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É difícil fazer amizades na SanFran tendo 25+?

Suponha iniciar na Faculdade de Direito da USP aos 25 ou 26 anos.

É difícil para uma caloura nessa faixa etária fazer um bom networking e amizades no ambiente acadêmico?

Considere que uma pessoa com razoável facilidade social.

Sei que alguns ambientes ajudam bastante, como frequentar fóruns, museus entre outros (já fiz amizades assim), se quiserem dar sugestões amplas como essa fiquem a vontade também.

Queria mudar minha bolha social, e penso se seria ilusório considerar o ambiente acadêmico. A bolha que vivo as pessoas não tem grandes ambições, gostam de reclamar, usar drogas e não se cuidam. O meu receio é pela faixa etária do ambiente, dizem que na USP em geral a grande esmagadora maioria possuem 18 a 22 anos, me pergunto se conseguirei me enturmar, sempre tive um comportamento mais maduro desde jovem, e hoje tenho ainda mais maturidade, isso pode dificultar.

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u/DoutoraCapitu — 10 hours ago

Um concurseiro tem que estudar como estudar para finalmente conseguir estudar. Concordam?

Vi um vendedor de curso criticando o mercado de concursos, dizendo que antes do cidadão conseguir estudar para um concurso, ele precisa pesquisar bastante e estudar bastante para finalmente entender o que estudar para o concurso escolhido.

Afirmando que hoje em dia complicaram e complexaram desnecessariamente, tornando as pessoas inseguras do que deveriam estudar, levando-as a recorrer a cursos pagos.

O que acham dessa opinião?

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u/DoutoraCapitu — 3 days ago
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FORMAÇÃO EM DIREITO PARA QUALIDADE DE VIDA

Tenho uma dúvida sobre meu plano de vida.

Pode parecer ambicioso ou desconexo à primeira vista, mas peço que leiam até o final e me deem a opinião de vocês.

Estou me preparando para o concurso de Escrevente Técnico Judiciário do TJ-SP (nível médio), aguardando a abertura de um edital entre 2026 e 2028. Depois, pretendo estudar para o ENEM e a FUVEST com objetivo de ingressar na Faculdade de Direito da USP entre 2028 a 2030.

MINHA SITUAÇÃO ATUAL: Tenho 24 anos, sou solteira e moro sozinha. Trabalho como autônoma com bastante flexibilidade, consigo suprir minhas necessidades trabalhando menos de 10 dias por mês, o que me dá tempo e relativa liberdade.

Mas primeiro, preciso explicar o por quê disso tudo:

Passei boa parte da vida em situações de vulnerabilidade, abuso e violência. Hoje minha vida melhorou consideravelmente, mas me vi diversas vezes de mãos atadas diante de figuras com poder social, como policiais, médicos, políticos. Já sofri negligência e abuso de autoridade. Conhecidos e familiares também sofreram, alguns inclusive morreram por causa dessas situações.

Desde criança, sempre sonhei com uma vida confortável enquanto ainda jovem: ter liberdade geográfica e financeira para desfrutar de ócio, hobbies, relacionamentos, natureza e até mesmo da solidão. Poder viver sem depender de terceiros em momentos críticos.

Meu objetivo:

Não quero ter poder para oprimir ou dominar ninguém. Quero estar em uma posição social onde as pessoas vejam que é mais vantajoso me tratar com respeito e cuidado do que negligenciar ou abusar. Quero deixar de ser vista como alguém vulnerável e ser vista como alguém numa posição ao qual não compensa ser negligenciada ou abusada.

Quero ter condições de oferecer a mim mesma e à minha família um ambiente seguro e confortável, principalmente em situações inesperadas onde normalmente seríamos dependentes de autoridades ou profissionais que poderiam nos prejudicar.

MEU PLANO: Tenho contatos em regiões nobres de São Paulo. Minha estratégia é combinar: trabalhar no TJ-SP (boa renda/credibilidade profissional/rede judicial) + estudar na FDUSP (formação de qualidade/bom currículo/networking) + aprimoramento social. Já vi alguns conhecidos e parentes que tinham vidas simples e hoje vivem com qualidade e segurança, protegidos por uma rede de apoio da alta sociedade, além de conquistarem uma boa formação profissional ou patrimonial. Após me formar, já terei juntado uma quantia suficiente para me sustentar com renda passiva, mas para maior qualidade de vida, penso em trabalhar como advogada autônoma, focando em áreas como Direito Tributário, Empresarial e Digital.

Minha dúvida final:

Hoje em dia, esse caminho (concurso TJ-SP + FDUSP + networking) realmente abre essas portas ou estou superestimando pontos que na verdade não fazem tanta diferença para meu objetivo principal? Existem brechas ou limitações que estou ignorando?

Fico aberta a críticas construtivas e experiências.

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u/DoutoraCapitu — 15 days ago