Image 1 — Having way too much fun bringing Witchlight to life
Image 2 — Having way too much fun bringing Witchlight to life
Image 3 — Having way too much fun bringing Witchlight to life

Having way too much fun bringing Witchlight to life

Did you guys also end up making little things for your players while running this campaign?

I’m planning to run a Witchlight one-shot and possibly a full campaign later, and I’ve been having so much fun making props for it.

I started by making a Portuguese version of the carnival tickets, and somehow that turned into the idea of making a physical version of the carousel. I also bought fairy wings for the players to wear, and I’m planning to make the crown for the coronation at the end of the session.

I’ve always enjoyed making art, but I’ve never really done much in 3D. I had also stopped creating things for a while, so it’s been really nice to get back into it.

Witchlight has such a distinctive design that it gives me so many ideas. I’ve also always loved that whimsical, mystical and cute aesthetic, so this has been a particularly fun project for me.

ps: I use AI to help correct my writing since English isn’t my first language, and sometimes I make silly l mistakes or my wording isn’t as natural or fluid as I’d like. Pls be gentle

u/meow_lena — 8 days ago

How would you turn Lost Things into a full one-shot?

I recently discovered The Wild Beyond the Witchlight and have been reading it because I’m considering running a campaign for some friends.

While looking into it, I found the Lost Things prelude and really loved the idea of playing as kids sneaking into the Carnival to rescue Juniper.

But I’d like to expand it into a complete one-shot. I want it to feel like a complete, self-contained story, with a clear beginning, middle, and end.

Our sessions are usually 6 to 8 hours, so I’d like for it to have a proper resolution within the Carnival, while still leaving the possibility of continuing into a full Witchlight campaign afterward.

That’s very important because I’m new to DMing, and I want to see if my friends would enjoy this kind of story. One of this friends is currently DMing Curse of Strahd for us, which is definitely a very different atmosphere.

I’m also hoping to include at least one combat encounter, since one of the players really enjoys combat. It doesn’t necessarily have to be a difficult fight, and since they’re playing as children, I actually like the idea of them trying to fight and realizing they’re completely outmatched. I’d probably have the enemy knock them out or otherwise incapacitate them rather than letting them actually win through combat, but I still think having the option to fight is important.

One idea I had was having the kids encounter one of the hags’ thieves and try to fight them, only to discover that this particular thief stole something from another child. They can’t recover their own lost things, but they can help another child.

But the resolution and end is causing me trouble.

Has anyone expanded the Lost Things prelude into a full one-shot? What changes would y’all recommend?

reddit.com
u/meow_lena — 10 days ago
▲ 170 r/Gambiarra

Conserto de power bank

Vim compartilhar pq estou orgulhosa.

Eu tinha dois Power banks quebrados e um sonho.

Basicamente, comprei dois Power banks na época das enchentes aqui no RS. Os dois pararam de funcionar logo depois e ficaram jogados.

Resolvi investigar e um parece estar morto mesmo, não sai de 0% de carga (ainda vou conferir se foi a bateria ou o chip que morreu, mas fica pra outro dia)

O segundo parou de funcionar o botão mas não sabia do resto. Resolvi abrir os dois e investigar.

Pra tirar o segundo da case, tive que cerrar uma parte e alavancar com chave de fenda pois ele tava preso com MUITA cola. Mas o problema era realmente só o botão, ele funcionava com jumper.

Meu plano inicial era comprar uma case com chip novo.

Mas, eu já não tinha perspectiva de arrumar esses chips, então pq não usar o que parece morto como doador do coitadinho sem botão?

Eu tinha um ferro de solda e um sonho, derreti boa parte do botão, da placa doadora e dos meus dedos. Mas, as perninhas do botão ainda existiam. Soldei com mais fé do que juízo e voilá. Estava funcionando de novo.

Só que a case estava destruída.

Lixei a case que estava com uma borracha descascando, botei durepoxi no buraco usado pra alavancagem e por fim, pintei com esmalte pra tentar criar um design.

Ainda quero botar mais elementos, escrever as especificações no verso, enfim.

Também preciso aprender a usar um multímetro pra facilitar a minha vida.

Maas power bank de 15000mah de algo que ia virar lixo eletrônico.

u/meow_lena — 3 months ago

Dicas pra voltar a desenhar

Eu desenhava muito como criança, copiava desenho de animes, pintava aquarela... Nada muito estruturado, mas tinha alguns resultados legais.

Com o tempo fui aprendendo a desenhar a partir de fotos, mas focada sempre em bustos e coisas mais simples.

Com a faculdade e vida adulta, desenhar acabou ficando no passado. Contudo, jogando rpg sinto muita vontade de desenhar concept arts dos meus personagens

Ainda assim, tem sido muito frustrante tentar desenhar agora pq a noção intuitiva de anatomia sumiu e copias não são suficientes.

Imagino que muitos de vocês devem ter lidado com a jornada de voltar a desenhar na vida adulta.

Por isso, aceito dicas.

Não quero me tornar nenhum profissional, só ter uma certa liberdade criativa

(Coloquei um rascunho antigo como foto pra chamar atenção)

u/meow_lena — 3 months ago

Como avaliar qualidade de vida e quando considerar eutanasia?

Tenho uma cachorrinha resgatada, então não sabemos a idade exata dela. A estimativa é algo entre 13 e 16 anos. Adotei ela já idosa há cerca de 6 anos.

Em dezembro começamos a perceber mudanças comportamentais muito fortes. Ela começou a encarar paredes e cantos da casa, ficar “presa” em espaços pequenos, andar sem rumo e chorar bastante. Inicialmente pensamos em dor.

Fizemos diversos exames, mas nada explicava completamente o quadro. As veterinárias levantaram então a hipótese de disfunção cognitiva canina.

Em janeiro ela precisou passar por uma profilaxia dentária porque estava com uma infecção oral importante. Eu tinha muito medo da anestesia por conta da idade, mas a situação já não dava mais para ignorar.

Infelizmente, após a anestesia houve uma piora importante do quadro cognitivo. Sabíamos que existia esse risco, mas também não tratar a infecção parecia inviável.

Tentamos investigação com neurologista, mas foi muito insistido na necessidade de tomografia. A veterinária que acompanha ela há mais tempo me orientou a pensar no quanto isso agregaria de fato nessa fase da vida dela, considerando o estresse, anestesia e possibilidade de não mudar a conduta. Por isso, acabamos focando mais em cuidados paliativos e conforto.

Atualmente ela usa trazodona, pregabalina e começamos acompanhamento com veterinária que trabalha com CBD. O CBD ajudou bastante em alguns momentos, principalmente na agitação, mas o ajuste de dose sob a orientações tem sido bem cauteloso.

As últimas semanas têm sido extremamente difíceis. Ela passa grande parte do tempo chorando quando não está muito sedada. Quase só se acalma no colo. Dorme bastante, mas quando acorda frequentemente parece desorientada e angustiada.

Ela também perdeu muita autonomia. Hoje precisa de ajuda para comer e beber água porque não consegue mais fazer isso sozinha. Temos que dar comida na boca e água na seringa. Em vários momentos parece não entender mais como acessar necessidades básicas, mesmo quando precisa somente fazer xixi.

Recentemente precisei sair por algumas horas e ela chorou tanto que os vizinhos quase arrombaram minha porta achando que ela estava morrendo.

Eu praticamente pausei minha vida para cuidar dela. Entrei até em atestado por saúde mental porque estava ficando insustentável emocionalmente. Quando saio, ou levo ela junto, ou fico monitorando pela câmera o tempo inteiro.

O que mais me destrói é não conseguir entender quanto dela ainda está “aqui”. Às vezes ela ainda acompanha a gente com o olhar, se acalma com carinho e parece reconhecer nossa presença. Em outros momentos parece completamente perdida e desconfortável.

Amanhã vamos passar por uma consulta para discutir qualidade de vida e possibilidade de eutanasia. Estou tentando entender se ainda existe conforto real para ela ou se estou apenas prolongando sofrimento por não conseguir deixá-la partir.

Gostaria muito de ouvir opiniões, especialmente de veterinários ou pessoas que passaram por algo parecido. Como vocês avaliaram qualidade de vida? O que fez vocês entenderem que era ou não era a hora?

Ps: Usei IA pra ajudar a organizar as informações pois minha mente já não está das melhores.

reddit.com
u/meow_lena — 3 months ago