Odeio o IAMSPE- sou residente e desrecomendo
Sério … se puderem escolher, não venham pra cá
Muito concursado preguiçoso
Tocacao pra caralho
Ambiente tóxico Ru ruim
Tem muita residência melhor a se fazer em sp
Sério … se puderem escolher, não venham pra cá
Muito concursado preguiçoso
Tocacao pra caralho
Ambiente tóxico Ru ruim
Tem muita residência melhor a se fazer em sp
A carreira na medicina BR é tipo torcer pro hexa.
A gente acredita todo ano, estuda pra porra, se fode inteiro, e no final é sempre "foi quase", "ano que vem", "dessa vez vai"
Você até pensa em vazar do time, mas tá lá sempre torcendo por ele, pra no final vir só mais uma decepção e vc ser mogado por uma loirinha.
Essas duas especialidades são conhecidas pelas longas jornadas de trabalho e alta complexidade, agora pergunto ao pessoal do sub, existe alguma forma de ter qualidade de vida nessas especialidades? Vale a pena seguir carreira nelas?
O que dá base científica para a existência da entidade "fibromialgia"? O que observamos, com base em consensos e critérios diagnósticos categóricos, como o ACR 2016 seria o quadro de dor generalizada associada a sintomas como fadiga, sono não reparador, sintomas cognitivos, cefaleia, dor ou cólica abdominal e depressão. Também observamos nestes pacientes catastrofização e pensamentos desproporcionais acerca da gravidade dos sintomas e tempo e energia gastos excessivamente dedicados aos sintomas. Tem gente cuja fibromialgia vira a própria identidade da pessoa após o diagnóstico. Que outra condição parece se encaixar perfeitamente em tudo isso? Transtorno de sintomas somáticos com dor predominante.
Será que não seria mais benéfico fazer psicoeducação, explicar realmente sobre o quadro e sua origem neuropsíquica, não minimizando o sofrimento que é real, estimulando a psicoterapia e bons hábitos de vida como atividade física em vez de ficar rotulando como uma doença reumatológica e entupindo as pacientes de duloxetina mesmo na ausência de melhora?
Sendo uma especialidade fechada e dependente de grupos, realmente há diferença prática, em termos de carreira, fazer residência de oncologia em serviço SUS ou particular? Pensando em absorção, oportunidades...
Observação inicial: quando digo 'IA' não me refiro somente às LLMs: pode incluir robótica e correlatos. Pode haver alguns erros de concordância por falta de atenção e bastante sono. Peço gentilmente que relevem...
Confesso que anteriormente eu era bem cético, mas, conforme o tempo foi passando, essa tese de que a IA generativa é só "fogo de palha" me parece cada vez mais distante.
Vou elaborar meu pensamento em uma sequência de afirmações, de modo que as afirmações anteriores ajudam a justificar as afirmações posteriores.
A primeira afirmação: acho que a substituição dos empregos pela IA é uma questão de "quando" e não "se".
Pense nos anos 2500 DC: se nós, humanos, estivermos aqui, você não acha que a medicina (e todas as áreas) não vai ter sido substituída pela IA? Me parece extremamente razoável pensar que sim. A discussão portanto muda: quando vai ser esse ponto de virada? Quando vai ser o ponto onde a qualidade da IA vai ser melhor que 50% dos profissionais? e 90%? e 99%? Veja que "melhor" nesse sentido é bem discutível, mas consideraremos isso em um momento posterior.
A segunda afirmação: acredito que a substituição dos empregos será mais rápida do que muita gente pensa.
Veja o modelo de IA 'Claude Fable' que foi lançado: ele teve que ser 'nerfado' em áreas como cybersegurança, biologia, desenvolvimento de IA com receio que usuários poderiam usá-lo para fins maliciosos, e, mesmo assim, o governo americano bloqueou o seu uso para usuários comuns, apenas liberando após muitas modificações. Sim, eu sei que existe muito 'hype' criado para gerar mercado e investimento, para que as pessoas comentem, para que saia na mídia; mas eu não acho que seja SÓ isso.
Os própios EUA utilizaram IAs generativas em software como da Palantir em operações militares, como na Venezuela e Irã. Eles não usariam algo que é puro "slop".
Hoje existem empresas que contratam médicos top tier para basicamente 'adestrar IAs'. A empresa cria uma simulação de uma consulta (ou outro cenário) e o médico rotula as respostas da IA, gera outputs, etc; para, no fim, isso ser usado para treinar e melhorá-la. Eis um exemplo. Acredito que é questão de tempo até eles criarem um corpus muito robusto de dados para alimentar satisfatoriamente as IAs.
A DeepMind da Google foi o laboratório da empresa que criou o AlphaGo vencendo, pela primeira vez, o campeão mundial de Go, e também criou o AlphaFold, resultando inclusive num prêmio Nobel visto o avanço na previsão de estrutura tridimensional de proteínas. Eles estão focando, agora, em modelos de IA especialistas em medicina, como o medgemma. Vendo o sucesso deles em P&D de IA, não acho que eles vão empacar e ter grandes dificuldades em melhorar cada vez e rapidamente esses modelos.
A terceira afirmação: tentativas de resposta como "IA não tem empatia" e correlatos não são fortes argumentos.
Um paciente se preocupa fundamentalmente com 2 questões: eficácia e preço. Ele quer um médico eficaz para resolver o seu problema e com o menor preço possível. A empatia e outros coisas têm uma importância menor.
Pense o seguinte: você quer consultar um médico de uma especialidade X e existem duas opções: a) um médico ultra babaca, mas é bom e barato ou b) um médico muito simpático que te trata igual um rei, mas é mais caro e menos eficaz no diagnóstico e tratamento dos problemas; qual você escolhe? Chuto que a maioria escolheria a opção "a".
Esse exemplo do parágrafo anterior serve para ilustrar que isso relacionado a empatia parece tudo papo furado de quem está querendo negar o óbvio. Não digo que empatia não é importante, mas não é o ponto principal da escolha de um médico.
Outra questão é que a IA consegue emular uma empatia, se bem treinada. Obviamente não é algo "sincero" pois uma IA não é um ser humano consciente, mas parece ser e isso em muitos casos é suficiente.
A quarta afirmação: à médio-longo prazo, nenhuma regulação poderá sustentar os empregos.
As pessoas poderiam argumentar: "mas existe o Ato Médico", "mas precisa de diploma", "o CFM não vai deixar isso ocorrer assim", etc. Isso pode ser eficaz no curto prazo, mas não no médio-longo. No Brasil não conseguiram nem peitar de maneira eficaz as uniesquinas distribuindo 'diproma' de médico pra quem não sabe nem o que é uma escápula, quem dirá peitar esses gigantes trilionários.
Pense também que vão existir países que não vão se preocupar com isso. A China é basicamente uma tecnocracia e os EUA estão caminhando para ser uma graças à grande influência dos techbros na política americana. Eles não vão se preocupar (não de maneira considerável) com empregos ou algo assim, mas simplesmente com a eficiência fria.
Ademais, e alguns países liberarem, as populações dos outros países iriam pensar "pq eu não consigo ter isso no meu país? Por causa de uma lei 'arbitrária'? Bora derrubar isso então". Além de que, não abraçar essas tecnologias é ficar pra trás, o que poderia ser muito grave ao país num mundo ultra competitivo.
Em suma, minha visão é que não vai sobrar pedra sobre pedra... Aproveitem os últimos (10?) anos. Em breve seremos todos receptores de renda básica universal.
Eu fui marcar uma consulta com um "psiquiatra". Achei o guri muito novo e resolvi conferir o CRM, pois tbm alegava ser doutorando em psicofarmacologia.
Resultado: apareceu um outro cara, mas com o mesmo nome desse suposto psiquiatra; sem RQE e formado em uma universidade diferente da que ele alegava
Fui perguntar a ele sobre isso e levei ghosting
O que fazer??
Como um verdadeiro antiwoke, detesto o feminazisno marxista. (A infecção marxista destruiu o feminismo por dentro, transformando a real luta feminina por direitos, numa militância política suja e comunista).
Mas como um conservador pensante, reconheço:
Muitas das agressões a médicos em pronto socorro estão carregados de sexismo.
As vítimas principais são mulheres e outros gêneros, ou mesmo homens, com aspecto de vulnerabilidade e fragilidade.
Homens com aspecto mais soturno, sérios, mais altos, e mais fortes, raramente sofrem agressão.
Portanto, pessoas mais vulneráveis e sujeitas a agressão, são aquelas com aspecto submisso, frágil, ou femininas.
Essa situação também ocorre em assaltos e outros crimes. (O que também é importante para homem em situações de violência: se você for um homem com aspecto masculo, fique esperto: se confrontado no PA, ou em assalto, geralmente o agressor está armado - facas, ou armas de fogo - e portanto você deve ter o cuidado redobrado. Homens raramente são confrontados por agressores com mãos nuas).
Infelizmente, pessoas com graus diferentes de vulnerabilidade, tem que desenvolver técnicas de relação médico paciente diferenciadas, tentando reduzir os riscos de agressão.
Mulheres: deixem a porta aberta, sempre tenham obstáculos entre você e o doente/família (mesa, ou bancada), nunca levantem a voz, e se afastem rapidamente em caso de perceberem a tensão dutante o atendimento.
Em situações de crise, busquem a proximidade de outros membros da equipe, principalmente seguranças, ou homens colegas.
A equipe de atendimento deve ter um protocolo de comportamento em crise/ confronto com paciente/familia.
LEMBREM-SE:
Medicos(as) NUNCA VENCEM uma discussão.
Em tempo de celulares com câmeras ubiquos, e vídeos facilmente editáveis, será você, e somente você, que estará viralizando na internet, aos gritos nos corredores do PA.
A única forma de um médico vencer uma discussão, é não participar dela. Nunca levantar a voz, ficar calado e se afastar da zona quente.
Estudo em uma Universidade do top 3 (USP, Unesp ou Unicamp) e faço algumas coisas paralelamente à graduação - trabalho à noite para juntar uma grana, publico alguns papers quando consigo, faço musculação 4x/semana e lidero/participo de algumas extensões/atividades extracurriculares da graduação. Para mim, é um sufoco conciliar essas coisas (e olha que não participo de atlética, não vou a festas etc.).
Sinto que tenho negligenciado bastante o meu estudo para a Medicina, isto é, consigo ir relativamente bem nas provas, estudando o necessário e me desesperando nas vésperas para dar um gás. Sou um aluno medíocre, mediano.
Queria conciliar melhor essas coisas com os estudos pros steps ou com os materiais para a residência no Brasil (vários colegas de turma já estão nessa pegada). Estou no 5o ano da Faculdade e tenho sentido a água bater na bunda. Considero que tenho um currículo bem legal, mas não do jeito que eu gostaria (às vezes me sinto uma farsa). Venho de uma família pobre, então não posso jogar tudo para o alto.
Há alguns anos recebi o diagnóstico de TAG e TDAH leve. Uso o Voextor de 10mg, Atentah de 18mg e Ritalina de 10mg sob demanda (raramente uso). Sinceramente, essa muleta farmacológica me ajuda muito, mas tenho uma impressão de que está beem mal otimizada Kkkkk
Eu falei pro Psiq que tenho muito problema com procrastinação, que eu enrolo muito para fazer as coisas (já fiz terapia e já usei atentah em dose máx, mas não tankei os colaterais). Me passou o Voextor de 10mg pq era pró-cognitivo e baixou o atentah pra 18.
O que vocês fazem/tomam para sobreviver ao caos do dia a dia??? Qual a build de vcs para tankar a vida? Admiro mt quem vive no pelo kkkk
Sendo bem direto ao ponto, como saber se estou preparado para determinado tipo de plantão ou não. Quais critérios usariam para começar com segurança e prudência?
Sendo os principais:
Enfermaria
Sala vermelha
UTI
Se liga nessa glr, tava lá pelo 5° sono, quando me acordam as pressas. Tem alguém passando mal no prédio, mandaram chamar o médico. Visto a blusa em 2s e vou lá. Quando chego já tem um senhor conhecido em cima de um adolescente que devia ter por volta de 16 anos. Esse senhor, um farmacêutico antigo da rua, começa a fazer todo tipo de bizarrice no menino, que provavelmente teve apenas uma síncope por desidratação. Vou tentar colher os sinais vitais. O farmacêutico mal deixa. O cara tá brilhando, aquele é o dia de glória dele. Ao redor o Caos, mãe gritando, vizinhos em polvorosa. Já tava desconfortável com a situação. Porque o homem simplesmente não me deixava fazer NADA. Virei o técnico dele. Fiquei mais tranquilo quando consegui ver que o menino ainda tava consciente. Assim que outra médica do prédio chegou se apresentando, me distanciei um pouco e meti o pé. Fiz errado? Senti que minha presença ali não era desejada, porque já tinha um "médico" mais experiente. Não entendo essa tara da galera de "brilhar" nesses momentos, principalmente podendo colocar uma vida em risco.
Com todo esse papo do IAMSPE que rolou recentemente, me veio a curiosidade de saber como é essa questão Brasil afora.
Todos sabemos que essas coisas acontecem nos mais diversos programas de residência médica, mas e na sua? Acontece muito? Já aconteceu com vc? Te xingam só quando vc faz merda ou te xingam de graça? É de boa ou é pesado? É um programa grande ou mais de interior?
Vamos compartilhar experiências!
Lembram do Post que eu desisti da residência de Ped para ir para radiologia? . Simplesmente hoje num dos estágios que preciso cumprir até sair, uma mãe quase me bateu e esbravejou na minha cara que o filho dela tinha que internar e ele estava bem, faltou me agredir porque ia dar alta para um menino em bom estado geral, saturando 96% com uma IVAS, sem sinal de desconforto respiratório, sem febre há 4 dias, ausculta limpa e aceitando dieta com solidos e liquidos. Ficou gritando aqui no corredor que é por isso que as crianças levam alta e morrem. Eu fiz mais de 3 reavaliações, solicitamos exames de sangue e raio x porque sabíamos que ela não ia sair contentada sem exames, adivinha? Vieram normais e mesmo assim ficou ligando para o marido e a mãe dela reclamando do pessimo atendimento e que pasmem, oferecemos canja de galinha no PA e o filho dela não come canja! Que absurdo! Meu chefe hoje conversou comigo e segunda assino os papeis. Estudei tantos anos para ser humilhada assim, não dá mais, e agora aqui estou eu chorando igual uma criança no consultório por tamanha humilhação.
Vejo muita gente cagando nele ( com razão em alguns aspectos ). Mas queria abrir uma discussão mais equilibrada sobre a figura dele.
O ponto positivo, na minha visão, é que ele toca em temas que muita gente na medicina evita: saturação do mercado, abertura desenfreada de faculdades, ilusão com plantões, falta de educação financeira e dependência exclusiva da renda médica. Para um estudante ou recém-formado que ainda está no modo “qualquer médico ganha muito”, esse choque de realidade pode ser útil. Ao mesmo tempo, acho que vale separar algumas coisas. Uma coisa é alguém ter experiência prática e uma visão forte sobre carreira médica. Outra coisa é transformar essa visão em pessimismo absoluto.
O problema é que o choque de realidade pode virar um filtro excessivamente negativo. Às vezes o discurso parece sair da crítica legítima para uma conclusão mais ampla: a medicina está degradada, o sistema está contra você, o Estado te rouba, os investimentos tradicionais são insuficientes, o médico comum é ingênuo, clínico vai ganhar "pouco" e médico funcionário será escravo. Isso pode ser útil para acordar algumas pessoas, mas também pode gerar ansiedade e distorcer a tomada de decisão de quem ainda está no começo.
Sinto que existe uma exarcebação na visaão geral das coisas pra tentar vender a consultoria.Esse é o ponto em que eu acho que o Solon deve ser consumido com filtro. Ele parece bom como provocador. O mérito dele é tirar o estudante e o médico da fantasia.
"Eu amo MFC e é isso que eu quero!" Tudo bem! Mas você sabe que é pouco valorizada? Você sabe da demanda do MFC no dia a dia?
"Eu amo anestesia" - Show, que você seja um anestesista nota 10, mas você sabe que vai ter que dar plantão (e muitos)? Mas a tal da clínica da dor? Empreender é difícil e muitos outros também têm essa ideia.
"Vou fazer radio porque a perspectiva é boa, a residência é tranquila e vou ganhar dinheiro" - Tudo bem, mas você gosta de analisar as imagens? do pouquíssimo contato com paciente, do trabalho de "funcionário" da rádio, empreender é difícil e arriscado, será que a ideia de clínica de USG vai dar certo? E a radiointervenção? É muito fechada, tem muito intervencionista complementando renda com telelaudo.
"Sempre quis neuro, vou ser neuro e voltar pra minha vila de 550 habitantes"
Clássico também
Existem muitas posicionamentos legais que eu gosto: criar uma reserva de emergência bacana em especialidades que atingem o teto rápido, cautela na escolha da residência, evitar pós graduações pois não são diferenciais embora seja ético e legal, não escolher só por renda e não escolher só por "afinidade".
Acho que o problema é você literalmente engolir tudo que o cara fala, aí não tem jeito, você cai em Uro, Plástica, Vascular, Psiquiatria e Dermato e as outras queridinhas.
Um vídeo que eu vi dele que me fez pensar nisso foi o "Bate-Papo: O que ninguém te conta antes de escolher sua especialidade". Achei muito bom. Nesse vídeo esse parece o Solon mais próximo da realidade do que o Doutor Urologista Vascular Plástico
Enfim, a melhor forma de consumir esse tipo de conteúdo talvez seja ouvir com atenção, usar como alerta e depois comparar com a realidade de médicos de diferentes áreas, cidades e gerações. O Solon parece menos importante pelas respostas que dá e mais pelas perguntas que obriga a fazer.
Olá, galera
Só uma dúvida rápida mesmo, quando vocês estão estudando, selecionam questões de até quantos anos antes do ano atual? Fico com receio de fazer questões muito antigas e não válidas, uso o qbank do medcof
Passando aqui pra falar sobre alguns dados que coletamos de nossos jogadores. Apesar de ser um jogo, acho que existem ponderações a serem feitas e talvez dê pra ter uma base de como a galera entende certas matérias. Infelizmente, não temos a capacidade de fazer uma estratificação exata (se eles são formados, recém formados, especializados, se estão no ciclo clínico ou não, etc…) dos nossos jogadores, mas temos impressões de certas coisas.
A área que mais erram no nosso jogo é a hematologia, as questões de hemato geralmente ficam com 50-60% de acerto, quase que independente do quadro, como eu imagino que a maior parte dos nossos jogadores sejam universitários, faz certo sentido, existem alguns exames mais específicos da área e que geralmente “entregam”, mas a gente tem noção que os nossos jogadores não são obrigados a saber. A gente talvez tenha pesado um pouco em hemato pq temos entusiastas dela no time.
Curiosamente, reumato não tem um índice tão ruim, cerca de 73-87%, talvez pq os quadros sejam mais reconhecíveis na parte clínica e exame físico. E também a amostragem é menor, foram poucas questões. Espondilite anquilosante chegou a 89%, a galera foi bem.
Agora, vamos para as queridinhas que a galera acerta muito, cardio, pneumo e epidemiologia. Essas no geral ficam com 80% pra mais quase sempre e a galera acerta no geral em 2 vinhetas com tranquilidade. Tem uma questão de pneumonia adquirida na comunidade que ficou com 95% de acerto
Fato curioso: a menos acertada teve 51% de acerto, um linfoma. Outra com baixo acerto foi um abscesso, 55%, não sei dizer se é pq as vinhetas ficaram meio dúbias ou não levamos em conta outros diagnósticos, enfim, vivendo e aprendendo.
Bom, por hora é isso se quiserem testar só lançar hipotle.com.br e sigam a gente no insta @hipotle.oficial. Postamos diariamente as estatísticas de erros e acertos e provavelmente faremos um post com gráfico de número de questões diárias com base em área e erros e acertos nelas. Aé, também começamos a adicionar imagens nas questões. Se encontrarem algum erro por favor reportem, seja no e-mail ou no botão de report lá!!!
Sério que existe isso? Tava falando com um colega que formou cmg há 5 anos e até hoje não tem plano de saúde. Atualmente pago 470 reais na Unimed. Vcs pagam quanto?
Uma das coisas que me tira do sério é psicólogo dando pitaco em coisa que não entende, o que não é raro. Caso ilustrativo de hoje, mas que é relativamente comum na prática: paciente com TAG moderado, fiz psicoeducação, indiquei TCC, iniciei monoterapia farmacológica. Paciente volta dizendo que nem começou a medicação porque a psicólogia de abordagem humanista disse que era um remédio muito forte, que a paciente ia ficar dependente daquilo pela vida toda e que foi imprudência do médico passar uma coisa tão forte. A medicação em questão era escitalopram!!!!
Muito se fala da escolha da residência mas pouco se fala de como a pessoa se sente após acabar CG e está na ânsia da sub.
Rola insegurança de não passar?
Rola insegurança de não trabalhar num lugar decente?
Se arrependeram?
Cansaço por ter que fazer mais 2-3 anos?
Conta pra gente como é esse processo pós CG / pre sub
Tava em dúvida entre CG e Ortop e decidi pela ortop mas é interessante saber melhor disso… conheci um cara que fez CG e passou pra plástica em um hospital privado. Ele tava agoniado na residência de CG - odiava - mas ama plástica e colocar prótese 😂