Área de data engineer
Boas malta, queria entrar no ramo. Que tecnologias aconselhavam vivamente a aprender que tenha o máximo de saída possível.
Obrigado 💪🏼
Boas malta, queria entrar no ramo. Que tecnologias aconselhavam vivamente a aprender que tenha o máximo de saída possível.
Obrigado 💪🏼
Olá! Gostava de opiniões sinceras e dispensava comentários infundados ou só idiotas. Obrigado 🙏
Sou engenheiro mecânico (mestrado), tenho 24 quase 25 anos. E estou numa área muito específica de projeto. Estive antes estágios curriculares em fábricas de produção e estágio profissional numa numa empresa mais ligada à qualidade. Honestamente não foram experiências que gostei.
Atualmente gosto do que faço porque acho muito mas interessante modelação 3D, diagramas pid de vários sistemas, hvac, cálculos e pensamento critico e nao adoro trabalho repetitivo mas infelizmente o salário não é o expectável.Estou aqui há cerca de 1 ano e meio e começo me a questionar se não me estou a especializar demasiado numa área e fecho portas para outras. Agradeço opiniões !!!
Na vossa opinião, qual o intervalo de valores que um jovem de 25 anos ( cerca de 1,5-2 anos de experiência) pode esperar em Portugal? Sei que há de tudo mas queria ter uma noção de um valor médio e se não estou demasiado abaixo do mercado.
Tenho 16 anos, estou no segundo ano do secundario e moro com meus avós. Sempre quis estudar em uma área de atuação muito específica, embora essa área seja muito pequena em Portugal e haja apenas duas universidades em todo o país, uma delas na minha cidade. Pouquíssimas escolas no mundo são reconhecidas por oferecer uma formação adequada e emprego imediato após a graduação nessa área. A maioria dessas poucas boas escolas é muito cara (cerca de 90 mil euros no total), e não temos condições de pagar, mas existe uma em Paris, considerada uma das melhores e mais difíceis de entrar, com um preço acessível (30 mil euros no total) e com o programa totalmente em inglês. Por isso, fiz dois cursos preparatórios de dois anos para me preparar para os exames de entrada dessa universidade. Entrei em contato com muitos alunos e professores da escola nesses cursos (ate fiquei amigo de alguns), e eles disseram que tenho boas chances de ser aceito. Mas o grande problema é a minha família...
Há cerca de dois anos, mencionei o meu desejo de estudar no exterior e eles não pareceram levar a sério, mas deixaram-me fazer esses cursos preparatórios, pensando que era apenas para melhorar as minhas habilidades gerais e que eu desistiria de ir para lá nesse meio tempo. Mas quando terminei meu segundo curso e disse a eles, de forma séria, que ainda queria estudar na França, eles ficaram irritados. Dinheiro não é um problema, pois eles ganham cerca de 10 mil por mês, posso me candidatar a bolsas de estudo e até trabalhar meio período lá.
Os motivos deles para eu não estudar lá são:
Tenho 27 anos e minha carreira seguiu pelo caminho mais confuso e tortuoso do mundo - e sim, eu estou ganhando menos do que deveria. Pelo menos eu não estou vivendo a vida merda que todos faziam questão que eu vivesse. Segue o #desabafo
Essa história começa com quando eu tinha 17 anos, no terceiro ano do ensino médio. Eu venho de uma família não muito saudável e naquele ano específico a situação estava MUITO merda, o que me incentivou a buscar logo um emprego e sair de casa. O problema: adolescente, sem experiência e morando em uma cidade minúscula, não encontrei nada, nem telemarketing. Depois de meses, foquei em passar em uma universidade pública, porque não teria que pagar e acreditei que ingressar nesse tipo de instituição me forneceria recursos para alcançar minha independência.
Estudei igual um burro de carga e no final consegui passar em Letras na USP. Escolhi esse curso primeiro por ter muita vaga e pouca concorrência, mas também porque gostava muito de escrever. Eu tinha sentimentos dúbios sobre me tornar professor, mas uma professora de Letras da Unicamp garantiu que eu poderia trabalhar em editoras ou como jornalista depois, o que me fez bater o martelo.
Nos primeiros anos da graduação eu vendi salgadinho caseiro, recebi bolsa de pesquisa, etc. No terceiro ano eu tive meus primeiros estágios na área da educação e é aqui que a porca torce o rabo.
Basicamente eu sabia que era uma área bem merda, mas ainda assim eu não esperava que fosse TÃO merda assim. Basicamente o clima é muito pesado: o passatempo dos professores era ficar 24/7 falando muito mal dos alunos (todos 3 vezes mais novos que eles) ou, o que me pegava bem mais, lamentar o fato do aluno tal ser abusado em casa, o outro estar usando droga com 12 anos, etc.
Todos os alunos tinham uma história triste nível Cidade Alerta por trás, e pra mim, que veio de um contexto sensível, conviver com isso literalmente toda hora, sem nem ter tempo para um respiro, me pegava muito.
Duas histórias específicas marcaram bastante essa fase:
Assim gente, eu tinha vinte anos. Atualmente, acho que faltou a coordenação e a direção dessa escola se ligar que eu era um pirralho e me fornecer orientação de carreira, em vez de só me jogar nas salas. Mas enfim, no final daquele ano eu decidi que não pisaria em uma escola nunca mais: era o momento de ir atrás daquelas outras oportunidades que a professora da Unicamp tinha me falado. E veio a pandemia.
Entramos em 2020 e veio lockdown. Basicamente, não existia emprego nenhum para jovens naquele período, e eu passei quase o ano inteiro desempregado. Isso foi muito desesperador.
No final daquele ano, eu consigo por milagre um emprego numa consultoria de RH, como redator de treinamentos corporativos. Nos primeiros anos foi muito bom, na verdade. Eu era muito elogiado por ser rápido, criativo e criar treinamentos muito interessantes. Aprendi vários conceitos do mundo corporativo também.
Foram dois anos maravilhosos.
Do segundo pro terceiro ano, acredito que eles tenham revisto a estratégia de negócio e decidido me tirar dali. Não que eu julgue, mas o processo de me forçar a sair foi longo e gerou tempestades imensas. Era meu primeiro emprego no mundo corporativo e eu não conseguia entender o que estava acontecendo, além de vários fatos da minha vida pessoal também estarem me deixando louco de pedra.
É interessante pontuar que empresa tratava-se de uma equipe muito enxuta em que líderes faziam bastante trabalho operacional e que todo mundo meio que fazia tudo. Minha permanência nesse ambiente dependeria que eu desenvolvesse uma personalidade parecida com a deles e desenvolvesse habilidades gerenciais. Naquele momento, isso não ia rolar e todos viam isso bem claro. Eu só não tinha experiência de mercado, tinha me formado em um curso não-mercadológico e não sabia para onde ir.
Não está claro se eu fui demitido ou me demiti da empresa anteriormente citada, mas o fato é que eu estava jogado no mundo. Com um diploma de Letras e a experiência de três anos redigindo materiais corporativos, achei quem conseguiria um cargo de redator.
Não.
Basicamente, a área de redação é bem monopolizada e protegida pelos formados em comunicação social (Jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, etc.), por vários motivos históricos.
Mais do que isso, as pessoas pareciam ter meio que uma raiva do fato de eu ser formado em Letras e não querer ser professor. Eu ouvi que deveria voltar para essa por DIVERSOS recrutadores. Inclusive, eu nem colocava minha experiência com escolas no currículo, mas uma entrevistadora leu "Letras USP" no meu currículo, me ligou e disse: "vi que você dá aula, né?"
Minha família - e isso mesmo os membros mais distantes - também encheram muito o saco para que eu ingressasse na docência. Todos os dias. Os amigos também não compreendiam bem a situação e um chegou a marcar um rolê comigo para ficar o tempo todo falando sobre as maravilhas de trabalhar em escola.
Eu não conseguia empregos qualificados, tampouco os não-qualificados: os entrevistadores de supermecados, sacolões, restaurantes, etc. estranhavam eu ter 25 e ter um currículo vazio. Quando eu contava minha experiência profissional de fato, eles também insistiam para eu virar professor. E eu também não sei dirigir, então não posso virar Uber.
Foi um período em que eu tive que bater muito o pé sobre o que eu queria. Fiz dois MBAs: um em Jornalismo Digital e outro em UX Design. Todo mundo cagou. Frente a essa dificuldade em conseguir oportunidades, cansei de dar murro em ponta de faca e ingressei na faculdade de novo: primeiro fiz uma semana de Jornalismo na Cruzeiro do Sul, mas em seguida fui aprovado em Relações Públicas na USP pela prova de portador de diploma. Estou lá desde então.
Nesse interim, fui social media de uma empresa de logística hospitalar, mas isso foi praticamente um freela. Minha próxima experiência mesmo foi a seguinte:
Ingressei na Cruzeiro do Sul e em seguida na USP, estava fazendo meu MBA de UX Design e logo achei um estágio em uma assessoria de imprensa voltada à marcas de luxo.
Olha gente, estou tentando falar com parcimônia das empresas que passei, mas essa fica bem difícil. O ambiente era bizarríssimo - chefe doído, outros doídos sendo doídos junto, gente chorando, etc. Acima de tudo, o povinho do luxo é MUITO biruleibe e o da grande imprensa, idem. Bom, mas vamos falar do meu desenvolvimento em si né.
Meu chefe não me dava liberdade para fazer muita coisa. Eu estava dedicando metade do meu dia a um freela (não o da logística hospitalar que falei lá em cima, um de RH). Acima disso, meu perfil profissional diferente causava muita desconfiança. Eu, por exemplo, só fui levado para eventos no final daquele ano (e eventos em assessoria de imprensa é uma coisa básica). Ainda assim, desenvolvi as habilidades que deu: organização de dados, criação de materiais voltados para a imprensa, contato com jornalistas e influenciadores, etc.
Assim, o que me pegava muito era que a bolsa-estágio era de 1200 reais, e eu tava com 25 anos. Eu equilibrei as contas com um freela de RH que mantive desde anos antes. Isso dava 2 mil e pouco por mês, algumas vezes chegou a 3 mil. Mas quando esse freela acabou, fudeu.
No final daquele ano, meus chefes nessa assessoria até tiveram planos de me desenvolver mais. Mas eu sai.
Fui pra Faria Lima fazer um estágio de redator SEO em uma fintech que, entre alguns outros produtos, tem um ERP. Meu trabalho é manter o blog atualizado e monitorar as métricas. É o primeiro emprego não-tóxico da minha vida e também meu maior salário: 2500 reais. Estou há um ano e 5 meses e trabalho diretamente para a CEO, tendo muita liberdade.
As experiências anteriores finalmente me desenvolveram umas soft skills úteis: a habilidade de passar o dia inteiro sem falar uma única palavra, a independência dos colegas de trabalho, cagar para feedback negativo e, quando ser necessário, soar como a "Ameinda" do TikTok/Instagram. Essas habilidades fazem as pessoas terem menos insumos para me encher o saco, além de destacarem os resultados do meu trabalho - que é o que interessa.
Depois de tudo isso, muitas pessoas observam a extensão da minha vida acadêmica e profissional - ambas longas para minha idade, mesmo eu não sendo mais super jovem, e acham que eu deveria estar em um lugar além.
Ok, ser estagiário com 27 anos e seu maior salário da vida ser 2.5k é uma questão. Mas tava todo mundo insistindo para eu voltar para a educação e, além das memórias do período me fazerem ter crises de ansiedade tão fortes que começo a me contorcer, é aquilo:
Eu vou realmente ingressar numa área x porque todo mundo mandou?? Tipo, "ai queria outra coisa mas aconteceu isso e isso e agora tô trabalhando aqui...". Cara, é muita derrota. Eu vou batalhar pra ser um bom redator até o fim da minha vida e acabou.
Além de dinheiro, existe dignidade. Inclusive, com 5 experiências em comunicação (entre freelas, estágios e empregos), estando no terceiro ano de Relações Públicas na USP, formado em Letras na USP, tendo dois MBAs... Acho que o ponto em que vou ganhar 4/5k é meio inevitável.
Tudo bem que isso ainda é pouco, mas é o básico para uma vida normal e é aquilo: primeiro conquistar a dignidade, depois ter ambição. Logo começo a procurar outro emprego, me desejem sorte.
E enfim, o que vocês acharam disso ai? Tô curioso com a recepção
Tenho uma pergunta genuína, vou agora para o terceiro ano em gestão de empresas. Estou a tirar a licenciatura no ISAG. Tinha me matriculado antes no ISCAP, mas não gostei do curso de contabilidade, não me via a trabalhar naquilo. Eu queria saber as médias necessárias para entrar em mestrados na católica em gestão. Existe algum valor mínimo? É complicado entrar? Queria informações. Obrigado!
**Designer/Desenhador**
**1. DADOS PESSOAIS**
* Idade: **23 anos (M)**
* Formação académica: **Licenciatura em Design Gráfico**
* Experiência profissional: **1 ano e 6 meses**
* Estado civil: **Solteiro/a**
* Pessoas dependentes/filhos: **0 filhos**
**2. PERFIL DO EMPREGADOR**
* Sector/Indústria: **Sector Privado - Mobiliário de Luxo**
* Cidade/Região do Empregador: **Distrito de Coimbra**
* Número de trabalhadores: **26-50**
* Multinacional? **Não**
**3. CONTRATO E CONDIÇÕES**
* Cargo atual: **Desenhador**
* Anos na empresa atual: **1 e 6 meses**
* Horas de trabalho: **40**
* Média de horas por semana, incluindo horas extraordinárias: **40 mas nos meses antes de se fechar para ferias chega a ser o mês inteiro a fazer 2 horas extra + 8h Sábado com situações em que se volta depois de jantar para se carregar encomendas.**
* Trabalho por turnos ou das 9h às 5h (flexível?): **8h às 17h com almoço das 12:30 as 13:30**
* Dias de férias/ano: **22 + 1 a usar quando entender**
**4. SALÁRIO**
* Salário bruto/mês (anual): **920€**
* Salário líquido médio/mês (incluindo compensações): **~1045€**
* 13º/14º mês (Completo? Duodécimos?): **Duodécimos**
* Vales de refeição: **Dinheiro (6)**
**5. MOBILIDADE**
* Cidade/região de trabalho: **Distrito de Coimbra**
* Distância casa-trabalho (km's/tempo): **10km em ~15 minutos**
* Como te deslocas? **Carro próprio**
**6. OUTROS**
* Com que facilidade podes planear um dia de folga? **É subentendido que segundas e sextas não são aceites.**
* O teu trabalho é stressante? **Sim, periodicamente**
* Possibilidades de formação: **Há formações mas não são serias, parece-me a mim que são cunhas com a empresa e vêm encher horário aos formadores para cumprir quotas.**
* Responsável por uma equipa e/ou projetos (relatórios): **Sim, meteram-me responsável pelas redes sociais da marca secundaria e depois responsável pela criação de produtos novos para venda **
**Mensagem / Pedido:**
Quando entrei para a empresa como estagiário as minhas funções eram : desenhos ,esboços , ideias de produto (cadeiras, mesas, consolas e afins), e modelagem 3d, fiz também o catalogo digital da marca secundaria e o formato pronto para impressão em gráfica. Como uso o Blender, por incentivo próprio comecei a trabalhar para que conseguisse fazer renderização de interiores com os produtos e comecei a fazer videos desses cenários para as redes sociais visto que fui tornado o responsável . Os PCs não são os mais capazes mas deu para desenrascar. Quando me deram um contrato de trabalho a termo certo de 6 meses (com possibilidade de +6 meses) ofereceram-me 900€ ( ordenado mínimo era 870 na altura) e eu acabei por aceitar por não haver muito mais na minha zona. O que acabou por acontecer foi que despediram a minha colega por dramas internos e eu acabei por levar com a carga toda. Disseram-me para meter em pausa a marca e num espaço de 2 meses meteram-me a usar maquinas de CNC para corte de madeira ,tive que aprender em cima do joelho a usar programas de desenho técnico (Fusion360 e CADs), fiquei ao encargo do chefe da carpintaria e por vezes é pedido que ajude a lixar peças, carregar material, ir buscar parafusos, ferramentas , produtos etc. Fiquei também ao encargo de orientar o armazém , fazer listas do material a encomendar e os produtos a sair, inclusive registo e embalamento dos mesmos para ser carregado. Basicamente passei a ajudante de carpinteiro e desenhador nos tempos livres. Quando falei sobre aumentos mandaram aquela clássica do "ai ui a crise e a guerra e tal" mas disseram-me que ia haver um ajuste na renovação. Esse ajuste foi o ordenado mínimo subir para 920€.Já me mentalizei que estou aqui so para ganhar experiencia basicamente. A minha pergunta é , e visto que está a chegar o fim de contrato, peço um aumento de quanto? Isto é o "normal" de um jovem licenciado ? O não é garantido, e não pretendo ficar muitos mais anos nesta terra, mas por motivos pessoais familiares fazem com que, neste momento, seja ideal para mim continuar na zona entre 1 a 2 anos. Como aqui é das poucas empresas na area do design daí a insistência...
Bom dia malta,
Sou licenciado em Eng. Petroquímica pelo IPS, tenho 31 anos e nunca trabalhei diretamente na área. Atualmente sou supervisor de manutenção numa fábrica no Alentejo, a cerca de 200 km de casa. Passo a semana fora e só volto à Margem Sul aos fins de semana, onde vive a minha namorada. Sinceramente, já não aguento esta rotina e queria regressar de vez.
Estou a pensar mudar de carreira e tirar o curso de TMA (Técnico de Manutenção de Aeronaves) na LAS Training ou na ATCentro. Como o curso é caro e demora pelo menos 2 anos a concluir os módulos, devo terminá-lo por volta dos 33 anos. Depois ainda precisarei de ganhar experiência até obter a certificação B1.1.
As minhas dúvidas são:
- Aos 33 anos, tendo já formação em engenharia e experiência em ambiente industrial/manutenção, acham que será muito difícil conseguir a primeira oportunidade na área para começar a acumular experiência?
- Entre a LAS Training e a ATCentro, qual recomendam?
Obrigado desde já.
No total, há mais homens que mulheres no ensino superior. Na maioria dos cursos tipo gestão, direito, psicologia, enfermagem, medicina, há mts mais mulheres que homens.
A única área que tem mais homens que mulheres e a engenharia. E ainda assim algumas são exceção como a eng biomedica.
Eu fico confuso porque fui ver os dados demográficos e em Portugal há ligeiramente mais homens jovens do que mulheres jovens. Sendo a universidade um marco comum na vida dos jovens, então onde estão os homens? Se não estão a estudar estão a fazer o quê?
I've been frustrated with how broken the process is for finding a job in Europe when you don't speak the local language. You open LinkedIn, filter by city, scroll endlessly, but nobody actually helps you figure out which city fits how you want to live in the first place.
So I'm testing a concept. You describe your ideal lifestyle - climate, cost of living, city size, type of company, whether you want a beach or a bike culture - and it matches you to real in-person English-speaking jobs across European cities. Portugal is one of the focus areas given how many internationals are drawn there.
Not a finished product. Just a waitlist page to see if enough people would actually use this before I invest time building it properly. No monetization, nothing to buy.
If it sounds useful, the link is in the comments. And if it doesn't, curious why, would love the feedback.
Durante 9 anos trabalhei em Marketing. Nós últimos 5 trabalhei diretamente em ecommerce..Entretanto estou mesmo muito saturada da área e completamente perdida sem saber o que aprender.
Alguma dica? Alguém me pode ajudar? Sinto me horrível todos os dias porque estou cada vez mais perdida.
Olá a todos.
Tenho licenciatura e estou agora a terminar o mestrado em Engenharia Informática e Multimédia. Durante anos ouvi sempre que esta era uma área com boa empregabilidade e salários acima da média, por isso entrei no curso também com essa expectativa.
Desde o início do ano tenho enviado candidaturas para posições júnior/estágio profissional, mas até agora só fui chamado para duas entrevistas (uma nunca deu resposta e consegui por já conhecer alguém na empresa). Também reconheço que ainda não enviei assim tantas candidaturas, talvez umas 20.
O que me está a deixar um bocado perdido é ver colegas meus a entrar em programas bastante bons (alguns a receber ~1500€/mês) enquanto eu começo a achar que o mais provável será receber propostas na ordem dos 1000-1200€ brutos.
Não estou a dizer que “mereço” mais só por ter estudado, nem quero soar arrogante. Acho que estou mais a tentar perceber se as minhas expectativas estavam completamente desalinhadas da realidade ou se simplesmente o mercado está mais difícil neste momento.
Para quem já trabalha na área:
Gostava mesmo de ouvir opiniões honestas e perceber o que posso melhorar.
Sinto-me um pouco perdido e a questionar se o investimento de tantos anos em estudos e formação acaba realmente por compensar, especialmente quando vejo trabalhos que não exigem tantas qualificações a oferecer salários semelhantes, ou até superiores em alguns casos.
Não digo isto para desvalorizar nenhum tipo de trabalho, porque sei que todos têm o seu mérito, e peço desculpa se soar ofensivo. Acho que estou apenas a tentar perceber se as minhas expectativas estavam desalinhadas com a realidade do mercado.
Boa tarde, trabalho como Gerente de Tráfego na maior empresa de Portugal de transporte de passageiros.
Tenho 30 anos, e trabalho na empresa à 9 anos, ganho 1200 € de base + isenção de horário de trabalho de 240€ + subsídio de alimentação de 5.95€ ao dia, trabalho de segunda à sexta feira das 9h às 18h30 com 1h30 de almoço.
Neste momento concorri para a CP (Comboios de Portugal) e estou em fase de testes para entrar para revisor onde vou ter um curso de 5 meses remunerados com uma bolsa no valor de 650€ por aí e só depois começar na função onde com subsidios vou ganhar à volta de 1500€/ 1600€ com turnos e e fins de semana.
Acham que tou a tomar a melhor decisão, deixar 9 anos para trás para começar algo novo?
Sou aluno bolseiro de mestrado no IPL e, por não estar a gostar do curso, quero desistir. Já mandei e-mail para o meu politécnico em específico e disseram-me que, para anular a matrícula, teria de pagar todas as propinas. Mas se eu só não me inscrever no segundo e não pedir bolsa outra vez, não fico desvinculado do curso? Eu não pretendo voltar a inscrever-me num mestrado tão cedo, por isso ficar com este processo pendente não seria um problema para futuras candidaturas.
Boas malta,
Como a fase das candidaturas está a aproximar-se, vou deixar esta thread para quem anda perdido com cursos, universidades ou áreas profissionais.
Podes comentar:
- que cursos estás a considerar;
- o que te está a deixar na dúvida;
- que tipo de coisas tens medo de escolher mal;
- que áreas já riscaste da lista e porquê.
A ideia é a comunidade tentar ajudar com experiências, opiniões e perguntas úteis para pensares melhor antes de decidir.
EDIT : Se ainda te encontras com dúvidas no curso a seguir envia mensagem privada para mim para te aconselhar um projeto que aqui não o posso partilhar devido a leis do reddit. Obrigado!
Olá a todos. Sou licenciada na área da comunicação/design e trabalho há 4 anos. Nestes 4 anos nunca fui aumentada, estando neste momento a ganhar o salário mínimo pois foi aumentando até chegar ao valor bruto que eu estava a ganhar. No meio disto fiz uma pós graduação nesta área também para aprofundar conhecimentos e achei que me podia dar alguns connects para mudar de emprego, não aconteceu.
Trabalho na área e faço desde design a organização de eventos. O problema é que todas as áreas em que toco na minha função, não são aprofundadas ao ponto de conseguir candidatar-me a uma função especializada, excepto o design (que está a morrer).
Queria conseguir saltar para alguma área adjacente pegando nos meus skills transferíveis mas sinceramente não sei se isso ía resultar. A única área que paga melhor é UX/UI e já está muito saturada.
Estou aberta também a mudar de área para outra coisa mas a pós graduação drenou um pouco as minhas poupanças para pagar outro curso.
Estou quase nos 30 e preciso mesmo de mudar.
Qualquer reflexão e conselho é agradecido.
Olá malta, estou a passar por momentos de falta de vocação na minha carreira profissional.
Vinha aqui procurar o que acham de fazer psicologia vocacional? Não vou partilhar o contexto, sei que ajudava. Mas so quero mesmo saber da vossa parte se alguém já experimentou ou não.
E se tiverem outras ideias para substituir a psicologia vocacional digam.
Obrigado
Estou numa situação profissional muito particular: trabalho a tempo inteiro, mas tenho flexibilidade, tempo e capacidade mental para aprender uma nova área e, eventualmente, arranjar um segundo emprego (em regime de moonlighting ou freelance).
O meu background é na área da saúde (não posso adiantar muito mais por motivos de anonimato). Atualmente, estou a ponderar duas opções distintas e gostava de ter a vossa opinião sobre ambas:
Recentemente, fiz alguns cursos básicos de Python no Codecademy e até gostei da experiência. No entanto, sei que aprender a sintaxe é muito diferente de ser um programador ou engenheiro de software. A ausência de uma licenciatura na área, a incerteza associada ao impacto da Inteligência Artificial e a vaga constante de layoffs deixam-me reticente em investir tempo nisto. Diante deste cenário, qual é a vossa perspetiva? Vale a pena arriscar?
Também já explorei esta vertente e agrada-me bastante. Contudo, tenho duas grandes dúvidas:
P.S.: Não publiquei isto diretamente no r/DevPT porque a minha conta é recente e ainda não tenho "karma" suficiente para criar posts.
Obrigado desde já pela ajuda!
Boas malta,
Esta thread serve para quem quer pedir ajuda rápida sobre cursos, universidades, estágios, salários, entrevistas, CV, mudança de carreira ou mercado de trabalho em Portugal.
Podes comentar aqui:
que curso estás a pensar escolher;
dúvidas entre universidades;
se vale a pena tirar mestrado;
salários e saídas profissionais;
dúvidas sobre CV/LinkedIn;
entrevistas e estágios;
mudança de carreira;
emigrar ou ficar em Portugal.
Para receberes melhores respostas, tenta incluir:
idade/ano de escolaridade;
área ou curso atual;
cidade/país;
objetivo profissional;
opções que estás a considerar;
o que mais te preocupa.
A ideia é criar um espaço útil, direto e sem julgamentos para portugueses ajudarem portugueses a tomar melhores decisões de carreira.
Boa sorte e continuação de um bom fim de semana a todos!! 🫵
Boas!
Estou com um dilema e não consigo fazer nada sem saber o que fazer de certo!
Tirei um curso profissional e logo após fui trabalhar, mas após uns 3 anos tive um mental breakdown e neste momento estou fora da minha área de formação e sinceramente não me identifico mais com essa área. Uma coisa que sempre amei e sempre tive carinho foi cuidar de animais e deram me a ideia de tirar uma licenciatura de enfermagem veterinária e mais tarde um mestrado de medicina veterinária. Muito provavelmente vou ter de fazer exames, o que para mim seria bastante difícil pq não tive as bases do secundário e por outro lado não posso simplesmente desistir de trabalhar para estudar pq preciso de pagar as contas. Não sei o que fazer!! Alguém me pode dar alguma ajuda?
Olá a todos,
Tenho 34 anos, sou casada e estou grávida do meu primeiro filho.
Comecei Enfermagem há alguns anos, mas acabei por desistir por questões pessoais e financeiras. Atualmente trabalho num lar de idosos, mas estou cada vez mais cansada da carga física e da falta de valorização.
Estou a pensar mudar de área e surgiu a possibilidade de fazer um curso de Técnico Auxiliar de Farmácia (TAF), de 10 meses (online + estágio). No entanto, é pago e tenho receio de investir tempo e dinheiro e depois não conseguir emprego.
Também vivo na zona de Fátima e não sei se há saídas nesta área em zonas mais pequenas.
Gostava de opiniões de quem conhece o mercado ou trabalha na área. Vale a pena?
Obrigada!