Image 1 — Banda de rock muito foda do Níger, mais informações na descrição do post
Image 2 — Banda de rock muito foda do Níger, mais informações na descrição do post
Image 3 — Banda de rock muito foda do Níger, mais informações na descrição do post

Banda de rock muito foda do Níger, mais informações na descrição do post

Mdou Moctar é uma banda de rock originalmente formada na aldeia de Abalak, no norte do Níger, na região do Deserto do Saara, e comandada por Moctar, guitarrista que aprendeu a tocar construindo um instrumento de madeira com cabos de freio de uma bicicleta. Os caras estão encantando o mundo há algum tempo com sua sonoridade que resgata elementos de Jimi Hendrix, Van Halen e Prince, e letras contra a política corrupta de governos africanos. Considerados pela crítica internacional como "novos revolucionários do rock", os músicos se destacaram no Coachella Festival deste ano e uma performance ao vivo feita em 2018 para a rádio de Seattle

KEXP

u/BrilliantRuin6913 — 6 days ago

Achei foda

O aparelho bucal de um ouriço-do-mar. Mar Mediterrâneo 🌊. O aparelho bucal de um ouriço-do-mar é um mecanismo de mastigação complexo e altamente eficiente, conhecido como lanterna de Aristóteles. Localizado na face oral (inferior) da carapaça rígida do ouriço, esse sistema intrincado de mandíbulas é composto por placas de carbonato de cálcio, músculos especializados e cinco dentes que se autoafiam. Ele funciona como uma garra ou bico mecânico, permitindo ao animal agarrar, raspar, puxar, cortar e triturar alimentos resistentes, como algas marinhas e outras algas.

u/BrilliantRuin6913 — 14 days ago
▲ 54 r/brasil

Cientistas naturais do Brasil parte 3: Setembrino Petri

Setembrino Petri (Amparo, 25 de setembro de 1922 – São Paulo, 01 de março de 2023) foi um naturalista, geólogo, pesquisador e professor universitário brasileiro.

Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico e o mais antigo membro titular da Academia Brasileira de Ciências, Petri professor emérito da Universidade de São Paulo, onde realizava pesquisas no nível da pós-graduação, em especial, na área de micropaleontologia. O Laboratório de Micropaleontologia do Instituto de Geociências da USP carrega seu nome.

Era um dos professores mais antigos ainda em atividade na universidade, tendo sido também o primeiro presidente da Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST).

Ingressou na então Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, formando-se em 1944 no curso de História Natural Defendeu em 1948, na mesma instituição, sua tese de doutorado intitulada Contribuição ao Estudo do Devoniano Paranaense, sob orientação do Prof. Dr. Viktor Leinz, geólogo pioneiro no Brasil. A tese visava ampliar o conhecimento sobre a estratigrafia do Devoniano, até aquele momento pouco conhecida^(.)

Enquanto professor e pesquisador do Instituto de Geociências, formou 14 mestres e 15 doutores. Participou do Comitê Assessor de Ciências da Terra do CNPq de 1990 a 1993 sendo que, de 1992 a 1993, foi seu Coordenador. Tem ampla experiência em Geociências, com ênfase em estratigrafia, principalmente do estado de São Paulo, micropaleontologia, com ênfase em foraminíferos; e bioestratigrafia e Bacia do Paraná.

Atuou como pesquisador e professor no Instituto de Geociências mesmo depois de sua aposentadoria, em 1985, atuando então apenas na pós-graduação da instituição. Foi também presidente da Sociedade Brasileira de Geologia em 1965; diretor do Centro de Pesquisas Geocronológicas do Instituto Geológico da USP, de 1969 a 1974; diretor do Instituto de Geociências da USP, de 1974 a 1978; diretor do Museu Paulista da USP, de 1978 a 1981 presidente da Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST) da USP, de 1976 a 1983 e; coordenador do Vestibular da FUVEST em 1979, 1982 e 1983.

Foi membro da Academia Brasileira de Ciências, Academia de Ciências do Estado de São Paulo, Sociedade Brasileira de Geologia, Sociedade Brasileira de Paleontologia e Associação Brasileira Quaternário (ABEQUA)

PS: Hoje á noite falarei de um quimíco e amanhã de um biológo

u/BrilliantRuin6913 — 16 days ago
▲ 66 r/brasil

Cientistas naturais do Brasil parte 2: César Lattes

Cesare Mansueto Giulio Lattes, mais conhecido como César Lattes (Curitiba, 11 de julho de 1924 – Campinas, 8 de março de 2005), foi um físico brasileiro, codescobridor do méson-π (méson pi ou píon), descoberta que levou à concessão do Prêmio Nobel de Física de 1950 a Cecil Frank Powell, líder da pesquisa. Lattes é um dos mais ilustres físicos do Brasil e seu trabalho foi fundamental para o desenvolvimento da física atômica no país. Foi também um grande líder no meio científico brasileiro e um dos principais responsáveis pela criação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Embora Lattes fosse o principal pesquisador e primeiro autor do artigo que descreve o méson pi, apenas Cecil F. Powell foi agraciado com o Prêmio Nobel de Física, em 1950, por "seu desenvolvimento do método fotográfico de estudo dos processos nucleares e suas descobertas em relação a mésons feitas com este método". A razão para esta aparente negligência é que a política do Comitê do Nobel, até 1960, era conceder o prêmio ao líder do grupo de pesquisa, apenas. Entre 1949 e 1954, Lattes foi indicado sete vezes ao Nobel de Física. Em 1965, Lattes recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade de São Paulo.

Em sua homenagem, o CNPq deu seu nome ao sistema utilizado para cadastrar cientistas, pesquisadores e estudantes. Isso porque o nome de Lattes fundamentou a apresentação do Projeto de Lei 164/1948, que propunha a criação do CNPq. A Plataforma Lattes é uma base de dados de currículos e instituições de todas as áreas do conhecimento. O Currículo Lattes registra a vida profissional dos pesquisadores, sendo elemento indispensável à análise de mérito e competência dos pleitos apresentados a quase todas as agências de fomento no Brasil. César Lattes é um dos poucos brasileiros a figurar na Biographical Encyclopedia of Science and Technology, de Isaac Asimov, bem como na Encyclopædia Britannica e no Oxford Companion to the History of Modern Science.

Viajou para a Inglaterra graças ao seu professor Occhialini, onde foi trabalhar no H. H. Wills Laboratory, da Universidade de Bristol, dirigido por Cecil Frank Powell, com uma bolsa de 15 libras por mês. Após melhorar uma nova emulsão nuclear usada por Powell, pedindo à empresa britânica Ilford para adicionar boro a ela, em 1947 realizou, com a ajuda dessas chapas, uma grande descoberta experimental, a de uma nova partícula atômica, o méson π (ou pion), a qual se desintegra em um novo tipo de partícula, o méson μ (méson mu ou muon). O processo histórico dessa observação tem suas raízes em um período de férias de Giuseppe Occhialini, que foi esquiar nos Pic du Midi, na França, e levou consigo chapas fotográficas para serem expostas à radiação cósmica. Ao retornar com essas chapas e analisá-las ao microscópio, Occhialinni perguntou a Lattes, que havia feito um trabalho de padronização da identidade de traços visuais deixados por partículas carregadas geradas por aceleradores de partículas em chapas fotográficas assim que chegou em Bristol em 1946, o que teria causado os traços observados na emulsão exposta no Pic du Midi. Lattes não titubeou. Pela diferença dos traços com os quais estava familiarizado, cravou que eram traços provocados pela passagem de mésons.

Nessas chapas, foram descobertos dois decaimentos do méson pi em méson μ (múon). Essas descobertas foram relatadas em "Processes involving charged mesons", por Muirhead, Occhialini e Powell. No mesmo ano, ele foi responsável pelo cálculo da massa da nova partícula, em um meticuloso trabalho. Um ano depois, trabalhando com Eugene H. Gardner na Universidade da Califórnia em Berkeley, Lattes detectou a produção artificial de partículas píon no ciclotron do laboratório, quando do bombardeio de átomos de carbono com partículas alfa.

u/BrilliantRuin6913 — 16 days ago

Vida baseada em silício, qual a possibilidade de existir?

Vi um vídeo sobre o motivo da vida na Terra ter escolhido o carbono e decidi trazer essa discussão pra cá

u/BrilliantRuin6913 — 1 month ago
▲ 665 r/descealetrashow+1 crossposts

Sinistro

Nem toda tartaruga come a mesma coisa. E nem toda tartaruga vive no mesmo lugar. Os quelônios formam um grupo extremamente diverso, com cerca de 260 espécies distribuídas entre ambientes terrestres, de água doce e marinhos. Das espécies marinhas, cada uma desenvolveu diferentes estratégias para ocupar e explorar os ambientes onde vive.

Essa diversidade também aparece na alimentação. Existem espécies herbívoras, carnívoras e onívoras, e até dentro de uma mesma espécie a dieta pode mudar ao longo da vida. A tartaruga-verde, por exemplo, apresenta uma dieta onívora quando jovem, mas tende a se tornar predominantemente herbívora na fase juvenil e adulta, alimentando-se principalmente de algas e gramas marinhas. Já a tartaruga-cabeçuda consome principalmente animais como crustáceos e moluscos, enquanto a tartaruga-de-couro é especializada em organismos gelatinosos, como águas-vivas.

É justamente essa variedade de dietas e ambientes que faz dos quelônios animais tão importantes para os ecossistemas. Ao se alimentarem de algas, gramas marinhas, esponjas, medusas e outros organismos, eles participam do equilíbrio das comunidades marinhas e da dinâmica dos habitats que ocupam. Uma carapaça pode parecer igual à distância, mas por trás dela existem centenas de histórias evolutivas, dietas e formas diferentes de viver.

u/BrilliantRuin6913 — 1 month ago