
Yakuza: Like a Dragon
Hoje terminei Yakuza: Like a Dragon e nossa, que experiência maravilhosa, eu amo a franquia Yakuza, dês da estética, aos temas e os personagens e essa nova abordagem foi fantástica, Kasuga Ishiban é um protagonista maravilhoso, um contraste ao Kiryu, não só em personalidade mas também na forma como é tratado pela sociedade, enquanto o Kiryu é o "ápice" o Dragão de Dojima, o maior e mais Lendário Yakuza, Ishiban é um paria, um Yakuza de patente baixa que protegia o filho do chefe, até que vai pra cadeia para pagar pelo assassinato de outro membro do clã dele, ele passa 18 anos preso e quando sai, finalmente, feliz em poder reencontrar seu mestre e o pessoal da Yakuza, sua única família, ele é baleado e abandonado pra morrer pelo próprio chefe, Ishiban sobrevive e se une a outras pessoas que, assim como ele, são párias da sociedade, um policial descondecorado, um mendigo e uma moça que trabalha em uma soapland.
Em meio a intrigas de máfia, muita porradaria, e coisas bizarras acontecendo, a história do jogo fala diretamente sobre família, amizade, sobre as próprias pessoas que são vistas como inferiores socialmente, como lixo, é uma história bonita, madura e profunda.
A gameplay também não deixa a desejar, com um combate em turnos, ela pode ser um pouco lenta, principalmente durante certas Boss fights, mas é muito boa, com classes diversas, uma boa variação de armas e habilidades pra usar, da pra brincar bastante em como montar seu time.
A interação entre os membros da equipe também é muito boa e muito divertida, as histórias secundárias também são muito boas, sendo a parte mais cômica do jogo elas ajudam a equilibrar bem a dinâmica e a quebrar o ritmo mais sério que a campanha tem.
As músicas, como as de todos os Yakuzas, é simplesmente maravilhosa, destaque pra música tema "Ishiban ka", estou muito empolgado pra jogar em breve a continuação... Mas agora o próximo é "o homem que apagou seu nome".