▲ 5 r/Ajuda

Mais de 7 mil meninas de até 13 anos se tornaram mães no Norte desde 2018. Quero denunciar essa história!

Olá! Sou jornalista rondoniense e estou produzindo uma reportagem especial sobre meninas de 10 a 13 anos que sofreram violência sexual, engravidaram, não tiveram acesso ao direito de interrupção dessa gravidez e, consequentemente, e se tornaram mães na Região Norte.

Entre 2018 e 2025, mais de 7 mil meninas dessa idade deram à luz nos sete estados da região. Investigando sobre esses casos, me surgiu uma dúvida: o que aconteceu com essas meninas depois que o bebê nasceu?

A Lei 13.431 prevê que crianças e adolescentes vítimas de violência sejam acompanhados por uma rede de proteção envolvendo saúde, assistência social, educação, Conselho Tutelar, segurança pública e Justiça.

Só que uma criança não deixa de ser criança quando se torna mãe. E a minha investigação busca responder justamente se o Estado, responsável por essa criança, continuou dando o amparo necessário nos âmbitos da Lei.

Depois do parto, ela continuou recebendo atendimento psicológico? Conseguiu permanecer na escola? A assistência social continuou acompanhando sua família? O Conselho Tutelar voltou a procurá-la? Houve alguém responsável por garantir que aquela menina continuasse protegida?

Ou ela simplesmente virou mais um nascimento registrado nas estatísticas?

Essa investigação também tem uma dimensão pessoal para mim: sou sobrevivente de abuso sexual infantil e nasci em uma região onde muitas dessas histórias permanecem invisíveis. Quero ajudar a mostrar essas meninas para além dos números, sem expô-las ou fazê-las reviver a violência.

Por isso, estou procurando conversar com:

  • mulheres da Região Norte que engravidaram aos 13 anos ou antes, principalmente a partir de 2018;
  • familiares que acompanharam uma menina nessa situação;
  • profissionais de saúde, assistência social, educação, Conselhos Tutelares, Defensoria, Justiça ou outras áreas que tenham trabalhado diretamente com esses casos.

Ninguém precisa contar uma história sensível nos comentários. Se você passou por isso, conhece alguém ou trabalha com essas famílias, pode me chamar no privado ou simplesmente encaminhar este post.

A reportagem está sendo produzida para um dos jornais mais antigos do país, com critérios rigorosos de ética, checagem, confidencialidade e proteção de fontes. A identidade pode ser preservada na publicação, incluindo nome, imagem, cidade e outras informações que permitam reconhecimento.

Meu interesse principal não é saber os detalhes da violência. Quero entender o que o poder público fez ou deixou de fazer por aquela menina depois que ela deu à luz.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 22 hours ago

Mais de 7 mil meninas de até 13 anos se tornaram mães na Região Norte entre 2018 e 2025. Me ajude a denunciar essa história!

Olá. Sou jornalista rondoniense e estou produzindo uma reportagem especial sobre meninas de 10 a 13 anos que sofreram violência sexual, engravidaram e se tornaram mães na Região Norte.

Quero investigar uma parte dessas histórias que quase nunca aparece: o que acontece com a menina depois que o bebê nasce?

O que tenho encontrado nesses estados é um projeto político de apagamento dessa violência contra meninas. Muitos dessas violências não são notificadas e, em Rondônia, por exemplo, os casos de estupro de vulnerável não são registrados no SINAN. Me pergunto qual o interesse dos governos estaduais em esconder da população algo tão grave.

Pela legislação, essas meninas deveriam ser acompanhadas por uma rede de proteção envolvendo saúde, assistência social, educação, Conselho Tutelar, segurança pública e Justiça. Mas não há dados que garantam que essa menina foi, sim, amparada pelo Estado.

Quem continuou cuidando dessa menina? Ela recebeu acompanhamento psicológico? Conseguiu voltar ou permanecer na escola? A assistência social continuou presente? O Conselho Tutelar acompanhou a família? Ou a partir do parto ela passou a ser tratada simplesmente como “mãe”, apesar de continuar sendo uma criança vítima de violência?

É isso que estou tentando reconstruir.

Procuro conversar com mulheres da Região Norte que engravidaram aos 13 anos ou antes, especialmente a partir de 2018, quando a Lei de Escuta Especializada entrou em vigor. Também gostaria de ouvir mães, avós, irmãs e outros familiares, além de profissionais que tenham acompanhado meninas nessas situações.

Não é necessário relatar a violência aqui nos comentários. Se você se identificar com essa história ou conhecer alguém que talvez queira conversar, pode me procurar no privado.

A identidade pode ser preservada na publicação: nome, imagem, cidade e outros elementos que permitam reconhecimento serão omitidos ou alterados. Meu interesse não é fazer ninguém reviver a violência, mas entender o que o Estado fez ou deixou de fazer por essa menina depois que ela deu à luz.

A reportagem está sendo produzida para um dos jornais mais antigos do país, com critérios rigorosos de ética, checagem, confidencialidade e proteção de fontes.

Se você passou por isso, conhece alguém ou trabalha diretamente com esses casos, me mande uma mensagem privada. Também ajuda muito simplesmente encaminhar este post a alguém que possa querer conversar.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 22 hours ago

Estou procurando mulheres que se tornaram mães antes dos 14 anos no Roraima. Você pode me ajudar?

Olá. Sou jornalista, rondoniense, e estou trabalhando em uma reportagem sobre uma realidade muito dura da Região Norte: meninas de 10 a 13 anos que sofreram violência sexual, engravidaram e se tornaram mães.

Estou tentando entender principalmente uma parte dessas histórias que quase nunca aparece nos dados: o que aconteceu com essas meninas depois que o bebê nasceu?

Elas continuaram recebendo acompanhamento psicológico? Conseguiram permanecer na escola? Tiveram apoio da assistência social? O Conselho Tutelar e os serviços de saúde continuaram presentes? Ou, depois do parto, aquela menina passou a ser vista apenas como mãe e deixou de receber a proteção que ainda precisava?

Essa pauta é especialmente importante para mim porque também vivi abuso sexual na infância. Sei que nenhuma experiência é igual à outra e que falar sobre isso pode ser difícil. Por isso, não estou procurando detalhes da violência nem quero que ninguém exponha sua história publicamente aqui.

Quero conversar, com muito cuidado, com mulheres que engravidaram aos 13 anos ou antes no Amapá, ou com familiares que acompanharam uma menina nessa situação.

Também gostaria muito de ouvir profissionais de saúde, assistência social, educação, Conselhos Tutelares ou outras áreas que tenham acompanhado casos assim.

A reportagem está sendo produzida com rigor de apuração, ética e proteção das fontes. A identidade pode ser preservada, inclusive nome, imagem, cidade e outros detalhes que permitam reconhecer a pessoa.

Meu objetivo é que essas histórias não apareçam apenas como números. Quero entender como essas meninas foram cuidadas (ou deixaram de ser cuidadas) depois que se tornaram mães.

Se você passou por isso, conhece alguém ou trabalha com esses casos, pode me chamar no privado. Você também pode apenas encaminhar este post para alguém que talvez queira conversar comigo. A decisão de falar será sempre da própria pessoa.

Se uma única família se sentir segura para contar sua experiência, ela pode ajudar a mostrar uma realidade que ainda permanece muito invisível na Região Norte.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 23 hours ago
▲ 11 r/Para

Estou procurando mulheres que se tornaram mães antes dos 14 anos no Pará. Você pode me ajudar?

Olá. Sou jornalista, rondoniense, e estou trabalhando em uma reportagem sobre uma realidade muito dura da Região Norte: meninas de 10 a 13 anos que sofreram violência sexual, engravidaram e se tornaram mães.

Estou tentando entender principalmente uma parte dessas histórias que quase nunca aparece nos dados: o que aconteceu com essas meninas depois que o bebê nasceu?

Elas continuaram recebendo acompanhamento psicológico? Conseguiram permanecer na escola? Tiveram apoio da assistência social? O Conselho Tutelar e os serviços de saúde continuaram presentes? Ou, depois do parto, aquela menina passou a ser vista apenas como mãe e deixou de receber a proteção que ainda precisava?

Essa pauta é especialmente importante para mim porque também vivi abuso sexual na infância. Sei que nenhuma experiência é igual à outra e que falar sobre isso pode ser difícil. Por isso, não estou procurando detalhes da violência nem quero que ninguém exponha sua história publicamente aqui.

Quero conversar, com muito cuidado, com mulheres que engravidaram aos 13 anos ou antes no Pará, ou com familiares que acompanharam uma menina nessa situação.

Também gostaria muito de ouvir profissionais de saúde, assistência social, educação, Conselhos Tutelares ou outras áreas que tenham acompanhado casos assim.

A reportagem está sendo produzida com rigor de apuração, ética e proteção das fontes. A identidade pode ser preservada, inclusive nome, imagem, cidade e outros detalhes que permitam reconhecer a pessoa.

Meu objetivo é que essas histórias não apareçam apenas como números. Quero entender como essas meninas foram cuidadas (ou deixaram de ser cuidadas) depois que se tornaram mães.

Se você passou por isso, conhece alguém ou trabalha com esses casos, pode me chamar no privado. Você também pode apenas encaminhar este post para alguém que talvez queira conversar comigo. A decisão de falar será sempre da própria pessoa.

Se uma única família se sentir segura para contar sua experiência, ela pode ajudar a mostrar uma realidade que ainda permanece muito invisível na Região Norte.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 23 hours ago
▲ 14 r/Manaus

Se você engravidou aos 13 anos ou antes na Região Norte, por favor, me ajude a contar essa história

Olá! Sou jornalista rondoniense e estou produzindo uma reportagem especial sobre meninas de 10 a 13 anos que engravidaram e se tornaram mães nos estados da Região Norte.

A reportagem quer investigar principalmente o que aconteceu depois que essas meninas deram à luz.

Quando uma criança dessa idade engravida em decorrência de violência sexual, existe uma rede de proteção que deveria envolver saúde, assistência social, educação, Conselho Tutelar, segurança pública e Justiça. Queremos entender se, na vida real, essas meninas foram acolhidas e acompanhadas por essa rede. Ou se, depois do nascimento do bebê, acabaram ficando sem apoio.

Os dados conseguem mostrar quantas meninas se tornaram mães. Mas não mostram o que aconteceu com elas depois. É essa parte da história que estamos tentando contar.

Por isso, estou procurando mulheres que engravidaram aos 13 anos ou antes na Região Norte, especialmente nos últimos anos, a partir de 2018 (ano que a Lei de Escuta Especializada entrou em vigor) e que se sintam confortáveis em conversar sobre como foram atendidas pelo poder público durante a gravidez e depois do parto.

Também gostaria de conversar com mães, pais, avós ou outros responsáveis que tenham acompanhado uma menina nessa situação.

A identidade pode ser completamente preservada na publicação: nome, imagem, cidade e outros detalhes que permitam reconhecer a pessoa podem ser omitidos ou alterados. A conversa também não precisa se concentrar nos detalhes da violência. Meu principal interesse é entender o atendimento recebido: se houve acompanhamento psicológico, assistência social, apoio para continuar estudando, atuação do Conselho Tutelar e contato da rede depois do nascimento da criança.

Caso a pessoa ainda seja menor de idade, qualquer entrevista será tratada com cuidados adicionais e participação de responsável, quando necessária. O jornal em que trabalho é um dos mais antigos do Brasil, e mantem políticas de ética e credibilidade muito rigorosas.

Se você passou por isso, conhece alguém que passou ou trabalha com famílias nessa situação e pode fazer uma aproximação segura, me mande uma mensagem privada.

Essas histórias ajudam a mostrar algo que os números sozinhos não conseguem responder: o que acontece com uma menina depois que ela se torna mãe, e quem continua cuidando dos direitos dela quando o bebê nasce.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 1 day ago

AMA Se você se tornou mãe aos 13 anos ou antes na Região Norte, por favor, me ajude a contar essa história

Olá! Sou jornalista de um dos maiores jornais do brasil e estou produzindo uma reportagem especial sobre meninas de 10 a 13 anos que engravidaram e se tornaram mães nos estados da Região Norte.

A reportagem quer investigar principalmente o que aconteceu depois que essas meninas deram à luz.

Quando uma criança dessa idade engravida em decorrência de violência sexual, existe uma rede de proteção que deveria envolver saúde, assistência social, educação, Conselho Tutelar, segurança pública e Justiça. Queremos entender se, na vida real, essas meninas foram acolhidas e acompanhadas por essa rede. Ou se, depois do nascimento do bebê, acabaram ficando sem apoio.

Os dados conseguem mostrar quantas meninas se tornaram mães. Mas não mostram o que aconteceu com elas depois. É essa parte da história que estamos tentando contar.

Por isso, estou procurando mulheres que tenham engravidado aos 13 anos ou antes na Região Norte, especialmente nos últimos anos, e que se sintam confortáveis em conversar sobre como foram atendidas pelo poder público durante a gravidez e depois do parto.

Também gostaria de conversar com mães, pais, avós ou outros responsáveis que tenham acompanhado uma menina nessa situação.

A IDENTIDADE PODE SERCOMPLETAMENTE PRESERVADA NA PUBLICAÇÃO: nome, imagem, cidade e outros detalhes que permitam reconhecer a pessoa podem ser omitidos ou alterados. A conversa também não precisa se concentrar nos detalhes da violência. Meu principal interesse é entender o atendimento recebido: se houve acompanhamento psicológico, assistência social, apoio para continuar estudando, atuação do Conselho Tutelar e contato da rede depois do nascimento da criança.

Caso a pessoa ainda seja menor de idade, qualquer entrevista será tratada com cuidados adicionais e participação de responsável, quando necessária.

Se você passou por isso, conhece alguém que passou ou trabalha com famílias nessa situação e pode fazer uma aproximação segura, me mande uma mensagem privada.

Essas histórias ajudam a mostrar algo que os números sozinhos não conseguem responder: o que acontece com uma menina depois que ela se torna mãe, e quem continua cuidando dos direitos dela quando o bebê nasce.

reddit.com
u/Ok_Manufacturer7332 — 1 day ago