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▲ 12 r/Angola

Organ trafficking

Os recentes relatos e casos criminais surgindo na Lunda-Norte e noutras regiões do norte de Angola devem servir como um alerta para a nossa nação. Há anos que existem preocupações crescentes sobre redes criminosas transfronteiriças que operam através de rotas de imigração ilegal, zonas de garimpo ilegal de diamantes, corredores de contrabando e áreas fronteiriças pouco controladas entre Angola e a RDC. Algumas dessas redes já foram associadas pelas autoridades a crimes horríveis envolvendo tráfico humano, homicídios e alegado tráfico de órgãos e partes do corpo humano. Isto não significa atacar um povo inteiro ou uma nacionalidade, porque criminosos não representam todos os congoleses, mas sim reconhecer a séria realidade de segurança que Angola enfrenta nas suas províncias do norte. As histórias folclóricas e exageros nas redes sociais sobre pessoas “fazerem desaparecer órgãos” com toque não devem desviar a atenção do verdadeiro problema, que é a atividade criminosa organizada nas zonas fronteiriças. Angola tem todo o direito de reforçar e modernizar a sua fronteira norte para proteger os seus cidadãos, especialmente as comunidades vulneráveis da Lunda-Norte e Lunda-Sul. Reforçar a segurança fronteiriça significa melhor controlo migratório, operações contra o tráfico humano, partilha de inteligência, sistemas de vigilância, maior controlo sobre rotas de garimpo ilegal e identificação mais rápida de grupos criminosos que entram no nosso território. Uma nação soberana tem o dever de proteger primeiro o seu povo, e ignorar estas ameaças crescentes apenas colocará mais famílias angolanas em risco. Proteger a fronteira não é ódio, é responsabilidade nacional, segurança pública e proteção das nossas comunidades.

u/HistoryDull5915 — 9 days ago