Recomendaçao de barbearia
Problema: tem que estar no Campolim ou próxima e não pode ser caro pra caralh@
Problema: tem que estar no Campolim ou próxima e não pode ser caro pra caralh@
E Medicina de Precisão? Vc faz?
Ando bem frustrado e gostaria de saber se isso serve para outros colegas também.
Durante o internato vi muitos dos meus professores e residentes sendo uns cavalos da p* com os pacientes e sempre que eu via a cena eu pensava "Cara, eu nunca vou ser assim, que feio".
Pois bem, talvez eu esteja me tornando exatamente um deles.
Faço Oftalmologia num serviço de alto fluxo, sou R1 e sou extremamente grato pela oportunidade, porém, principalmente devido ao PS sinto que minha paciência tem beirado à zero.
Exemplos:
- Paciente vindo no PS com queixa "imbecil" e querendo um atendimento premium e falar da vida.
- Paciente não aderente ao tratamento.
- Paciente/acompanhante fazendo show
- "Dr está demorando muito!!!" - um homem de 30 anos falando isso ao lado de 100 pessoas esperando, a maioria idosos.
Enfim, percebo que minha paciência tem esgotado e me sinto sempre prestes a dar uma patada. Tenho tentado me corrigir mas está difícil.
Vcs se consideram bem tranquilos ou chegam a ser grosseiros algumas vezes?
Pessoal, apenas uma dúvida médica de alguém que se interessa pelo meio do fisiculturismo sobre perícia de causa mortis.
Estou fazendo Oftalmologia e perdi um pouco da prática médica clínica.
Recentemente Gabriel Ganley, fisiculturista de 22 anos morreu e em grande maioria falou-se que a causa da morte havia sido hipoglicemia por conta de uso incorreto de insulina.
Porém, em AO divulgado pelo G1 a causa mortis veio como cardiomiopatia hipertrófica.
Minha dúvida é:
- É impossível (imagino) saber a glicemia no momento exato da morte (ele já estava morto há mais de um dia quando foi encontrado), logo, como afastar essa possibilidade?
- A cardiomiopatia hipertrófica não pode ter sido apenas um "achado"? Visto que ela pode ter causado uma arritmia seguida de PCR, como afirmar que ela foi a causa definitiva?