r/imperio

▲ 307 r/imperio+2 crossposts

Fiz uma Fusão da Bandeira do Império com a da República, deu isso aí (Brasil Parlamentarista talvez?)

u/Guelitus — 1 day ago
▲ 108 r/imperio+1 crossposts

A minha versão do Brasão Imperial é Melhor e mais Bonita? Ou é pior

basicamente eu fiz uma nova coroa e escudo, e mudei os ramos, os ramos eu peguei do antigo brasão de armas húngaro, a águia ali é a Harpia Imperial, e a coroa me inspirei na do México e Áustria para Criar, a Harpia é brasileira, e representaria força ou algo assim, mudei junto a coroa, mas não fiz a bandeira com tudo isso, o losango ficou pequeno demais.

  1. Brasão Imperial

  2. Brasão da Casa Imperial

  3. bandeira imperial da vida real sem modificações

LORE E CONTEXTO:

(a premissa disso, é um Império Bonapartistas, não Tradicionalista, algo pique Napoleão III, um Bonapartismo Plebiscitário fictício)

no meu cenário, seria um Segundo Império Brasileiro (1952-1970), sob a Dinastia Dagobertista, liderada por Miguel II, Presidente da República entre 1948-1951, e mais tarde, imperador, que teria colapsado após uma Derrota Militar brutal contra o Reino da Argentina, que unificou a América Latina após a guerra, o Brasil seguiu após isso a uma República, perdendo Bandas Orientais, Acre e Contestado ao Império Latino de Guilherme I, e do Chanceler Otto von Manhaker.

u/First_Salary3934 — 1 day ago
▲ 35 r/imperio+1 crossposts

Pov: ao invés do golpe de 37 dar origem ao estado novo, quem chegou no poder foi uma aliança entre Pátrianovistas e integralistas

u/flowey_the_flower18 — 1 day ago
▲ 77 r/imperio

Curiosidade, o Império do Brasil durou 67 anos e 69 dias

u/Agulhaz — 1 day ago
▲ 30 r/imperio

Sim, (infelizmente) ele era republicanista!

Para descontentamento geral dos cultistas, deve ser dita a verdade, acima de qualquer consideração aos prejuízos que se poderá causar à já estabelecida fraude do "Símbolo do Monarquismo Brasileiro": sim, infelizmente ele era republicanista, e há extensa documentação que prova o fato:

Do Instituto Histórico de Petrópolis:

D. PEDRO II ERA REPUBLICANO?

Por Alessandra Bettencourt Figueiredo Fraguas, Associada Titular, Cadeira nº 27 – Patrono José Thomáz da Porciúncula

A pergunta já abordada por importantes veículos de comunicação no país pode parecer paradoxal, para não dizer estapafúrdia, em um primeiro momento, mas para surpresa de muitos, pode-se dar a ela uma resposta afirmativa. Aliás, este questionamento pode ser solucionado sob duplo aspecto.

Em sentido estrito, d. Pedro II acreditava, sim, ser a república a mais apurada forma de governo, embora declarasse que o Brasil ainda não estava pronto para ela. Esta concepção vincula-se ao Iluminismo, especialmente a Montesquieu, para o qual, se a população é voltada para a causa pública – a virtude cívica – a ordem deveria ser a republicana. Ainda assim, o próprio Montesquieu defendera a monarquia constitucional moderna como a mais adequada dadas as condições históricas do seu tempo.

Esta linha de pensamento não era estranha a d. Pedro II, como podemos exemplificar a partir de um fragmento de seu diário[1], escrito já no exílio, em 5 de janeiro de 1890, portanto, logo após os acontecimentos do 15 de novembro. Ao comentar a opinião de Carlos Leôncio da Silva Carvalho, que havia sido ministro, ocupando a Pasta dos Negócios do Império no Gabinete Liberal de 1878 a 1880, d. Pedro nos permite entrever o seu posicionamento diante dos fatos que levaram à sua deposição:

[…] Confessa Leôncio de Carvalho que não queria já a república porque o imperador criterioso e verdadeiramente amigo do país aceitava a federação das províncias como disse Saraiva e porque para a república ser o governo do povo pelo povo era preciso primeiro educar e preparar os cidadãos (Minha opinião ficou bem clara quando tratei disso com Saraiva). O ex-imperador … favorecia com inexcedível generosível [sic] generosidade a educação popular. Os fatos cuja responsabilidade pertence aos maus amigos e conselheiros da Coroa precipitaram os acontecimentos.

[1] Os diários de d. Pedro II integram o Arquivo da Casa Imperial do Brasil (POB), pertencente ao acervo do Arquivo Histórico do Museu Imperial/Ibram/MinC. Ver BEDIAGA, Begonha (Org.). Diário do Imperador D. Pedro II: 1840-1891. Petrópolis: Museu Imperial, 1999.

Em 7 de abril de 1890, o ex-imperador completaria: “Abdicara [sic] como meu Pai se não me achasse ainda capaz de trabalhar para a evolução natural da república.” No ano seguinte, em 4 de junho de 1891, revelou: “(…) não duvidaria aceitar a presidência da república, se tivesse certeza de que não me suspeitariam de atraiçoá-la. Só aspiro a servir minha pátria com devoção, palavra que melhor exprime o que sinto do que dedicação.”

Deste trecho, destacamos a palavra cujo significado ajudaria a entender por que, em sentido lato, d. Pedro II também era um republicano: devoção. No nosso entender, a devoção, aqui, reporta-se ao ascetismo laico, quer dizer, ao cumprimento dos deveres independentemente das vontades pessoais. Devoção, neste sentido, finalmente, remete ao ethos burguês que, entre outros tópicos, pressupõe a separação entre as esferas pública e privada da vida social.

É fundamentalmente nesta perspectiva que d. Pedro II tornou-se de fato um republicano, ou seja, no que tange à sua maneira de lidar com a coisa pública (res=coisa; pública=pertencente à coletividade). Por exemplo, destacamos a carta escrita pelo imperador ao ministro plenipotenciário do Brasil em Lisboa, Miguel Maria Lisboa, barão de Japurá, solicitando que fossem dispensadas as honras com que pretendiam recebê-lo, por ocasião da sua primeira viagem à Europa, em 1871, cujo excerto copiamos:

Snr. Lisboa,

Minha viagem é em caráter inteiramente particular, e chamo-me como designo-me. (…) Vou para hotel e hei de alugar trem. (…) Tendo provavelmente de haver quarentena, irei para o lazareto e muito me afligirei se qualquer exceção a meu respeito contrariar o intuito da legislação portuguesa. (…) Seu affeiçoado patrício, D. Pedro d’Alcantara[2]

Exemplos como este são muitos na extensa documentação que forma o arquivo pessoal de d. Pedro II. As escritas de si nos ajudam a refletir sobre o deslocamento do imperador que, paulatinamente, descola-se da imagem aristocrática e cunha, ele mesmo, a representação do cidadão que serve com devoção ao país. Sobre este aspecto, o estudo da complexa trajetória de d. Pedro II nos permite afirmar que, sobretudo a partir do final da década de 1850, o imperador afasta-se do conservadorismo e dos fundamentos patrimonialistas da sociedade brasileira, e passa a defender claramente não só os ideais liberais como a forma de governar burocrático-racional, em sentido lato, republicana.

Se este desajuste entre o seu modo de pensar, sentir e agir – o seu ethos – e a estrutura social brasileira – patriarcal, agrário-escravista – foi um dos fatores que levaram ao esgotamento do seu governo, é uma questão que precisa ser aprofundada pela historiografia. No entanto, não há dúvida de que, às vésperas da Proclamação da República, o imperador se aproximava muito mais dos filhos bacharéis do que dos pais senhores de escravos. Por isso, cabe a nós perguntarmos, inspirados em seu contemporâneo Machado de Assis: seria o menino o pai do homem?[3]

[3]Ver “O menino é o pai do homem”. In: ASSIS, Machado de, (1839-1908). Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Abril Cultural, 1978, p. 30-33. A frase original é do poeta inglês William Wordsworth.

Link: https://ihp.org.br/d-pedro-ii-era-republicano/

Outras referências: https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/c9dee4a3-6cae-4bae-82e7-a7405f87eaf5/content

**Para defender o Verdadeiro Monarquismo, falar a Verdade, mesmo se for inconveniente, é um imperativo moral. Falsear a História é um desserviço à Causa.

Mas diferente dos Pedrista, acredito que ao decidir se engajar apenas sob o fundamento da verdade, o movimento monarquista no Brasil se fortalecerá, e romperá as algemas dos compromissos vazios.**

u/Roburion — 2 days ago
▲ 24 r/imperio

A Maioria da População do Império não eram escravos 😱

De acordo com o census imperial de 1872 a maioria dos neguinhos já não eram escravos

u/STEVE_MZ — 3 days ago
▲ 49 r/imperio+1 crossposts

A Guarda do Papa

Por volta de 1505, o Papa Júlio II solicitou ao governante da Suíça o envio de um destacamento para sua guarda pessoal. Em 22 de janeiro de 1506, 150 suíços, sob o comando do capitão Kaspar von Silenen e escolhidos entre os mais fortes, corpulentos e nobres representantes dos cantões de Uri, Zurique e Lucerna, entraram no Vaticano e atravessaram a Praça do Povo, onde receberam a bênção daquele Pontífice.

Designados para proteger o Papa, enfrentaram em 6 de maio de 1527 a mais sangrenta das lutas, quando Roma foi invadida por cerca de dezoito mil soldados do exército de Carlos V, que guerreava contra Francisco I. Naquele dia, um pelotão de mil atacantes confrontou a Guarda Pontifícia em frente à Basílica de São Pedro. Os suíços combateram com bravura e 108 deles caíram, enquanto, para atestar sua coragem e dedicação, 800 dos mil invasores pereceram. Além disso, formaram um cordão protetor ao redor do Papa Clemente VII e o conduziram em segurança até o Castelo de Santo Ângelo.

Essa é a missão da Guarda Suíça Pontifícia:, se preciso for, entregar a própria vida para resguardar o Sumo Pontífice. Assim, é claro que a admissão exige um rigoroso processo seletivo. Os principais requisitos são:

  1. Ser católico: dado que a pessoa a ser protegida é ninguém menos que a autoridade máxima temporal da Igreja Católica Apostólica. Além disso, é dever do Guarda Suíço velar pelos peregrinos católicos, pela Cúria Romana e pelo próprio Túmulo do Príncipe dos Apóstolos. Por fim, ele deve participar cotidianamente das diversas celebrações litúrgicas no Vaticano. Nada mais justo, portanto, que professe a fé católica.
  2. Ter cidadania suíça: em honra aos 108 suíços que tombaram gloriosamente na batalha ocorrida em 1527, somente são admitidos homens dessa nacionalidade no corpo de segurança pontifício.
  3. Ter boa saúde: os candidatos passam por uma rigorosa bateria de exames físicos e psicológicos.
  4. Ser solteiro: exceção feita somente aos oficiais, sargentos e cabos. É proibido que durmam fora do Vaticano.
  5. Ter concluído o curso básico de preparação: ministrado pelo exército suíço. Além disso, devem obter um certificado de aptidão.
  6. Ter boa conduta: como a pessoa irá servir diretamente ao Papa, deve ter uma conduta irreprovável.
  7. Ter formação profissional: é desejável que o candidato tenha uma boa formação, além da vontade e eficiência. É esperado que ele demonstre capacidade de aprendizagem e um certo nível de maturidade.
  8. Para ser admitido, o candidato deve ter entre 19 e 30 anos de idade.

A Guarda Suíça desempenha diversas funções, entre elas: oferecer segurança às autoridades estrangeiras que visitam oficialmente o Vaticano, acompanhar o Papa em suas viagens apostólicas e protegê‑lo em aparições públicas na Praça de São Pedro. Por esse motivo, nem sempre usam o uniforme tradicional: frequentemente atuam à paisana como guarda‑costas, misturando‑se à multidão e empregando equipamentos de segurança de última geração, tudo para garantir a proteção do Pontífice. Atualmente é composta por 109 membros: cinco oficiais, 26 sargentos e cabos, e 78 soldados.

O uniforme é outro traço marcante da Guarda Suíça. Atribui‑se o desenho original a Michelangelo, embora o modelo atual tenha sido redesenhado por Jules Répond, então capitão da guarda. Confeccionado em malha de cetim nas cores azul‑real, amarelo‑ouro e vermelho‑sangue, é composto por meias que se ajustam às pernas e são presas na altura do joelho por uma liga dourada; a parte superior também apresenta um corte inusitado. O capacete traz uma pluma vermelha e as luvas são brancas.

Trata‑se de um uniforme bastante elegante, que simboliza a nobreza e o orgulho de servir ao Sumo Pontífice. Embora curioso para os tempos atuais, chama a atenção dos peregrinos que visitam o Vaticano.

No dia 06 de maio de 2006, o Papa Emérito Bento XVI, presidiu uma Missa Solene celebrando os 500 anos da Guarda Suíça Pontíficia. Em sua homilia afirmou:

>Entre as numerosas expressões da presença dos leigos na Igreja católica, encontra-se também a da Guarda Suíça Pontíficia, que é muito singular porque se trata de jovens que, motivados pelo amor a Cristo e à Igreja, se põem ao serviço do Sucessor de Pedro.
Para alguns deles a pertença a este Corpo de Guarda limita-se a um período de tempo, para outros prolonga-se até se tornar opção para toda a vida. Para alguns, e digo-o com profundo prazer, o serviço no Vaticano contribuiu para maturar a resposta à vocação sacerdotal ou religiosa. Mas para todos, ser Guardas Suíços significa aderir sem limites a Cristo e à Igreja, prontos por isso a dar a vida. O serviço efetivo pode terminar, mas dentro permanece-se sempre Guardas Suíços.

u/flowey_the_flower18 — 2 days ago
▲ 30 r/imperio

O Poder Moderador não é um defeito do Segundo Reinado: é a única resposta inteligente à estrutura social brasileira

Tenho visto crescer aqui uma corrente de monarquistas jovens fascinados pela estética medievalista católica, pelo Carlismo, pela ideia dos "corpos intermediários" e que tratam o liberalismo de Bonifácio e Constant como traição ao verdadeiro monarquismo.

Preciso ser direto: isso é alienação histórica com fantasia estética.

O Brasil não foi fundado no vácuo. Foi fundado sobre uma estrutura neo-feudal já consolidada: clãs familiares que controlavam regiões inteiras, senhores de engenho, fazendeiros, coronéis: cada um com sua clientela, sua milícia informal, seu poder local. Esses "corpos intermediários" que a Monarquia Tradicional Católica romantiza já existiam aqui, e se chamavam oligarquia.

Nesse contexto, o Poder Moderador não era uma concessão ao liberalismo inglês era um mecanismo de arbitragem entre elites que, sem freio, se destruiriam mutuamente e destruiriam o Estado junto. Constant desenvolveu o Quarto Poder precisamente contra Westminster, não como derivação dele. Bonifácio entendeu isso melhor do que qualquer teórico importado de uma Europa que não conhecia o Brasil.

O resultado? 66 anos de estabilidade institucional num país que a República transformou em caos oligárquico em menos de uma geração.

Monarquismo sem leitura histórica séria vira LARP medievalista. Estudem o Segundo Reinado antes de descartá-lo.

https://preview.redd.it/ldorsqkom32h1.jpg?width=917&format=pjpg&auto=webp&s=377a38243d8ba09d37f8230d1d77a959631d22b7

reddit.com
u/frogfucious — 3 days ago
▲ 68 r/imperio

Rejeitem o "modelo inglês"!

A defesa inconsequente do "modelo inglês" é uma bizarrice conceitual que ganhou status indevido de "é a única maneira certa de se fazer" entre os monarquistas.

Mas, na Monarquia Tradicional Católica, em que os corpos intermediários da sociedade (famílias, governos e tribunais locais, corporações etc), e a Igreja, atuam conforme suas prerrogativas existenciais, nas instâncias específicas, a representação da sociedade se dá sempre na própria esfera de influência e da legítima atuação de cada um desses segmentos orgânicos.

Assim, é desnecessário e contraproducente que haja um terreno artificial na Monarquia, que sob a alegação de "instância para representação da sociedade", servirá sempre ao propósito de dividir o país em seitas políticas que operarão todos os tipos de traições e subversões possíveis, como por exemplo, a cooptação por estados estrangeiros e por grupos econômicos nefastos.

O "modelo inglês" só existe porque oligarquias econômicas sediadas na Inglaterra, num contexto de extrema degeneração político-espiritual, conseguiram a proeza de transformar o rei num fantoche, uma "figura simbólica" como seus descendentes espirituais preferem denominar dias atuais, desprovida de grandeza e de verdadeira realeza.

Não sejam alienados, caros monarquistas: não defendam o "modelo inglês".

Não defendam categorias paradoxais — vocês não podem defenderem a Monarquia e ao mesmo tempo subscreverem uma lista de objeções ao Governo do Rei.

Voltem a admitir o verdadeiro fundamento monarquista: o Rei deve reinar.

E sendo assim, o Modelo Tradicional Católico, como defendem os Carlistas, é o único em que o Rei governa, e em que também não deve usurpar as prerrogativas dos corpos intermediários da sociedade, e da Igreja, fornecendo assim os limites morais devidos para que a sua própria atuação como governante da Pátria seja virtuosa.

Abaixo a Inglaterra!

Vivat Christus Rex!

u/Roburion — 4 days ago
▲ 17 r/imperio

Voto no Império não era limitado apenas a "elite"

O Brasil Império era um dos países mais liberais da época nessa questão

u/STEVE_MZ — 4 days ago
▲ 1 r/imperio+1 crossposts

E se não existisse sufrágio eleitoral no Brasil?

O sufrágio eleitoral, em síntese é a capacidade e o pleno direito de votar e ser votado pelos cidadãos.

E se o pleno direito fosse restrito e os menores de 30 anos, os servidores públicos (efetivos, comissionados e empregados publicos), governantes, analfabetos, sem diploma em nível superior e condenados em transitado e julgado por quaisquer crimes, fossem proibidos de votar.

O que mudaria no Brasil?

reddit.com
u/BedGrouchy5086 — 5 days ago
▲ 41 r/imperio

Does anyone know the author? It's supposed to be a custom-made brazilian third reign coat of arms with a harpy. Found it around without credits and I'd like to see more of whoever did this.

u/flowey_the_flower18 — 5 days ago