Recentemente, conheci uma garota que se dizia católica, embora aparentemente não praticante. Pessoalmente, ela parecia reservada, tranquila e até discreta. Mas acabei cometendo o "erro" de olhar suas redes sociais e tive outra impressão da vida que ela leva. Talvez muita gente no Reddit nunca admita isso, mas, sinceramente, acho triste como a banalização da intimidade virou algo tão normalizado. Ainda assim, pretendo sair com ela, porque parece ser alguém interessante para conversar. Só não consigo me imaginar assumindo algo sério. Não por arrogância ou moralismo barato, mas porque eu valorizo exclusividade, conexão e certa coerência entre discurso e comportamento. Às vezes penso: "queria tê-la conhecido antes". Antes de toda essa cultura que transforma promiscuidade em símbolo de liberdade e maturidade. Hoje em dia, parece que qualquer crítica a isso é vista como insegurança ou repressão, quando, na verdade, muitos homens simplesmente não se sentem confortáveis com esse estilo de vida. A verdade é que muitos homens não procuram apenas beleza ou química. Procuram alguém que transmita confiança, discrição e exclusividade emocional e sexual. Só que a sociedade atual vende a ideia de que ser libertino é moderno, enquanto se preservar virou motivo de piada ou algo ultrapassado. No fim, cada pessoa faz suas escolhas. Mas também é natural que escolhas tragam consequências na forma como os outros enxergam um possível relacionamento.
u/Far_Gold6433
Há anos venho procrastinando; inclusive, já tranquei um curso de graduação por causa disso. Além disso, sempre que explico essa situação a familiares, eles não a levam a sério e acreditam que se trata apenas de falta de vontade de estudar. É frustrante, pois só quero me concentrar, mas a ansiedade surge para me atrapalhar. Por esse motivo, procurei uma avaliação psicológica e acabei descobrindo que tenho TDAH combinado (TDAH-C) e transtorno de ansiedade generalizada (TAG). Inicialmente, acreditei que se tratava apenas de ansiedade. Trata-se de um pré-diagnóstico, e receberei o laudo nesta quinta-feira. Como posso lidar com isso sem recorrer à medicação? Ou seria melhor recorrer à medicação? A psicóloga informou que, caso eu queira, posso iniciar tratamento medicamentoso.