Crise Demográfica no Brasil e Monarquismo

Crise Demográfica no Brasil e Monarquismo

Esse problema seria fácil de resolver, ou jamais teria existido, se o Brasil tivesse soberania. 

O Brasil é um estado cliente das elites financeiras transnacionais sediadas nos EUA.

O controle da força produtiva do Brasil através do estrangulamento demográfico não foi um mero acidente, foi um plano maquiavelicamente executado pelos tentáculos de soft power e guerra híbrida dos EUA:

https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/lorenzo-carrasco/o-triunfo-de-malthus-e-kissinger-contra-o-brasil-o-controle-populacional/

Enquanto isso a mentalidade das elites domésticas é:

"F*-se o Brasil! Vamos ganhar dinheiro e tirar o máximo que nós pudermos também!"

Como isso se relaciona com o Monarquismo?

Bem, façam suas próprias reflexões.

Mais conteúdo sobre o tema:

https://youtu.be/8f6PiQLCWxM (Canal Geopolítica Mundial)

https://youtu.be/9PkMHkHN9dw (Canal Spotniks)

u/Roburion — 1 day ago
▲ 17 r/imperio

Monarquista, não pondere sobre a "opção menos pior"!

Isso mesmo, se você está de alguma forma engajado sobre os eventos políticos que ocorrem a cada quatro anos no regime republicano, ou apenas tentando ponderar sobre qual é a "opção menos pior", ou mais grave, a suposta "opção mais simpática ao Monarquismo", suspeito que você realmente não entendeu o significado real de MONARQUIA.

Não gastem energia com nulidades.

u/Roburion — 9 days ago

Mimimi o casamento...

Parem de chorumelas!

Vocês estão em 2026!

Não existe trono desde 1889!

Não existe trono, aceitem!

Sem trono; SEM LINHA DE SUCESSÃO PARA UM TRONO QUE NÃO EXISTE!

Parem de ficção de rede social!

Porque a depender desse lenga-lenga, a Forma Monárquica de Governo será sempre uma relíquia do passado.

Se cada um de vocês têm verdadeiro apreço pelo Monarquismo, e sonham em um dia vê-lo ser Restaurado, comecem a lidar com a Realidade.

Parem de brincar de História Alternativa, e de fazer fofoquinha da família Orléans e Bragança.

Parem de ser uma piada para todos aqueles que tratam de realpolitik.

Cresçam!

u/Roburion — 1 month ago
▲ 10 r/imperio

Qual é a sua faixa etária?

Opção 1: Até 14 anos;

Opção 2: 15 a 17 anos (Estudante do Ensino Médio)

Opção 3: 18 a 24 anos. (Idade Universitária)

Opção 4: 25 a 34 anos. (Início de Carreira)

Opção 5: 35 a 44 anos. (Consolidação Profissional)

Opção 6: 45+ anos.

Obrigado a todos pelas respostas.

u/Roburion — 1 month ago
▲ 33 r/imperio

O MONARQUISMO IRÁ SE TORNAR FORTE QUANDO VOCÊ ENTENDER E ACEITAR QUE:

u/Roburion — 1 month ago
▲ 46 r/imperio

[Monarchy Pill] Monarquistas, parem de tentar:

Porque vocês estão fazendo isso errado, e perdendo tempo e energia!

Insistir nisso é absolutamente contraproducente, ontem, hoje e sempre.

Porque...

O Monarquismo NUNCA foi um movimento de massas.

Todo poder emana de Deus, e não do povo;

E o Rei detém a SOBERANIA POLÍTICA para governar DE FATO o reino.

(Enquanto os corpos intermediários da Sociedade detém a SOBERANIA SOCIAL para gerir os assuntos pertinentes a elas mesmas)

Mas, infelizmente boa parte dos monarquistas atualmente estão presos no loop de tentar fomentar uma "maioria eleitoral", como se isso tivesse qualquer relevância estratégica, e nisso, alguns até mesmo ficam aflitos, como se demonstra em vários posts e comentários, em que muitos monarquistas se indignam e tentam se consolar a respeito do fato de que a maioria das pessoas que elas tiveram contato em círculos de conversa sobre política, ou até mesmo no dia-a-dia, não têm qualquer interesse ou afinidade ao Monarquismo.

Esses monarquistas colocam sobre si mesmos, e sobre o próprio Monarquismo, um peso que simplesmente não faz sentido, nem agora, nem em qualquer outro contexto da História, pois;

Nunca teve qualquer relevância discutir Monarquismo com pessoas que não se interessam pelo Monarquismo.

Ao invés de tentar obter uma maioria indiscriminada, os monarquistas deviam se ocupar de construir uma minoria qualificada, se tornando eles mesmos mais capazes de entender a Realidade e de atuar objetivamente para protagonizar a ação política de acordo com os valores transcendentais e SUPERIORES do Monarquismo.

Então, ao invés de se preocuparem em convencer as massas, se engajem em ser MONARQUISTAS MELHORES;

E, algumas maneiras de começar são bem simples na verdade:

- Primeiro, se alguém se diz "monarquista", e não apenas não compreende o seu fundamento transcendental, ou mesmo o rejeita, está apenas demonstrando preferência com aspectos estéticos superficiais do Monarquismo:

Então, é condição sine qua non, crer e se DEVOTAR ao Rei dos Reis, Jesus Cristo;

Ou, estará sempre fadado a cultuar os aspectos estéticos do Monarquismo como uma casca vazia, enquanto despreza toda a sua mais profunda e real substância.

- Segundo, em completa consonância com o ponto anterior:

Estudem! Teoria Política e História a partir da perspectiva de pensadores SÉRIOS monarquistas, e abandonagem as bobagens simplistas e preguiçosas de redes sociais, como discussões estéreis que não levam a lugar nenhum, memes, polêmicas vazias etc;

Após treinar apenas um pouco, se desfazendo de hábitos equivocados e os vícios citados, vocês perceberam que todo o CONHECIMENTO VERDADEIRAMENTE ÚTIL sobre o Monarquismo nunca esteve tão ACESSÍVEL como atualmente, pois;

Agora você pode simplesmente TRADUZIR QUALQUER TEXTO AUTOMATICAMENTE EM TEMPO REAL, de qualquer grande autor monarquista, e aprender com profundidade conceitos que durante toda a vida você apenas percebeu como intuitivo acerca do Monarquismo, e desfazer mal-entendidos, de maneira que era bastante improvável para alguém que não tivesse acessos privilegiados há alguns.

A Internet "igualou o jogo", e tem proporcionado, AINDA, aos monarquistas diversas oportunidades de adquir CONHECIMENTO QUALIFICADO, ao invés de perder tempo e energia com nulidades.

Não desperdicem! Sejam inteligentes.

Vocês realmente não precisam convencer a MAIORIA;

Apenas, se engajem em ser MONARQUISTAS MELHORES.

Eu acredito:

- Em DEUS;

- Em Seu Filho Unigênito, o Rei dos reis;

- E que, é plenamente possível plantarmos a semente para o florescimento de uma elite virtuosa, imbuída desses valores.

Apenas lutem as batalhas reais pelos motivos verdadeiros.

u/Roburion — 1 month ago
▲ 46 r/imperio+1 crossposts

[Monarchy Pill] "Todo poder emana do Povo", você concorda?

A expressão "todo poder emana do povo" deriva do conceito iluminista de soberania popular. Sua raiz filosófica remonta ao século XVIII nas obras do pensador Jean-Jacques Rousseau, que defendia a ideia de que o poder político só é legítimo quando fundamentado na "vontade geral" da sociedade.

Como Monarquista, você concorda com tal paradigma político?

u/Roburion — 1 month ago
▲ 15 r/imperio

Seleção da Real União Ibérica, tinha pra alguém?

A geração de Estevão (Chelsea), Vitinha (PSG) e Yamal (Barcelona) defendendo a mesma seleção, a Real União Ibérica, a Monarquia Tradicional Católica, não-absolutista, não-constitucional, não-parlamentar, bi-continental, transatlântica, que ofereceria uma alternativa civilizacional verdadeira à porcaria usurocrata anglo-saxônica e anglo-americana que jogou o mundo no abismo atual.

Teria para alguém?

Copa de 2030 EM CASA, o título viria sim ou com certeza?

Opinem com correção.

u/Roburion — 2 months ago
▲ 80 r/imperio

[Monarquia Pill] A Monarquia contra a Direita!

Sei que o título deste texto pode parecer um contrassenso para muitos que frequentam este sub. Afinal, fomos condicionados a acreditar que a defesa da Restauração da Monarquia caminha lado a lado com a cartilha da direita moderna, seja ela liberal ou neoconservadora. Mas a realidade inexorável impõe a necessidade de olharmos para as coisas como elas são, sem as lentes da propaganda ideológica rasa. Pois, a verdade nua e crua é que a chamada "Ordem Liberal" é a força que destrói o Brasil sistematicamente, e a direita atual tornou-se a principal ferramenta dessa demolição.

Primeiro, fomos subjugados pelos interesses financeiros da Inglaterra; hoje, somos submissos aos ditames dos interesses estratégicos de Washington e Wall Street. O que a direita vende como "modernização" e "eficiência" nada mais é do que a entrega programada das nossas riquezas e da nossa infraestrutura estratégica para os EUA e suas elites. Ano após ano, governo após governo, década após década, liberais e neocons, com ajuda da Esquerda, demolem os últimos resquícios da soberania brasileira, sucateando a capacidade do Brasil de agir no cenário de alta complexidade da geopolítica para resguardar seus próprios interesses estratégicos. Eles governam contra o Bem Comum, agindo como gerentes de uma sucursal tropical do Grande Negócio Anglo-americano, e não como líderes de uma nação.

E antes que algum incauto me acuse de “esquerdismo”, afirmo que a Esquerda, em suas várias vertentes, sempre foi apenas um sintoma residual, uma linha auxiliar dessa mesma ordem liberal. Como parte de um grande esquema de oposição controlada pelas elites financeiras transnacionais, a chamada Esquerda funciona como uma grande barragem para os descontentes e “dissidentes” do arranjo, enquanto nunca toca nas próprias estruturas do poder financeiro transnacional. Ou seja, esquerda e direita, operam dentro do mesmo sistema que nos estrangula.

E se continuarmos neste caminho de submissão e destruição interna, o Brasil caminha a passos largos para viver o seu próprio "Século da Vergonha", exatamente como a China experimentou no século XIX, quando foi retalhada, humilhada e explorada pela Inglaterra e suas oligarquia capitalista, por não ter se tornado incapaz de exercer a sua soberania e proteger o Bem Comum para o seu povo em face da sanha destrutiva estrangeira. Uma nação rica por natureza, mas reduzida à miséria e à humilhação por culpa da incompetência e traição dos seus líderes.

A única saída real para esse ciclo de decadência e tragédia histórica reside no resgate da Monarquia Tradicional. Refiro-me ao modelo onde o Rei detém a soberania política legítima e governa de fato, livre das diversas amarras político-institucionais impostas pelo Poder Estrangeiro.

Somente um monarca, que detém a Soberania Política, que governa de fato, e cujos compromissos estão firmados com a história e com o futuro das próximas gerações, pode enfrentar aqueles que querem submeter o país à Miséria e Humilhação completas. A Monarquia Tradicional é a única instituição, se instaurada, capaz de resgatar o Brasil das garras dos subversores de direita e de esquerda, arrancando o país do controle das elites financeiras transnacionais e do seu "Big Proxy”, os EUA, devolvendo às famílias, e corpos intermediários da verdadeira sociedade, a dignidade e a soberania social que lhes foram roubadas pelo Estado Liberal para servir a interesses oligárquicos.

Duas Observações Importantes:

Primeiro: há uma diferença brutal entre defender o livre trabalho, o comércio justo e a propriedade privada das famílias, coisas que eu defendo plenamente, e se ajoelhar diante do dogma do livre-mercado, que serve para que as potências capitalistas, Inglaterra no passado, e EUA atualmente, controlem livremente países/territórios detentores de recursos estratégicos e/ou grandes mercados consumidores, como China, Brasil, Índia, África; enquanto protegem seus próprios mercados e fontes de recursos estratégicos com legislação pesada, e ataques institucionais utilizando os meios diplomáticos, e em última instância, até a agressão militar.

E sobre Absolutismo: confundir Monarquia Tradicional com Absolutismo é cair na narrativa da própria historiografia republicana e liberal. O Absolutismo foi uma distorção moderna que centralizou tudo no Estado, o que obviamente estabeleceu as bases para o próprio Estado Liberal que viria a seguir. O que defendo é um Rei que governa de fato porque a soberania política não pode estar à venda no mercado eleitoral. Para proteger o Brasil contra a Oligarquias Transnacionais, e até mesmo contra a oligarquia doméstica, o poder político do Rei precisa ser real, soberano e independente, e não um mero carimbo para decisões tomadas por terceiros para servir a interesses particulares ou de potência estrangeira.

u/Roburion — 2 months ago
▲ 17 r/imperio

[Grandes Reis da Cristandade] Como esses três Reis que se odiavam lutaram juntos?

Assistam e comentem.

youtu.be
u/Roburion — 2 months ago
▲ 72 r/imperio

[Monarquia Pill] O que fazer diante da realidade?

Para servir à VERDADE, na maioria das vezes é necessário ir contra as massas, cuja a soma das opiniões foi elevada à categoria de falsa divindade a partir da instauração da Ordem Liberal, que substituiu as Monarquias no Ocidente.

E então algumas das verdades a seguir se tornaram bastante inconvenientes para muitos que se dizem monarquistas neste sub e em outros grupos sobre o tema. Eis a mais fundamental, e tão rejeitada:

NÃO EXISTE TRONO DO BRASIL DESDE 1889.

Então, falar em "linha de sucessão" de algo que foi abolido há quase 150 anos é uma terrível bobagem, perda de tempo e alienação sem tamanho.

Pois, uma Oligarquia tomou o poder e governa o país até hoje.

Por isso, ai invés de ficar brincando de História Alternativa, e de "E se...", os monarquistas devem se debruçar sobre questões propositivas e objetivas como:

"O QUE FAZER PARA RESTAURAR A MONARQUIA NO SÉCULO XXI, DIANTE DE TODO O CONTEXTO REALISTA"?

Ou seja:

"Como restaurar a FORMA MONÁRQUICA DE GOVERNO para remover a Oligarquia do poder?"

"Haverá algum dia ALGUÉM digno de fundar um NOVO TRONO e se tornar o Rei para proteger o BEM COMUM do país como um Pai que é o CHEFE DE FAMÍLIA e a PROTEGE com o sacrifício da PRÓPRIA VIDA"?

Ou a MONARQUIA será sempre uma relíquia de um passado distante enquanto as pessoas nesse sub discutem frivolidades como "Apoio à Casa Imperial", "Plebiscito", "Criação de Partido", "Nova Constituição" e outras categorias estéreis e antimonarquistas?

A Monarquia jamais será restaurada assim como o trono anterior DEIXOU DE EXISTIR em 1889?

Opinem.

u/Roburion — 2 months ago
▲ 29 r/imperio+1 crossposts

Somente adeptos da Monarquia Tradicional Católica

Olá caros monarquistas católicos,

Se tiver interesse em participar de um grupo de discussão sério, sem piadinhas ou bobagens de memes, sobre os temas da Monarquia Tradicional Católica, entrar em contato no privado.

Obs.: Se não for monarquista católico, não entrar em contato.

u/Roburion — 2 months ago

Se você é Monarquista, NÃO SEJA DE DIREITA!

Sim, sinto muito em desapontá-lo com a verdade, porque ela é inconveniente às suas convicções contraditórias, mas é necessário que seja dito:

Alguém que se identifica como "monarquista" não deveria subscrever o ideário de direita, nem ficar levantando pompom pros EUA, pois isso é simplesmente ridículo e contraditório.

E não, antes que alguém faça a ilação: afirmar que um monarquista não deve "ser de direita" não é o mesmo que dizer que ele deve "ser de esquerda".

Então, ao se declarar "monarquista e de direita" você tentando compatibilizar crenças excludentes, tentando homogeneizar água e óleo. Pois: A "DIREITA POLÍTICA" surge no contexto revolucionário do Republicanismo, e é um conceito completamente estranho à verdadeira tradição política da Monarquia.

Numa verdadeira Monarquia, as noções políticas de "direita e esquerda" simplesmente não devem existir. E foi precisamente a condescendência dos monarcas modernos às novidades revolucionárias, como a instalação do faccionalismo republicanista configurado no esquema de "direita e esquerda", que provocou a subversão das instituições políticas da Monarquia.

Por isso que não existem mais Monarquias no Ocidente, apenas "repúblicas coroadas". Ao comprarem o fermento republicanista, representado nos conceitos políticos de "esquerda" e "direita", os monarcas da Modernidade, motivados por afetações anti-religiosas, venderam a estabilidade política e o futuro de seus próprios Tronos, não à toa muitos nem existem mais.

Assim, se você é monarquista, abandone os slogans vazios, e comece a estudar História Política, e principalmente, conceitos teóricos sobre o que é e o que não é Republicanismo, e... o que é, e o que não é Monarquia.

Estude os fundamentos do Monarquismo de maneira que você aprenda porque "uma República com um presidente vitalício não é uma Monarquia; e porque uma Monarquia com monarca eleito não é uma república", caso contrário, em algum momento você será envergonhado e se perderá em meio a diversas contradições conceituais.

u/Roburion — 3 months ago

Yes, (unfortunately) Dom Pedro II was a Republican!

Much to the chagrin of his cultists, the truth must be told, regardless of the damage this may cause to the well-established myth of the “Symbol of Brazilian Monarchism”: yes, unfortunately, Dom Pedro II was a republican, and there is extensive documentation proving this fact:

From the Petrópolis Historical Institute:

WAS DOM PEDRO II A REPUBLICAN?

By Alessandra Bettencourt Figueiredo Fraguas, Full Member, Chair No. 27 – Patron: José Thomáz da Porciúncula

The question, which has already been addressed by major media outlets in the country, may seem paradoxical—if not downright absurd—at first glance, but to the surprise of many, it can be answered in the affirmative. In fact, this question can be addressed from two different angles.

Strictly speaking, King Pedro II did indeed believe that a republic was the most refined form of government, although he declared that Brazil was not yet ready for it. This conception is linked to the Enlightenment, especially to Montesquieu, for whom, if the population is devoted to the public good—civic virtue—the form of government should be republican. Even so, Montesquieu himself had defended the modern constitutional monarchy as the most appropriate given the historical conditions of his time.

This line of thinking was not foreign to Emperor Pedro II, as we can see from an excerpt from his diary[1], written while he was already in exile on January 5, 1890—that is, shortly after the events of November 15. In commenting on the opinion of Carlos Leôncio da Silva Carvalho, who had served as minister of Imperial Affairs in the Liberal Cabinet from 1878 to 1880, Dom Pedro offers us a glimpse of his stance regarding the events that led to his deposition:

[…] Leôncio de Carvalho admits that he no longer wanted a republic because the discerning emperor, a true friend of the country, accepted the federation of provinces, as Saraiva had said, and because for a republic to be a government of the people by the people, it was first necessary to educate and prepare the citizens (My opinion was made quite clear when I discussed this with Saraiva). The former emperor … favored popular education with unsurpassed generosity. The events for which the Crown’s bad friends and advisors are responsible precipitated the course of events.

[1] The diaries of Emperor Pedro II are part of the Imperial House of Brazil Archive (POB), which is part of the collection of the Historical Archive of the Imperial Museum/Ibram/MinC. See BEDIAGA, Begonha (Ed.). Diary of Emperor Dom Pedro II: 1840–1891. Petrópolis: Imperial Museum, 1999.

On April 7, 1890, the former emperor added: “I would have abdicated [sic], like my father, if I had not yet felt capable of working toward the natural evolution of the republic.” The following year, on June 4, 1891, he revealed: “(…) I would not hesitate to accept the presidency of the republic if I were certain that I would not be suspected of betraying it. I only aspire to serve my country with devotion, a word that better expresses what I feel than dedication.”

From this passage, we highlight the word whose meaning would help us understand why, in a broad sense, Dom Pedro II was also a republican: devotion. In our view, devotion here refers to secular asceticism—that is, the fulfillment of duties regardless of personal desires. Devotion, in this sense, ultimately refers to the bourgeois ethos which, among other things, presupposes the separation between the public and private spheres of social life.

It is fundamentally from this perspective that Emperor Pedro II effectively became a republican—that is, in terms of his approach to public affairs (res = matter; pública = pertaining to the community). For example, we highlight the letter written by the emperor to Brazil’s minister plenipotentiary in Lisbon, Miguel Maria Lisboa, Baron of Japurá, requesting that the honors with which they intended to receive him be waived on the occasion of his first trip to Europe in 1871, an excerpt of which we reproduce below:

Mr. Lisboa,

My trip is entirely private, and my name is as stated. (…) I am going to a hotel and will rent a carriage. (…) Since there will likely be a quarantine, I will go to the quarantine station, and I will be deeply distressed if any exception made in my case contradicts the intent of Portuguese law. (…) Your devoted compatriot, D. Pedro d’Alcantara[2]

Examples like this abound in the extensive documentation that makes up the personal archives of Dom Pedro II. His personal writings help us reflect on the emperor’s transformation as he gradually distanced himself from his aristocratic image and forged, for himself, the persona of a citizen who serves his country with devotion. In this regard, the study of Dom Pedro II’s complex trajectory allows us to affirm that, especially from the late 1850s onward, the emperor distanced himself from conservatism and the patrimonial foundations of Brazilian society, and began to clearly advocate not only liberal ideals but also a bureaucratic-rational form of government—in the broad sense, a republican one.

Whether this disconnect between his way of thinking, feeling, and acting—his ethos—and the Brazilian social structure—patriarchal, agrarian, and slave-owning—was one of the factors that led to the collapse of his government is a question that requires further examination by historians. However, there is no doubt that, on the eve of the Proclamation of the Republic, the emperor was much closer to his bachelor sons than to his slave-owning fathers. Therefore, it is up to us to ask, inspired by his contemporary Machado de Assis: is the boy the father of the man?[3]

[3]See “The boy is the father of the man.” In: ASSIS, Machado de (1839–1908). *Posthumous Memoirs of Brás Cubas*. São Paulo: Abril Cultural, 1978, pp. 30–33. The original phrase is by the English poet William Wordsworth.

Link: https://ihp.org.br/d-pedro-ii-era-republicano/

Other references: https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/c9dee4a3-6cae-4bae-82e7-a7405f87eaf5/content

A VERY MPORTANT NOTE:

**To defend True Monarchism, speaking the truth—even when it is inconvenient—is a moral imperative. Distorting history is a disservice to the Cause.

But unlike the Pedristas, I believe that by choosing to act solely on the basis of truth, the monarchist movement in Brazil will grow stronger and break free from the shackles of empty compromises.**

u/Roburion — 3 months ago
▲ 28 r/imperio

Sim, (infelizmente) ele era republicanista!

Para descontentamento geral dos cultistas, deve ser dita a verdade, acima de qualquer consideração aos prejuízos que se poderá causar à já estabelecida fraude do "Símbolo do Monarquismo Brasileiro": sim, infelizmente ele era republicanista, e há extensa documentação que prova o fato:

Do Instituto Histórico de Petrópolis:

D. PEDRO II ERA REPUBLICANO?

Por Alessandra Bettencourt Figueiredo Fraguas, Associada Titular, Cadeira nº 27 – Patrono José Thomáz da Porciúncula

A pergunta já abordada por importantes veículos de comunicação no país pode parecer paradoxal, para não dizer estapafúrdia, em um primeiro momento, mas para surpresa de muitos, pode-se dar a ela uma resposta afirmativa. Aliás, este questionamento pode ser solucionado sob duplo aspecto.

Em sentido estrito, d. Pedro II acreditava, sim, ser a república a mais apurada forma de governo, embora declarasse que o Brasil ainda não estava pronto para ela. Esta concepção vincula-se ao Iluminismo, especialmente a Montesquieu, para o qual, se a população é voltada para a causa pública – a virtude cívica – a ordem deveria ser a republicana. Ainda assim, o próprio Montesquieu defendera a monarquia constitucional moderna como a mais adequada dadas as condições históricas do seu tempo.

Esta linha de pensamento não era estranha a d. Pedro II, como podemos exemplificar a partir de um fragmento de seu diário[1], escrito já no exílio, em 5 de janeiro de 1890, portanto, logo após os acontecimentos do 15 de novembro. Ao comentar a opinião de Carlos Leôncio da Silva Carvalho, que havia sido ministro, ocupando a Pasta dos Negócios do Império no Gabinete Liberal de 1878 a 1880, d. Pedro nos permite entrever o seu posicionamento diante dos fatos que levaram à sua deposição:

[…] Confessa Leôncio de Carvalho que não queria já a república porque o imperador criterioso e verdadeiramente amigo do país aceitava a federação das províncias como disse Saraiva e porque para a república ser o governo do povo pelo povo era preciso primeiro educar e preparar os cidadãos (Minha opinião ficou bem clara quando tratei disso com Saraiva). O ex-imperador … favorecia com inexcedível generosível [sic] generosidade a educação popular. Os fatos cuja responsabilidade pertence aos maus amigos e conselheiros da Coroa precipitaram os acontecimentos.

[1] Os diários de d. Pedro II integram o Arquivo da Casa Imperial do Brasil (POB), pertencente ao acervo do Arquivo Histórico do Museu Imperial/Ibram/MinC. Ver BEDIAGA, Begonha (Org.). Diário do Imperador D. Pedro II: 1840-1891. Petrópolis: Museu Imperial, 1999.

Em 7 de abril de 1890, o ex-imperador completaria: “Abdicara [sic] como meu Pai se não me achasse ainda capaz de trabalhar para a evolução natural da república.” No ano seguinte, em 4 de junho de 1891, revelou: “(…) não duvidaria aceitar a presidência da república, se tivesse certeza de que não me suspeitariam de atraiçoá-la. Só aspiro a servir minha pátria com devoção, palavra que melhor exprime o que sinto do que dedicação.”

Deste trecho, destacamos a palavra cujo significado ajudaria a entender por que, em sentido lato, d. Pedro II também era um republicano: devoção. No nosso entender, a devoção, aqui, reporta-se ao ascetismo laico, quer dizer, ao cumprimento dos deveres independentemente das vontades pessoais. Devoção, neste sentido, finalmente, remete ao ethos burguês que, entre outros tópicos, pressupõe a separação entre as esferas pública e privada da vida social.

É fundamentalmente nesta perspectiva que d. Pedro II tornou-se de fato um republicano, ou seja, no que tange à sua maneira de lidar com a coisa pública (res=coisa; pública=pertencente à coletividade). Por exemplo, destacamos a carta escrita pelo imperador ao ministro plenipotenciário do Brasil em Lisboa, Miguel Maria Lisboa, barão de Japurá, solicitando que fossem dispensadas as honras com que pretendiam recebê-lo, por ocasião da sua primeira viagem à Europa, em 1871, cujo excerto copiamos:

Snr. Lisboa,

Minha viagem é em caráter inteiramente particular, e chamo-me como designo-me. (…) Vou para hotel e hei de alugar trem. (…) Tendo provavelmente de haver quarentena, irei para o lazareto e muito me afligirei se qualquer exceção a meu respeito contrariar o intuito da legislação portuguesa. (…) Seu affeiçoado patrício, D. Pedro d’Alcantara[2]

Exemplos como este são muitos na extensa documentação que forma o arquivo pessoal de d. Pedro II. As escritas de si nos ajudam a refletir sobre o deslocamento do imperador que, paulatinamente, descola-se da imagem aristocrática e cunha, ele mesmo, a representação do cidadão que serve com devoção ao país. Sobre este aspecto, o estudo da complexa trajetória de d. Pedro II nos permite afirmar que, sobretudo a partir do final da década de 1850, o imperador afasta-se do conservadorismo e dos fundamentos patrimonialistas da sociedade brasileira, e passa a defender claramente não só os ideais liberais como a forma de governar burocrático-racional, em sentido lato, republicana.

Se este desajuste entre o seu modo de pensar, sentir e agir – o seu ethos – e a estrutura social brasileira – patriarcal, agrário-escravista – foi um dos fatores que levaram ao esgotamento do seu governo, é uma questão que precisa ser aprofundada pela historiografia. No entanto, não há dúvida de que, às vésperas da Proclamação da República, o imperador se aproximava muito mais dos filhos bacharéis do que dos pais senhores de escravos. Por isso, cabe a nós perguntarmos, inspirados em seu contemporâneo Machado de Assis: seria o menino o pai do homem?[3]

[3]Ver “O menino é o pai do homem”. In: ASSIS, Machado de, (1839-1908). Memórias Póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Abril Cultural, 1978, p. 30-33. A frase original é do poeta inglês William Wordsworth.

Link: https://ihp.org.br/d-pedro-ii-era-republicano/

Outras referências: https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/c9dee4a3-6cae-4bae-82e7-a7405f87eaf5/content

**Para defender o Verdadeiro Monarquismo, falar a Verdade, mesmo se for inconveniente, é um imperativo moral. Falsear a História é um desserviço à Causa.

Mas diferente dos Pedrista, acredito que ao decidir se engajar apenas sob o fundamento da verdade, o movimento monarquista no Brasil se fortalecerá, e romperá as algemas dos compromissos vazios.**

u/Roburion — 3 months ago
▲ 68 r/imperio

Rejeitem o "modelo inglês"!

A defesa inconsequente do "modelo inglês" é uma bizarrice conceitual que ganhou status indevido de "é a única maneira certa de se fazer" entre os monarquistas.

Mas, na Monarquia Tradicional Católica, em que os corpos intermediários da sociedade (famílias, governos e tribunais locais, corporações etc), e a Igreja, atuam conforme suas prerrogativas existenciais, nas instâncias específicas, a representação da sociedade se dá sempre na própria esfera de influência e da legítima atuação de cada um desses segmentos orgânicos.

Assim, é desnecessário e contraproducente que haja um terreno artificial na Monarquia, que sob a alegação de "instância para representação da sociedade", servirá sempre ao propósito de dividir o país em seitas políticas que operarão todos os tipos de traições e subversões possíveis, como por exemplo, a cooptação por estados estrangeiros e por grupos econômicos nefastos.

O "modelo inglês" só existe porque oligarquias econômicas sediadas na Inglaterra, num contexto de extrema degeneração político-espiritual, conseguiram a proeza de transformar o rei num fantoche, uma "figura simbólica" como seus descendentes espirituais preferem denominar dias atuais, desprovida de grandeza e de verdadeira realeza.

Não sejam alienados, caros monarquistas: não defendam o "modelo inglês".

Não defendam categorias paradoxais — vocês não podem defenderem a Monarquia e ao mesmo tempo subscreverem uma lista de objeções ao Governo do Rei.

Voltem a admitir o verdadeiro fundamento monarquista: o Rei deve reinar.

E sendo assim, o Modelo Tradicional Católico, como defendem os Carlistas, é o único em que o Rei governa, e em que também não deve usurpar as prerrogativas dos corpos intermediários da sociedade, e da Igreja, fornecendo assim os limites morais devidos para que a sua própria atuação como governante da Pátria seja virtuosa.

Abaixo a Inglaterra!

Vivat Christus Rex!

u/Roburion — 3 months ago