Eu tive um sonho com o Alvin e os esquilos

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Cara, eu tive o sonho mais estranho e desconfortável da minha vida e preciso contar porque ainda estou abalado.

No começo, tudo era tão bonito e inocente. Eu estava em um jardim enorme, com grama macia, flores coloridas e um céu azul perfeito. Havia um pequeno palco de madeira no meio do gramado, iluminado por luzes suaves, como se fosse um show infantil. Eu me sentia leve, feliz, como uma criança em um parque de diversões. O ar cheirava a doce e a brisa era quente. Eu sorria sozinho, caminhando até o palco, pensando que ia ver alguma apresentação fofa.

De repente, uma portazinha de madeira se abriu no fundo do palco. Saíram três esquilos falantes. Era o Alvin e os Esquilos. Eles eram pequenos, peludos e absurdamente fofinhos. O Alvin de casaco vermelho com a letra A bem grande estampada no peito, o Simon de óculos redondos e moleton azul e o Theodore, mais gordinho, vestindo verde. Assim que entraram, começaram a cantar músicas pop em um tom agudo e cristalino, quase angelical. A voz deles era alta e afinada, como se fossem três pequenas estrelas de um show infantil.

Eu fiquei maravilhado. Fiquei parado na frente do palco, de boca aberta, batendo palmas. Eles dançavam, giravam e faziam coreografias simples enquanto cantavam. Eu achava tudo incrível. “Que fofos”, pensei. “Que apresentação perfeita.” Eles desceram do palco e vieram em minha direção, ainda cantando, como se eu fosse parte do público VIP. Subiram nas minhas pernas, depois no meu peito, se equilibrando com leveza. Eu ria, deixava eles subirem, achando que era só uma brincadeira fofa do sonho. O Simon se acomodou no meu ombro, o Alvin no meu colo e o Theodore no meu peito. Continuavam cantando, olhando para mim com aqueles olhinhos brilhantes.

A coreografia foi ficando mais próxima. As patinhas pequenas deslizavam pelo meu corpo enquanto eles cantavam, como se faz parte do show. Uma pata passou pela minha barriga de forma leve, outra se apoiou na minha coxa para se equilibrar. Eu ainda sorria. Achava fofo. O Alvin, ainda cantando, deslizou a pata um pouco mais para baixo, apertando de leve a parte interna da coxa. O Theodore se ajeitou no meu peito e a patinha dele escorregou sem querer por baixo da camisa, tocando a pele. O Simon, no ombro, passou a mãozinha pelo meu pescoço de um jeito carinhoso. Tudo ainda parecia parte da apresentação. Eu não estranhei de verdade. Só senti um formigamento estranho.

As canções continuavam. As patinhas foram se movendo com mais confiança, como se eu fosse o próprio palco. O Alvin, ainda sorrindo com aquele sorrisinho de dente de porcelana, deslizou a pata até o meu piupiu e apertou de leve por cima da roupa, como se estivesse só marcando o ritmo. O Theodore desceu um pouco e a patinha dele encontrou o meu botãozinho, massageando com movimentos pequenos e rítmicos, ainda no compasso da música. Eu senti um calor estranho, mas continuei parado, achando que era só o sonho sendo bobo. Tentei rir. Tentei achar graça. Mas os toques foram ficando mais firmes, mais demorados, quase sem eu perceber a mudança.

O Alvin parou de cantar por um segundo, olhou para mim com aqueles olhinhos pretos e disse, em tom doce e agudo:

— Vamos nos divertir agora, amigão.

A frase saiu tão natural, tão no meio da coreografia, que eu quase não registrei o peso dela. Ele já estava abrindo o zíper. A patinha dele encontrou o meu piupiu direto na pele e começou a acariciar com movimentos lentos, ainda como se fosse dança. O Theodore, sem parar de cantar, desceu mais e a patinha gordinha dele começou a circular o meu buraquinho, pressionando de leve, entrando só a pontinha da unha, ainda no ritmo da música. Eu tentei falar alguma coisa. Tentei dizer que estava estranho. Mas a voz saiu baixa, quase um sussurro. Eles não pararam. Continuaram a apresentação como se nada tivesse mudado.

Foi então que o Alvin se posicionou atrás de mim, ainda com o sorrisinho no rosto. Ele forçou a entrada no meu buraquinho. Não foi só a ponta. Empurrou o corpo inteiro para dentro — cabeça, tronco, patas, casaco vermelho com o A, tudo. Eu senti a pelagem raspando nas paredes internas, o calor do corpinho se contorcendo enquanto avançava cada vez mais fundo. E ele cantava Lady Gaga o tempo todo, a voz aguda ecoando de dentro de mim, distorcida e abafada: “I’m on the edge of glory…” saía misturado com o som úmido da penetração completa. Eu sentia ele se mexendo lá dentro, se acomodando, as patinhas pressionando órgãos que eu nem sabia que existiam. Tentei gritar, tentei me contorcer para expulsá-lo, mas o corpo pequeno já estava inteiro alojado e se movia ao ritmo da música.

Enquanto isso, o Theodore se posicionou na minha virilha. Encontrou o buraquinho do meu piupiu e começou a forçar a entrada. A sensação foi de uma pressão absurda, uma dilatação impossível. O corpinho gordo foi entrando aos poucos, a pelagem do casaco verde raspando contra a mucosa interna do canal. Eu sentia cada centímetro sendo invadido, o volume aumentando, o peso se deslocando dentro do meu piupiu como se ele estivesse se alojando ali. Ele cantava também, algo de Taylor Swift em tom ainda mais agudo, enquanto avançava cada vez mais fundo. Eu tentava empurrá-lo com as mãos, mas as forças não obedeciam. O corpo pequeno continuava entrando, se contorcendo, ocupando espaço que não existia.

O Simon ficou por cima, segurando minha cabeça com as patinhas, forçando-me a olhar para baixo enquanto os outros dois me usavam por dentro. Eu estava completamente paralisado, sentindo os dois corpos pequenos se movendo simultaneamente — um no meu buraquinho, cantando Lady Gaga de dentro de mim, e o outro se contorcendo dentro do canal do meu piupiu. As vozes agudas se misturavam, a pelagem raspava, o calor aumentava. Eu tentava gritar “para, para, para”, mas nenhum som saía direito. Eles não paravam. Continuavam a apresentação como se eu fosse apenas o palco.

O sonho só terminou quando eu acordei suado, ofegante, com o coração disparado e a sensação residual de algo ainda se mexendo dentro de mim. Abri os olhos. A televisão estava ligada no volume baixo. Passava o filme do Alvin e os Esquilos. Eles cantavam na tela, com os mesmos casacos, os mesmos sorrisos, as mesmas vozes agudas. Eu fiquei olhando para a tela por vários minutos, sem conseguir me mexer, sentindo ainda o eco daquelas patinhas e a pressão impossível daqueles corpos pequenos. Então eu só me levantei, liguei meu pc e comecei a jogar stardew valley. Eu quero muito conquistar a Marnie.

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Pensamento de Caverna

Fogo crepitar dentro de buraco de pedra escura. Brasa vermelha morder escuro da noite. Fora da caverna, vento uivar igual lobo faminto, soprar frio congelar alma de homem. Mim ficar sentado na pele de urso grossa, olhar dança do fogo e pensar pensamento fundo na cabeça dura. Para que homem nascer? Para que sangue correr na veia de carne?

Mundo ser grande, frio e muito perigoso. Terra tremer quando mamute peludo caminhar pesado na lama. Lança de osso quebrar em dente de bicho feroz. Vida ser lutar duro para barriga não roncar e filhote não morrer duro no gelo. Homem sozinho virar comida fácil de tigre-dente-de-sabre de boca aberta. Homem precisar de bando, de tribo unida ao redor da fogueira para rugir junto contra escuridão.

Mas homem não viver só de carne de bicho morto e osso duro. Olho de homem brilhar forte quando ver bela fêmea caminhar na clareira. Corpo de bela fêmea ser desenho perfeito de Grande Espírito da Terra para fazer cabeça de macho girar e perder juízo. Fêmea ter carne traseira grande, redonda, pesada, balançar forte de um lado para outro quando ela andar e pisar firme na terra. Toda vez que bela fêmea passar rebolando carne traseira, olho de todos os machos da tribo crescer redondo, boca salivar, sangue ferver rápido nas veias. Todo macho da tribo olhar com inveja, todo macho querer pegar bela fêmea, todo macho querer plantar semente dentro dela para fazer filhote forte.

E na frente do corpo, bela fêmea ter carnes redondas muito grandes, macias, balançar soltas e gostosas quando ela respirar fundo ou correr atrás de fruto na mata. Quando mim olhar para aquelas carnes redondas da frente balançando, calção de pele apertar na hora, "lança de carne" de mim crescer dura, ficar grande igual tronco de árvore nova, pulsar forte e pedir para entrar. Carnes redondas da frente ter muito leite branco, grosso e quente dentro, feito para dar comida forte e encher barriga de dez filhotes espertos e barulhentos. Mim olhar para aquilo e pensar com desespero bom: "Ela ser fêmea perfeita, ela ter que ser só de mim!"

Mas dor apertar peito de mim. Macho Alfa da tribo ser grande igual montanha, peito peludo cheio de cicatriz de urso velho, braço forte quebrar pescoço de lobo com uma mão só. Macho grande olhar para bela fêmea com dente de fora e bafo quente. Mim ter medo profundo, medo que faz estômago revirar igual bicho doente. Mim ter medo de bela fêmea olhar para músculo grande de macho Alfa, gostar mais da força dele, ir deitar na pele de urso dele e fazer chunga chunga forte a noite toda, esquecer de mim no escuro frio. Se isso fêmea fazer, alma de mim morrer antes do Grande Sono chegar.

Mim não poder chorar igual filhote medroso na lama. Sol nascer amanhã de novo, vermelho e furioso no céu. Mim pegar lança de ponta de pedra afiada, correr mais rápido que vento, caçar urso maior, trazer carne mais gorda e sangue mais quente para pés de bela fêmea. Mim mostrar que lança de carne de mim e lança de pedra de mim valer mais que tamanho de outro macho. Tempo correr igual água do rio que nunca mais voltar para trás, Grande Sono vir buscar todos nós um dia. Mas hoje fogueira queimar, carne estar assada, bela fêmea estar viva na tribo, e desejo de fazer chunga chunga queimar sangue. Viver ser lutar, temer, desejar e rugir. E isso ser muito, muito bom.

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u/Accomplished-Pie-129 — 12 days ago

EU ODEIO SER HÉTERO

Eu odeio ser a merda de um hétero do caralho. Odeio pra porra.

Todo final de semana eu me arrasto pro shopping, tipo um idiota, só pra ficar andando no meio daquela multidão fingindo que tô olhando vitrine, ou então indo no centro da cidade pra pagar alguma merda. E aí começa o sofrimento. Mulheres lindas pra todo lado, atendentes gostosas pra cacete usando lycra ou legging colada, marcando aquela cinturinha fina e a bunda redondinha empinada, balançando a cada passo. Meu Deus, parece que elas fazem de propósito. Depois vêm as maduras elegantes, de vestido soltinho com decote generoso, aqueles peitões pesados balançando de leve enquanto elas caminham, loiras, morenas, ruivas... todas cheirosas, bem arrumadas, sorrindo pra vida.

E nenhuma olha pra mim. Nenhuma. Eu sou invisível. Feio, pobre, sem graça, sem roupa boa, sem papo, sem nada. Elas passam direto, rindo com as amigas ou atendendo cliente, e eu fico ali, babando igual cachorrão no cio: auau auau. Desejando pra caralho, imaginando como seria tocar, sentir, ser desejado por uma delas. Mas não. Eu não sei conquistar uma mulher bonita. Nunca soube. Fico só olhando, com aquele fogo no peito misturado com raiva e tristeza, acho que sou o rei dos betas, não sobra nem o vento pra mim vsfd.

Eu odeio ser hétero. Se eu fosse viado pelo menos, se eu tivesse a mínima vontade de dar o cu que nem a bixona do meu primo, eu tenho certeza não ia sofrer tanto vendo tanta mulher perfeita que nunca vai ser minha. Mas nããããooo, eu sou a porcaria de um hetero. Fico me sentindo um lixo, um perdedor que paga pra sofrer. Queria ser cego, queria ser outra coisa, qualquer coisa menos esse hétero feio e desesperado que vive nesse inferno diário de desejo sem fim.

Alguém me mata por favor, Au au Auuuuuuu.

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u/Accomplished-Pie-129 — 1 month ago

Vi dois homens fazendo o sexo mais grotesco que já vi na vida

Caralho, mano, eu ainda tô tremendo só de lembrar. Foi ontem à noite, eu tava voltando de uma festa e resolvi cortar caminho pelo beco atrás do bar abandonado que todo mundo usa pra fumar. Tava escuro pra porra, mas tinha um lampião quebrado piscando e eu ouvi uns grunhidos baixos, tipo animal. Curioso do caralho, me aproximei devagar e olhei por uma janela estourada.

Eram dois caras, uns trinta e poucos anos, pelados, suados, de pé no meio do lixo. O mais alto tinha uma rola grossa, veia pulsando, cabeça inchada brilhando de lubrificante natural. O outro era um pouco mais baixo, pau um pouco mais fino mas com o buraco da uretra já dilatado, vermelho, escancarado como se tivesse sido usado antes.

Primeiro o alto agarrou o pau do parceiro com força, forçou a cabeça da própria pica contra o buraco da uretra dele e EMPURROU. Eu vi a pele esticar, o buraco da pica do cara se abrindo absurdamente, engolindo centímetro por centímetro da rola grossa do outro. O cara penetrado gemia alto, olhos revirando, enquanto o pau dele era fodido por dentro como se fosse uma buceta apertada e molhada. Sangue misturado com pré-gozo escorria pela base. Ele metia fundo, girava, tirava até a glande e enfiava de novo com força, o som era molhado, obsceno, tipo foda vaginal mas vindo de dentro do caralho.

Depois inverteram. O outro enfiou a rola dele no buraco da pica do primeiro, que já tava todo dilatado e vermelho. Fodia com vontade, batendo os bagos, o pau sendo usado literalmente como uma manga de buceta. O cara penetrado segurava o próprio pau esticado, ajudando a rola do outro a entrar mais fundo, até o meio do corpo da pica.

Aí veio a parte que me fodeu de vez. O alto agarrou a cabeça do parceiro, inclinou pro lado e enfiou a rola inteira no ouvido dele. Fundo. Eu ouvi um som úmido de sucção e o cara começou a ter convulsões leves, baba escorrendo da boca enquanto o outro fodia o ouvido como se fosse uma xota. "Vou te lobotomizar com a pica, porra", o cara grunhia. Ele metia com força, o pau entrando até o talo no canal auditivo, empurrando, girando. Sangue fino começou a escorrer do ouvido.

Depois tirou e enfiou no nariz do outro. A narina esticou grotescamente, o pau grosso forçando passagem, fodendo o nariz como se fosse um buraco feito pra isso. O cara penetrado tava com os olhos brancos, tremendo, mas segurava as bolas do outro pedindo mais. Vi a rola dele pulsando dentro do nariz, o volume marcando na pele.

Eu vomitei ali mesmo, silenciosamente, e saí correndo. Não consegui dormir. Toda vez que fecho os olhos vejo aquele pau sendo enfiado no buraco da outra pica, usado como buceta, e depois virando furador de ouvido e nariz. Tô traumatizado pra caralho.

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u/Accomplished-Pie-129 — 1 month ago

Imagina se eu tivesse 3 paus

Eu tava aqui pensando, e Imagina como seria se eu tivesse dois, ou melhor, três, imagina se eu tivesse 3 paus, um do lado do outro, tipo uma hidra de paus, um king ghidorah de pirocas, imagina só como seria? Eu ia chegar numa mina e ela ia abaixar a minha calça e se depara com 3 serpentes pretas encarando ela, ia ser tipo uma medusa, só que com paus e na virilha, massa hein

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u/Accomplished-Pie-129 — 1 month ago

SOU VICIADO EM CAGAR

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Meu irmão, eu não vivo pra comer. Eu como pra cagar. Essa é a verdade nua e crua da minha existência.

Eu acordo de manhã já com fome de encher o intestino. Devoro tudo que vejo: 8 ovos fritos com bacon gorduroso, feijão com bastante gordura, arroz encharcado de azeite, pão com manteiga, um litro de leite, carne vermelha sangrando, e pra finalizar como um balde de sorvete. Tudo calculado pra gerar a maior, mais grossa e fedorenta obra-prima fecal possível.

Depois fico o dia inteiro sentindo a merda se formando, aquele peso gostoso pressionando meu cu, aquele gás quente borbulhando lá dentro. Eu aperto a barriga de propósito só pra sentir ela se mexendo, pesada, cheia de merda molhada e grossa.

Quando chega a hora sagrada, eu entro no banheiro como quem vai pra igreja. Tiro a roupa toda, sento no vaso com as pernas bem abertas e começo o ritual. Primeiro solto uns peidos longos e quentes que fedem a ovo podre misturado com carne estragada, o cheiro sobe e eu inspiro fundo, deliciado.

Aí começa a sair... Aquela cobra grossa, marrom escura, brilhando de gordura, saindo devagar, esticando meu cu ao limite. Eu gemo alto, "aaaaahhh porra que prazer", sentindo cada veia e cada pedaço áspero raspando no meu anel. Às vezes sai tão grossa que tenho que empurrar com força, o cu piscando, vermelho, estourando pra fora enquanto a merda cai com um "ploc" molhado e pesado.

Eu fico lá 30, 40 minutos, às vezes uma hora. Empurro, solto, respiro, cheiro. Adoro quando espirra um pouco de merda líquida junto, sujando minha bunda toda. Levanto um pouco a bunda só pra ver a montanha marrom acumulada no vaso, fumegante, com pedaços de milho, pele de tomate e fios de gordura. O cheiro é tão forte que arde os olhos, mas pra mim é perfume de vitória.

Já me peguei cheirando o papel higiênico sujo depois de limpar, lambendo os dedos sujos de vez em quando porque o gosto terroso e amargo me deixa louco. Sim, eu sou assim.

Minha vida inteira gira em torno disso. Namoro? Só se a mina também for cagadora compulsiva e quiser comparar as obras no vaso. Trabalho? Escolhi home office pra poder cagar quantas vezes quiser sem ninguém me julgar. Sonho? Ter uma casa com 5 banheiros só pra poder espalhar minhas obras de arte fecais.

Eu quero morrer sentado no vaso, com uma mega merda saindo enquanto eu gozo de tanto prazer. Esse é o ápice da existência humana: comer feito um animal, transformar em merda e expelir com força. Quem não vive pra cagar nunca viveu de verdade.

Vida é soltar merda. Quanto mais grossa, mais fedida, mais molhada e barulhenta, melhor. Amém.

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u/Accomplished-Pie-129 — 3 months ago

Transei com a garota e ela ficou fria comigo

Oi, primeira eu queria enfatizar que eu não tenho tantas expectativas sociais e principalmente amorosas, sempre lidei com ansiedade social e timidez, e eu conheci essa garota, nós nos damos muito bem, e o interesse foi surgindo, já declarando as intenções de interesse um pelo outro, só que a gente decidiu iniciar uma fase de conhecimento e convivência diária até decidirmos se iamos oficializar uma relação, mas nossa proximidade e intimidade foi crescendo tão exponencialmente desde nosso primeiro encontro, que nós já beijamos, andamos de mãos dadas e quase chegamos a transar, porem não tínhamos feito ainda de verdade. Porém hoje de forma consensual e da vontade dos dois, nós fizemos, e foi bom tanto pra mim, quanto pra ela (que demonstrava de fato que estava gostando) porem quando terminamos, ela ficou visivelmente mais fria comigo, não queria olhar pra mim, não queria meus abraços e meus toques e parecia desconfortável comigo, ela disse que eu queria gostar dela porem ela não queria gostar de ninguém, sendo que ela havia me dito antes que já estava sentindo algo por mim. Só de lembrete, foi a primeira vez dela, e segunda vez minha. Agora não sei o que fazer, parte de mim está magoada e parte parece entender, não sei se só deixo ela, se falo alguma coisa, ou algo assim.

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u/Accomplished-Pie-129 — 3 months ago