u/frederich_
Proposta de bandeira simples de protesto unificada para o Brasil
É inspirada na bandeira Branca-Azul-branca (segunda imagem), em russo: бело-сине-белый флаг, um símbolo de oposição à guerra na Ucrânia, a Vladimir Putin e à atual estrutura do Estado russo. As diferenças entre essa bandeira e a bandeira da Rússia são a ausência do vermelho (que, segundo os manifestantes, representa a guerra e o derramamento de sangue) e o tom azul-celeste, que faz referência à descrição da bandeira russa de 1991 com a chegada da democracia.
No caso brasileiro, a bandeira de protesto evita as cores verde e amarela (usadas pela direita pró-Bolsonaro), a cor vermelha (usada pela esquerda) e também o preto ou o laranja (presentes em movimentos atuais da direita anti-Bolsonaro), como forma de se unir por um único propósito: o impeachment ou a remoção dos envolvidos nos recentes escândalos de corrupção no país, independentemente do cargo ou do espectro político.
Para os tradicionalistas: vocês aceitariam um estrangeiro?
(Não sou católico nem tradicionalista, mas me interesso por história e genealogias)
De Dom João até o suposto pretendente
Se colocarmos Dom João VI como ponto de partida, como último monarca absolutista sobre o território brasileiro, temos seus dois filhos: Dom Pedro I e IV (defensor do liberalismo) e Dom Miguel I (defensor do tradicionalismo).
O ramo miguelista português, atualmente na figura de Duarte Pio, bisneto de Dom Miguel, abandonou a defesa da monarquia tradicional.
O parente mais próximo de Miguel, fora da linha direta de sucessão, que manteve seus ideais foi seu neto, Francisco Xavier de Bourbon-Parma, por sua filha mais nova, Maria Antônia de Bragança.
Xavier foi escolhido como pretendente carlista ao trono espanhol pelo marido de sua tia, Afonso Carlos de Bourbon, que morreu sem filhos. Afonso era ao mesmo tempo bisneto de Carlos IV da Espanha e bisneto de Dom João VI, e a sua esposa, Maria das Neves de Bragança, era a filha mais velha de Miguel.
Pelo envolvimento do filho mais velho de Xavier, Carlos Hugo (que teria abdicado de suas pretensões) e do seu neto, Carlos Xavier, com o socialismo, para alguns a sucessão passou para Sisto Henrique de Bourbon-Parma (1940), segundo filho de Xavier e atual líder da Comunión Tradicionalista, que contou com o apoio de sua mãe.
Embora tenha nascido na França e tenha laços profundos com a Espanha, Sisto fala português, tendo servido no Exército Português durante a Guerra da Angola (1968–1974) e visitado o Brasil pelo menos uma vez em sua vida. Ele, porém, aos 86 anos, não tem filhos.
Com sua morte, os direitos dinásticos deverão passar para o filho de sua irmã mais velha, Carlos Henrique de Lobkowicz, com 62 anos e sem filhos.
Já com a morte dele, os direitos irão teoricamente para o neto da tia de Sisto, o príncipe belga Lourenço de Habsburgo-Lorena, que, além de ser casado com a irmã do atual rei Filipe da Bélgica, é neto de Carlos I da Áustria, católico devoto beatificado pelo papa João Paulo II em 2004. Lourenço, porém, já está com 70 anos, mas tem filhos.
Amadeu (Amedeo) de Habsburgo-Lorena, de 40 anos, é filho mais velho de Lourenço, hexaneto de Carlos IV da Espanha, pentaneto de Dom João VI, tetraneto de Dom Miguel I, bisneto de Carlos I da Áustria, sobrinho-neto de Balduíno I da Bélgica (que está em processo de beatificação) e o sexto na linha de sucessão ao trono belga.
Boitatá como a Cobra Fumante dos Expedicionários no estilo da Serpe dos Braganças [IA]
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A standard for the Kingdom of Christ
The 70 crowns represent Christ’s dominion over all nations, based on the 70 original nations of Genesis 10 and John’s vision in Revelation 19:12: "His eyes are like blazing fire, and on his head are many crowns (...)." While Satan has 7 crowns on his 7 heads (Rev 12:3) and the beast has 10 crowns on its 10 horns (Rev 13:1), Christ has 7 times 10 crowns.
The golden color represents gold and divine glory, purple represents Christ's royalty, and white represents the holiness of the Lord.
The red cross is neither an Orthodox, a patriarchal, nor a Lorraine cross, but a simple silhouette of Christ's cross with the plaque that bore the inscription of His condemnation. Red represents the blood shed by the Lord at Calvary and the blood He will shed at His Second Coming (Rev 19:13 and 15, Is 63:1–4).
The white horse represents Christ's mount (Rev 19:11).
Note: This type of crown is an aesthetic choice, being a simplified version of the crown from the coat of arms of the princes of Brazil, used during the Empire (1822–1889).
Flag of the Brazilian Independent Foreign Policy (PEI)
It was a diplomatic guideline of Brazil between 1961 and 1964, under the administrations of presidents Jânio Quadros and João Goulart, which promoted the end of automatic alignment with the US and sought greater autonomy during the Cold War.
From left to right, the foreign ministers of the period: Afonso Arinos (center-right), San Tiago Dantas (center-left), Hermes Lima (left), Evandro Lins e Silva (left), and João Augusto de Araújo Castro (career diplomat).
During this period, Brazil maintained diplomatic relations with all countries, regardless of whether they were capitalist or communist. There was a rapprochement with Eastern Europe and Africa, as well as a defense of the Third World, adopting a critical stance toward world bipolarity.
The most famous speech was delivered by Araújo Castro at the opening of the 1963 UN General Assembly, where he advocated for the 3 D's: Development, Disarmament, and Decolonization.
However, the policy was ended after the 1964 Coup that established the Military Dictatorship (1964–1985), with the support of the United States.
E se a América do Sul fosse desse jeito?
Com exceção de Bahia, Minas Geraes, Juliana, São Paulo e Rio Grande, que falam português, de Équinoxe, Amazone e Antarctique, que falam francês, da Guyana, que fala inglês, e da Nieuw Holland, que fala neerlandês, todos os demais países tem como primeira língua o castelhano.
Breve cronologia do período histórico da Bíblia com curiosidades
2093 a.C. - Nascimento de Terá ✴️
2023 a.C. - Nascimento de Harã ✴️
2004 a.C. - Queda de Ur
1963 a.C. - Nascimento de Abrão ✴️
1953 a.C. - Nascimento de Sarai ✴️
1897 a.C. - Senusret II se torna faraó
1888 a.C. - Chamado de Abrão e Morte de Terá ✝️
1877 a.C. - Nascimento de Ismael ✴️
1863 a.C. - Nascimento de Isaque ✴️
1858 a.C. - Ismael é expulso
1826 a.C. - Morte de Sara ✝️
1823 a.C. - Isaque se casa com Rebeca
1805 a.C. - Yakbim: reina 1º faraó cananeu
1803 a.C. - Nascimento de Jacó e Esaú ✴️
1788 a.C. - Morte de Abraão ✝️
1763 a.C. - Esaú toma duas mulheres heteias
1740 a.C. - Morte de Ismael ✝️
1725 a.C. - Jacó chega a Padã-harã
1718 a.C. - Jacó se casa com Raquel e Lia
1716 a.C. - Nascimento de Levi (aprox.) ✴️
1711 a.C. - Nascimento de José ✴️
1694 a.C. - José é vendido pelos irmãos
1683 a.C. - Morte de Isaque ✝️
1681 a.C. - José se torna governador
1673 a.C. - Jacó desce ao Egito
1656 a.C. - Morte de Jacó ✝️
1650 a.C. - Os Heqa-khasut (hicsos) assumem o governo no Baixo Egito
1601 a.C. - Morte de José ✝️
1579 a.C. - Morte de Levi (aprox.) ✝️
1550 a.C. - Hicsos são expulsos, Amósis I se torna faraó e hebreus são escravizados
1538 a.C. - Nascimento de Moisés ✴️
1525 a.C. - Amenófis I se torna faraó
1504 a.C. - Tutemés I se torna faraó
1498 a.C. - Moisés chega em Midiã
1492 a.C. - Tutemés II se torna faraó
1479 a.C. - Hatchepsut se torna faraó
1458 a.C. - Morte de Hatchepsut, Tutemés III se torna faraó e Êxodo dos povos semitas do Egito
1418 a.C. - Morte de Moisés ✝️
1380 a.C. - Inscrição dos Shasu de YHW
1118 a.C. - Jefté é juiz em Israel
1062 a.C. - Início do Reinado de Saul
1022 a.C. - Início do Reinado de Davi
982 a.C. - Início do Reinado de Salomão
978 a.C. - Início da Construção do Templo
971 a.C. - Conclusão do I Templo
586 a.C. - Destruição do I Templo
516 a.C. - Conclusão do II Templo
457 a.C. - Ordem para Reedificar Jerusalém
4 a.C - Nascimento de Jesus ✴️
26 d.C. - Batismo de Jesus (69 semanas de anos, ou seja, 483 anos após o decreto de Artaxerxes I)
30 d.C. - Jesus morre e ressuscita ✳️
70 d.C. - Destruição do II Templo
Pontos que passam despercebidos:
• Apesar de ser ancestral de Abraão, Sem não era o primogênito de Noé, mas sim Jafé;
• Abraão não era o primogênito de Terá, mas sim Harã. Ele provavelmente era o filho mais novo;
• Deus tem certa preferência por aqueles que não eram primogênitos (Abel, Sem, Abraão, Isaque, Jacó, José, Moisés, Davi, Salomão);
• Deus só ordena que Abraão deixe a cidade de Harã após a morte de seu pai;
• Isaque se casou com Rebeca 3 anos após a morte de Sara;
• Abraão conviveu com seus netos, Jacó e Esaú, durante 15 anos até a sua morte;
• Jacó chegou a Padã-harã já idoso com 78 anos;
• Isaque deve ter lamentado a morte de José junto a Jacó, pois ele só morreu 11 anos após o desaparecimento do neto;
• José viveu 17 anos com seu pai antes de ser vendido, e viveu mais 17 anos com ele após se reencontrarem;
• Os hebreus não foram escravizados por 430 anos, mas sim por volta de 130/140 anos. Os 430 anos se referem ao período desde o chamado de Abraão até a saída dos hebreus do Egito. Já os 400 anos se referem à opressão da descendência de Abraão, desde que Ismael zombou de Isaque até o Êxodo;
• Do chamado de Abraão até a descida de Jacó ao Egito se passaram 215 anos, e mais 215 anos se passaram até o Êxodo;
• Joquebede, mãe de Moisés, era sobrinha de José e neta de Jacó (o que já invalida os 400 anos de escravidão);
• Há teorias de que o nome de nascimento de Moisés seria algo como Hapimoses ('filho do deus do Nilo', em egípcio') e que ele teria removido o nome da divindade após sua conversão. Isso elucidaria a explicação da princesa ao nomeá-lo: "Porque das águas o tirei" (Êxodo 2:10);
• Muito provavelmente a faraó mulher Hatchepsut foi quem havia acabado de morrer antes do retorno de Moisés para o Egito, a última que poderia lembrar do seu crime e buscar sua morte;
• O faraó das dez pragas não foi Ramsés II, que viveu mais de 300 anos depois, mas muito provavelmente Tutemés III;
• Da conclusão do I Templo até a morte e ressurreição de Cristo se passaram exatos mil anos. Nesse período, não houve templo em Israel durante 70 anos (de 586 a.C a 516 a.C), ou seja, o tempo total de serviço nos Templos até o surgimento da Nova Aliança foi de 930 anos, a mesma idade que morreu Adão. Esse número representa algo incompleto. Faltaram 70 anos (plenitude coletiva) para se alcançar mil anos (plenitude divina).
Propostas de Bandeira Verde, Amarelo e Púrpura para a Áustralia
O verde e o amarelo são as cores nacionais/esportivas da Austrália, enquanto a cor púrpura é uma mistura das cores azul, preto e vermelho presentes na bandeira atual e na sua variação vermelha, na Bandeira Aborígene, na Bandeira Eureka e na Bandeira Nacional Colonial.
O círculo representa o Sol da Bandeira Aborígene e a estrela de oito pontas simboliza os estados e os territórios (presente na proposta Triple Union).
Uma bandeira de união
Redesenho do meu redesenho da bandeira do Brasil.
Uma folha branca de palmeira estilizada com 27 folíolos (as partes pequenas) substitui a faixa e o lema nacional e representa, junto com as estrelas, os 26 estados e o Distrito Federal.
Dois redesigns
O losango passou a tocar as margens do retângulo verde de proporção 2:3. As estrelas foram aumentadas e igualadas em tamanho. A estrela Intrometida (Epsilon Crucis) foi removida para evitar a poluição visual do Cruzeiro do Sul. Em seu lugar, foi adicionada uma nova estrela do lado direito da constelação, a Alpha Lupi, que passa a representar o Espírito Santo.
Na primeira versão, a bandeira passou a ter apenas três cores: verde, amarelo e azul, com a faixa central agora representando a esperança. A cor verde ficou mais clara, o azul mais escuro e o amarelo mais voltado para o dourado.
Na segunda versão, a faixa e o lema nacional foram substituídos por uma folha simplificada de palmeira, representando os povos indígenas (Pindorama, que significa "terra das palmeiras") e o movimento negro (Quilombo dos Palmares, cuja palavra "palmares" significa "bosques de palmeiras").
Flag of Brazil with a tribute to Black people and Indigenous peoples (geometric patterns by u/MiDelete)
The national (positivist) motto and the blue color are replaced respectively by indigenous graphics and the black color. The rhombus also touches the edges of the flag, ensuring greater visibility for the inner part of the circle.
Inspiration: https://www.reddit.com/r/Vexilologia/s/63qs0ut0Cn
Eu facilmente teria proposto essa bandeira em 1889
Acho estranho que no meio de tantos projetos "exóticos" da época, nada assim tenha sido desenhado, ainda mais por vir antes da estética socialista popularizar.
Além do clássico "vermelho como brasa", a cor era muito relacionada ao republicanismo, e substituiria o azul da hipotética bandeira do Reino do Brasil (que não existiu oficialmente). A esfera armilar se manteria por ser um símbolo tradicional, ligada ao poder naval e anterior ao Império, sem falar que ela representaria perfeitamente o fascínio positivista pela ciência e pelo universalismo.
Nem todos os republicanos abandonaram a estética "portuguesa" como se pode ver nos projetos do Barão do Rio Branco, de Eurico de Góis e de Silva Jardim que continham a esfera armilar.
Ela me passa um ar de país republicano de maioria católica (talvez por me lembrar a Espanha), mas imagino que muitos vão enxergar uma URSAL.
Estética inspirada no Brasil
Tava testando algumas ideias de design que me remetessem à "brasilidade" e saiu essa.
Coloquei a esfera armilar dourada sobre um quadrado azul com bordas brancas, inspirado na hipotética bandeira do Reino do Brasil; adicionei losangos vermelhos simbolizando grafismos indígenas; e criei ornamentos dourados baseados em folhas de palmeira. As 26 estrelas de quatro pontas representam os 26 estados do Brasil, excluindo o Distrito Federal.
Os significados das cores eu já mencionei no comentário desse outro post: https://www.reddit.com/r/Vexilologia/s/mQByWUem2Q
Bandeira alternativa do Brasil Holandês inspirada no brasão
Bandeira de Pindawarama
Pindawarama é uma adaptação do termo Pindorama que quer dizer "região das palmeiras", substituindo a palavra pindó (palmeira no tupi antigo) por pindawa (palmeira no tupi moderno, mais conhecido como nhengatu).
A bandeira é uma síntese do Brasil moderno com elementos indígenas. O vermelho e o preto se unem as cores nacionais representando o padrão mais comum encontrado em pinturas corporais, advindos, principalmente, do urucum e do jenipapo respectivamente. Os grafismos em formato de losango aparecem em várias culturas simbolizando, muitas das vezes, escamas, tanto de peixes quanto de serpentes; e, aqui, também fazem referência ao formato da bandeira imperial e republicana, ambas inspiradas originalmente nos estandartes napoleônicos.
Além de aparecer nesse nome indígena, também é possível relacionar a palmeira com a história da resistência negra no país e até com a fé cristã.
O maior e mais famoso quilombo levava o nome de Palmares, plural de palmar, que significa "bosque de palmeiras", dada a grande quantidade que havia na região.
Já segundo uma antiga tradição de alguns povos de língua tupi, quando um homem chamado Tamanduaré bateu forte seu pé no chão, surgiu uma grande fonte d'água que começou a inundar todo o mundo. Para escapar do desastre, Tamanduaré e sua esposa escalaram uma enorme palmeira e lá ficaram, acima das águas, se alimentando dos frutos da árvore até o fim da inundação, quando finalmente desceram e repovoaram a terra. Essa história apresenta muitos paralelos com o Dilúvio bíblico e, da mesma forma que a A****rca de Noé é vista como uma representação da salvação e do refúgio em Jesus Cristo, a palmeira também pode exercer essa função de tipo cristológico.