no longo prazo.
- Mitigar os juros: Amortizar +100€/mês religiosamente para abater capital e cortar anos ao crédito.
- Plano a 6 anos: Ficar na casa os 6 anos exigidos pela isenção de IMT. Depois, colocar o T3 a arrendar (rendas na zona cobrem perfeitamente os 1000€) e usar o bolo dos 48k investidos para dar entrada numa segunda casa.
Dúvidas:
- Matematicamente, o prémio de risco de ter o dinheiro no mercado justifica estar a pagar juros sobre mais 48.000€ no crédito habitação?
- Alguém que tivesse o dinheiro da entrada optou deliberadamente pelos 100% só por causa da alavancagem/custo de oportunidade? Correu bem?
u/Commercial-Snow2367 — 14 days ago