

















Olá a todos,
Estou a pedir ajuda em nome de um amigo. Os pais dele já são velhotes e, até agora, havia uma amiga da família que ficava a dormir lá em casa para eles não passarem a noite sozinhos. Acontece que a senhora vai deixar de o fazer no final do ano, porque também ela já tem uma certa idade.
Alguém tem referências ou experiência com algum serviço deste tipo?
Obrigado desde já!
1ª edição do Festival Literário Internacional de Viseu cruzará autores locais e internacionais com música, cinema, artes, educação e património, levando a literatura a diferentes espaços, comunidades e gerações
Viseu prepara-se para receber, de 2 a 11 de outubro, a primeira edição do FLIV - Festival Literário Internacional de Viseu. Com o mote "Antes que seja tarde”, o FLIV nasce com a ambição de criar um espaço de encontro em torno da literatura, mas também de explorar as suas ligações à história, à música, ao cinema, à ciência, à educação e às artes.
Este novo projeto cultural vai colocar os livros, a literatura e a palavra no centro da vida do concelho, através de uma programação que cruza autores locais e internacionais, leitores de todas as idades e diferentes áreas da criação e do conhecimento. Pese embora se apresente à comunidade como um livro no seu todo, o FLIV conta a sua história em dois capítulos.
O primeiro, com estreia marcada para o dia 2, terá como grande protagonista a Feira do Livro, naquele que é um regresso muito aguardado pela comunidade. Em estreita colaboração com a Junta de Freguesia de Viseu, a iniciativa dará especial destaque aos autores e à criação literária viseense, dinamizando mesas de debate, conversas e apresentações de livros.
Já a partir do dia 7, o FLIV dará a conhecer o seu segundo capítulo. O Festival ganhará uma dimensão nacional e internacional, ao reunir, em Viseu, escritores, poetas, artistas e pensadores de diferentes países e culturas, promovendo, assim, o diálogo entre múltiplas tradições literárias.
O Centro Histórico será o epicentro da programação, com particular foco no Mercado 2 de Maio, a "casa” da Feira do Livro. Espaços como o Museu Almeida Moreira, o Palácio dos Silveiras, o Clube de Viseu, a Biblioteca D. Miguel da Silva, o Parque Aquilino Ribeiro, o Viriato Teatro Municipal, a Rua Direita e a Rua Formosa receberão, também eles, iniciativas que integram o programa.
O FLIV viajará, ainda, até às escolas do concelho e aos lares da Freguesia de Viseu, naquela que é uma aposta na descentralização das iniciativas e na formação de públicos. Escritores e outros convidados estarão presentes junto das comunidades escolares e seniores, enquanto crianças e famílias terão à sua disposição oficinas, sessões de leitura, teatro, atividades de ilustração e propostas especialmente pensadas para os mais novos, incluindo um espaço dedicado à literatura para bebés, na Rua Direita.
Entre os nomes desta edição estão algumas das vozes mais relevantes da literatura, cultura e pensamento contemporâneos. Gonçalo M. Tavares, um dos mais reconhecidos escritores portugueses da atualidade, e José Luís Peixoto, autor de uma obra literária amplamente premiada e traduzida, juntam-se a Dulce Maria Cardoso, uma das referências da ficção portuguesa contemporânea, e a Ana Paula Tavares e Ondjaki, duas importantes vozes da literatura angolana de língua portuguesa.
A presença brasileira assume particular relevo com Antônio Torres e Marco Lucchesi, ambos "imortais” da Academia Brasileira de Letras; Flora Gil, esposa de Gilberto Gil; Rafael Gallo, vencedor do Prémio José Saramago; Leila Ferreira, escritora, jornalista e especialista em comportamento; Marcello Quintanilha, um dos mais reconhecidos autores brasileiros de novela gráfica; e Susana Ventura, escritora e presidente da Associação Brasileira de Literatura Infantojuvenil.
De França, o autor de "História Mundial do Mal”, Fabrice d'Almeida, que explora os "génios do mal" da História.
A programação cruza, ainda, literatura com música, ilustração e cinema, através de nomes como Pedro Abrunhosa, reconhecido cantor e compositor português, Daniel Kondo, ilustrador e autor de livros para a infância, e Mário Augusto, jornalista e uma das referências portuguesas na divulgação cinematográfica.
Na área da educação e do pensamento, destacam-se Carlos Neto, especialista em desenvolvimento infantil e importância do brincar, Ariana Cosme, investigadora na área das políticas e práticas educativas, Isabel Ponce de Leão, professora e investigadora na área dos estudos literários, e Dionísio Vila Maior, professor e investigador ligado à literatura e aos estudos culturais.
Com presença confirmada no FLIV, entre outros convidados, estão também a historiadora Raquel Varela, o poeta João Luís Barreto Guimarães, o escritor e poeta Jorge Sousa Braga, a investigadora Annabela Rita, o escritor e comunicador Pedro Chagas Freitas, o jornalista e escritor Luís Osório e o autor espanhol de banda desenhada , Ángel de la Calle, assim como os conceituados jornalistas Margarida Davim, Ana Cristina Pereira e Paulo Ferreira.
No dia 4 de outubro, integrado no FLIV, Viseu acolherá o 1.º Encontro Nacional de Bookstagrammers. A iniciativa pretende aproximar o universo dos livros das novas formas de comunicação e divulgação da leitura, reunindo no concelho criadores de conteúdos que têm vindo a assumir um papel crescente na promoção da literatura junto das novas gerações.
A programação do Festival estende-se também às artes visuais, através de um conjunto de exposições que aprofundam a relação entre literatura, imagem, memória e património.
No Museu Almeida Moreira, Sandra Ling apresentará "Sempre é Outra Superfície”, uma exposição que nasce do diálogo entre poesia e imagem e que prolonga visualmente o universo da sua obra.
A literatura e a memória de Viseu e da região estarão igualmente presentes em "Terras de Heróis e Sombras”, de Luís Teles, dedicada a figuras históricas, lendárias e literárias, e nas iniciativas dedicadas a Aquilino Ribeiro, que revisitarão a vida e obra do escritor através de diferentes linguagens e suportes.
O programa inclui, ainda, "Ficção Pública – Histórias Secretas inspiradas no Hotel Avenida”, projeto que convida à criação de novas narrativas a partir da memória e das histórias associadas a um espaço emblemático da cidade.
A música terá, igualmente, um papel de destaque no FLIV, numa programação que procura explorar os pontos de encontro entre a palavra, a poesia, a canção e outras formas de criação artística. Ao longo do Festival, Viseu receberá, em palco, o músico cabo-verdiano Mário Lúcio e o guitarrista italiano Paolo Capodacqua, entre outros convidados.
A cidade será também palco de uma experiência literária diferente, através dos Roteiros Literários, que convidam o público a descobrir Viseu através das palavras, das histórias e das personagens que fazem parte do seu património literário e cultural. Com várias sessões ao longo do Festival, estes percursos propõem uma aproximação entre literatura e território, levando a leitura para fora dos espaços convencionais e transformando as ruas e lugares da cidade em cenários de encontro com a literatura.
Com esta primeira edição, o FLIV afirma Viseu como uma cidade onde a literatura se vive de forma aberta, plural e próxima das pessoas. Durante dez dias, os livros saem das estantes e encontram a cidade, os seus espaços e as suas comunidades, cruzando-se com a música, as artes visuais, a educação, a memória, o pensamento e os grandes temas do nosso tempo.
Entre autores consagrados e novas vozes, entre leitores habituais e novos públicos, entre a dimensão local e uma forte presença nacional e internacional, o Festival pretende criar pontes e "deixar raízes”, contribuindo para um concelho mais participativo e culturalmente dinâmico.
Mais informações sobre a programação do FLIV poderão ser acompanhadas, nas próximas semanas, nos canais de comunicação do Município de Viseu.
opiniões? isto também existe nas vossas cidades?
"maioria dos €159 milhões em pagamentos indevidos de prestações sociais, anunciados pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, não resulta de fraude, mas de atrasos nos processos administrativos e atualização de informações."
"Na sexta‑feira, no debate no Parlamento sobre a Prestação Social Única (PSU), a ministra referiu que o programa 'Primeiro Pessoas: Tolerância Zero à Fraude' tinha permitido identificar um montante de 159 milhões de euros em “pagamentos indevidos“ entre janeiro de 2024 e junho de 2025, "alguns dos quais decorrentes de fraude". Acrescentou ainda que existe ”evidência de subsidiodependência”, dando como exemplo o tempo médio do Rendimento Social de Inserção (RSI), que é de cinco anos e três meses."