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Dei o primeiro passo.  E agora?
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Dei o primeiro passo. E agora?

Eu acabei de publicar o primeiro capitulo do meu livro no wattpad,fiquei uns 40 minutos na página para clicar em publicar...

Não tenho a prepotência de achar que vai ser um bestseller ou algo do tipo, aliás é meu primeiro livro, mas foi libertador tirar do mundo das ideias algo que vive sem pagar aluguel há mais de 10 anos na minha cabeça. Colocar mesmo que só o começo em um lugar para que outras pessoas pudessem ler, criticar e sentir um pouco do mundo que criei.

Se alguém tiver interesse, é um Fantasy/Dark Fantasy:

"Até onde apostaria seu próximo passo, se o preço fosse uma parte da sua alma?

Para Shion, o mundo nunca foi feito de certezas, mas de probabilidades. Fascinado pela adrenalina do risco, ele descobriu cedo que o acaso é a única força verdadeiramente justa do universo. Mas quando uma anomalia cinzenta e silenciosa começa a devorar o tecido da realidade ao redor de seu vilarejo isolado, as regras do jogo mudam drasticamente. As forças primordiais da Ordem e do Caos estão em colapso, e a única forma de conter o fim do mundo é apostando contra o próprio destino.

Para salvar aqueles que ama, Shion aceita o risco e lança os dados. Ele vence a jogada. Mas no tabuleiro do universo, nenhuma vitória sai de graça.

A cada decisão extrema, a cada aposta máxima para distorcer a realidade, o preço cobrado é o mais devastador: a sua própria humanidade. Enquanto seu braço esquerdo se transforma em obsidiana maciça e sua mente se fragmenta, Shion percebe a terrível verdade por trás de seu poder. Ele não está apenas sacrificando seu corpo; ele está perdendo suas memórias, sua capacidade de sorrir e a empatia por seus companheiros mais leais. Em uma jornada onde ganhar significa se aproximar da frieza absoluta e perder significa a aniquilação total, Shion precisará decidir se restará algo de si mesmo quando a última aposta for feita."

賭けの才 Kake no Sai - O Despertar do Apostador - CAPÍTULO 1: A BRISA ANTES DO VENDAVAL - Wattpad

Inclusive, aproveito o espaço para procurar por profissionais da área, agora que finalmente tomei coragem de publicar 1 capitulo no total de 31 que já tenho pronto, sinto que chegou o momento.

Procuro por Designer / Desenhistas e Editores profissionais ( será pago , dizendo o óbvio).

u/Useful-Paramedic-993 — 2 days ago
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" Erros do cosmos: Lâmina do orgulho " by YanLgc on Wattpad https://www.wattpad.com/story/408540419?utm\_source=android&utm\_medium=com.reddit.frontpage&utm\_content=story\_info&wp\_page=story\_details\_button&wp\_uname=YanLgc

(Me dêem críticas construtivas e dicas pra escrita, adoraria saber oq acham, principalmente a glr que já tem algo publicado, optei por escrever uma novel enquanto ainda não tenho capacidade de desenhar mangas, então eu tentei fazer uma novel bem descritiva que acabe instigando o leitor como um manga msm, espero que gostem)

u/yanLgc — 2 days ago
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Que tipo de vilões vocês gostam ou acham interessantes?

Eu escrevo fantasia e logo logo vou postar minha primeira história, porém eu travei na hora de fazer a vilã, como não vai ser uma história muito grande vai ter apenas uma vilã principal.

Tudo o que eu tenho até agora é que a minha vilã é uma narcisista que jogou o protagonista no fundo do poço por inveja. Queria que ela tivesse mais camadas do que só ser alguém com muito ego.

Não sei se é bloqueio criativo, mas estou fritando meu cérebro nos últimos dias tentando fazer algo legal, por isso eu queria saber o que vocês mais gostam em um vilão? o que é interessante?

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u/Aster-oneiro8356 — 4 days ago

Como vocês nomeiam seus personagens?

Tô tentando fazer o meu protagonista ter um nome marcante e que soe “heroico”, vocês usam algum tipo de técnica pra saberem escolher bem os nomes?

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u/Clean_Mycologist4337 — 4 days ago
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Book Map

First version of the map from by book series. I feel like it needs some polish, but I'm sure how, yet.

All suggestions are welcome.

u/RobDWicker — 6 days ago

Tô odiando tudo no mundo que estou criando

Sinceramente, não sei mais o que fazer!

Estou criando um mundo de fantasia para minha saga de livros, porém tudo nele é clichê. Tudo esta parecendo uma cópia de Game of Thornes e Senhor dos Anéis

Na minha história tem:

Elfos

Anões

Família imperial ditadora e conquistadora – como os targaryen – cujo seu símbolo é um animal fantástico que voa

Luta de bem contra mal

Época medieval

Não consigo fazer nada original! NADA! Todas as ideias que tenho ficam parecendo com Game of Thornes ou senhor dos anéis, não consigo criar nada novo! Nada! E não importa o quanto eu me esforce, não consigo ter criatividade suficiente para criar uma fantasia que alguém possa olhar como diferente.

Todas as minhas idéias são uma bagunça, não consigo organizar elas sem prejudicar uma outra. Sinceramente, não tô aguentando esse mundo que tô criando.

Pra mim, se eu chegar a publicar esse livro, só verei gente falando:

Ah, mais uma história de algum escritor amador nacional copiando Game of Thornes e Senhor dos Anéis! Quanta originalidade!

As vezes penso em desistir de tudo, porém gosto de escrever esse mundo. Gostos dos personagens que criei e tenho muita simpatia por eles, não quero abandonar eles

Porém, desse jeito eu tô seriamente sendo tentado a fazê-lo

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u/Aggressive-Delay-935 — 7 days ago

Estou desenvolvendo um editor de texto "Scrivener" focado no público brasileiro

Olá escritores,

https://manuscrito-gold.vercel.app/

Gostaria de convidar a todos a conhecer o Manuscrito, um editor de texto completamente brasileiro para escrita de contos, livros e histórias em geral.

Existem algumas ferramentas como Scrivener e Reedsy mas, muitas pessoas possuem dificuldade por conta dos preços e idiomas. Por enquanto, vou manter o Manuscrito de forma gratuita para testes.

Além de ser um editor de texto completo, estou desenvolvendo uma feature para cada escritor poder adicionar um editor em seu ambiente, aonde ele poderá ver, comentar e até mesmo editar os seus materiais. Essa é uma ferramenta que estou tentando direcionar exclusivamente para o público brasileiro.

Quero ajudar a fomentar a literatura e a escrita brasileira juntando minhas duas principais paixões que são a tecnologia e a literatura.

Fico a disposição para conversar no privado sobre parcerias, ideias, sugestões e o que quiserem falar sobre a ferramenta. Será uma ferramenta brasileira para brasileiros!

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u/m1nndz — 6 days ago

Uma das criaturas da minha Light Novel Lie: Bloomed

Depois de tantas conversas aqui sobre criaturas e horror psicológico, resolvi mostrar uma das criaturas da minha Light Novel:

O Estalador.

A mandíbula dele se desloca constantemente, e as próprias mãos humanas precisam recolocá-la no lugar à força. Sempre naquele som de osso estalando.

Ele é o único que foi ilustrado até então -- fiquei sem verba pra pagar o restante. Mas futuramente aparecerá os outros.

O que acharam do design? Sentiram algo ao olhar ou só foi um estalo mesmo xD?

u/L_Kael — 8 days ago

Tenho trabalhado em uma narrativa curta com atmosfera mais sensorial do que explicativa.

A ideia não é “contar uma história” no início, mas fazer o leitor sentir antes de entender. Esse é o primeiro trecho:

“Anahi se arrasta da cama… olha o céu nublado… e percebe que, por dentro, está igual.”

Ainda estou testando ritmo, silêncio e construção de tensão. Queria saber: isso te prende ou parece lento demais?

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u/NumerousCoast1198 — 8 days ago

Lancei minha primeira dark fantasy e não faço ideia de como encontrar leitores

Recentemente publiquei meu primeiro livro de fantasia sombria e ainda estou tentando entender como funciona a parte de divulgar algo sendo um autor completamente desconhecido.

O livro se chama “Solares: O Destino de Sten”. A história acompanha Sten, um guerreiro conhecido como Espectro — pessoas alteradas por um poder que aumenta absurdamente a resistência física, mas destrói a mente aos poucos.

O cenário é um mundo desértico e decadente, cheio de ruínas, cidades isoladas e criaturas estranhas. Tentei criar uma fantasia mais melancólica e brutal, com foco em sobrevivência e no peso psicológico dos personagens.

Ainda sou iniciante nisso tudo e obviamente tenho muito para melhorar, mas finalmente cheguei ao ponto de publicar algo em vez de deixar eternamente parado nas ideias.

E sinceramente, estou descobrindo que escrever o livro foi muito mais fácil do que divulgar ele kkkkk.

Então queria perguntar para outros autores indie:
como vocês começaram a divulgar seus primeiros livros sem parecer só spamando link?

Também aceito opiniões sinceras sobre premissa, capa ou apresentação da obra.

O livro está na Amazon/Kindle Unlimited como “Solares: O Destino de Sten”.

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u/Autor_AntonioLima — 9 days ago

Que tipo de criatura realmente deixa vocês desconfortáveis?

Olá novamente pessoal.

Estou escrevendo algumas cenas do Volume 2 da minha Light Novel, e gostaria de saber de vocês que tipo de criatura te deixa desconfortável:

  • Algo que parece humano, mas não é?
  • As que te observam, mas não agem?
  • As que são feitas de conceitos(medo, corrupção, memória, etc)?

As que me dão medo são aquelas te observam e simplesmente não agem quando você tá olhando.

Quero ver a opinião de cada um de vocês! Podem mandar exemplos de filmes, jogos, livros ou até ideias malucas. Vou ler todos os comentários.

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u/L_Kael — 9 days ago
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FEEDBACK. Sinopse: Um caçador errante percorre o sertão nordestino em busca de criaturas folclóricas

(LEIA O TEXTO E ME PROPONHO A LER O SEU TAMBÉM) Essa é apenas uma parte do texto, caso você tenha se interessado e queira ler o resto (aproximadamente 07 páginas), me chame no PV que eu envio. Lembrando que se você ler as 07 páginas e me fizer um feedback, eu receberei de bom grado um texto seu pra ler e avaliar também :). Aí está o texto:

PARTE I

Dei o último gole d’água no cantil quando o sol atingiu o ponto mais alto. Nem sinal de rio perto. A comida havia acabado há dois dias, e a fome começava a apertar. Olhei pra minha égua e fiquei preocupado. Tava cabisbaixa… nem me cutucava mais como costumava fazer quando sentia sede. Além da estrada, só tinha mato seco, pés de coco babaçu e barro. Mas, segundo o que falaram há quarenta léguas, era só seguir mais quarenta léguas pra achar Oitizal. Acontece que andamos tudo isso e chegamos em outro lugar. Lá, disseram que era só andar mais tantas léguas, mas em outra direção. Agora já nem sei mais quantas léguas eles disseram, nem se tava na direção certa. Mas não podia parar. Parar aqui podia significar a morte, então guardei o cantil no alforje e montei na égua. Ela raspou a pata no chão e seguiu em passos lentos, tão lentos que a gente quase não avançava.
— Calma… já não deve tá muito longe — disse, passando a mão na sua crina. — Se anima, vai.
Mas falar não adiantava. Ela relinchou alto e jogou a cabeça pra cima, protestando. Pensei em cantar a música que ela gostava, mas perdi as palavras quando vi algo no horizonte. Será que tava ficando louco? Esse sol bem que podia deixar um doido. Se as plantas tivessem juízo, certamente endoidariam.  Mas ao invés disso elas murchavam. Até que murchar não parecia tão ruim.
Ajustei os óculos escuros na cara e cerrei os olhos para ter certeza. Numa quase miragem, vi surgir ao longe o que pareceu ser o letreiro de uma cidade. Seria Oitizal, ou estaria novamente a quarenta léguas de distância?
A minha égua tinha a vista melhor que a minha, então nem precisei de esforço para que ela começasse um galope firme em direção à cidade. Um sorriso apareceu quando vi o letreiro com “Oitizal” escrito se aproximando, mas sumiu assim que passamos por baixo dele. A cidade não dava alegria.
As ruas de chão estavam vazias e o mato crescia nas laterais. As casinhas eram de taipa, com uma ou outra tendo o luxo dos tijolos. Conforme avançávamos, percebi o porquê do nome da cidade. Havia um pé de oiti na frente de cada casa. Essas árvores não eram muito bem vistas: faziam muita sujeira e as raízes costumavam quebrar as calçadas. Mas em Oitizal isso era o de menos. Não havia calçadas para serem quebradas, e a sujeira tampouco incomodava. O que um oiti oferece de melhor é a cobertura. Um gato e um cachorro brigavam pela sombra de uma das árvores, e me senti tentado a deitar no meio dos dois pra descansar. Mas tinha que encontrar gente, já que os bichos não iam responder minhas perguntas. Puxei o chapéu para baixo e limpei o suor da testa pra que não entrasse no meu olho. Pelo calor que fazia, julguei que já passava das treze horas: hora da sesta.
— Por isso não tem ninguém por aí — comentei baixo. A maioria das pessoas considera que o hábito de falar sozinho é coisa de gente maluca. Pra mim era o contrário… doido eu ficaria se não falasse. A companhia da égua era boa, mas manter uma conversa ficava difícil às vezes. Essas ruas desertas me deixaram um pouco escabriado. Com tudo vazio, não tinha ninguém pra conversar… ninguém pra interrogar.
As pessoas não estavam na rua, mas olhavam pra ela. Vi uma janela abrir aqui, outra porta ali. Só o bastante pros curiosos verem quem chegou. Mas ninguém ousou sair. Não era só a sesta que os arrastava pra casa.
Mais à frente a rua terminava num boteco. Era um casebre quadrado, pintado de azul e com as janelas bem pequenas, quase no teto. Não sabia se agradecia ou reclamava. Por um lado, era certo que encontraria gente ali: o único lugar em cidades como essa que havia gente toda hora eram os bares. Porém, também fiquei receoso. Nada de bom acontece num boteco, e algo me dizia que esse não seria diferente. Tinha coisa fedorenta ali. Ou será que era o cheiro de mijo de bêbado no pé do muro?
De qualquer forma, amarrei minha égua à sombra de um oiti. Fui determinado a entrar, mas parei na frente da porta pra ver se meu punhal ainda tava na cinta. Ai de mim entrar lá sem ele. Só tinha dois lugares em que eu nunca ia desarmado: os bares e os cabarés. Dei um sorriso quando minhas mãos encontraram a bainha de couro e o cabo de osso. Respirei fundo e entrei.
Lá dentro o ambiente era escuro e mais quente ainda do que do lado de fora. Um silêncio que só era atrapalhado pelo zunir dos ventiladores pairava no ar. Além de mim, tinha outros três peões sentados numa mesa de ferro enferrujado, bebendo cachaça e jogando cartas. Indo ao balcão, passei por eles e baixei o chapéu, mas eles não devolveram o gesto. A atendente era uma mulher de feições gentis, mas que me olhou feio quando cheguei.
— Me dê um copo d’água. E um sorriso pra agradar a vista — disse, tomando assento. O balcão de pedra tava sujo de cerveja seca, e a manga do meu gibão ficou preguenta quando me apoiei. Logo veio a água, mas não tive sorte com o sorriso.
Ela me encarou com desgosto, mas esse gesto já era comum. Bastava notarem minha pele pálida e unhas rosadas que a expressão aparecia automaticamente. Dei um gole rápido, aproveitando a sensação da água gelada descendo. Se não fosse esse alívio, podia jurar que meu corpo ia cozinhar por dentro.
— O senhor não é daqui, né? — ela perguntou, sem me olhar diretamente.
— Não… não sou daqui — olhei pra ela por cima dos óculos. Meus olhos vermelhos geralmente assustavam as pessoas, mas a mulher não pareceu tão impressionada. Essas pessoas que trabalham em lugares meio sombrios são sempre difíceis de se encabular. — Vim de longe… de muito longe.
Ela franziu o cenho e não disse mais nada. Atrás de mim, os homens continuavam no silencioso jogo de cartas, mas algo me dizia que agora prestavam menos atenção na partida do que antes de eu entrar.
— Arrume água pra minha égua também. Está amarrada ali na frente.
Joguei duas notas sobre o balcão. Com um gesto, ela chamou um rapazinho franzino que estava deitado no chão atrás dela, e logo ele saiu com um balde. Até que a espelunca não era tão ruim. Tá certo que o banco era duro e desnivelado, e que parecia que eu tava dentro de um forno, mas se eu começasse a lembrar dos dias dormindo na estrada logo tudo ficava bom. Lembrar da viagem me fez recordar do porquê de eu ter entrado nesse bar pra começo de conversa.
— Aliás… a senhora sabe algo sobre isso? — Tirei do bolso um cartaz dobrado, gasto, mas ainda legível. Abri ele sobre o balcão e estiquei bem para que ela visse.
— Não sei ler — confessou.
— Pois eu leio — limpei a garganta e comecei. — “A quem interessar, a cidade de Oitizal, na figura do prefeito Wilson, estabelece recompensa de trinta mil contos de réis àquele que investigar e dar cabo das mortes estranhas ocorridas na região.”
Assim que eu terminei de ler, senti os olhos sobre mim. Olhei de soslaio pra trás e percebi que os homens agora recolhiam as cartas. Será que me chamariam pra jogar? Eu bem que gostaria. A mulher se afastou e começou a limpar uns copos com um pano que mais parecia sujar.
— O senhor é cangaceiro? — perguntou com cautela.
— Não.
— Então… é um volante?
— Também não — respondi, já aborrecido. De novo era eu a responder perguntas. Parece que ali não ia conseguir nada. — Onde encontro o prefeito?
Ela fez menção de abrir a boca, mas o barulho ruidoso de alguém puxando a cadeira do meu lado a interrompeu. Um galego gordo e bem queimado de sol sentou quase colado em mim. Ele tinha um buraco na alpercata, que fazia seu dedo mindinho ficar parecendo uma salsicha escapando do calçado. Atrás dele seguiram os outros dois, se curvando sob o balcão. Agora as coisas ficariam interessantes…
— Precisam de mais um jogador? — perguntei, olhando o volume do baralho no bolso do galego. — Eu sou bom no truco, no burro, no vinte e um…
Na verdade, ele não parecia querer jogar. Tinha a cara de quem havia saído com muitas mãos ruins, mas algo me dizia que era outra coisa que o incomodava.
— Não. Na verdade, eu queria saber quem é você — ele disse e virou a cadeira pra mim. Suas mãos se fecharam nas coxas. — E principalmente o que faz aqui em Oitizal. 
Mais perguntas pra me injuriar.
— Tá fazendo interrogatório, é? — brinquei com um sorriso, mas ninguém além de mim achou graça. — Não tenho que ficar te dando satisfação, não.
— Tu é bem engraçadinho, né? Mas o que tem de graça tem de desgraça. Nunca vi um homem esquisito assim… todo branco. Parece até que já tá morto — ele levantou uma mecha do meu cabelo e ficou analisando meu rosto. O miserável tava tão perto que dava até pra sentir o bafo de cachaça.

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u/RedBr9898 — 10 days ago
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Quarta-capa

Bem-vindos(as) ao Quarta-Capa, o mais novo Clube de Escrita e Literatura!

Começamos esse projeto com a ideia de encontrar pessoas que compartilham do nosso gosto por escrita e leitura para compartilhar ideias, recomendações e pitacos.

Traga seus livros preferidos e os que mais te frustraram; suas histórias de maior orgulho e aquelas que estão travadas, precisando de um empurrãozinho; sua vontade de conhecer o novo e se fazer conhecido(a).

Estamos localizados, inicialmente, nas cidades do Rio e de Niterói, mas os locais dos encontros presenciais vão acompanhar a disponibilidade do grupo!

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u/DanieL_Touchon — 7 days ago
▲ 28 r/Escritores_indies+2 crossposts

Top 25.000 de todo Brasil.

Isso mesmo que você viu no título. Meu livro está alçando essa meta no Amazon, mas preciso de sua ajuda.

Atualmente ele está disponível no Kindle Unlimited ou por apenas R$1,39.

Você comprando me ajuda muito! Mas caso não tenha dinheiro e ainda assim quer ajudar me chame no privado ou aqui nos comentários.

Tenho certeza que essa minha obra irá agradar a muitos leitores de fantasia. 🐦‍🔥

u/Mean_Veterinarian404 — 10 days ago

Muito em breve... Fantasmas do Passado estará disponível. S

O Capitão observou os rostos dos pequenos. Não havia malícia, tampouco medo em suas feições; apenas curiosidade genuína e isso o incomodava.

A estrutura aqui é decente. Eles dominam a forja do ferro, a química e a magia.

A fumaça espessa do terminal era estilhaçada por luzes azuis. Penduradas em postes de ferro fundido, as lâmpadas crepitavam, alimentadas não por óleo, mas por carvão e pó mágico.

A pequena maré escoava pelas passarelas metálicas, subindo as escadas cravadas em vigas colossais, alguns esperavam a próxima minhoca grande, enquanto outros trocavam de plataforma.

— Vamos. Agora falta pouco — o soldado apertou o passo.

O caminho desdobrou-se em um longo túnel de ferro e cimento, até que a luz pálida do anoitecer penetrou os olhos do velho. Ao pisarem no planalto, o mundo abriu-se. A visão do Capitão percorreu o trajeto, estendendo-se até o horizonte onde a areia dourada encontrava o vasto oceano.

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u/Mean_Veterinarian404 — 8 days ago

Escrever cenas de terror é mais difícil do que eu imaginava

Olá, meus queridos.

Queria saber que tipo de coisas dão medo em vocês? Jumpscare? Terror atmosférico? Terror Psicológico? Desconhecido?

Eu gosto bastante de terror atmosférico. Aquela sensação de sentir que tijolo por tijolo, algo tá acontecendo.

Na minha história chamada "Lie:Bloomed", é a primeira vez que tô escrevendo cenas que envolvem um pouco o terror. É legal ver o processo. Tive que ver várias coisas relacionado ao Horror pra ter reeferência: Filmes, séries e animações.

Pra quem escreve. Já criaram cenas de terror?

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u/L_Kael — 11 days ago

Capítulo 1 Beta de uma futura publicação, o que vocês sentiram ao ler?

Capítulo 1

O mundo era cinza. Não existia frio, não existia calor. Nada ali parecia vivo, mas ao mesmo tempo não estava morto. O ar ameno, que não trazia emoções, apenas trazia… o imenso vazio.

E nesse mundo vagavam as entidades, que naquele momento cada uma estava ocupada com seus afazeres. Alguns atormentando os humanos, outros apenas tomando um tempo para se aperfeiçoar nos seus poderes e técnicas, e alguns até mesmo tiravam um tempo para descansar, embora fazer isso parecesse não ser possível naquele mundo.

E entre todos esses, passando por escadarias incontáveis, virando em corredores que mais pareciam labirintos, até achar o caminho certo, lá estava ela.

Inerme.

Ou como era seu verdadeiro nome: DPDR.

Ela estava caminhando pelos corredores que tinham uma densa névoa, porém, mesmo densas, eram baixas. Ela tinha um belo formato de raposa etérea. Patas e focinho eram pretos, com pelo azul-bebê claro. A ponta de suas orelhas e cauda eram um vermelho quase vibrante.

Seus olhos cerrados, quase como se estivessem fechados, mas ela ainda enxergava.

Enxergava além do que ela mesma via.

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u/Working_Tennis8818 — 10 days ago

POVs de psicopatas.

Cara, escrever o ponto de vista de um psicopata é um mix de sentimentos ruins.

Tô escrevendo uma fantasia, e dentro do universo coloquei um personagem psicopata. Era pra ser um vilão comum, mas quando vi, eu tava na mente de um serial killer.

Escrever ele relutante em cometer um crime, me faz ter uma sensação muito ruim: eu também estou relutante de escrever, será que eu sou doido? KKKKKK

Enfim, deixo os pensamentos intrusivos de lado e tô me dedicando em dar profundidade ao personagem.
E no meu livro é o seguinte: A lei do homem pode falhar, mas o karma não.

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u/JonathanAlveslk — 11 days ago
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Para aqueles que pensaram que eu sumi... Surpresa eu voltei!

Houve uma época em que meu nome impunha respeito. Uma época em que meus feitos me colocaram perto do auge deste mundo; em fama ou poder, quase não restava o que explorar no velho mundo. Mas agora… agora eu apenas fujo.

No alto-mar da Região Norte, a tormenta prometia engolir qualquer um ousado o bastante para cruzá-la. A hélice, impulsionada pelo motor, lutava para morder a água entre ondas gigantes.

A trepidação subia pelas vigas que corriam por dentro do casco, absorvendo o estresse que já teria rachado uma blindagem comum. O mastro principal rangia como galho seco contra o vento.

Os dedos do jovem tripulante esbranquiçaram de tanto apertar o parapeito. — A gente vai afundar, capitão! Por que caralhos fomos nos meter com eles?!

Mas a expressão do velho não vacilou.

O Capitão, coroado por poucos fios pálidos colados ao crânio molhado, permanecia como uma estátua sobre o piso de carvalho encerado. Ele sentia o navio como uma extensão do próprio corpo: o peso do lastro, o balanço irregular do carvão nos depósitos.

— Não fale merda, Marujo!

Continua...

Eu apresento o meu mais novo livro de Aventura que irá lançar esse mês. Estou a procura de leitores e críticos que gostariam de ler e fazer uma Review honesta no Skoob e na Amazon. Interessados comentem "eu".

Obrigado a atenção de todos.

u/Mean_Veterinarian404 — 10 days ago