Image 1 — O Velho e o Pedinte (micro-conto)
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O Velho e o Pedinte (micro-conto)

Tentando escrever micro-contos e histórias menores. Essa foi a primeira e gostaria de saber se tá legal.
(moderação eu fiz os outros feedbacks)

u/RedBr9898 — 1 day ago

Ajuda com sinopse.

esssa sinopse está Ok?
'' Nos campos alagados da Baixada Maranhense, Josimar e Fabiano são dois jovens pescadores de uma pequena vila. Quando os peixes somem misteriosamente, a miséria começa a se espalhar. Aproveitando-se do desespero dos dois, Damião, um velho português, convence-os de que a culpa é de uma velha rezadeira que vive no meio do rio Pericumã — uma bruxa, segundo ele. Tomados pelo medo e pela fome, Josimar e Fabiano decidem sair à sua caça para matá-la — antes que a vila morra primeiro.''

E o que vocês acham que diferencia uma sinopse das demais?

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u/RedBr9898 — 2 days ago

O que acham do começo do meu conto? (É sobre pescadores que tem que matar uma bruxa pra fazer os peixes do rio voltarem)

u/RedBr9898 — 3 days ago

Isso está bom pro começo de um conto? (Primos que tem que caçar uma bruxa pra salvar sua vila da fome)

Tem 1433 palavras.
A história basicamente acompanha Josimar e Fabiano, dois pescadores que, desesperados pela falta de peixe no rio, decidem matar uma suposta bruxa que está amaldiçoando a região. O que eles descobrem é que tem destinos piores que a fome.

u/RedBr9898 — 3 days ago

Escrevi um conto baseado no filme de terror brasileiro ''Trabalhar Cansa''.

Vi esse filme e fiquei bastante intrigado, principalmente como os personagens reagiam no final à >!revelação de que havia um FUCKING LOBISOMEM na parede do mercado. !<

Pensando nisso, escrevi esse conto nomeado ''Horror no Atacadão''. Tem 8 páginas.

A sinopse é: ''Bernardo está prestes a se livrar do emprego que o esgota. Mas antes de conseguir terminar seu turno, dona Silene; sua chefe, tem um pedido estranho para o fim da noite''

Qualquer comentário sobre é bem vindo. Muito obrigado :)

u/RedBr9898 — 14 days ago

Horror no Atacadão.

Olá, me chamo Arcanjo e sou um escritor brasileiro esntusiasta do terror. Escrevi esse conto bastante inspirado no filme ''Trabalhar Cansa''.
A sinopse é: ''Bernardo está prestes a se livrar do emprego que o esgota. Mas antes de conseguir terminar seu turno, dona Silene; sua chefe, tem um pedido estranho para o fim da noite''

Qualquer comentário sobre seria bem vindo e ajudaria a melhorar a escrita :).

u/RedBr9898 — 14 days ago
▲ 15 r/EscritoresBrasil+1 crossposts

Horror no Atacadão. (se voce acha seu patrão fdp, espera pra conhecer a Silene)

Escrevi esse conto inspirado em um filme de terror brasileiro chamado ''Trabalhar Cansa''. Ele está bem curta, cerca de 2796 palavras. A sinopse é: ''Bernardo está prestes a se livrar do emprego que o esgota. Só precisa cumprir o último turno e virar a página. Mas a chefe, dona Silene, tem um pedido estranho para o fim da noite''

Gostaria de receber comentários sobre a escrita em geral :)

u/RedBr9898 — 13 days ago

Isso está bom pro começo de um conto? (uma disputa pra saber quem foi o responsável moral de um suícidio)

u/RedBr9898 — 1 month ago

COMO ESCREVER UMA HISTÓRIA DENTRO DE UMA HISTÓRIA??

Estou começando a escrever um conto chamado ''O Inventário de Roseno Turcato'', e o enredo é basicamente uma disputa entre a viúva e o irmão do falecido onde eles tentam provar que o outro foi responsável pela morte do tal Roseno para assim ficar com a herança (ele se su1c1d0u). A questão é, como eu faço pra inserir as histórias que eles vão contar dentro do texto, no caso uma história dentro da história?

Nunca escrevi nada parecido então não sei bem como fazer.

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u/RedBr9898 — 1 month ago

Busco pessoas pra trocar feedbacks

Isso mesmo que está no titulo. Ambos se comprometem a ler os manuscritos do outro :)

quem tiver interesse, sinta-se a vontade de me chamar na dm

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u/RedBr9898 — 3 months ago

Me enviem na dm seus textos para análise e feedbacks

É isso mesmo que voce leu, mande seu texto na minha dm que eu vou ler e dizer o que achei :)

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u/RedBr9898 — 3 months ago

O quão importante consideram estudar a escrita de maneira teórica para escrever bem?

Gostaria de abrir uma discussão sobre o tema do aprender a escrever. Muitos consideram essencial, pelo menos pra conhecer as convenções da escrita e ter um norte. Outros acham que isso pode engessar a criatividade ou deixar o escritor muito apegado a apenas o que já existe.

Quando falo de estudar a escrita estou falando de ler livros que tragam lições ou ensinamentos mais teóricos sobre estrutura, personagens, trama e etc. (Como por exemplo a 'Poética' de Aristóteles ou os mais "conhecidos" modernos tais quais 'Story' do Robert Mckee e 'Sobre a Escrita' do Stephen King)

Enfim, é preciso ler ou estudar de maneira mais teórica pra escrever bem ou basta a tentativa e erro/consumir de fontes menos densas?

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u/RedBr9898 — 3 months ago

Padrões que notei ao fazer feedbacks.

Ultimamente eu tenho feito muitos feedbacks e recebido muitos textos pra analisar. Conforme eu fui lendo percebi alguns padrões se repetindo, que muitas vezes acabavam tirando o ''brilho'' do texto. (lembrando que é a MINHA opnião de leitor, pois não existe certo e errado na escrita). Então decidi fazer esse post pra saber se há algo que você concorda/discorda e se tem outras coisas que, pra você, enfraquece ou fortalece uma narrativa.
Alguns dos padrões foram:

a) Infodump: em muitas histórias, a primeira coisa que eu lia ao abrir o arquivo era uma parede de textos informando: que mundo era aquele, quem eram os personagens e qual o contexto que eles estavam. Tudo de forma direta, contada e imediata, sem deixar espaço pra inferir algo ou até mesmo antes da gente começar a ter algum tipo de envolvimento com a trama. Sinto que muitos escritores querem situar imediatamente o leitor no mundo/nos acontecimentos, chegando as vezes a interromperem algum momento de tensão pra explicação direta de algo.

b) Pouco espaço pra subtexto: outro ponto é que, talvez pela ânsia de querer fazer tudo entendível, muitos textos explicavam diretamente as emoções dos personagens ou informações que a gente já poderia inferir, o que diminui muito a imersão e o impacto que certos acontecimentos poderiam ter. Muitas informações que geralmente são interessantes deixar implícitas ou no subtexto eram diretamente declaradas.

c) Pouca causalidade entre as ações: alguns textos podem dar a sensação de que muitas coisas acontecem mas a trama não ''avança''. Isso ocorre principalmente pela falta de causalidade entre as ações. Uma informação vem depois da outra, uma ação segue a outra, mas as cenas não parecem andar. Numa história, os eventos precisam ter causalidade pra gente sentir que as coisas estão de fato acontecendo (evento A leva ao B, que leva ao C e por aí vai).

E pra você, o que enfraquece um texto ao abri-lo pela primeira vez?

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u/RedBr9898 — 3 months ago
▲ 12 r/EscritoresBrasil+1 crossposts

FEEDBACK. Sinopse: Um caçador errante percorre o sertão nordestino em busca de criaturas folclóricas

(LEIA O TEXTO E ME PROPONHO A LER O SEU TAMBÉM) Essa é apenas uma parte do texto, caso você tenha se interessado e queira ler o resto (aproximadamente 07 páginas), me chame no PV que eu envio. Lembrando que se você ler as 07 páginas e me fizer um feedback, eu receberei de bom grado um texto seu pra ler e avaliar também :). Aí está o texto:

PARTE I

Dei o último gole d’água no cantil quando o sol atingiu o ponto mais alto. Nem sinal de rio perto. A comida havia acabado há dois dias, e a fome começava a apertar. Olhei pra minha égua e fiquei preocupado. Tava cabisbaixa… nem me cutucava mais como costumava fazer quando sentia sede. Além da estrada, só tinha mato seco, pés de coco babaçu e barro. Mas, segundo o que falaram há quarenta léguas, era só seguir mais quarenta léguas pra achar Oitizal. Acontece que andamos tudo isso e chegamos em outro lugar. Lá, disseram que era só andar mais tantas léguas, mas em outra direção. Agora já nem sei mais quantas léguas eles disseram, nem se tava na direção certa. Mas não podia parar. Parar aqui podia significar a morte, então guardei o cantil no alforje e montei na égua. Ela raspou a pata no chão e seguiu em passos lentos, tão lentos que a gente quase não avançava.
— Calma… já não deve tá muito longe — disse, passando a mão na sua crina. — Se anima, vai.
Mas falar não adiantava. Ela relinchou alto e jogou a cabeça pra cima, protestando. Pensei em cantar a música que ela gostava, mas perdi as palavras quando vi algo no horizonte. Será que tava ficando louco? Esse sol bem que podia deixar um doido. Se as plantas tivessem juízo, certamente endoidariam.  Mas ao invés disso elas murchavam. Até que murchar não parecia tão ruim.
Ajustei os óculos escuros na cara e cerrei os olhos para ter certeza. Numa quase miragem, vi surgir ao longe o que pareceu ser o letreiro de uma cidade. Seria Oitizal, ou estaria novamente a quarenta léguas de distância?
A minha égua tinha a vista melhor que a minha, então nem precisei de esforço para que ela começasse um galope firme em direção à cidade. Um sorriso apareceu quando vi o letreiro com “Oitizal” escrito se aproximando, mas sumiu assim que passamos por baixo dele. A cidade não dava alegria.
As ruas de chão estavam vazias e o mato crescia nas laterais. As casinhas eram de taipa, com uma ou outra tendo o luxo dos tijolos. Conforme avançávamos, percebi o porquê do nome da cidade. Havia um pé de oiti na frente de cada casa. Essas árvores não eram muito bem vistas: faziam muita sujeira e as raízes costumavam quebrar as calçadas. Mas em Oitizal isso era o de menos. Não havia calçadas para serem quebradas, e a sujeira tampouco incomodava. O que um oiti oferece de melhor é a cobertura. Um gato e um cachorro brigavam pela sombra de uma das árvores, e me senti tentado a deitar no meio dos dois pra descansar. Mas tinha que encontrar gente, já que os bichos não iam responder minhas perguntas. Puxei o chapéu para baixo e limpei o suor da testa pra que não entrasse no meu olho. Pelo calor que fazia, julguei que já passava das treze horas: hora da sesta.
— Por isso não tem ninguém por aí — comentei baixo. A maioria das pessoas considera que o hábito de falar sozinho é coisa de gente maluca. Pra mim era o contrário… doido eu ficaria se não falasse. A companhia da égua era boa, mas manter uma conversa ficava difícil às vezes. Essas ruas desertas me deixaram um pouco escabriado. Com tudo vazio, não tinha ninguém pra conversar… ninguém pra interrogar.
As pessoas não estavam na rua, mas olhavam pra ela. Vi uma janela abrir aqui, outra porta ali. Só o bastante pros curiosos verem quem chegou. Mas ninguém ousou sair. Não era só a sesta que os arrastava pra casa.
Mais à frente a rua terminava num boteco. Era um casebre quadrado, pintado de azul e com as janelas bem pequenas, quase no teto. Não sabia se agradecia ou reclamava. Por um lado, era certo que encontraria gente ali: o único lugar em cidades como essa que havia gente toda hora eram os bares. Porém, também fiquei receoso. Nada de bom acontece num boteco, e algo me dizia que esse não seria diferente. Tinha coisa fedorenta ali. Ou será que era o cheiro de mijo de bêbado no pé do muro?
De qualquer forma, amarrei minha égua à sombra de um oiti. Fui determinado a entrar, mas parei na frente da porta pra ver se meu punhal ainda tava na cinta. Ai de mim entrar lá sem ele. Só tinha dois lugares em que eu nunca ia desarmado: os bares e os cabarés. Dei um sorriso quando minhas mãos encontraram a bainha de couro e o cabo de osso. Respirei fundo e entrei.
Lá dentro o ambiente era escuro e mais quente ainda do que do lado de fora. Um silêncio que só era atrapalhado pelo zunir dos ventiladores pairava no ar. Além de mim, tinha outros três peões sentados numa mesa de ferro enferrujado, bebendo cachaça e jogando cartas. Indo ao balcão, passei por eles e baixei o chapéu, mas eles não devolveram o gesto. A atendente era uma mulher de feições gentis, mas que me olhou feio quando cheguei.
— Me dê um copo d’água. E um sorriso pra agradar a vista — disse, tomando assento. O balcão de pedra tava sujo de cerveja seca, e a manga do meu gibão ficou preguenta quando me apoiei. Logo veio a água, mas não tive sorte com o sorriso.
Ela me encarou com desgosto, mas esse gesto já era comum. Bastava notarem minha pele pálida e unhas rosadas que a expressão aparecia automaticamente. Dei um gole rápido, aproveitando a sensação da água gelada descendo. Se não fosse esse alívio, podia jurar que meu corpo ia cozinhar por dentro.
— O senhor não é daqui, né? — ela perguntou, sem me olhar diretamente.
— Não… não sou daqui — olhei pra ela por cima dos óculos. Meus olhos vermelhos geralmente assustavam as pessoas, mas a mulher não pareceu tão impressionada. Essas pessoas que trabalham em lugares meio sombrios são sempre difíceis de se encabular. — Vim de longe… de muito longe.
Ela franziu o cenho e não disse mais nada. Atrás de mim, os homens continuavam no silencioso jogo de cartas, mas algo me dizia que agora prestavam menos atenção na partida do que antes de eu entrar.
— Arrume água pra minha égua também. Está amarrada ali na frente.
Joguei duas notas sobre o balcão. Com um gesto, ela chamou um rapazinho franzino que estava deitado no chão atrás dela, e logo ele saiu com um balde. Até que a espelunca não era tão ruim. Tá certo que o banco era duro e desnivelado, e que parecia que eu tava dentro de um forno, mas se eu começasse a lembrar dos dias dormindo na estrada logo tudo ficava bom. Lembrar da viagem me fez recordar do porquê de eu ter entrado nesse bar pra começo de conversa.
— Aliás… a senhora sabe algo sobre isso? — Tirei do bolso um cartaz dobrado, gasto, mas ainda legível. Abri ele sobre o balcão e estiquei bem para que ela visse.
— Não sei ler — confessou.
— Pois eu leio — limpei a garganta e comecei. — “A quem interessar, a cidade de Oitizal, na figura do prefeito Wilson, estabelece recompensa de trinta mil contos de réis àquele que investigar e dar cabo das mortes estranhas ocorridas na região.”
Assim que eu terminei de ler, senti os olhos sobre mim. Olhei de soslaio pra trás e percebi que os homens agora recolhiam as cartas. Será que me chamariam pra jogar? Eu bem que gostaria. A mulher se afastou e começou a limpar uns copos com um pano que mais parecia sujar.
— O senhor é cangaceiro? — perguntou com cautela.
— Não.
— Então… é um volante?
— Também não — respondi, já aborrecido. De novo era eu a responder perguntas. Parece que ali não ia conseguir nada. — Onde encontro o prefeito?
Ela fez menção de abrir a boca, mas o barulho ruidoso de alguém puxando a cadeira do meu lado a interrompeu. Um galego gordo e bem queimado de sol sentou quase colado em mim. Ele tinha um buraco na alpercata, que fazia seu dedo mindinho ficar parecendo uma salsicha escapando do calçado. Atrás dele seguiram os outros dois, se curvando sob o balcão. Agora as coisas ficariam interessantes…
— Precisam de mais um jogador? — perguntei, olhando o volume do baralho no bolso do galego. — Eu sou bom no truco, no burro, no vinte e um…
Na verdade, ele não parecia querer jogar. Tinha a cara de quem havia saído com muitas mãos ruins, mas algo me dizia que era outra coisa que o incomodava.
— Não. Na verdade, eu queria saber quem é você — ele disse e virou a cadeira pra mim. Suas mãos se fecharam nas coxas. — E principalmente o que faz aqui em Oitizal. 
Mais perguntas pra me injuriar.
— Tá fazendo interrogatório, é? — brinquei com um sorriso, mas ninguém além de mim achou graça. — Não tenho que ficar te dando satisfação, não.
— Tu é bem engraçadinho, né? Mas o que tem de graça tem de desgraça. Nunca vi um homem esquisito assim… todo branco. Parece até que já tá morto — ele levantou uma mecha do meu cabelo e ficou analisando meu rosto. O miserável tava tão perto que dava até pra sentir o bafo de cachaça.

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u/RedBr9898 — 3 months ago

Atualmente coloquei a meta de dar um feedback por dia em textos de outros escritores, pois estou escrevendo uma história agora e sei a dificuldade que é de receber análises de verdade em seu texto. Então se você tem algum texto, um capítulo, prólogo, conto, pode me enviar no PV com a sinopse e número de folhas/palavras, que vou tentar ler todos.

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u/RedBr9898 — 4 months ago