Até onde se conta uma história de terror de RPG de mesa?
Outro dia li um post de um guri perguntando o que fazer numa situação onde um jogador ataca o outro, e tinha todo o lance de serem amigos, uns de mais datas, outros de menos, e um dos comentários disse... "Por que essas histórias sempre carregam TANTOS detalhes, nem precisava".
Vivi uma história de terror de D&D, e quero contar ela pra alguém. Na verdade, pretendo fazer um vídeo pro Youtube, e justo quando tô no meio do roteiro leio esse comentário desse cara, é isso, fiquei cabreiro.
Na história que vivi, tem uns detalhes meio aleatórios:
Era minha esposa jogando junto comigo, meu irmão, a namorada dele, era um rolê de casais. No meu roteiro, não conto esses detalhes, mas seriam importantes pro contexto, será?
Há um momento que uma "briga de casal" acontece, então chego a citar que eles têm algo, e **de todos os lugares do mundo escolheram uma sessão de rpg pra brigarem**, mas muda o clima da história ter esse detalhe de que um casal tá brigando, ou que só são duas pessoas?
Começo a teorizar que parte de contar uma história de terror de RPG é sobre justamente expor uma fofoca. Sei lá. Me ajuda?