



Artista disponível para trabalhos — Capas de Livros e Criação de Personagens
Estou disponível para trabalhos de ilustração de capas de livros e projetos de fantasia. Caso tenha interesse, é só me chamar.




Estou disponível para trabalhos de ilustração de capas de livros e projetos de fantasia. Caso tenha interesse, é só me chamar.
Como escrever algo sobre a luz e as trevas sem um lado parecer estúpido
Exemplo a sombra é somente coisas ruins e a Luz e tudo de bom e puro
Ou
As trevas são o progresso da necessidade da evolução (A batalha pela sobrevivência do dia a dia a caça de alimentos por exemplo ) e a luz é o desejo de uma utopia irrealista/inaplicável
Queria ideias de como criar divindades(Ou algo similar)
Um problema bem comum em fantasia (mas também em outros gêneros) é ignorar como a geografia impacta o desenvolvimento e a historia das cidades e vilas. Muitas vezes, o autor só enfia a cidade em um lugar aleatório, ou uma parte do mapa que tá meio vazia, e é isso. Mas seguir uma lógica mais realista para escolher o lugar de um povoado deixa o seu mundo mais crível, e te da um monte de contexto e história sobre o povoado de graça.
Enfim, um caso bem comum: cidades surgem em locais em que uma jornada requer alguma logística adicional.
Quando pessoas e cargas podem só ir seguindo, tem poucos motivos de parar e se estabelecer ao longo da rota. Agora, quando a própria geografia força os viajantes a parar, atravessar alguma coisa, trocar de forma de transporte, mudar de direção, infraestrutura acaba se acumulando em volta desse problema logístico. São necessários armazéns, docas, hospedarias, guardas... As pessoas que trabalham nessa logística precisam de casas, comida, entretenimento.
Alguns exemplos de locais que poderiam gerar uma cidade: corredeiras em um rio, lugar em que o rio é mais raso e permite travessia fácil, confluência de dois rios, uma baía protegida das ondas e do vento...
O obstáculo em si não cria a cidade. O que cria a cidade é o trabalho necessário para superar o obstáculo. Corredeira sozinha não faz cidade. Corredeira + muito tráfego que precisa descarregar -> armazenar -> transportar por terra -> carregar em outro barco faz.
Chicago é um exemplo disso na vida real. Você tem um enorme sistema navegável que são os Grandes Lagos. E tem o rio Chicago que desagua em um dos grandes lagos, e que é separado por uma faixa de terra bastante estreita do rio Des Plaines. Rio esse que eventualmente desagua no Mississippi. E ai, você tem um ponto de transferência natural entre as duas rotas, e uma cidade que cresceu em torno dessa transferência de cargas e pessoas.
São Paulo tem um pouco dessa vibe também. Você tem o porto de Santos no litoral, subida da serra do mar, e São Paulo que fica do lado do planalto dessa transição e depois se torna um nó das rotas terrestres para o interior.
Finalmente, Frankfurt é outra cidade que surgiu de logística. Main é um rio bem grande, e justamente naquela área tinha uma travessia conveniente. Eventualmente, construíram-se pontes, mas as rotas já passavam por ali.
Onde vocês geralmente costumam escrever? Algum app, Google docs ou algo assim?
Escrevo desde 2016 e queria saber se dá para viver disso hoje? Vejo inúmeros autores independente no Kindle e quero respostas.
Estou desenvolvendo um universo fictício de ficção científica contado em um formato semi-verbal/experimental, usando artes de IA contextualizadas, música e narrativa inferencial. Resolvi compartilhar aqui caso alguém tenha interesse.
O projeto funciona quase como uma mistura de literatura visual, curta cinematográfico e worldbuilding audiovisual. A história é contada principalmente através de imagens, ambientação, textos dentro do universo e montagem, em vez de diálogos tradicionais.
O universo se passa em uma Terra invadida por uma civilização alienígena extremamente superior. Mas não é uma história sobre heróis salvando o mundo ou aliens caricatos. É uma narrativa de colapso, desgaste e sobrevivência, focada em como os seres humanos continuam lutando mesmo quando a lógica aponta que não existe mais esperança de vitória.
A série aborda temas como:
Os episódios são curtos e acompanhados por música, mas fazem parte de uma cronologia não linear, onde cada vídeo funciona como uma peça de um quebra-cabeça maior.
Por enquanto só lancei o episódio 1 (“Prólogo”) e a lore inicial do universo, mas tenho muitos outros episódios planejados.
Espero que gostem.
O que fazem quando sentem que um personagem ganha vida fora do seu controle?
Um personagem que teoricamente está preso nas lembranças e diários antigos, mas parece que rouba a cena sempre que aparece.
Em lembranças, eu tenho a sensação que o leitor vai ignorar todos os acontecimentos, só para focar nesse personagem específico.
Olá comunidade, como vão vocês?
Estamos tentando melhorar as regras envolvendo o uso de I.A. nas postagens e precisamos da ajuda de vocês! :D
Temos algumas perguntas referentes ao uso de IA na comunidade, mas queremos suas opiniões de forma geral. Então sintam-se livres para comentar sobre o uso de I.A. como quiserem.
Essa é a chance de vocês mudarem as regras sobre o uso de IA na comunidade!
Muito obrigada pela atenção de vocês! Bjss
(vamos tentar ao máximo responder e ler todos os comentários)
[imagem de Nathan Kuczmarski, disponível em https://unsplash.com/@kucz\]
Formação de grupo para escritores iniciantes, que querem mostrar seus projetos, receber e dar feedbacks, desenvolver sua escrita e livro.
Perca seu medo de mostrar suas ideias, desenvolva seu projeto através de feedbacks, pois como diz George Addair "Tudo o que você sempre quis está do outro lado do medo."
Grupo pequeno com cerca de 5 a 6 membros.
Olá pessoal sou novo por aqui, me chamo Kauan Rodrigues S. e eu estou em busca de opiniões sobre a capa do meu livro poderia respoder algumas perguntas para me ajudar.
1- Olhando assim de primeira vista, você acha que esse livro e de qual gênero?
2- Você acha que essa capa tem cara de IA? se sim me fale por que.
3- Essa capa ficaria bonita na sua estante?
Olá a todos! O título é alto explicativo, mas gostaria de saber a opinião e vocês, que não só escrevem esse tipo de historia, como consomem também.
Alo, sei que pode parecer esquisito, mas se alguém aqui fizesse parte do amino Escritores nos últimos anos, eu sou o Hamato, queria encontrar algumas pessoas desde que o app fechou de uma vez 🥹
Pessoas que não se lembram de mim ou não me conhecem são válidas e bem vindas
Desde 2016 que escrevo início a obra e vai, porém me distraio e começo outra essa brincadeira deu 100 livros inciados com uma média de 150 a 300 páginas cada porém não tenho ideia de como começar a resolver esse problema. Me ajudem PF.
O doutor Henrique sempre levou a sério demais aquilo que os seus colegas sempre evitavam. Enquanto os demais corriam atrás de especializações nobilíssimas dentro da medicina — tal como seu melhor amigo, que abrira um renomado consultório de oftalmologia —, ele mergulhava com dedicação científica no estudo das fezes humanas e nas medicinas proctológicas. Quando viu anunciado na internet um curso intensivo de escatologia, não hesitou: "Enfim, um aprofundamento acadêmico sério", pensou.
Chegou cedo à aula inaugural, de jaleco passado e seu caderno em mãos. Estranhou apenas o silêncio solene do auditório. Nenhum microscópio, gráfico intestinal ou amostras à vista... apenas um púlpito e um sujeito de voz grave falando sobre o livro de Apocalipse.
Henrique então aguardou pacientemente a parte prática.
— Professor, uma dúvida — levantou Henrique, ajustando os óculos com seriedade experiente, seriedade que já examinou coisas piores. — Em que momento entramos na análise laboratorial?
O homem no púlpito fez uma pausa. Olhou com compaixão e respondeu com a traiçoeira confiança de que havia entendido a indagação.
— Meu irmão, após o fim desta parte, falaremos um pouco sobre os sinais dos tempos.
Henrique anotou. "Sinais dos tempos = possível correlação com hábitos intestinais coletivos (?)"
A palestra avançava. Era dito sobre bestas, selos, trombetas, cavaleiros. Henrique já estava inquieto. Sem lâmina por perto, nenhuma amostra, ou odor sequer; o que, para ele, já cheirava mal. Embora não da forma esperada.
"Trombetas? Curioso. Possível correlação com flatulência anal por fermentação bacteriana no intestino grosso." — pensou, enquanto anotava.
— E quanto... à consistência? — insistiu, agora um pouco mais aflito. — Há uma padronização? Escala? Classificação?
Um silêncio constrangedor tomou conta do auditório.
— Consistência… da fé — respondeu o palestrante, com certa hesitação.
Henrique sorriu, aliviado. Finalmente estavam entrando em critérios objetivos. Com o passar das horas, a confusão virou método. Ele começou a reinterpretar todas as coisas inicialmente estranhas:
Os "impios" eram, evidentemente, os pacientes com dieta desregulada. O "fogo eterno" soava como um quadro inflamatório severo. E o "juízo final", bom, esse ele ainda estava tentando correlacionar com algum exame conclusivo.
Ao chegar o intervalo, aproximou-se de um grupo.
— Vocês já tiveram acesso às amostras? — indagou, em tom conspiratório.
— Amostras… de quê? — respondeu um dos participantes, desconfiado.
Henrique hesitou. Pela primeira vez, uma dúvida real atravessou sua mente. Olhou ao redor: sem jalecos, ninguém com luvas, nem com aquela expressão resignada de quem já viu o fundo da condição humana em sua forma mais… concreta. Literalmente.
A ficha começou a cair.
— Isso aqui… — ele engoliu seco. — não é sobre fezes, né?
Um dos homens levou a mão ao peito, visivelmente ofendido.
— Isso é algum tipo de deboche?
— Não, não! — Henrique se apressou, já suando. — Eu sou médico, proctologista, na verdade, e me inscrevi no curso de escatologia justamente pelo aprofundamento técnico…
— Técnico?! — interrompeu a senhora, indignada. — O senhor está reduzindo o estudo das últimas coisas a… a… merda?!
— Últimas coisas, sim! Exatamente! — Henrique se animou, achando que finalmente havia encontrado um ponto em comum. — O produto final, o estágio terminal do processo digestivo, completamente de acordo.
— Chega! — disse o homem, agora vermelho. — Isso é um desrespeito!
— Mas eu tenho artigos publicados! — insistiu Henrique, quase implorando. — Posso citar alguns estudos, classificações, escalas de consistência e cor…
— Segurança! — gritou alguém ao fundo, sem nem entender direito o que estava ocorrendo, porém sentindo que era o momento.
Henrique levantou as mãos, acuado.
— Eu só achei que estávamos falando da mesma coisa!
— Estamos falando do fim da humanidade! — respondeu a senhora, escandalizada.
Henrique parou.
— …ah. — Ele tentou sorrir forçadamente. — Há quem diga que são sinônimos.
Eu andei pensando nisso, e toda vez que alguém me pergunta o que eu faço, eu semore respondo normalmente: "Sou escritor, escrevi dois livros e estou reescrevendo meu primeiro livro" mas no dia que fui fazer uma entrevista para um empresa em um programa de jovem aprendiz, eles entenderam a minha fala como arrogância e acharam que era muito pouco para mim. Isso já aconteceu com vocês? E vocês acham que é realmente arrogância ou só coisa da minha cabeça?
Tentando escrever micro-contos e histórias menores. Essa foi a primeira e gostaria de saber se tá legal.
(moderação eu fiz os outros feedbacks)
Queria saber como outros escritores fazem essa parte do processo. Quando vocês têm uma ideia para uma história, como organizam tudo antes e durante a escrita?
Vocês usam algum aplicativo, caderno, planilhas, Notion, mapas mentais etc.? Como organizam personagens, relações, acontecimentos, worldbuilding, linha do tempo e estrutura da história?
E para quem já tentou usar ferramentas específicas para escrita: o que vocês gostaram e o que sentiram que faltava nelas?
Estou tentando entender melhor como escritores lidam com essa parte de transformar um monte de ideias em uma história organizada, então experiências reais seriam muito úteis.
Não sou formada em nada relacionado com escrita, e sou bem iniciante ainda, mas gosto muito de escrever. Infelizmente, não conheço nenhum outro escritor, e nunca me dei bem es discord essas coisas. Por isso, comecei a usar IA pra ajudar um pouco nas minhas ideias. Mas, o "ajudar um pouco" virou "editar um pouco" e depois "escrever um pouco". Uma hora, eu percebi que não estava escrevendo nada sem IA. Não conseguia, não me sentia confiante. Deixei de lado todos os projetos que estava escrevendo com IA, e vou começar a procurar um curso de escrita e um de português online. Só queria compartilhar um pouco da minha experiência, é vergonhoso que eu fiz isso, mas agora eu me sinto motivada para recomeçar do jeito certo.
Estou escrevendo o meu livro (ou pelo menos tentando) e nos últimos dias tem uma coisa que me fica voltando na cabeça: Toda história prescisa de um objetivo?
Exemplo: Meu livro trata-se de um protagonista e seu desejo de vingança, mas enquanto eu escrevia eu fiquei pensando em porque realmente ele prescisa desse objetivo vingativo, porque ele simplesmente não pode ir vivendo? A vida já é cheia de dramas, alegrias, tristezas e etc, só nisso já há um universo pra ser explorado e desenvolvido.
Óbvio, quando uma trama tem um objetivo claro a ser seguido fica mais facil pro autor manter o fio da meada. O Senhor dos Anéis, por exemplo, tem um objetivo claro: O Anel deve ser destruído e toda trama gira entorno disso. É claro que eu amo a história que Tolkien criou como ela é, mas se ele decidisse em simplesmente contar a pacata vida de hobbit do Condado de Frodo, eu lereia tranquilamente.
Enfim, não sei se fui claro, mas aqui ficam meus pensamentos.
Os R$1k foi com o livro na Amazon(R$800) + Patreon (deu uns R$300)
Tinha começado esse projeto ano passado (inclusive tava sempre por aqui e no server do discord), mas tive uns problemas e os livros ficaram parados por um bom tempo. Há dois meses voltei a trabalhar nisso. Terminei de editar, traduzir e voltei com o lançamento. Não tinha seguidor nenhum (e ainda não tenho kkk) Mas foquei em um nicho bem específico e planejei bem a parte do patreon para ter conteúdo a mais do livro. No fim, as coisas tão dando certo e tive mais retorno (tanto de leitura quanto de dinheiro) do que tive em todos os anos que publiquei livro "sério" de fantasia aqui no BR.
Enfim. Só queria compartilhar essa vitória de começo de jornada e ficar à disposição caso qualquer um tenha alguma dúvida