





Achado muito bom: kit com 6 unidades do NotShake Protein por R$ 29,09 (sai a menos de R$ 4,85 cada). Nessa promoção, o valor finalmente equipara com as bebidas de whey de leite de vaca do mercado.
E a qualidade surpreende: ela tem 0% de carboidrato e entrega 16g de proteína com uma digestão excelente. Pra ter noção do nível de isolamento, até os pós vegetais hidrolisados de marcas como a Growth costumam carregar uma porcentagem residual de carboidrato. Aqui o processo tecnológico foi muito bem feito pra entregar zero carboidrato real.
O irônico é ver essa mesma bebida na geladeira da 'bolha vegana' que adora ir pra internet pregar que o veganismo só precisa de comida in natura, fingindo que o trabalhador vive só de arroz, feijão e alface sem precisar de praticidade e tecnologia de alimentos no dia a dia.
Pra quem quer praticidade e um pós-treino proteico pronto no meio da correria, vale muito a pena aproveitar enquanto tá com 30% de desconto.
Muita gente tenta comer PTS, fica com estufamento, cheio de gases e desiste. O motivo é que a soja in natura tem antinutrientes e bloqueadores de protease. Na prática, eles travam as enzimas do seu corpo que deveriam digerir a proteína. O alimento chega mal quebrado no intestino, fermenta e dá ruim.
O meu método pra resolver isso é deixar a PTS no vinagre por várias horas. Depois adiciono água pra terminar de hidratar e deixo de molho por 2 dias seguidos. Só aí faço várias lavagens final e refogo.
O meio ácido e esse molho longo neutralizam os antinutrientes, a digestão fica 100% e tira aquele gosto característico.
O problema é que dá trabalho e demora bastante. Quem vive na 6x1 de trabalho/estudo dificilmente consegue manter essa rotina de preparo.
Mesmo assim, no bolso ainda é imbatível. Pago R$ 25 no quilo da PTS e R$ 25 num galão de 5L de vinagre. Como ela rende o triplo depois de hidratada, o quilo da proteína pronta sai por menos de R$ 9,00, enquanto carne de vaca e frango continuam mais caros.
Aproveitei pra testar tudo do kit da Essential e fazer a análise.
1. Immuno Veggie Protein (Sabor Chocolate)
De longe a proteína vegana tá na lista das 2 mais gostosa que já experimentei na vida. Entrega 22g de proteína isolada/hidrolizada, é praticamente um polivitaminico e mineral, além disso com aminoácidos como Glutamina, Taurina e Cisteína.
2. Barrinha Radiance Joy (Frutas Vermelhas com Choco Branco)
Em termos de sabor, é excelente e bate de frente com barrinhas populares como as da Growth. Mas o verdadeiro diferencial que justifica o valor da Essential é a densidade nutricional. Eles enriquecem os produtos com vitaminas e minerais nas formas mais caras e biodisponíveis do mercado (B12, D3 vegana, Ferro e Zinco chelato). Isso custa caro de produzir e faz total diferença na nutrição de verdade. Ponto negativo é que oferece só 10g de proteína em 50g do produto.
3. Cracker Mediterranean (Journey)
Opção salgada e crocante pra sair da rotina de suplemento doce. É feito com azeite de oliva, proteína de ervilha e grão-de-bico, entregando 4,6g de proteína no sachê de forma prática e sem glúten.
A crítica sincera que ninguém tem coragem de fazer:
A Essential entrega uma tecnologia de alimentos espetacular, mas é nitidamente feita pra esse vegano da bolha. Essa galera que se entope desses suplementos e ultraprocessados tecnológicos no privado, mas vem pra internet pregar pro trabalhador que o veganismo é simples só comendo arroz, feijão e mato in natura. Eles usam o topo da tecnologia pra ter saúde e vendem ilusão pro resto.
Fora o preço, que é extremamente elitista e fora da realidade do trabalhador comum.
Recado importante para a Essential:
Já que vocês se vendem como a marca da "tecnologia nutricional inteligente" e cobram um preço de luxo por isso, fica a pergunta:
Por que até hoje vocês não adicionaram enzimas digestivas como a alfa-galactosidase e a beta-galactosidase diretamente na formulação das proteínas vegetais como já é feito lá fora?
A proteína de ervilha e os blends vegetais ainda carregam galactooligossacarídeos (como rafinose e estaquiose) e resíduos fermentáveis que causam gases e estufamento em muita gente. Se o preço é tão alto justificando a pureza da fórmula, a inclusão dessas enzimas específicas pra degradar esses carboidratos complexos e facilitar a absorção deveria ser o básico na linha de vocês. Fica o desafio pra marca.
Fiz o teste com dois produtos enviados pela Growth: Lembrando logo de cara que tanto a barra quanto a proteína em pó isolada são ultraprocessados. Enquanto a bolha adora pregar pros pobres que ultraprocessado é o grande vilão e que o certo e bararo é viver só de feijao e arroz, é justamente a tecnologia de alimentos e os ultraprocessados proteicos que salvam a vida dos veganos quanso adoecemos na dieta e queremos continuar.
1. As Barras de Proteína (Cacau Black e Chocolate com Coco)
Elas são vendidas como as mais baratas do mercado, mas a pegadinha tá na porção. Cada barrinha tem 40g e entrega 9,6g de proteína. Ou seja, pra bater uma cota decente, no mínimo uns 20g de proteína por consumo, você precisa comer duas. Na ponta do lápis acaba não sendo tão barata assim porque o consumo dobra.
Por outro lado, no quesito sabor e textura, não perdem em nada pras marcas gourmet da bolha vegana (tipo a Essential). A barra é ok, igual as caras em termos de sabor e textura.
2. O Blend Vegan em pó (Ervilha + Arroz - Sem Sabor)
Aqui a história é outra, compensa demais. A tabela entrega 24g de proteína em uma porção de 30g, com quase zero carboidrato e gordura, mantendo o melhor custo-benefício do mercado.
A primeira vez que tentei proteína em pó da Growth há uns 10 anos era intagível, parecia que eu tava engolindo areia pura de tão grossa. Agora a tecnologia mudou visivelmente. O pó tá ultra fino, pulverizado, e diluiu super bem. Misturei aqui com açaí e um pouco de água e a textura ficou excelente, no mesmo padrão das marcas caras.
Vou usar no dia a dia pra enriquecer preparações salgadas e neutras. A primeira experiência vai ser jogar na massa de panqueca de lentilha rosa pra subir o valor biológico.
No geral: a barra vale pelo sabor, se você souber calcular o custo por grama de proteína, mas a proteína em pó isolada é o verdadeiro achado pra quem precisa de aporte proteico de alta digestibilidade sem pagar o preço inflacionado das marcas gourmet.
Podem mandar produtos que eu testo e dou meu parecer crítico, totalmente fora da bolha ultra passiva.
Durante muito tempo existiu esse estigma de que se o vegano adoece, a culpa é sempre dele que não soube montar o prato. Por medo e vergonha desse julgamento, quase ninguém fala abertamente quando a saúde começa a dar sinal de alerta. Mas quando a gente analisa com calma os relatos do r/BrasilVegan, como esses dos prints, a contradição fica escancarada.
O próprio usuário admite que desenvolveu osteopenia em apenas dois anos. Mas repare no jogo psicológico que ele faz: ele diz que a culpa foi dele porque comia "mal", no básico de arroz, feijão e batata. Fica a provocação: ele comia só isso mesmo ou usou essa narrativa pra tirar a responsabilidade do veganismo e colocar em si próprio? É o clássico mecanismo inconsciente que a bolha induz: a pessoa prefere se culpar e dizer que "comia mal" do que admitir que a dieta purista falhou.
E o mais irônico: a solução dele não foi colocar mais prato de grãos na mesa. Foi ter que bancar suplementação manipulada cara, B12 injetável e proteína isolada fortificada, que é um ultraprocessado proteico.
Eu passei por algo muito parecido na pele. Seguia a cartilha dita perfeita com arroz, feijão, leguminosas, pts, folhosos e linhaça todo dia pro ômega-3. O excesso de antinutrientes e fibra fermentável detonou minha digestão e acabei com osteoporose, mesmo com o cálcio no exame de sangue dando normal porque o corpo tira dos ossos pra manter o sangue estável.
Isso se alinha muito com o que levantei da Faunalytics (como o relatório The Aspirational Plate) escancaram sobre a discrepância entre a "identidade declarada" e a prática real: a ideia da alimentação in natura purista, barata e cheia de antinutrientes esbarra direto na limitação digestiva do organismo. Quem consegue se manter saudável no longo prazo acaba dependendo da tecnologia de alimentos, de fortificados e de suplementação ou então consome outras coisas por fora e esconde da internet por medo do estigma.
Dizer que o trabalhador na escala 6x1 vai resolver esses problemas de absorção passando em endocrinologista e nutricionista do SUS é total desconexão com a fila de anos e a rotina exaustiva do chão de fábrica. Para a classe trabalhadora, o veganismo só se torna viável com ciência dos alimentos, isolamento proteico e fortificação, e não com essa romantização do antinutriente que faz as pessoas adoecerem em segredo.
A narrativa da bolha da internet adora pregar que o trabalhador precisa viver de comida 100% "in natura" e passar horas na cozinha. Na pratica da vida real, pra quem ta no chão de fábrica, na escala 6x1 e pegando ônibus lotado, essa cartilha simplesmente adoece a gente. Eu sou prova viva: a longo prazo, entupir o trato digestivo com quilos de leguminosas integrais por causa do excesso de fibra fermentavel e antinutrientes destroi a saude intestinal, da refluxo e ma absorção.
O segredo pros gringos darem certo seria a industria e o processamento tecnologico correto, ja que la eles tem alimentos fortificados e fáceis. Porem, o estudo internacional do Faunalytics (Study of Former Vegetarians and Vegans) escancara que mais de 80% abandona a dieta. E por que? Porque la fora há adeptos da mesma idiotice do Whole Food Plant-Based: mandam o pessoal fugir dos processados tecnologicos e se entupir de grão integral. Resultado: o gringo tem a faca e o queijo na mao, mas cai no conto do "in natura purista", fode o intestino com fibra fermentavel e abandona por problema digestivo.
Pra completar, o estudo Conversion of alpha-linolenic acid to longer-chain polyunsaturated fatty acids in human adults mostra que a conversao real de ALA (pre omega 3 da linhaça) pra EPA e DHA é ridicula de baixa. Sem a fortificação e o isolamento que a tecnologia oferece, virar refem de suplemento de farmacia no Brasil (como ômega-3 de algas, B12 e creatina) é caro pra caramba. Como aponta o estudo da FAPESP (Nutritional contribution and bioaccessibility of essential elements in edible nuts), valor nutricional nao é a quantidade bruta no rotulo, mas o quanto o corpo absorve. Se ate castanha sem casca tem baixa absorção, imagina entupir o estomago com quilo de leguminosas integral? Produtos como o JUST Egg (proteina isolada de feijao mungo) entregam nutricao limpa sem foder a digestao, mas a bolha prefere demonizar.
O estudo global da Faunalytics, The Aspirational Plate, mostra que 87% das pesquisas sobre veganismo ignoram o Hemisfério Sul. A gente importa um estilo de vida de pais rico e ainda por cima a pior parte dele, fingindo que a nossa realidade comporta isso.
E o mais ironico é ver essa bolha do Reddit arrotar moralismo enquanto se enche de leite de caixinha, shake e barrinha de proteina, maionese (puros ultraprocessados e processados ). Enquanto o movimento demonizar a tecnologia de isolamento e empurrar purismo pra quem ta no chão de fábrica, vai continuar sendo so um nicho elitista que adoece as pessoas e vive de expulsar adeptos.
Olho esses prints das refeição dos gringos e sinto uma inveja profunda. Os caras tem acesso fácil a blocos gigantes de tofu barato, mas aqui no Brasil a realidade é um soco no estômago. Esse papo romântico de "veganismo é amor" acaba sendo extremamente violento com o corpo de quem nao tem esse privilégio. Sem alternativas viáveis, o brasileiro é empurrado pra uma dieta de pura bomba de amido ou um excesso insustentável de leguminosas fermentáveis.
Pra quem não sabe, o termo "barriga de fubá" definia a desnutrição de quem vivia apenas de amido por falta de renda. Hoje, o mercado nacional gourmetizou isso. De um lado, a indústria cobra até R$ 260,00 o quilo por ultraprocessados de amido e óleo de palma (calorias vazias). Do outro, a via das leguminosas exige um volume tão absurdo pra bater a meta proteica que colapsa o sistema digestivo. Com o intestino inflamado por refluxo e disbiose, o corpo sequer absorve os nutrientes. É a nova barriga de fubá: estufada de gases e desnutrida.
E a ciência prova esse abismo. O estudo global de 2026 da Faunalytics, "The Aspirational Plate", escancara que 87% das pesquisas sobre veganismo ignoram o Hemisfério Sul. Nós importamos um estilo de vida de países ricos fingindo que a nossa realidade comporta isso.
A maior ironia de todas? O mesmo estudo revela que, mesmo com toda a facilidade, a maioria dos gringos apenas finge ser o que diz. Na América do Norte, 3,24% se declaram vegetarianos, mas só 0,75% realmente cumprem a dieta. Na Europa, 1,65% dizem ser veganos, mas na vida real apenas 1,01% sustenta a prática. É tudo identidade de fachada pra vender status.
Enquanto eles brincam de estética vegana sem restrição real, o brasileiro adoece de verdade tentando seguir cartilha de rede social que destrói o bolso e o intestino. Sem proteínas limpas acessíveis e ômega-3 biodisponível, o veganismo por aqui vai continuar sendo fórmula de adoecimento.
Olho esses prints das refeição dos gringos e sinto uma inveja profunda. Os caras tem acesso fácil a blocos gigantes de tofu barato, mas aqui no Brasil a realidade é um soco no estômago. Esse papo romântico de "veganismo é amor" acaba sendo extremamente violento com o corpo de quem nao tem esse privilégio. Sem alternativas viáveis, o brasileiro é empurrado pra uma dieta de pura bomba de amido ou um excesso insustentável de leguminosas fermentáveis.
Pra quem não sabe, o termo "barriga de fubá" definia a desnutrição de quem vivia apenas de amido por falta de renda. Hoje, o mercado nacional gourmetizou isso. De um lado, a indústria vegana (vida alguma coisa) cobra até R$ 260,00 o quilo por ultraprocessados de amido e óleo de palma (calorias vazias). Do outro, a via das leguminosas exige um volume tão absurdo pra bater a meta proteica que colapsa o sistema digestivo. Com o intestino inflamado por refluxo e disbiose, o corpo sequer absorve os nutrientes. É a nova barriga de fubá: estufada de gases e desnutrida.
E a ciência prova esse abismo. O estudo global de 2026 da Faunalytics, "The Aspirational Plate", escancara que 87% das pesquisas sobre veganismo ignoram o Hemisfério Sul. Nós importamos um estilo de vida de países ricos fingindo que a nossa realidade comporta isso.
A maior ironia de todas? O mesmo estudo revela que, mesmo com toda a facilidade, a maioria dos gringos apenas finge ser o que diz. Na América do Norte, 3,24% se declaram vegetarianos, mas só 0,75% realmente cumprem a dieta. Na Europa, 1,65% dizem ser veganos, mas na vida real apenas 1,01% sustenta a prática. É tudo identidade de fachada pra vender status.
Enquanto eles brincam de estética vegana sem restrição real, o brasileiro adoece de verdade tentando seguir cartilha de rede social que destrói o bolso e o intestino. Sem proteínas limpas acessíveis e ômega-3 biodisponível, o veganismo por aqui vai continuar sendo fórmula de adoecimento.
Como mostra o print, o nicho focado no público de alto poder aquisitivo se tornou altamente lucrativo, levando uma única marca nacional a faturar R$ 100 milhões. A grande contradição explode quando olhamos os preços e os rótulos.
O mercado tradicional, através de pequenos fabricantes locais e marcas desconhecidas, já produz o famoso "queijo falso" à base de amido e o vende sem grande escala a reles R$ 20,60 o quilo. No entanto, basta colocar uma embalagem bonita e destacar a castanha no marketing para que um produto com dinâmica industrial idêntica seja vendido a impressionantes R$ 266,00 o quilo (R$ 39,99 por 150g). São mais de 12 vezes o valor.
Analisando a tabela nutricional, a matemática não fecha: são 34g de carboidratos para míseros 1,8g de proteína a cada 100g. Para fins de comparação, a castanha-de-caju hidratada entrega cerca de 11g de proteína por 100g. Uma queda tão drástica prova que a castanha entra em quantidade reduzida, de modo que o amido (2º ingrediente) e o óleo (3º ingrediente) respondem pela maior parte da estrutura e peso do bloco.
Na prática, a elite paga preço de iguaria por calorias vazias, levando para casa um composto que flerta com a desnutrição proteica de nicho, mascarado pelo status social.
A engenharia de alimentos tem tecnologia de ponta para usar isolados vegetais ricos em proteínas. Se a escolha da indústria é cobrar caro por uma entrega nutricional tão baixa, criticar esse padrão é um direito legítimo de todo consumidor consciente. O mercado dá lucro; agora, exigimos valor nutricional real, e não apenas marketing para inflar o ego da elite.
Como mostra o print, o nicho focado no público de alto poder aquisitivo se tornou altamente lucrativo, levando uma única marca nacional a faturar R$ 100 milhões. A grande contradição explode quando olhamos os preços e os rótulos.
O mercado tradicional, através de pequenos fabricantes locais e marcas desconhecidas, já produz o famoso "queijo falso" à base de amido e o vende sem grande escala a reles R$ 20,60 o quilo. No entanto, basta colocar uma embalagem bonita e destacar a castanha no marketing para que um produto com dinâmica industrial idêntica seja vendido a impressionantes R$ 266,00 o quilo (R$ 39,99 por 150g). São mais de 12 vezes o valor.
Analisando a tabela nutricional, a matemática não fecha: são 34g de carboidratos para míseros 1,8g de proteína a cada 100g. Para fins de comparação, a castanha-de-caju hidratada entrega cerca de 11g de proteína por 100g. Uma queda tão drástica prova que a castanha entra em quantidade reduzida, de modo que o amido (2º ingrediente) e o óleo (3º ingrediente) respondem pela maior parte da estrutura e peso do bloco.
Na prática, a elite paga preço de iguaria por calorias vazias, levando para casa um composto que flerta com a desnutrição proteica de nicho, mascarado pelo status social.
A engenharia de alimentos tem tecnologia de ponta para usar isolados vegetais ricos em proteínas. Se a escolha da indústria é cobrar caro por uma entrega nutricional tão baixa, criticar esse padrão é um direito legítimo de todo consumidor consciente. O mercado dá lucro; agora, exigimos valor nutricional real, e não apenas marketing para inflar o ego da elite.
A pergunta que fica no final desse vídeo é a chave de tudo para nós: quem paga a conta dessa economia?
No cenário vegano brasileiro, quem paga essa conta com o bolso e com a própria saúde é o consumidor. A mesma matéria-prima de amido modificado e gordura que o mercado de pizzarias tradicionais usa explicitamente para baratear custos, sabendo que não é saudável, é a que a indústria vegana nacional embala com um selo bonito para vender como queijo vegetal premium a preço de luxo. A economia da matéria-prima barata fica toda no bolso do empresário, enquanto para o vegano o preço final é superfaturado.
Os caras descobriram a mina de ouro de cobrar uma fortuna por engrossador de molho e gordura. O pior é ver a comunidade vegana de elite correndo para os comentários para passar pano para esses CNPJs, jurando de pé junto que o preço abusivo é só por falta de demanda. Tratam empresário que esconde essa margem de lucro como herói bonzinho. Os objetivos originais de ética, saúde e emancipação popular foram veladamente subvertidos para virar uma enorme reserva de mercado para burguês lucrar.
A conta dessa economia da indústria é paga com o bolso e com o intestino de quem engole essa narrativa. Quem continua defendendo essa estrutura e achando razoável pagar caro por esse queijo falso de amido virou apenas massa de manobra de empresário.
A verdade que ninguém tem coragem de assumir é que o veganismo brasileiro já deu errado e está no fundo do abismo. Os objetivos originais do movimento foram veladamente subvertidos. O que deveria ser um espaço de ética, saúde e emancipação popular virou um clube fechado de ego controlado por influenciadores de condomínio e uma indústria nacional que lucra entregando amido e maltodextrina a preço de ouro.
O contraste dos rótulos deixa essa fraude escancarada. Enquanto lá fora o mercado entrega tecnologia com bebidas limpas e alta performance, entregando 6g de proteína por porção, as marcas nacionais cobram caro por um produto com vergonhosos 0,9g de proteína, recheado de água, açúcar e engrossadores para dar volume.
Para piorar, essa elite blinda o mercado atrasado e dita a regra do in natura como única saída pura para o povão. Só que a matemática não fecha. Um cara de 70 kg que precisa de uma meta padrão de 1,5g de proteína por quilo teria que engolir mais de 1,1 kg de grão-de-bico cozido todo santo dia. Isso é um absurdo biológico. O corpo humano não aguenta processar essa montanha de fibra bruta e açúcar fermentável diariamente. O resultado real não é saúde, é um rastro de pessoas sofrendo em silêncio com refluxo grave e disbiose crônica. Eu mesmo destruí meu sistema digestivo insistindo nesse erro e precisei ralar muito para recuperar minha saúde depois que entendi a armadilha.
Em vez de cobrarem o que funciona, como proteínas isoladas de verdade e o uso óbvio da enzima alfa-galactosidase para viabilizar a digestão sem sofrimento, a elite sabota o debate técnico. Eles não querem a democratização do acesso. Se o veganismo ficar prático, saudável e viável para o trabalhador, perde o status de exclusividade burguesa e o selo de pureza espiritual que eles usam para lucrar com publis.
O movimento no Brasil foi esvaziado por puro ego e exclusão. Quem continua com o intestino destruído e tendo refluxo só para manter a pose e passar pano para empresário de amido na internet virou apenas massa de manobra.
O vegano brasileiro adora mandar vc "ir pra cozinha" comer quilos de grão in natura. Mas a realidade é que tentar bater uma meta normal de proteína (tipo 1,5g por kg) só com leguminosa sabota o organismo. Eu msm destruí meu sistema digestivo insistindo nisso: o corpo n aguenta o excesso de fibra fermentável, dando refluxo e gases. Pior: a digestão ruim crônica vira gatilho para outros problemas graves de saúde. Só recuperei meu corpo qnd parei com essa besteira.
Olha a diferença da proteína da foto. Lá fora a indústria é madura e coloca Alfa-galactosidase direto na fórmula junto com a proteína isolada. Essa é a enzima exata que o ser humano não tem para digerir os açúcares complexos das leguminosas (os FODMAPs). Com isso, eles absorvem os aminoácidos direto, sem fermentação e sem adoecer. La fora eles são saudáveis pq comem muito industrializados com proteicas tecnológicas (isoladas), em vez de entupir o intestino apenas c quilos de grão bruto.
Enquanto isso, msm as marcas nacionais "premium" continuam ignorando a importância da combinação da alfa-galactosidase nas proteinas vegetais. Ficamos reféns de marcas atrasadas e de uma manada de veganos influenciáveis que sofrem em silêncio com o intestino destruído, mas fingem na internet q a digestão tá perfeita só pra manter a narrativa.
Se vc tá sofrendo com estufamento e refluxo, acorda. Cobrem tecnologia de verdade das marcas em vez de fingir que a gnt tem estômago de boi.
De nada pela dica da alfa-galactosidase pra quem tá mal de saúde. Espero pelo menos o agradecimento por tentar salvar o veganismo BR do abismo, enquanto influenciadores e empresários picaretas continuam afundando o movimento por completo.
Esse produto JUST Egg usa proteína isolada de feijão da china algo q nem existe no mercado nacional. Como a proteína passa por isolamento tecnológico, ela é super absorvível e limpa, entrega 50g de proteína por caixinha sem dar nenhum desconforto.
Aqui no Brasil a gnt é obrigado a escolher entre duas bizarrices. Ou a enganação do amido, com marcas cobrando preço de ouro por água, óleo e corante (puro carboidrato sem nutrição real), ou o mito do "comer in natura", onde enfiam farinha integral de grão de bico que já é caríssima ou mandam vc ir pra cozinha comer quilos de grão inteiro.
A vdd q ninguém fala é q tentar bater meta de proteína todo dia entupindo o rabo de leguminosa adoece o organismo no longo prazo. Eu msm fiquei doente por causa desse excesso: o corpo simplesmente n consegue processar tanta fibra fermentável e o resultado é refluxo grave, estufamento crônico e fezes moles. Vira algo inútil, a proteína n é aproveitada de verdade.
O pior é ver a manada de veganos influenciáveis sofrendo em silêncio com o intestino destruído, mas fingindo na internet q tá tudo saudável só pra n quebrar a narrativa de que tá tudo perfeito. E o pior é q ainda se juntam com pessoas q nem veganas são pra defender CNPJ de empresário picareta na internet.
Se a tecnologia de isolamento lá fora já virou padrão fixo e consolidado, pq aq a gnt ainda aceita engolir amido superfaturado e fingir que tá tudo ok com a saúde?
No meu último post sobre a palhaçada dos rótulos, um comentário argumentou que a perda de qualidade e o aumento de preços são uma "tendência global do capitalismo" e que toda indústria faz igual (citando sorvete de vento, chocolate sem cacau, etc).
A análise técnica de que a comida industrializada está decaindo está certa, mas equiparar os preços é um erro tremendo.
No mercado convencional, quando a indústria cria uma versão inferior ou "fake" para economizar na matéria-prima (como o composto lácteo ou a mistura de creme de leite), o produto é sempre o mais bararo da prateleira. Eles tiram o leite de verdade e botam soro ou amido justamente para baratear o custo para o povão.
Na indústria vegana brasileira a lógica é totalmente invertida. As marcas pegam a base mais barata possível (água com arroz, aveia ou aromas), arrancam toda a densidade nutricional, como essa garrafa da foto da capa que cobra 25 reais por 15g de proteína no livro todo, e cobram o triplo do preço de um leite de vaca comum.
Em vários países da Europa o mercado já entendeu isso, e a tendência lá fora para produtos veganos custa quase o mesmo preço do convencional além de preocupar com a equiparação nutricional em relacao ao convencional. Aqui no Brasil virou elitismo: entregam água suja a preço de ouro e usam teoria sociológica para defender o CNPJ de empresário.
A nossa luta é por equiparação nutricional e no preço. O que vocês acham dessa passada de pano para produto superfaturado?
Postei esses dias sobre os rotulos das bebidas vegetais, mostrando aquela agua superfaturada a preço de ouro, e a reaçao de parte da bolha foi bizarra. Teve gente partindo pro lado pessoal, mas o que mais me chama atençao no comportamento humano é a mentalidade desse print. O cara mandando um "parece que tao obrigando ele a comprar" e dizendo que expor a verdade aqui nao é produtivo, que eu devia mandar uma carta pra empresa.
Olha o nivel da inversao de valores. A pessoa ve uma industria bilionaria cobrando 24 reais por agua com farinha, e em vez de ficar puta com o abuso, fica com raiva de quem pegou o produto e leu o rotulo! Viraram advogados de marca de graça na internet.
Isso mostra mto como esse pessoal de condominio funciona. Para eles, aquela caixinha cara na geladeira virou símbolo de status e parte da identidade deles. Quando vc mostra que aquilo nutricionalmente é uma piada, o ego da pessoa se sente ofendido e ela prefere continuar sendo enganada com embalagem bonita do que aceitar a realidade do mercado. Fora o individualismo burgues do argumento de "se nao gostou é so nao comprar". Isso ignora totalmente que uns 80% da populaçao nao tem tempo de morar na cozinha testando receita e coando castanha. O trabalhador que vive no corre precisa de praticidade e confia no que ta na gondola, entao passar pano pra produto ruim com esse papinho é elitismo puro.
Dizer que debater isso aqui nao é produtivo é outra piada pra tentar silenciar a critica. Engraçado que, como o outro cara comentou ali no print, ele nem é vegano e o post abriu os olhos dele sobre a cilada dessas marcas. Ou seja, espalhar a informaçao funciona sim e incomoda justamente quem quer manter essa bolha intocavel.
A internet adoeceu a ponto de fazer consumidor defender marca milionaria que so quer arrancar o dinheiro deles. Enquanto essa galera gastar energia atacando quem exige qualidade em vez de cobrar nutriçao de verdade da industria, o mercado vegetal no Brasil vai continuar sendo essa piada elitizada e vazia. O que vcs acham dessa necessidade maluca de proteger marca que nao ta nem ai pra sua saude?