Lamen(tável)

Lamen(tável)

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Preciso de descrições engraçadas pra esse Lamen que pedi no ifood, por favor.

Eu começo:

Descrição do prato:

Miojo de marca Panco feito com a água do rio ganges, com ovos da pomba que trouxe o primeiro ramo de Oliveira da arca de Noé, com um delicioso filé protéico de um cadáver exumado do primeiro espécime de dinossauro a andar na terra, e 2 gramas de grama de cemitério.

u/shakadevirgem95 — 1 day ago

Gótica/Bruxa e termino.

Bom dia, meus queridos apaixonados e desiludidos.

Venho aqui, por meio deste post, relatar uma história a vocês. Gostaria muito que fosse fic, mas infelizmente não é. Aconteceu comigo recentemente... então lá vai.

Eu (M30) conheci uma moça (F23) há algum tempo. Tivemos um relacionamento curto, MUITO intenso, singular de todas as formas, atípico de tudo que já passei ou sequer pensei passar.

Linda. Cabelos negros, finos, mas densos; pele branca; olhos azuis; descendência italiana/japonesa; gostava de jogos, séries, mundo nerd e o kct. Eu, como programador, pensei: “jackpot!”

Calma lá, meus queridos. O buraco aqui é mais embaixo.

Era uma pessoa de opinião, de personalidade. Não vou dizer de “personalidade forte”, porque, para mim, isso não existe. Quando se trata de personalidade, há os que têm e os que fingem ter.

Nesse tempo, fui quem eu poderia ser, e isso foi ótimo. Já namorei muito, mas dessa vez foi diferente. Sem rótulos, eu era apenas eu, e tudo fluía.

Terminamos por N motivos, mas não é sobre isso que quero falar aqui. Quero falar sobre a última vez que transamos, sobre aquela experiência digna de um dark romance diretamente do mundo invertido de Silent Hill.

Marcamos de nos encontrar na casa dela após o meu serviço. Como de costume, dei aquela caprichada nessa vestimenta de carne que me foi dada desde o nascimento e parti para a casa dela.

Chegando lá, ela estava do jeito que o diabo se vestiria para seduzir o mais ingênuo cordeirinho de Deus.

Estava linda.

Mal sabia eu que o cordeiro era eu.

Ela me ofereceu um drink. Era algo como vinho, Amarula e tinha um trem a mais que eu não consegui identificar, mas estava gostosinho. Eu parecia o clérigo buffado pelo necromante antes de enfrentar o boss final.

Começamos ali mesmo, na sala, mas o local não era apropriado e eu já estava pra lá de Valinor. Muito louco. Naquele ponto eu não saberia diferenciar um urubu de uma pomba.

Mas eu me lembro.

Ao entrar no quarto, notei em cima da cômoda um altar.

Nele havia um pão muito bonito, com várias agulhas (?) com a ponta vermelha enfiadas no alimento. Na ponta das agulhas havia algum líquido vermelho. Ao redor do pão havia provavelmente sangue, um círculo com algum pó branco e velas vermelhas, grandes.

Música tocava. Não lembro qual banda, mas oscilava entre algumas coisas que reconheci. Lembro de ter tocado Ghost, Ghostemane etc.

O sexo foi incrível. Entre orgasmos e gritos, o tempo foi passando, até o momento em que ela pegou uma vela e pediu que eu introduzisse nela.

Eu pensei: “?”

Não sei por quê, mas fiz.

A vela era estranhamente esculpida. No calor do momento, ela quebrou. Lembro de ter acendido a vela e, ao derreter a ponta, modelado com as mãos para não machucá-la, e continuei. Agora com duas velas.

Depois do ápice do momento, ela pegou uma das velas e colocou no altar. A outra parte pediu para que eu derretesse no corpo dela enquanto trocávamos de posição.

Você entendeu, né?

Foi estranhamente bom.

Até a parte em que ela pegou outra vela e derreteu em mim também.

E eu aceitei.

Já estava envolvido mesmo. Então vou fazer valer a pena.

Pra quem?

Só o Demiurgo sabe.

Muita coisa rolou depois disso, mas tudo relacionado ao sexo em si, nada de anormal. O texto ficaria enorme e não quero transformar isso aqui num relatório técnico de uma experiência que claramente deveria ter sido supervisionada pelo IBAMA.

Pedi meu Uber e fui para casa.

Atônito.

Mas, ao mesmo tempo, estava tão... calmo?

Em transe.

Eu não conseguia pensar em nada. Estava em choque.

Ela me mandou uma mensagem e disse que no drink havia também sangue.

Sangue.

Enfim.

Foi uma puta experiência e, desde então, sinto que estou dançando com o diabo. Pesadelos, paralisia do sono e muita perturbação.

Mas eu sou um homem de exatas e, como tal, sou agnóstico em relação a tudo aquilo que não consigo compreender.

Não duvido.

Tampouco acredito.

Mas, porra.

Puta experiência.

E, como ela mesma dizia:

'O bom da gótica é que a carne já vem cortada'

Estou muito bem após nosso término. Apesar de gostar muito dela, tinha uma parada ali.

Amor?

Sim.

Mas também outra coisa.

E está tudo bem.

São as perguntas que nos movem, não as respostas.

Obrigado por ler.

Edit: Pra quem for falar que é fic, tudo bem. O fato de você nunca ter vivido uma experiência assim não significa que ela seja inventada — só significa que, aparentemente, sua experiência de vida é mais limitada do que você gostaria de admitir. Não é culpa sua, mas também não é problema meu. Lamento por você.

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u/shakadevirgem95 — 11 days ago

Túmulo dos vagalumes (Cinemark)

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Prezados, venho por meio desta prestar meus sinceros sentimentos àqueles que, assim como eu, escolheram assistir a esse bendito trauma nos cinemas.

É isso. Levem lenços. Não quero ninguém catarrento me incomodando — já basta eu.

Inclusive, fiz questão de reservar um lugar bem no meio de duas vagas que já estavam ocupadas. Possivelmente são de algum casal. Não vou sofrer sozinho. Se é para sair emocionalmente destruído, que seja em grupo (mesmo que de forma subjetiva).

Levem bastante bolinhos de barro!

u/shakadevirgem95 — 12 days ago

Pra você que está passando ou passará por um término.

Às vezes, insistimos tanto em salvar uma relação que esquecemos de salvar a nós mesmos. Existe uma ideia de que desistir é sempre fracassar, mas nem todo fim representa uma derrota. Há términos que libertam, encerram ciclos e devolvem a paz que foi perdida tentando consertar o que já não podia ser consertado.

O tempo é o recurso mais valioso que possuímos. Ele não volta, não pode ser comprado e não espera que estejamos prontos. Gastá-lo em uma relação que machuca, desgasta e não tem perspectiva de mudança significa abrir mão de oportunidades de viver algo mais leve, saudável e verdadeiro.

Aceitar o fim exige coragem. Coragem para enfrentar a saudade, o medo do desconhecido e a solidão temporária. Mas permanecer onde já não existe respeito, reciprocidade ou esperança também tem um preço — e, muitas vezes, esse preço é a própria felicidade.

Nem todo término é uma tragédia. Alguns são recomeços disfarçados. Fechar uma porta pode ser exatamente o que permite que outras se abram. E, no futuro, é comum perceber que aquilo que um dia pareceu uma perda foi, na verdade, uma das maiores dádivas da vida.

Então tenha paciência, é natural que agora isso pareça o pior, mas acredite, as vezes é melhor agir com a razão para curar o coração.

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u/shakadevirgem95 — 14 days ago

Monster Hunter Wilds (Steam)

Alguém pra jogar junto ? Saudades caçar um omega.

Gameplay minha no vídeo.

u/shakadevirgem95 — 19 days ago