u/liminha2004

I don't know what I do wrong.

I don't know what I do wrong.

Hello everyone, I am a Brazilian novice streamer (so the print is in Portuguese). I have been living for a few months with some constancy, I do not do it daily because of work and, in addition, I cannot play some games, because my notebook cannot stand running the game and live together. Thinking about it, I invested in a new PC and I hope that this solves the problem and I can play other games, but I don't know if the problem is exactly that, does it make sense? Whenever I live, between 4 and 8 people come in, and I know that at least half are always friends of mine who are there to give strength. I don't know if it's because of the games I play or because I really am not interesting, even though the few times more people and people I didn't really know came in, always interacted well and thanked Live in the end. So I can't tell if the problem is me or the platform that doesn't disclose to me, because of the low number of followers or the games I play aren't the ones of the moment. Can you give me some tips?

u/liminha2004 — 4 days ago

Hoje eu conversei com uma mulher morta (um dos poemas do meu livro oque acham dele?)

"Hoje eu conversei com uma mulher morta.

Não, ela não tinha a pele caindo ou uma ferida aberta, exposta.

Então não me pergunte como eu sei de sua situação vital.

Não me pergunte como sei que ela também está morta.

Como dizem por aí: um doido reconhece o outro.

E, da mesma forma, um morto reconhece o outro.

Nós sentamos à mesa e trocamos poucas palavras.

Nada foi dito sobre a falta de vida em cada um de nós,

mas estava tudo ali — implícito.

Num sorriso forçado.

Numa tentativa de otimismo.

Em nenhum momento dissemos o que nos matou de fato,

o que arrancou a vontade de viver.

Mas, de alguma forma, sabíamos.

As dores passadas.

As cores já não tão vibrantes.

A pressão da existência.

O simples fato de existir.

A vida tem dessas:

ela mesma nos tira a vontade de experimentá-la.

Mas sabe de uma coisa?

Tão forte quanto eu acredito na minha morte,

eu também acredito que coincidências não existem.

E encontrar outra pessoa morta,

conversar, pensar, refletir —

por mais contraditório que pareça —

me faz acreditar que talvez a vida ainda valha a pena sentir.

Espero que amanhã eu acorde

e, dessa vez, de verdade,

eu sinta vontade de sorrir.

Por que hoje eu conversei com uma mulher morta."

Ele passou por umas revisões para o livro mas a base é a mesma.

u/liminha2004 — 5 days ago