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De 1993 a 2026, todo presidente dos EUA sofreu ao menos uma tentativa de assassinato

De 1993 a 2026, todo presidente dos EUA sofreu ao menos uma tentativa de assassinato

Bill Clinton — em 1994, tiros foram disparados contra a Casa Branca. Em 1996, houve um plano de atentado com bomba durante sua visita às Filipinas.

George W. Bush — em 2005, uma granada foi lançada perto dele durante um discurso na Geórgia, mas não explodiu.

Barack Obama — em 2011, um homem atirou contra a Casa Branca acreditando que Obama estava lá.

Donald Trump — em 2024, foi baleado durante um comício na Pensilvânia. No mesmo ano, houve outro aparente atentado.

Joe Biden — em 2023, um homem invadiu barreiras da Casa Branca com um caminhão e depois admitiu que pretendia matar o presidente, se necessário.

Anthony Starr já deveria ser citado no mesmo nível dos melhores atores modernos. A atuação dele tem a mesma qualidade da de atores como Christian Bale, Daniel Day-Lewis e Joaquin Phoenix.

Apesar de The Boys como um todo ser uma série bem questionável, a atuação do Anthony Starr continuou lendária. Mesmo quando o roteiro enfraquecia ou certas escolhas de direção e câmera não ajudavam, ele ainda conseguia carregar as cenas nas costas.

Emprego saudável tem tempo de ociosidade

A maioria dos chefes tem a mentalidade de “eu tô pagando pelas 8 horas de trabalho do meu funcionário, então vou usar as 8 horas”, e coloca o pobre coitado pra trabalhar sem parar, só com pausa para almoço e banheiro. Mas isso queima a imagem da empresa, e os talentos acabam pulando fora do barco, deixando o chefe apenas com funcionários não tão bons assim.

A real é que a ociosidade é saudável para a empresa, mas a maioria não enxerga isso. Essa mentalidade pesa na saúde mental dos funcionários, na performance e na rotatividade da empresa.

u/Historical_Print4257 — 2 days ago

[Spoilers de The Boys] O pior final de uma série de todos os tempos

É revoltante pensar que a série passou anos construindo a rixa entre Billy Bruto e Capitão Pátria, deixando claro que esse confronto era o coração da história, pra no fim tudo indicar que quem vai matar o Capitão Pátria é a Kimiko.

u/Historical_Print4257 — 9 days ago

A grande maioria de quem diz odiar os EUA iria adorar visitar ou morar lá

Vocês não têm problema com os EUA. É um país dahora, e a classe média americana vive melhor do que a classe média brasileira. O problema de vocês é com o Trump, com o trumpismo e com a extrema direita americana.

u/Historical_Print4257 — 13 days ago

Adultos com mais de 30 anos que ainda fumam maconha estão presos em uma versão imatura deles mesmos

A vida andou e a pessoa continua presa a quem ela era a 10 anos atrás, a pessoa continua vivendo como se ainda tivesse 19 anos, como se nada tivesse mudado, como se responsabilidade, ambição, saúde, rotina e maturidade fossem coisas opcionais. Enquanto muita gente construiu carreira, família, projetos, disciplina ou pelo menos algum senso de direção, ela continua presa aos mesmos hábitos como um adolescente autista que não quer se desfazer de seus brinquedos da infancia.

u/Historical_Print4257 — 14 days ago

A Nintendo toma decisões detestáveis, mas infelizmente, ainda está muito à frente da concorrência quando o assunto é jogo exclusivo.

Se a Nintendo tivesse uma concorrência à altura no quesito jogos exclusivos, talvez pensasse duas vezes antes de tomar decisões tão anti-consumidor.

Tipo processar ou derrubar projetos de fãs, combater emuladores de forma agressiva, dificultar a preservação de jogos antigos, relançar clássicos a preços altos, manter jogos first-party caros por anos sem grandes promoções e tratar o consumidor como se ele aceitasse qualquer coisa só porque a empresa tem Mario, Zelda, Pokémon, Metroid e afins.

u/Historical_Print4257 — 15 days ago

Com 18 anos, meio que está todo mundo no mesmo barco: perdido e sem saber exatamente o que quer da vida. Daí passam 10 anos e tudo muda no seu círculo social. Tem amigo bem-sucedido, tem amigo que nunca nem namorou, tem amigo que ainda passa a madrugada jogando videogame, tem amigo que já é pai.

Você não tem bússola pra se guiar. Você não é tão bem-sucedido quanto seu amigo que já financiou imóvel, mas também não é tão fracassado quanto seu amigo BV aos 30. Você está ali no meio-termo, com um emprego ok, ganhando uns 3 ou 4 salários mínimos e sem muita perspectiva de aumento. Você tem planos: planos de mudar de carreira, planos de empreender, planos de sair do Brasil. Mas, ao mesmo tempo, sente que está ficando sem tempo, como se a sua vez já tivesse passado.

Quando você é adolescente, imagina que aos 28 já vai estar com a vida minimamente encaminhada, com uma versão adulta e segura de si mesmo no controle. Só que aí você chega nessa idade e percebe que continua improvisando.

Não é exatamente uma crise, mas também não é tranquilidade. É mais como viver num limbo estranho entre “ainda dá tempo” e “já era pra eu ter resolvido isso”.

reddit.com
u/Historical_Print4257 — 19 days ago

Eu acho que o Cellbit é um ótimo comunicador, um cara carismático e muito bom em criar atmosfera em volta do que faz. Isso eu não tiro dele. O problema é que, em algum momento, a internet transformou isso em “ele é um gênio”.

Só que, sinceramente, é muito fácil parecer inteligente quando você está por trás de um vídeo editado justamente para te fazer parecer inteligente. Com corte certo, trilha certa, ritmo certo e enigmas cuja resposta você já sabe de antemão, qualquer pessoa minimamente articulada consegue passar a impressão de que está raciocinando em outro nível.

O problema é que essa imagem não se sustenta tão bem quando ele aparece em conteúdos ao vivo, sem edição, sem roteiro fechado e sem toda aquela construção dramática em volta. Nessas situações, pra mim, ele soa como uma pessoa de intelecto bem comum. Não burro, só comum mesmo.

E isso não deveria ser ofensivo. A maioria das pessoas tem um intelecto comum. O ponto é que existe uma diferença enorme entre ser inteligente e saber performar inteligência. O Cellbit é muito bom na segunda coisa. Ele sabe criar clima, sabe conduzir narrativa, sabe vender mistério e sabe fazer o público sentir que está diante de algo muito mais complexo do que realmente é.

O que me incomoda é a reação quase automática da fanbase. Qualquer raciocínio básico vira “genialidade”. Qualquer enigma vira “mente absurda”. Qualquer frase dita com seriedade vira prova de que ele está acima da média. Parece que muita gente não está avaliando o que ele realmente faz ou fala, mas sim reagindo à persona que foi construída ao redor dele.

Ele não necessariamente é tão inteligente quanto parece. Ele só entendeu muito bem como parecer inteligente, e a internet comprou essa ideia.

u/Historical_Print4257 — 20 days ago

Acho que meu erro foi ter comprado Outer Wilds com expectativa alta demais.

Porque toda semana eu via alguém dizendo que era o jogo favorito da vida, que mudou sua forma de enxergar videogames, etc.

A cada mistério resolvido, eu penso: “agora vai ficar bom”. Aí resolvo outro puzzle, descubro outro pedaço da história, leio mais textos, encontro outra pista e penso de novo: “agora vem, agora vai virar a chave”. Só que fiquei preso nesse ciclo por horas, esperando o jogo finalmente me pegar, e a real é que estou morrendo de tédio.

E não é porque eu não gosto de jogo lento. Eu gosto de jogos focados em leitura, narrativa e investigação, tipo Disco Elysium. Também gosto de puzzle e exploração mental, tipo The Witness. Então não é questão de “preciso de ação o tempo todo”. O problema é que, em Outer Wilds, a exploração não me dá vontade de continuar, os textos não me prendem.

Ao meu ver Outer Wilds tem uma estrutura brilhante no conceito, mas nem sempre prazerosa de jogar. A ideia de entender um mundo aos poucos é excelente. Só que, na prática, muito do jogo envolve viajar de novo, pousar de novo, atravessar os mesmos lugares, reler pistas mentalmente, errar uma rota, perder tempo e recomeçar.

Um ponto que me incomoda é o loop. Eu entendo a ideia de transformar cada tentativa em aprendizado, mas, pra mim, isso cria uma pressa constante que atrapalha a exploração. Em vez de investigar com calma, ler no meu ritmo e me perder pelo mundo, sinto que estou sempre correndo contra o tempo. Para um jogo sobre curiosidade e descoberta, isso tira boa parte do prazer de explorar.

Também não gostei dos controles. A nave e a mochila a jato em gravidade zero podem ser coerentes com a proposta física do jogo, mas isso não significa que sejam agradáveis. Eu entendo a curva de aprendizado e a tentativa de simular inércia, velocidade e movimento espacial, mas várias vezes senti mais frustração do que imersão.

Outro ponto é a história. Eu sei que muita gente ama a narrativa ambiental, mas pra mim ela é distante demais. Não me conectei com os personagens, não me importei com os nomes, e vários textos parecem logs arqueológicos de uma civilização que eu deveria achar fascinante, mas que até agora só me pareceu abstrata. Eu leio, entendo que é importante, mas emocionalmente não me pega. É diferente de Disco Elysium, em que cada conversa tem voz, personalidade, conflito e presença humana. Em Outer Wilds, sinto que estou montando um quebra-cabeça intelectual, mas sem estar emocionalmente investido nas peças.

Eu não acho que Outer Wilds seja ruim. Dá pra perceber que ele é bem pensado, original e feito com intenção. Mas existe diferença entre reconhecer a inteligência de uma obra e gostar de passar tempo com ela. No meu caso, consigo admirar a proposta, mas não estou me divertindo jogando.

Talvez o jogo seja genial mesmo. Só que, até agora, ele está sendo genial de um jeito que não me dá vontade de continuar.

u/Historical_Print4257 — 21 days ago

O empreendedorismo no Brasil ainda é muito amador e baseado em sonhos.

As empresas novas quebram cedo porque tem base ruim, falta de método, falta de um business plan minimamente estruturado. Os novos empreendedores pulam etapas como validação de produto (product-market fit), pesquisa de mercado e análise de viabilidade.

Lançam algo que ninguém pediu, sem go-to-market strategy, sem entender o público-alvo, sem projeção de fluxo de caixa e sem métricas de sucesso (KPIs). Não existe MVP, não existe teste, não existe iteração, não existe porra nenhuma, só um zé iludido e o sonho dele.

As decisões são guiadas por intuição, não por análise. Essas empresas obviamente quebram e mancham as estatísticas, fazendo o empreendedorismo parecer muito mais assustador do que realmente é.

u/Historical_Print4257 — 25 days ago

Se a geração Z realmente não gostasse de trabalhar, como muitos dizem, por que tanta gente está largando empregos tradicionais (CLT, PJ, concurso) com escala 5x2 para encarar rotinas muito mais intensas em negócios próprios, muitas vezes 7x0?

O ponto não é aversão ao trabalho, é rejeição ao modelo. Diferente de gerações anteriores, a geração Z cresceu vendo alternativas: internet, criação de conteúdo, negócios digitais, prestação de serviços independente. Eles entenderam que existe a possibilidade de jogar o jogo em outros termos, sem necessariamente aceitar estruturas rígidas e pouco flexíveis.

Quando alguém diz “hoje em dia não pode cobrar nada que o jovem pede demissão”, o que está por trás muitas vezes não é falta de vontade, mas uma mudança de referência. Se existem opções melhores, seja em autonomia ou qualidade de vida, sair passa a ser uma escolha racional.

Isso não significa que todos vão empreender com sucesso, nem que o modelo tradicional deixou de fazer sentido pra todo mundo. Mas indica que a geração Z prioriza outros benefícios além da remuneração, como liberdade, flexibilidade de horários e home office. Mesmo que isso signifique ganhar um pouco menos.

u/Historical_Print4257 — 26 days ago