O Haiti era uma ilha habitada pelos taínos e pelos ciboney, que viviam nas suas yucayeques.
Portugal era a mesma coisa, com o seu grupo étnico que ali vivia há séculos.
Um dia, europeus gananciosos chegaram ao Haiti (e às ilhas vizinhas) e perceberam que poderiam lucrar trazendo milhares de trabalhadores baratos (escravos), obrigando-os a trabalhar nas plantações a colher café e frutas; os grupos locais eram demasiado fracos e subdesenvolvidos para lhes fazer frente e acabaram por ser eliminados.
Portugal é igual, mas no que diz respeito ao turismo: os europeus ricos do norte trazem muitos trabalhadores baratos de lugares com populações maiores do que a de Portugal e fazem com que os portugueses desapareçam, porque estes não conseguem ser competitivos (uma das razões é o facto de serem menos desenvolvidos e menos eficientes do que os povos da Europa do Norte, tal como os tainos eram em comparação com os europeus).
Os povos indígenas das Caraíbas desapareceram, e a sua cultura caiu no esquecimento.
Os portugueses terão o mesmo destino: serão substituídos, incapazes de reagir e condenados à extinção.
Apesar de "Haiti" ser um nome de origem indígena, tudo o resto é estrangeiro; nada restou dos tainos ou dos ciboney.
Portugal poderá continuar a chamar-se "Portugal" no futuro, mas será algo diferente, sem qualquer relação com o passado.