r/Angola

After The Nukes
▲ 35 r/Angola+29 crossposts

After The Nukes

Estou desenvolvendo um universo fictício de ficção científica contado em um formato semi-verbal/experimental, usando artes de IA contextualizadas, música e narrativa inferencial. Resolvi compartilhar aqui caso alguém tenha interesse.

O projeto funciona quase como uma mistura de literatura visual, curta cinematográfico e worldbuilding audiovisual. A história é contada principalmente através de imagens, ambientação, textos dentro do universo e montagem, em vez de diálogos tradicionais.

O universo se passa em uma Terra invadida por uma civilização alienígena extremamente superior. Mas não é uma história sobre heróis salvando o mundo ou aliens caricatos. É uma narrativa de colapso, desgaste e sobrevivência, focada em como os seres humanos continuam lutando mesmo quando a lógica aponta que não existe mais esperança de vitória.

A série aborda temas como:

  • existencialismo;
  • horror cósmico;
  • sacrifício coletivo;
  • sobrevivência da identidade humana;
  • o que resta da civilização quando tudo entra em colapso.

Os episódios são curtos e acompanhados por música, mas fazem parte de uma cronologia não linear, onde cada vídeo funciona como uma peça de um quebra-cabeça maior.

Por enquanto só lancei o episódio 1 (“Prólogo”) e a lore inicial do universo, mas tenho muitos outros episódios planejados.

Espero que gostem.

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u/Gold_Ad3045 — 1 day ago
▲ 10 r/Angola

Things to do in Luanda

I’ll be travelling to Luanda for work at the end of the month and I wanted to know if there are any specific places locals would recommend. I don’t want the typical tourist places, at least recommend somewhere relatively affordable (I know that the city is expensive AF). And if I could find people who speak English as well, that would be great 🙏🏾

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u/Necessary_Ad2327 — 3 days ago
▲ 19 r/Angola

English speaking people!

Hi I’m a female of 34
Years old and I’m looking to make English speaking friends in the talatona or Luanda area. I am learning Portuguese but definitely not at fluent level. It’s a bit of a lonely experience being only friends with people from work.

I’m looking for friends and the chemistry between friends matters. Text me if you like manga, movies, tequila, traveling, pan africanism, if you have outrageous opinions, if you love conspiracy theories, and if you have a zest for life!

Fingers crossed!

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u/BrightLaugh3710 — 4 days ago
▲ 3 r/Angola

Investir na BODIVA

Para quem investe ou acompanha o mercado de capitais angolano pela BODIVA: que tipo de instrumentos costuma negociar (ações, obrigações, títulos do Tesouro)? Através de que corretora ou banco tem acesso à plataforma e quais ferramentas/fontes de dados utiliza para análise (cotações, relatórios financeiros, notícias ou indicadores macroeconómicos)?

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u/cristianoakgloria — 4 days ago
▲ 1 r/Angola

Do Angolan really need to immigrate?

Is immigrating a good thing?
If no one immigrates, does it help with a faster development of Angola?

Be honest.

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u/JulioNYC — 4 days ago
▲ 15 r/Angola+1 crossposts

Imagine se você tivesse oportunidade de entrar no seu jogo favorito

u/jaime118494 — 6 days ago
▲ 9 r/Angola

How are the dynamics of the different ethnic groups in Angola?

I am not from Angola but do have ancestry due to the slave trade. I have recently been looking to learn more about my ancestors past as well as current situations. I came across an article about minority report and was talking about how most power is concentrated among mix raced population and one ethnic tribe within MPLA. It made me curious about how those dynamics actually play out today. I always thought Angola had a united Angola identity more so than other African countries. I’d like to learn more about the relationships between Angola’s different ethnic and social groups, especially before I eventually visit.

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u/kdramaddict15 — 6 days ago
▲ 76 r/Angola

Angola: o que mudou desde 1975

Portugal deixou Angola com algumas estradas, ferrovias, cidades, indústrias e infraestrutura produtiva, mas também com cerca de 85% de analfabetismo e um sistema social extremamente desigual. O Angola independente então teve que expandir a educação e os serviços básicos em todo o país enquanto simultaneamente sobreviveu a quase três décadas de guerra. Portanto, imagens da década de 1970 de Luanda, edifícios construídos por portugueses ou crescimento do PIB colonial não provam que o governo colonial produziu um melhor padrão de vida para os angolanos como um todo.

UNESCO — literacy development and adult education in Angola / historical literacy context:
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000158641
World Bank / UNESCO UIS — adult literacy rate, Angola:
https://data.worldbank.org/indicator/SE.ADT.LITR.ZS?locations=AO
World Bank / UN Population Division — life expectancy at birth, Angola:
https://data.worldbank.org/indicator/SP.DYN.LE00.IN?locations=AO
World Bank / UN Inter-agency Group for Child Mortality Estimation — infant mortality, Angola:
https://data.worldbank.org/indicator/SP.DYN.IMRT.IN?locations=AO
World Bank / ESMAP — access to electricity, Angola:
https://data.worldbank.org/indicator/EG.ELC.ACCS.ZS?locations=AO
World Bank / International Telecommunication Union — internet use, Angola:
https://data.worldbank.org/indicator/IT.NET.USER.ZS?locations=AO
World Bank — Angola country indicators, including life expectancy, poverty, electricity and internet access:
https://data.worldbank.org/country/angola

u/HistoryDull5915 — 7 days ago
▲ 18 r/Angola

Job in angola

Hello

Is 1050USD a good salary for an Indian coming to angola as a fresher

Food and accommodation along with visa and travelling cost will be provided by company

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u/FrequentBuyer6336 — 7 days ago
▲ 22 r/Angola

Speedo-design inspired by traditional Angolan pattern

Backstory:

I wanted to make some custom swimming trunks with an Angola-inspired pattern. But I noticed there were no high quality image files available online for the most common cloth patterns. So I tried my best to recreate the samakaka pattern from scratch using a python script. Here are the results...!

Is it wearable?

(there are there many variations of this pattern that people wear in Angola. When I say samakaka, I'm referring to this general style of texile, which may very well be different to the one that you specifically are used to seeing)

u/GioDaBanda — 5 days ago
▲ 18 r/Angola

Pergunta para os Angolanos

Boas!

Sou Português e tenho curiosidade sobre como os Portugueses sao vistos hoje em dia pelos Angolanos, dada toda a história entre os dois países.

Consideram possível haver amizade entre os dois povos ou acham que os acontecimentos do passado nunca o irá permitir ?

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u/oigrexx — 7 days ago
▲ 44 r/Angola

ANGOLA, UM PROJECTO QUE AINDA NÃO DEU CERTO

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TÍNHAMOS UMA ECONOMIA MAIS DIVERSIFICADA. COMO ACABÁMOS TÃO DEPENDENTES DO PETRÓLEO E DAS IMPORTAÇÕES?

Há perguntas que não devem servir apenas para procurar culpados no passado. Devem obrigar-nos a pensar no futuro.

Às vésperas da independência, Angola possuía uma economia significativamente diversificada. Produzia e exportava café, milho, sisal, algodão, bananas, açúcar, pescado, madeira, diamantes e minério de ferro. Tinha produção industrial, fábricas de bebidas, pneus, produtos alimentares e outros bens de consumo, além de uma importante rede ferroviária e portuária.

Angola chegou a estar entre os maiores produtores mundiais de café e era exportadora líquida de alguns produtos alimentares.

É igualmente necessário dizer toda a verdade: Angola não era um paraíso antes de 1975.

A economia colonial coexistia com profundas desigualdades sociais e raciais. Grande parte dos meios de produção, do capital e dos quadros técnicos estava concentrada numa parcela reduzida da população. Portanto, reconhecer a capacidade produtiva que existia não significa defender ou romantizar o colonialismo.

Depois veio a independência.

A saída abrupta de milhares de técnicos, empresários e trabalhadores qualificados, as nacionalizações, erros de política económica, a economia centralmente planificada e, sobretudo, décadas de guerra destruíram ou enfraqueceram grande parte dessa capacidade produtiva.

Mas a guerra terminou em 2002.

E é aqui que a reflexão se torna inevitável.

Passadas mais de duas décadas de paz, Angola continua excessivamente dependente do petróleo e continua a importar uma quantidade desconfortavelmente grande de coisas que, dadas as nossas condições naturais, humanas e financeiras, poderíamos produzir internamente.

Temos terra.

Temos água.

Temos petróleo e gás.

Temos minerais.

Temos costa marítima.

Temos sol praticamente o ano inteiro.

Temos uma população jovem.

E tivemos, durante décadas, receitas petrolíferas extraordinárias.

Então a pergunta já não pode ser apenas:

"O que aconteceu com aquilo que existia em 1974?"

A pergunta mais importante é:

"O que fizemos com as oportunidades que tivemos desde 2002?"

Porque cinquenta anos depois da independência e mais de vinte anos depois do fim da guerra, já não podemos explicar todas as nossas insuficiências recorrendo exclusivamente ao colonialismo ou ao conflito armado.

É preciso discutir governação.

Precisamos perguntar quanto das receitas extraordinárias do petróleo foi convertido em agricultura competitiva, indústria, investigação científica, formação técnica, infra-estruturas produtivas e empresas capazes de competir internacionalmente.

Precisamos avaliar não apenas quantas estradas, centralidades, aeroportos ou hospitais foram inaugurados, mas quanto cada investimento custou, quanto deveria ter custado, que retorno trouxe ao país e quanto tempo permanecerá funcional.

Precisamos de instituições que recompensem competência em vez de proximidade política; de concursos públicos transparentes; de justiça capaz de responsabilizar independentemente do nome ou cargo; de crédito acessível aos produtores; de formação profissional ligada às necessidades reais da economia; e de políticas económicas que sobrevivam às mudanças de ministros.

Diversificar a economia também não significa simplesmente proibir importações. Significa criar condições para que produzir em Angola seja economicamente racional.

Se importar um tomate continua mais barato e previsível do que cultivá-lo em Angola, precisamos descobrir porquê: estradas? electricidade? armazenamento? crédito? impostos? burocracia? corrupção? tecnologia? produtividade?

E resolver esses problemas.

O objectivo não deve ser regressar à Angola de 1974.

Deve ser construir uma Angola muito melhor do que aquela.

Uma Angola em que a riqueza produzida não esteja concentrada numa minoria, como acontecia no sistema colonial, mas também uma Angola que não desperdice as enormes potencialidades conquistadas com a independência.

Talvez a pergunta mais incómoda seja justamente esta:

Se Angola possui tantos recursos naturais, cinquenta anos de soberania e mais de duas décadas de paz, que país deveríamos já ter conseguido construir?

A resposta não deve servir para alimentar nostalgia.

Deve servir para exigir competência.

#angola

u/Umbundz — 8 days ago