r/Imagina_Se

Fiz alguns documentários o primeiro é sobre se a inteligência artificial pode substituir nosso empregos queria muito uma opinião se gostaram odiaram amaram demonizaram kkk
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Fiz alguns documentários o primeiro é sobre se a inteligência artificial pode substituir nosso empregos queria muito uma opinião se gostaram odiaram amaram demonizaram kkk

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Robôs iria substituir nossos empregos ? É o fim?

https://youtu.be/aCJSdFQnYIw?is=XIwF5sLS0om-ot8v

[A jornada de André, um conto sobre propósito ](https://youtu.be/cL14lkyDfSo?is=NpGcqLLITfs1oEz4)

[Uma homenagem a todas as mães do mundo ](https://youtu.be/ts\_oE51Tvh8?is=tHKaRTMkBAb07ID0)

u/Kaase_kaaf — 8 hours ago

E se a América do Sul fosse desse jeito?

Com exceção de Bahia, Minas Geraes, Juliana, São Paulo e Rio Grande, que falam português, de Équinoxe, Amazone e Antarctique, que falam francês, da Guyana, que fala inglês, e da Nieuw Holland, que fala neerlandês, todos os demais países tem como primeira língua o castelhano.

u/frederich_ — 1 day ago

imagina se o mundo fosse um grande "South Park" e todos os eps acontecessem de verdade na realidade?

u/illuzyanko — 1 day ago

E se ao invés de volante e marcha, os carros tivessem Joystick pra dirigir?

Ficaria mais fácil ou difícil dirigir o carro?

u/diegrunge — 1 day ago

Brasil, 2040 — A Conta Chegou

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LE se quiser

Por décadas, o Brasil acreditou que sempre haveria mais tempo.

Mais um governo.
Mais uma eleição.
Mais uma dívida.
Mais uma promessa.

Os problemas nunca foram resolvidos. Apenas adiados.

A economia crescia por alguns anos e voltava a cair. Um breve voo de galinha era celebrado como vitória, até que uma nova crise surgisse e apagasse tudo o que havia sido conquistado. A dívida aumentava. Os gastos aumentavam. Os governos mudavam.

Mas o sistema permanecia.

Durante décadas, comprou-se estabilidade com dinheiro que não existia. Subsídios foram distribuídos. Dívidas foram acumuladas. Reformas foram adiadas para preservar apoio político. Cada geração deixou a conta para a próxima.

A crise demográfica chegou antes do que muitos esperavam. Cada ano nasciam menos crianças. A população envelhecia. Jovens desapareciam das cidades, deixavam o país ou eram consumidos pela violência.

O Brasil começava a diminuir.

E não era apenas uma questão de números.

Uma geração inteira cresceu sem perspectivas. Famílias fragmentadas, ausência paterna, desemprego, precarização e uma sensação cada vez maior de que o futuro havia sido roubado. Onde o Estado não chegava, outros chegavam primeiro.

O narcotráfico.

No início, era apenas mais um problema nacional. Depois, tornou-se um poder paralelo. Mais tarde, deixou de precisar permanecer nas sombras.

Controlou bairros. Depois cidades. Rotas logísticas. Fronteiras. Instituições.

E, pouco a pouco, começou a entrar no próprio Estado.

Policiais. Prefeitos. Legisladores. Empresários. Juízes. Funcionários públicos.

Não era mais possível saber onde terminava o governo e onde começava o crime organizado.

A economia também começou a ceder.

Anos de endividamento e decisões adiadas finalmente cobraram seu preço. A moeda perdeu valor. Salários se tornaram insuficientes antes mesmo de chegarem ao bolso dos trabalhadores. A inflação destruiu o pouco que restava de previsibilidade.

A CLT continuava existindo.

O emprego continuava existindo.

O salário continuava existindo.

Mas nada disso significava segurança.

E enquanto Brasília discutia soluções, o país continuava se deteriorando.

Mais dívidas para pagar dívidas antigas.

Mais promessas para manter uma população calma

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Ao mesmo tempo, uma parcela crescente dos jovens cresce sem apoio paterno ou dentro de estruturas familiares fragilizadas. A falta de perspectivas, o desemprego, a precarização do trabalho e a desilusão com o futuro criam um ambiente cada vez mais instável.

A antiga ideia de que o trabalho garantiria estabilidade financeira desapareceu. A CLT, que durante décadas representou segurança para milhões de trabalhadores, perdeu grande parte de seu valor prático diante da hiperinflação. Após anos de governos acumulando dívidas e adiando reformas necessárias, a moeda começou a perder valor rapidamente.

A partir da década de 2030, as crises climáticas também passaram a provocar perdas econômicas cada vez maiores. A falta de investimentos em adaptação, infraestrutura e planejamento agravou os prejuízos. Com a economia entrando em colapso, o governo passou a contrair ainda mais dívidas para tentar manter o funcionamento básico do Estado.

Enquanto isso, o narcotráfico se expandiu de forma colossal. Grupos criminosos avançaram sobre países vizinhos, especialmente o Paraná, buscando controlar rotas estratégicas de armas e outros fluxos ilegais. Dentro do Brasil, passaram a dominar cadeias logísticas e territórios que anteriormente temiam perder.

A crise social contribuiu diretamente para essa expansão. A ausência de perspectivas para os jovens, a fragilidade das famílias, a pobreza e a corrupção facilitaram o recrutamento e o fortalecimento das organizações criminosas.

Com o passar das décadas, a corrupção também se tornou cada vez mais profunda. O narcotráfico deixou de ser apenas um poder paralelo e passou a infiltrar o próprio Estado. Prefeituras, governos estaduais, o Congresso, ministérios, setores do Judiciário, forças policiais e até setores das Forças Armadas começaram a sofrer influência direta ou indireta das organizações criminosas.

Em 2070, o Brasil já não é apenas um país com narcotraficantes poderosos.

O narcotráfico se tornou parte do próprio sistema.

A cada crise, a população diminui. Menos crianças nascem, mais jovens deixam o país ou morrem em meio à violência, enquanto uma população cada vez mais envelhecida precisa sustentar uma economia endividada e destruída pela inflação.

O país que durante décadas adiou seus problemas finalmente chegou ao limite.

E agora não há mais ninguém para empurrar a conta para o futuro.

No fim, é apenas uma reflexão sobre algo que pode ou não ocorrer no futuro. Independentemente disso, na minha visão, o maior problema é o enfraquecimento da família e o aumento da ausência paterna.

Isso, para mim, pode ser pior do que qualquer crise econômica. A economia poderia, em teoria, se recuperar em uma ou duas décadas, mas reconstruir os laços familiares e recuperar o senso de responsabilidade e pertencimento de uma geração inteira seria muito mais difícil.

Além disso, o custo de criar uma criança tende a aumentar, enquanto muitas mães ficam ainda mais pressionadas por uma possível hiperinflação e pela deterioração das condições econômicas. Tudo isso pode se concentrar em um cenário social cada vez mais desastroso.

Não estou dizendo que esse futuro ocorrerá inevitavelmente, mas que a ausência paterna, no cenário atual, é um problema que pode se agravar e acelerar outros. Uma economia cada vez mais inflacionada, um Estado mais endividado e fragilizado e forças criminosas ou outros grupos paralelos crescendo podem formar um ciclo em que cada problema alimenta o próximo.

Para mim, o maior perigo não é apenas o colapso da economia, mas o colapso social. Porque uma economia pode ser reconstruída. Uma sociedade destruída é muito mais difícil de recuperar.

u/LongjumpingShake132 — 1 day ago

E se todos nós andassemos armados, só que de forma diferente..

E se o nosso ânus, "vulgo boca suja" tivesse a capacidade de lançar balas de canhão?

A sociedade seria mais segura?

Vocês seriam contra ou favoráveis a rabos armados?

u/Humble-Alarm-2649 — 1 day ago

e se fosse possível "malhar" outras características corporais?

tipo altura, penis, peito, etc

acham que isso mudaria as preferencias ou continuaríamos na mesma?

u/Specialist_Shirt_469 — 2 days ago

E se Vênus (deusa romana do amor e da beleza )resolvesse passar 1 mês como humana na terra te conhecesse ,se apaixonasse por você e resolvesse te levar no Olímpio para morar com ela . Como você reagiria?

u/Honest-Tea-8880 — 3 days ago

E se os polvos dominassem a "agricultura"

Imagina se um bicho do mar, tipo um polvo, desenvolvesse a inteligência necessária para dominar a a agricultura?

Nem que fosse algo rudimentar, tipo oq a gente desenvolveu há milênios atrás. Dizem que precisaria de polegares opositores, mas os polvos meio que conseguiriam fazer tudo que a gente consegue, mecanicamente falando.

Fora q eles são bem inteligentinhos. Oq vocês acham? Como seria o mundo? Teríamos parcerias subaquáticas? Quais tipos de tecnologia seria possível desenvolver?

Como isso alteraria a dinâmica de comércio? Pq tipo, poderíamos prover alimentos pra eles, e eles fazerem serviços pra gente. Sabe quanto ganha um mergulhador foda?

Viajei muito?

reddit.com
u/Wise_Neck8019 — 2 days ago

E se homens pudessem engravidar?

Preconceitos contra gays deixariam de existir?

Um dos argumentos utilizados é que esse casal é incapaz de se reproduzir... Nesse cenário eles são.

Fora isso como seria a sociedade, leis, regras, educação, vida. Dá para conversar muito sobre isso

u/PlentyWise3615 — 4 days ago

Todos os humanos tivessem um rabão?

Não um rabo pequeno, mas um rabão grande que conseguisse se movimentar e ser usado como uma espécie de quinto membro

E aí teria algumas pessoas que teriam o rabo menor, algumas com rabo mais grosso, mais fino, mais extenso

u/AgentNerdy_ — 3 days ago