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30 Frases Católicas que Contradizem o Concílio Vaticano II

30 Frases Católicas que Contradizem o Concílio Vaticano II

  1. “causa final (da justificação do homem), a glória de Deus e de Cristo e a vida eterna (Concílio de Trento, Sessão 6, Cap. 7)”.
  2. “Bendizei o Senhor, ó vós obras do Senhor, louvai-o e exaltai-o acima de tudo para sempre (Daniel 3, 57)”.
  3. “inútil era esperar paz duradoura entre os povos, enquanto os indivíduos e as nações recusassem reconhecer e proclamar a Soberania de Nosso Salvador” (Quas Primas, Pio XI)”.
  4. “O povo hebreu (judeu), outrora o único escolhido por Deus (...) superou todos os outros em graça e dignidade, a ponto de, posteriormente, pelo castigo de sua incredulidade, merecer ser lançado à baixo, desprezado e reprovado (Hebræorum Gens, São Pio V)”.
  5. “(São Francisco Xavier) converteu centenas de milhares de hindus dos mitos e superstições vis dos brâmanes para a verdadeira religião (Ad Extremas, Leão XIII)”.
  6. “Contudo, nas vastas extensões da terra (Índia), muitos ainda estão privados da verdade, miseravelmente aprisionados nas trevas da superstição! (Ad Extremas, Leão XIII)”.
  7. “Fora da Igreja Católica não há Salvação (Extra Ecclesiam Nulla Salus) (Adágio e Dogma Católico)”.
  8. “A Igreja crê firmemente, confessa e anuncia que nenhum dos que estão fora da Igreja Católica, não só os pagãos, mas também os judeus ou hereges e cismáticos, poderá chegar à vida eterna (Concílio de Florença, Eugênio IV)”.
  9. “não é lícito promover a união dos cristãos de outro modo senão promovendo o retorno dos dissidentes à única verdadeira Igreja de Cristo, dado que outrora, infelizmente, eles se apartaram dela (Mortalium Animos, Pio XI)”.
  10. “Não podem permanecer com Deus aqueles que não quiseram viver em unanimidade na Igreja de Deus (Dilectionis vestrae, Papa Pelágio II citando São Cipriano)”.
  11. “Membros dispersos e separados não podem, de forma alguma, unir-se à cabeça para formar um só corpo (não há ”união parcial”) (Satis Cognitum, Leão XIII)”.
  12. “Se alguém disser que o sacrifício da Missa só é sacrifício de louvor e ação de graças ou mera comemoração do sacrifício realizado na cruz (...) seja anátema (Concílio de Trento, Sessão 22, Cânone 3)”.
  13. “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela (O Senhor Jesus Cristo no Evangelho segundo São Mateus 7, 13)”.
  14. “(...) a Igreja Católica, reino de Cristo na Terra (Quas Primas, Pio XI)”.
  15. “(...) esta verdadeira Igreja de Cristo - que é a santa, católica, apostólica Igreja romana (...) (Mystici Corporis Christi, Pio XII)”.
  16. “(O Espírito de Cristo) não habita com a graça santificante nos membros totalmente cortados do corpo (Mystici Corporis Christi, Pio XII)”.
  17. “Nenhum, por mais esmolas que tenha dado, e mesmo que tenha derramado o sangue pelo nome de Cristo, poderá ser salvo se não permanecer no seio e na unidade da Igreja católica (Concílio de Florença, Eugênio IV)”.
  18. “(aos judeus) se não crerdes em quem eu sou, morrereis no vosso pecado (O Senhor Jesus Cristo no Evangelho segundo São João 8, 24)”.
  19. “Entretanto, por causa da sua perfídia, os sarracenos (muçulmanos) que perseguem a fé católica e não creem naquele que foi crucificado (...) (Etsi Judæos, Inocêncio III)”.
  20. “O mais importante, porém, nesta dignidade (da liberdade humana) é o modo como é exercida (...) (o homem pode, abusando da liberdade) perturbar a devida ordem e correr à sua voluntária perdição (Libertas Praestantissimum, Leão XIII)”.
  21. “Não é, pois, permitido dar a lume e expor aos olhos dos homens o que é contrário à virtude e à verdade, e muito menos ainda colocar essa licença sob a tutela e a proteção das leis (Immortale Dei, Leão XIII)”.
  22. “Que morte pior há para a alma, do que a liberdade do erro! dizia Santo Agostinho (Mirari Vos, Gregório XVI)”.
  23. “E, contra a doutrina da Sagrada Escritura, da Igreja e dos Santos Padres, não duvidam em afirmar que "a melhor forma de governo é aquela em que não se reconheça ao poder civil a obrigação de castigar, mediante determinadas penas, os violadores da religião católica, senão quando a paz pública o exija" (Quanta Cura, Pio IX)”.
  24. “Devemos tratar também neste lugar da liberdade de imprensa, nunca condenada suficientemente (Mirari Vos, Gregório XVI)”.
  25. “(...) segundo a experiência que remonta aos tempos primitivos, as cidade que mais floresceram por sua opulência, extensão e poderio sucumbiram, somente pelo mal da desbragada liberdade de opiniões (Mirari Vos, Gregório XVI)”.
  26. “Neste ponto, Veneráveis Irmãos, já se percebe o despontar daquela perniciosíssima doutrina que introduz na Igreja o laicato como fator de progresso (Pascendi Dominici Gregis, São Pio X)”.
  27. “(...) os que gostam de seguir as novidades exaltam além da medida as virtudes naturais, como se estas correspondessem melhor aos costumes e necessidades da época presente e valesse mais estar adornado delas (...) (Testem Benevolentiae, Leão XIII)”.
  28. “O Pontífice Romano pode e deve conciliar-se e transigir com o progresso, com o Liberalismo e com a Civilização moderna (frase CONDENADA por Pio IX)”.
  29. “Se alguém disser que os ritos recebidos e aprovados pela Igreja Católica (...) podem, sem pecado, ser desdenhados ou omitidos pelos ministros, segundo seu arbítrio, ou mudados em outros novos por qualquer um dos pastores da Igreja: seja anátema (Concílio de Trento, Sessão 7, Cânone 13)”.
  30. “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado, seja anátema (São Paulo aos Gálatas 1, 8)”.
u/SaintPaulApostle — 11 hours ago

30 Frases do Concílio Vaticano II que contradizem as Verdades Católicas

  1. “(o homem) única criatura sobre a terra a ser querida por Deus POR SI MESMA (Gaudium et Spes, 24)”.
  2. “Tudo quanto existe sobre a terra deve ser ordenado em função do homem como seu centro e termo: neste ponto existe um acordo quase geral entre crentes e não-crentes (Gaudium et Spes, 12)”.
  3. "Os cristãos cooperem de bom grado e de todo coração na construção da ordem internacional (...) (Gaudium et Spes, 88)"
  4. "E embora a Igreja seja o novo Povo de Deus, nem por isso os judeus devem ser apresentados como reprovados por Deus e malditos, como se tal coisa se concluísse da Sagrada Escritura (Nostra Aetate, 4)".
  5. "Assim, no hinduísmo, os homens perscrutam o mistério divino e exprimem-no com a fecundidade inexaurível dos mitos e os esforços da penetração filosófica, buscando a libertação das angústias da nossa condição quer por meio de certas formas de ascetismo (Nostra Aetate, 2)".
  6. "No budismo, segundo as suas várias formas, reconhece-se a radical insuficiência deste mundo mutável, e propõe-se o caminho pelo qual os homens, com espírito devoto e confiante, possam alcançar o estado de libertação perfeita ou atingir, pelos próprios esforços ou ajudados do alto a suprema iluminação (Nostra Aetate, 2)".
  7. "Também não poucas ações sagradas da religião cristã são celebradas entre os nossos irmãos separados. Por vários modos, conforme a condição de cada Igreja ou Comunidade, estas ações podem realmente produzir a vida da graça (Unitatis Redintegratio, 3)".
  8. "Pois o Espírito de Cristo não recusa servir-se delas (as "Igrejas" e comunidades separadas, em cisma e/ou heresia) como de meios de salvação (Unitatis Redintegratio, 3)".
  9. "E onde for possível, (essas "Comunhões", a Igreja verdadeira e as "separadas") reúnem-se em oração unânime (Unitatis Redintegratio, 4)".
  10. "O testemunho da unidade frequentemente a proíbe (a participação com os hereges e cismáticos nos sacramentos). A busca da graça algumas vezes a recomenda (Unitatis Redintegratio, 8)".
  11. "Ainda que falte às Comunidades eclesiais de nós separadas a unidade PLENA conosco (...) (Unitatis Redintegratio, 22)".
  12. "É por isso necessário que se tome como objeto do diálogo a doutrina sobre a Ceia do Senhor, sobre os outros sacramentos, sobre o culto e sobre os ministérios da Igreja (Unitatis Redintegratio, 22)".
  13. "Mas porque a Igreja, em Cristo, é como que o sacramento, ou sinal, e o instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano (...) (Lumen Gentium, 1)".
  14. "(a Igreja) recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra (Lumen Gentium, 5)".
  15. "Esta Igreja (a Igreja de Cristo), constituída e organizada neste mundo como sociedade, SUBSISTE na Igreja Católica ("sustenta a Igreja Católica/se mantém na Igreja Católica") (Lumen Gentium, 8)".
  16. "(...) embora, fora de sua comunidade, se encontrem muitos elementos de SANTIFICAÇÃO e de verdade, os quais, por serem dons pertencentes à Igreja de Cristo, impelem para a unidade Católica (Lumen Gentium, 8)".
  17. "(Com estes "cristãos") existe uma certa união verdadeira no Espírito Santo, o qual neles atua com os dons e graças do seu poder santificador, chegando a fortalecer alguns deles ATÉ AO MARTÍRIO (Lumen Gentium, 15)".
  18. "Finalmente, aqueles que ainda não receberam o Evangelho, estão de uma forma ou outra orientados para o Povo de Deus. Em primeiro lugar, aquele povo que recebeu a aliança e as promessas, e do qual nasceu Cristo segundo a carne (Lumen Gentium, 16)".
  19. "(...) os muçulmanos, que professam seguir a Fé de Abraão, e CONOSCO adoram o Deus único e misericordioso (Lumen Gentium, 16)".
  20. "Os homens de hoje tornam-se cada vez mais conscientes da dignidade da pessoa humana (...) (Dignitatis Humanæ, 1)".
  21. "(...) o direito à liberdade religiosa se funda realmente na própria dignidade da pessoa humana (...) deve ser de tal modo reconhecido que se torne um direito civil (Dignitatis Humanæ, 2)".
  22. "(...) em matéria religiosa, ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência, nem impedido de proceder segundo a mesma (Dignitatis Humanæ, 2)".
  23. "Por conseguinte, desde que não se violem as justas exigências da ordem pública, deve-se em justiça a tais comunidades a imunidade que lhes permita regerem-se segundo as suas próprias normas, prestarem culto público ao Ser supremo (Dignitatis Humanæ, 4)".
  24. "Os grupos religiosos têm ainda o direito de não serem impedidos de ensinar e testemunhar publicamente, por palavra e por escrito a sua fé (Dignitatis Humanæ, 4)".
  25. "Também pertence à liberdade religiosa que os diferentes grupos religiosos não sejam impedidos de dar a conhecer livremente a eficácia especial da própria doutrina para ordenar a sociedade e vivificar toda a atividade humana (Dignitatis Humanæ, 4)".
  26. "Esta tradição apostólica progride na Igreja sob a assistência do Espírito Santo (...) pela contemplação e estudo dos crentes que as meditam (as palavras transmitidas) no seu coração (...) (Dei Verbum, 8)".
  27. "(os fiéis) façam assomar à luz, com alegria e respeito, as sementes do Verbo nelas (as pessoas de outras nações e religiões) adormecidas (Ad Gentes, 11)".
  28. "O sagrado Concílio propõe-se fomentar a vida cristã entre os fiéis, adaptar melhor às necessidades do nosso tempo as instituições susceptíveis de mudança (...) (Sacrosanctum Concilium, 1)".
  29. "Faça-se o mais depressa possível a revisão dos livros litúrgicos (...) (Sacrosanctum Concilium, 22)".
  30. "O interesse pelo incremento e renovação da Liturgia é justamente considerado como um sinal dos desígnios providenciais de Deus sobre o nosso tempo, como uma passagem do Espírito Santo pela sua Igreja, e imprime uma nota distintiva à própria vida da Igreja, a todo o modo religioso de sentir e de agir do nosso tempo. (Sacrosanctum Concilium, 43)".
u/SaintPaulApostle — 2 days ago

Servidor Católico de Discord - Ave Maris Stella

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Carta Identitária do Servidor Ave Maris Stella

O Ave Maris Stella nasce como um refúgio católico tradicional na internet: um espaço ordenado, limpo e fiel, destinado a acolher católicos e pessoas sinceramente interessadas na conversão, na formação doutrinal e na vida cristã.

Em meio a ambientes digitais frequentemente marcados por permissividade, vulgaridade, irreverência, blasfêmia, confusão moral e relativismo religioso, este servidor busca ser um lugar de recolhimento, instrução, convivência e edificação. Não pretendemos substituir a vida paroquial, os sacramentos, a direção espiritual ou a autoridade da Igreja. Somos um apostolado digital, não uma igreja paralela. Nosso fim é auxiliar, dentro de nossos limites, aqueles que desejam conhecer melhor a fé católica, crescer na vida espiritual e aproximar-se da Tradição da Igreja.

Nossa identidade é católica, apostólica, romana e mariana. Professamos a fé da Igreja una, santa, católica e apostólica, expressa de modo solene no Credo Niceno-Constantinopolitano. Reconhecemos a autoridade legítima da hierarquia da Igreja e não aderimos ao sedevacantismo, ao cisma ou a qualquer ruptura formal com a Sé de Pedro. Ao mesmo tempo, entendemos que a fidelidade católica não se confunde com aceitação acrítica de tudo aquilo que, em matéria prudencial, pastoral, disciplinar ou opinativa, pareça obscurecer, enfraquecer ou contradizer a fé recebida.

Para nós, a Tradição não é uma moda, uma estética ou uma preferência de grupo. A Tradição é a fé recebida de Nosso Senhor Jesus Cristo, transmitida aos Apóstolos e guardada pela Igreja ao longo dos milênios. Ela é patrimônio vivo da Igreja e critério seguro contra as novidades que deformam a doutrina, a moral, a liturgia e a vida cristã. Por isso, buscamos amar e estudar aquilo que a Igreja sempre ensinou, sempre guardou e sempre venerou.

Distinguimos, contudo, a Sagrada Tradição das legítimas tradições eclesiais. A Tradição Apostólica pertence ao Depósito da Fé e não pode ser alterada. Já as tradições eclesiais, costumes, práticas devocionais, disciplinas e expressões históricas da vida católica possuem graus diversos de autoridade e permanência. Todas devem ser respeitadas segundo sua natureza, mas sempre discernidas à luz da fé recebida.

O espírito do Ave Maris Stella é promover a santificação própria e auxiliar, tanto quanto possível, a santificação do próximo. Queremos favorecer a leitura, a formação, o estudo da doutrina, a prática das virtudes, a devoção mariana, o amor à liturgia, o zelo pela moral católica e o combate aos erros que ameaçam as almas. Não somos um ambiente meramente social, nem uma comunidade construída sobre conversas vazias, vaidades pessoais ou panelinhas fechadas. A fraternidade cristã é importante, mas deve estar ordenada à verdade, à caridade e à edificação.

Este apostolado não é liberal, permissivo ou indiferente. Não é lugar para normalizar o pecado, relativizar a doutrina, zombar das coisas santas ou transformar a fé em opinião pessoal. Também não é uma ditadura de caprichos humanos. A existência de regras, correções e limites não nasce de desejo de controle, mas da necessidade de preservar um ambiente católico totalmente saudável. A verdadeira caridade não consiste em permitir tudo, mas em ordenar tudo ao bem das almas, a fim de servirmos todos a Cristo, na Pessoa do Pai e no Espírito Santo.

Sabemos que o Ave Maris Stella pode ser mal compreendido e alguns nos acusam de rigorismo; outros, de cisma; outros, de autoritarismo. Tais acusações frequentemente nascem de desconhecimento, ressentimento ou incompreensão sobre a natureza de um ambiente católico que deseja preservar ordem, reverência e fidelidade. Nosso compromisso, contudo, não é agradar a todos, mas servir à verdade com caridade, prudência e firmeza.

Sob o patrocínio da Santíssima Virgem Maria, Estrela do Mar, pedimos que este apostolado seja instrumento de formação, conversão, perseverança e santificação. Que aqui ninguém busque glória própria, domínio sobre os outros ou triunfo de vaidades pessoais, mas sim a honra de Deus, a defesa da fé católica e o bem das almas.

Ave Maris Stella.

Credo in unam, sanctam, catholicam et apostolicam Ecclesiam.

u/SaintPaulApostle — 6 days ago

A raiz de todos os vícios

São Gregório Magno chama à soberba a rainha, mãe e raiz de todos os vícios. Por isso não a conta entre os sete pecados capitais, que, segundo ele, são: ambição, cobiça, gula, luxúria, preguiça, inveja e ira. Chamam-se estes vícios capitais por serem como que as raízes donde brotam todos os demais.

Por que não enumera São Gregório a soberba entre os pecados capitais? É Santo Tomás quem nos explica a razão de tal procedimento: “A soberba poderia considerar-se como um vício à parte, e ser assim contada entre os pecados capitais; mas neste caso não se chegaria a ver bem a influência universal que exerce em todos os outros vícios, sendo, como é, a fonte inesgotável e um caminho seguro para eles”. Por isso não se lhes pode comparar, mas deve ocupar um lugar distinto para melhor se diferenciar deles. […]

Com razão, pois, dizia o velho Tobias a seu filho: ”Nunca consintas que o orgulho domine o teu coração, ou tuas palavras, porque toda a ruína teve nele a sua origem.” (Tb 4,14)

>Victor Cathrein, S. J. (1845-1931). A humildade cristã. Governador Valadares: Edições Virtus, 2020. p. 38-39, grifo nosso.

u/SaintPaulApostle — 10 days ago