Carta Contemplada
Ela pagou 18 parcelas, foi contemplada e decidiu não usar o crédito. O que aconteceu depois?
Quero compartilhar um caso real que acompanhei como consultor porque muita gente conhece o consórcio apenas como uma forma de comprar um imóvel ou veículo, mas não conhece algumas possibilidades que podem existir depois da contemplação.
Uma cliente minha iniciou um planejamento através de uma carta de crédito.
Foram 18 parcelas de R$ 443,61, totalizando aproximadamente R$ 7.985 pagos nesse período.
Na 18ª parcela, ela foi contemplada por sorteio.
Só que, naquele momento, em vez de utilizar o crédito para comprar um bem, ela optou por negociar a cota contemplada por meio do banco de cotas da própria Ademicon.
O valor recebido na operação foi de aproximadamente R$ 39.588.
Achei interessante trazer esse caso porque ele mostra uma situação que muita gente nem sabe que existe dentro do mercado de consórcios.
Importante: contemplação por sorteio não tem data garantida, e esse resultado específico não deve ser interpretado como promessa de rentabilidade ou como algo que necessariamente acontecerá com outra pessoa. Cada cota, grupo e negociação tem suas próprias condições.
Estou começando a compartilhar por aqui um pouco da minha experiência prática trabalhando com consórcios e planejamento financeiro.
Vocês já conheciam a possibilidade de negociar uma cota depois da contemplação?
Se tiverem dúvidas sobre como funciona esse processo, podem deixar nos comentários. Posso explicar a operação desse caso com mais detalhes.