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O fim dos testes em animais está próximo?
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O fim dos testes em animais está próximo?

A Vivodyne, startup californiana, opera uma dúzia de minilaboratórios robóticos onde células humanas crescem em chips biológicos e se auto-organizam em estruturas com vasos sanguíneos e células imunológicas. A IA projeta experimentos, analisa resultados e cria continuamente novos ciclos de teste. O sistema testa mais de 3 milhões de tecidos humanos por ano — o dobro da capacidade de todos os ensaios clínicos nos EUA somados. Para modificar camundongos geneticamente para um experimento específico, leva-se 1,5 ano. A Vivodyne faz 25 ciclos de teste nesse período. Em 2022, o FDA Modernization Act removeu a obrigatoriedade de testes em animais antes de ensaios clínicos. No curto prazo, os testes em paralelo devem continuar — mas o CEO da Vivodyne acredita que não vai demorar para que se tornem coisa do passado.

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u/fastcompanybrasil — 11 hours ago

A Geração Z criou um novo manual de consumo e as marcas ainda não entenderam?

A Geração Z, cujos integrantes mais velhos têm 29 anos, chegou à vida adulta num contexto de pandemia, IA reduzindo perspectivas de emprego, inflação e salários abaixo dos pais. O TikTok priorizou espontaneidade e fez o universo de influenciadores pagos do Instagram parecer fraude. Resultado: a era da marca aspiracional acabou. A era da marca funcional está a todo vapor. Dados concretos da mudança: a Bubble Skincare, lançada em 2020 para a Geração Z com produtos entre US$ 10 e US$ 19, fatura mais de US$ 100 milhões por ano e avalia uma possível venda. A Poppi, marca de refrigerantes probióticos, foi vendida para a PepsiCo por US$ 1,95 bilhão. Enquanto isso, a Everlane foi parar nas mãos da Shein depois que sua reputação em sustentabilidade desabou. A Allbirds se reinventou como empresa de IA. A Birchbox entrou em colapso. Segundo Ben Lerer, investidor que financiou as grandes marcas dos anos 2010: quinze anos atrás, o branding importava muito. Hoje, a estética é o mínimo esperado — a qualidade do produto se tornou inegociável. Até 2030, os gastos globais da Geração Z devem superar US$ 12 trilhões.

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u/fastcompanybrasil — 1 day ago

No fim quem sai ganhando ou perdendo?

Elliott Campbell, professor da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, analisou mais de 400 modelos de veículos. A diferença central de eficiência: apenas 20% da energia da gasolina vira movimento, contra 80% nos elétricos. Ao longo de 16 anos de vida útil, um carro a combustão consome cerca de 20 toneladas de petróleo — 40 vezes mais do que o peso da bateria de um elétrico. O petróleo queimado vira CO₂. A bateria pode ter 98% dos minerais reciclados. Os ganhos climáticos dos elétricos devem aumentar à medida que as redes incorporam mais renováveis. A vantagem se manteve mesmo considerando emissões da mineração, fabricação e montagem dos veículos elétricos.

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u/fastcompanybrasil — 3 days ago

Depois dos celulares "burros", essa é a próxima tendência anti-tela?

A tendência das "bolsas analógicas" ganhou força quando a influenciadora Siece Campbell publicou um vídeo no TikTok sobre seu estilo de vida analógico com 303 mil visualizações. Ela leva Polaroid Mini, livro de palavras cruzadas e glitter biodegradável. A influenciadora Autumn Acord, com 150 mil seguidores, explica: "Para não ficar rolando o celular." Os especialistas alertam há anos para os impactos do uso excessivo de telas sobre a saúde mental. A geração que mais tempo passa diante de dispositivos parece estar procurando a substituição com mais urgência do que qualquer outra.

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u/fastcompanybrasil — 6 days ago

Isso é regulamentação necessária ou paternalismo de estado?

Novas regras chinesas proíbem plataformas de gerar conteúdos que possam levar usuários a tomar decisões questionáveis por meio da manipulação emocional. ByteDance, Alibaba e Tencent encerraram seus serviços. Usuários protestam, tentam transferir históricos de conversas para outros apps e descrevem a sensação como luto. Uma pesquisadora citou casos de suicídio de jovens nos EUA após interações com companheiros de IA como possível motivação para a regulamentação. A ByteDance está redirecionando usuários para outro app, mas sem as mesmas funcionalidades. 72% dos adolescentes americanos já conversaram com um companheiro de IA.

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u/fastcompanybrasil — 5 days ago

A preocupação está na evolução dessa capacidade. Até onde a IA pode entender aonde está entrando?

Pesquisadores de Stanford e do Arc Institute usaram os modelos Evo 1 e Evo 2, treinados com 9,3 trilhões de nucleotídeos de mais de 128 mil genomas. Escolheram o ΦX174, vírus com 5.386 bases e 11 genes sobrepostos, ajustaram os modelos com sequências da mesma família e pediram novos genomas. De 285 sintetizados e testados, 16 funcionaram. Quando bactérias resistentes ao ΦX174 foram expostas a um coquetel dos vírus projetados pela IA, a resistência foi superada nos três casos testados. O treinamento excluiu vírus que atacam seres humanos. Mas pesquisadores do Johns Hopkins alertaram para o descompasso entre o avanço dessas capacidades e as regras necessárias para controlar seu uso.

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u/fastcompanybrasil — 7 days ago

IA em currículo: Ajuda ou atrapalha? Qual melhor jeito de usar?

Pesquisa do Indeed com 1.014 trabalhadores: 83% usaram IA em pelo menos uma etapa da busca por emprego. Estudo da Robert Half com 500 gestores: 66% percebem aumento de currículos com informações exageradas ou falsas desde a popularização da IA generativa. O resultado: entrevistas e avaliações comportamentais ganharam peso para verificar se o currículo reflete a realidade. Candidatos que delegam o raciocínio à ferramenta chegam à entrevista sem conseguir sustentar o que está no documento. 44% dos gestores consideram conhecimento em IA uma vantagem. 25% já priorizam candidatos com essas competências.

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u/fastcompanybrasil — 12 days ago