
Um carai desses falando merda na internet
Uma porra dessas

Uma porra dessas
eu tenho 19 e ele 22,estou conhecendo ele pelo insta de outro estado e a gente marcou de se ver em janeiro do ano que vem.
eu confesso que estou ansiosa, quero dar pra ele mas tenho medo de ser fácil ou puta. além do mais eu tenho um pavor enorme de transar pela primeira vez e engravidar(na minha cabeça a camisinha vai romper) e tbm não queria que minha mãe descobrisse (levando em conta que a gente tá marcando de se encontrar ou na minha cidade ou na capital, não sei ainda, eu só não quero que ela descubra) .
pfv vcs tem dicas???
Gente, acabei de ter um choque de realidade muito específico: eu jurava que era classe média e descobri que, na verdade, sou só uma pobre premium KKKKKKK.
Fui fazer as contas de quanto minha família ganha por mês e, bicho... não chega nem perto do que eu imaginava que seria uma renda de classe média. Foi aquele momento de “porra, então eu sou pobre mesmo”.
E o mais estranho é que isso meio que explicou várias coisas da minha infância que eu nunca tinha entendido.
Eu cresci em cidade pequena, onde o custo de vida é bem menor do que em cidade grande. Então algumas coisas que talvez fossem mais difíceis ou caras em outros lugares eram relativamente acessíveis aqui. Além disso, minha família sempre conseguiu me proporcionar algumas coisas. Não era luxo, mas eu tinha acesso a determinadas coisas que outras pessoas ao meu redor não tinham.
E eu acho que foi daí que veio minha percepção completamente errada de classe social.
Quando eu era mais nova, por exemplo, eu tinha amigas que tinham condições melhores que as minhas, mas também tinha gente que tinha condições bem piores. Então eu ficava naquele meio-termo esquisito.
Lembro de uma situação muito besta quando eu tinha uns 12 anos. Eu tinha comprado um marca-texto e uma menina ficou irritada comigo porque ela não tinha nenhum. Ela começou a me chamar de metida por causa disso. Na época eu ficava pensando “?????? eu só comprei um marca-texto, gente”.
Eu também já fui chamada de metida outras vezes por comentar sobre alguma coisa que tinha comprado ou por falar de determinadas coisas que eu tinha.
E hoje eu fico pensando que talvez fosse muito mais uma questão de contexto do que de eu realmente agir como se fosse superior. Se você está num ambiente onde algumas pessoas têm menos condições que você, mesmo que a diferença entre vocês não seja tão grande, determinadas coisas podem parecer ostentação. Ao mesmo tempo, você pode estar olhando para outras pessoas que têm muito mais dinheiro e nem perceber o quão diferente é a realidade delas.
É muito doido pensar nisso agora.
Eu sempre me considerei “classe média”, mas acho que eu só tinha alguns privilégios dentro de uma realidade de classe baixa. Uma espécie de pobre premium mesmo KKKKK.
E acho que o mais engraçado é perceber que eu provavelmente construí minha noção de classe social muito mais comparando minha vida com as pessoas ao meu redor do que olhando objetivamente para a renda da minha família.
Tipo: “minha família consegue comprar algumas coisas → então somos classe média”.
Enquanto existia gente ao meu redor que tinha muito menos e gente que tinha MUITO mais.
Enfim, não sei nem exatamente o que eu queria dizer com esse post. Só achei muito bizarro descobrir isso agora e começar a reinterpretar várias situações da minha infância
aquele bofe que conheci que é de outro estado revelou que nunca fez tbm…e agr oq eu faço? ele é um gostoso,qhero dar pra ele mas eu tenho medo de ser a pior foda do mundo…
Sou de Paulista, fui pro Recife hoje e me vi assustada com a quantidade moradores de rua na Boa vista.
Eu comprei um sorvete no mc e teve até uma mãe que pediu pra criança me seguir pra que eu desse o sorvete a ela,não sei nem se isso é comum, mas é bem assustador a quantidade desde de perto da igreja até a frente do atacadão.
Honestly, it's just out of curiosity because that network is so rotten that I still hope the anonymous people come back to finish that network.
Gente, eu prefiro vir aqui no Reddit mil vezes perguntar o que vocês fazem pra melhorar em determinada matéria do que pesquisar dica de estudo no Instagram. Não sei se sou só eu, mas tenho muita dificuldade de confiar em Studygram, porque muitas vezes parece que o objetivo é vender cupom, curso, material etc. A pessoa aparece falando “como acertar 40+ em Matemática”, mas às vezes nem mostra a própria nota pra comprovar que realmente faz aquilo que está ensinando.
Eu sei que isso pode ser meio injusto da minha parte, porque obviamente existem pessoas que realmente dão dicas boas, mas fico com o pé atrás quando não vejo resultado concreto. Pra mim, existe uma diferença entre “fiz isso e consegui 40+” e “faça isso que você vai conseguir 40+”. Inclusive, estava pesquisando como chegar nos 45+ em Humanas e fiquei pensando nisso.
Queria saber se vocês também têm essa impressão ou se confiam normalmente nessas dicas. Não é hate nem estou querendo atacar ninguém, é mais uma dúvida mesmo. Às vezes vejo um vídeo desses e penso: “Tá, mas você tirou quanto no ENEM?” KKKKK
Preciso de uma opinião realmente imparcial sobre uma decisão que estou cogitando.
Meu plano sempre foi Medicina e eu realmente gosto da ideia de seguir essa carreira. Porém, comecei a pensar em Direito porque quero conquistar minha independência financeira mais cedo. Medicina exige muitos anos de dedicação e, nesse período, eu provavelmente continuaria dependendo financeiramente da minha família.
O problema é que minha família tem um controle muito grande sobre a minha vida, e eu estou cansada de depender deles até para coisas simples. Não quero passar vários anos da minha vida nessa situação.
Quando converso com pessoas próximas, todo mundo fala para eu não desistir de Medicina e seguir o caminho “mais seguro” ou continuar tentando. Só que essas pessoas já têm um vínculo emocional comigo e, de certa forma, eu sinto que elas não conseguem analisar a situação de maneira totalmente imparcial.
Por isso queria ouvir pessoas aleatórias da internet: se vocês estivessem no meu lugar, o que fariam? Continuariam tentando Medicina mesmo sabendo que a independência financeira demoraria mais, ou considerariam Direito justamente pela possibilidade de começar a trabalhar e construir uma vida independente mais cedo?
Não estou procurando alguém para simplesmente dizer “não desista”. Quero opiniões sinceras, mesmo que sejam contrárias ao que eu quero ouvir.
Gente, eu estava sem praticamente nenhuma rede social e estava indo bem assim. Essa semana inventei de reinstalar o TikTok pra tentar “conciliar” com a minha vida de vestibulanda, principalmente pra usar enquanto ia pra academia. Pensei: “ah, vou usar só um pouquinho, vejo uns vídeos e depois desinstalo”. Só que não deu certo. KKKKK. Eu só precisei do primeiro gatilho.
Pra vocês terem uma noção, quando eu deixava o aplicativo instalado, eu ficava naquele ciclo de instalar → usar → perceber que estava perdendo tempo → desinstalar. Hoje mesmo instalei depois do almoço “só pra ver uns vídeos” e pronto: minha atenção foi drenada. Minha meta hoje era estudar 8 horas e eu já atrasei uma hora porque estava vendo TikTok. E o pior é que eu tenho plena consciência das minhas responsabilidades. Eu sei que preciso estudar. Não é como se eu não soubesse. É justamente isso que me deixa indignada.
E comigo Instagram e YouTube Shorts não têm nem de longe o mesmo efeito. Eu consigo entrar no Instagram, ver algumas coisas e simplesmente sair. Shorts também. Agora coloca o TikTok na minha frente e parece que o algoritmo foi projetado especificamente pra falar “você NÃO vai sair daqui”. E o pior é que nem são só vídeos completamente inúteis. Às vezes aparecem coisas realmente interessantes, engraçadas ou que eu quero assistir. Só que parece que isso é justamente parte do mecanismo: sempre tem mais um vídeo interessante esperando depois daquele.
Então fica o alerta principalmente pra quem é mais novo e está no ensino médio ou começando a vida de vestibulando: tomem cuidado com essa merda. Não estou dizendo que ninguém pode usar TikTok, mas se você percebe que não consegue conciliar, não fique insistindo só porque “todo mundo usa”. Eu, particularmente, estava muito melhor depois que desacostumei. Quando eu usava, era muito mais controlado: basicamente só no fim de semana e ainda com horário limitado, porque continuo estudando sábado e domingo também.
Enfim, reinstalei essa desgraça por uma semana e minha conclusão foi: não dá pra negociar com o inimigo. KKKKKKK. Pra mim, o melhor é simplesmente ficar sem.
Na minha época de vestibulanda, eu já vi gente dizendo que queria fazer medicina por causa de Grey’s Anatomy, porque “gosta de sangue” ou porque acha que vai viver aquela rotina de série. E isso me chama muito a atenção. A medicina é colocada num pedestal tão grande no mundo dos vestibulares que muita gente entra esperando uma profissão extremamente grandiosa, cheia de dinheiro e realização, e acaba se frustrando quando encontra a realidade. Até vejo muita gente perguntando por que tantos não fazem residência, e acho que essa idealização também tem alguma parcela nisso.
Acompanho bastante os relatos de vocês médicos e queria muito saber a opinião de vocês. É claro que existem outros fatores enormes, como a abertura desenfreada de faculdades e a formação ruim, mas será que essa romantização da profissão também não contribui para o problema? Às vezes parece que, principalmente nas redes sociais, qualquer tentativa de falar sobre os lados ruins da medicina é vista como “desmotivação”, porque o pessoal prefere manter a profissão naquele mundinho idealizado.
Onde vcs pegam apostilas,flashcards,exercícios,simulados e outras coisas pra estudar pro ENEM?
Não tô entendendo nada de uma briga aí, não sei quem tá certo, quem tá errado e nem como isso começou no Twitter. Mas namoral? Acho bizarro demais o pessoal sair de outra rede social só pra vir aqui no Reddit esculhambar uma pessoa que claramente tá em sofrimento mental.
Independente de quem tem razão, a partir do momento em que vocês organizam ataques pra perseguir a garota em todo lugar, vocês só provam o ponto dela. Perderam a razão completamente.
Essa comunidade é focada em estudo/ENEM, não é tribunal de Stan Twitter. A galera vem dar um desabafo e vira chacota por pura covardia. Cadê a moderação pra barrar esse tipo de perseguição por aqui? Bizarro demais o nível que as pessoas chegam na internet.
Só comentando mesmo pra ver se a moderação faz algo a respeito.
Gente, por que vocês estão tão frustrados?
Eu raramente entro no Reddit ultimamente porque estou muito focada estudando pro ENEM, mas hoje vi o post de uma menina dizendo que estava com medo de não passar e tinham DOIS comentários específicos basicamente mandando ela desistir, porque algumas coisas tinham dado errado na vida e na preparação dela.
E, sinceramente? Que porra é essa?
Isso é uma coisa que pode acontecer com literalmente qualquer pessoa. Inclusive aconteceu comigo no ano passado.
A pessoa fez cursinho e não deu certo? Desista.
Teve dificuldade de aprendizagem no ensino médio? Desista.
Tem lacunas na base? Desista.
Quer Medicina e não veio de uma escola particular caríssima? Desista.
Pelo amor de Deus, gente. Vocês realmente acham que o ensino médio, a escola que a pessoa frequentou ou um ano ruim de preparação determinam o quanto alguém é capaz?
Eu sei que uma parcela significativa das pessoas que passam nos cursos mais concorridos vem de escolas particulares muito boas, com uma base excelente. Mas vocês estão ignorando uma coisa extremamente óbvia: isso não é a realidade da maioria dos brasileiros.
A maioria das pessoas está lidando com lacunas educacionais enormes. Tem gente que chega no cursinho sem saber coisas que deveria ter aprendido anos antes. Tem gente que passou por um ensino médio merda. Tem gente que precisou trabalhar, teve problemas familiares, perdeu tempo, estudou de maneira errada, escolheu um método que não funcionava, procrastinou, teve um ano péssimo... e depois?
A pessoa pode simplesmente corrigir isso.
Um ano ruim não significa que todos os próximos anos serão ruins.
Uma preparação ruim não significa que a pessoa é incapaz.
E, principalmente, não passar uma vez não significa que você não serve para Medicina.
Eu sinceramente não entendo esse prazer que algumas pessoas têm em entrar no post de alguém que já está inseguro e falar “desiste”, “você não tem base”, “você não vai conseguir”.
Vocês estão tentando ajudar ou só querem que todo mundo desista junto com vocês?
Porque, em alguns casos, parece muito mais frustração do que realidade.
Já vi gente falando mal de Medicina, dizendo que era impossível, que não valia a pena, que quem queria aquilo estava viajando... e depois, quando não conseguiu passar, continuou alimentando esse discurso. E não tem nada de errado em mudar de curso ou descobrir que Medicina não era pra você. Isso acontece. Enfermagem é um curso excelente, assim como vários outros.
O problema é transformar a sua própria frustração em uma sentença sobre o futuro dos outros.
Se não deu certo para você, isso é uma informação sobre a sua trajetória, não sobre o potencial de uma pessoa que você nem conhece.
Então, sinceramente: parem de mandar desconhecido desistir porque a preparação dele não foi perfeita.
Se vocês estão tão frustrados assim, talvez seja muito mais produtivo procurar um psicólogo e trabalhar esse emocional do que ficar tentando destruir a esperança dos outros.
Porque no fim das contas, uma coisa ter dado errado na preparação de alguém não significa que vai dar tudo errado daqui pra frente.
Não é assim que funciona, minha gente.
E ainda bem.
Queria desabafar sobre uma coisa que vejo muito, principalmente em discussões sobre ENEM.
Parece que algumas pessoas agem como se apenas quem estudou em escola pública pudesse ter tido uma formação ruim. Se alguém comenta que estudou em escola particular, mas teve um ensino fraco, logo aparece alguém dizendo: "mas você estudou em particular, então era obrigação tirar nota boa".
Sinceramente, isso não faz sentido.
A realidade é que existem escolas particulares e escolas particulares. Muita gente imagina que toda escola privada é praticamente um cursinho preparatório para o ENEM, quando isso está longe de ser verdade, principalmente no interior.
No meu caso, estudei em escola particular, mas a preocupação era simplesmente fazer os alunos passarem de ano. Não existia uma preparação séria para vestibulares. Eu só fui entender de verdade como funcionava o ENEM e outros vestibulares no começo do segundo ano do ensino médio. Antes disso, ninguém falava sobre o assunto. Na minha família também não existia essa cultura de estudar para o ENEM; o importante era tirar boas notas na escola.
Eu sempre fui uma boa aluna. Nunca reprovei, costumava ficar entre as melhores da turma e tirava boas notas estudando apenas para as provas. Mas isso não significa que eu tinha uma base sólida para o ENEM.
Tive professores excelentes? Alguns. Mas também tive professores que mais xingavam os alunos do que ensinavam. Lembro de um professor de matemática que me deu uma nota baixíssima porque fiz toda a atividade no livro em vez de copiar para o caderno. Esse tipo de coisa acontecia.
Além disso, moro no interior. Muita gente fala "era só fazer um cursinho", como se isso fosse simples. Aqui praticamente não existiam cursinhos realmente bons, e os que existiam eram caros. Eu nem sabia que existiam plataformas gratuitas, grupos no Telegram, simulados online ou todo esse material que hoje muita gente conhece.
Hoje, olhando para trás, penso que, se tivesse a mentalidade que tenho agora, teria estudado de outra forma. Mas é muito fácil falar isso depois de adulto. Aos 16 ou 17 anos eu não tinha essa visão. Naquela época eu estava preocupada com coisas comuns da adolescência, como fazer amigos, passar de ano e seguir a vida. Eu nem imaginava o tamanho da diferença que uma boa preparação faria.
O que me incomoda é quando alguém pede ajuda para melhorar a nota, explica que teve uma base fraca e, em vez de receber orientação, recebe julgamento apenas porque estudou em escola particular.
Ter estudado em escola particular não garante ensino de qualidade, assim como estudar em escola pública não significa automaticamente que o ensino foi ruim. Existem realidades muito diferentes dos dois lados.
Não estou criticando cotas nem dizendo que escola pública não enfrenta dificuldades. Sei que enfrenta, e muitas vezes são enormes. O meu ponto é outro: educação ruim não é exclusividade de ninguém.
Acho que falta um pouco mais de empatia. Nem toda pessoa que veio da escola particular teve privilégios acadêmicos ou uma preparação adequada para o ENEM. Muitas descobriram tarde como o exame funciona, nunca tiveram incentivo e também precisaram correr atrás do prejuízo depois de terminar o ensino médio.
No fim das contas, a educação brasileira tem problemas em vários contextos. Transformar isso em uma competição para decidir quem sofreu mais não ajuda ninguém.
Não me dei bem com o landim
(Nesse enem nao estudei nada e sai chutando tudo acredito que tbm fui muito prejudicada por isso)
Fiz o ENEM há cerca de dois anos e decidi voltar a estudar este ano. Naquela época, minhas notas foram bem prejudicadas principalmente porque eu errava questões fáceis e acabava acertando algumas mais difíceis, especialmente em análise combinatória. No fim, perdi muitos pontos por besteira. Em naturezas, acertei por volta de 16 questões.
Em linguagens fiz cerca de 29 e em humanas aproximadamente 30. Hoje, fazendo simulados, percebo uma evolução. Em linguagens estou na faixa de 35 acertos, em humanas por volta de 31, em naturezas subi para cerca de 21 e em matemática estou na casa dos 20 a 23 acertos, chegando às vezes em 28 quando o simulado ajuda um pouco. Na redação também estou evoluindo aos poucos.
O principal padrão dos meus erros em naturezas é que eles acontecem mais por conteúdo que eu ainda não vi ou não estudei bem do que por dificuldade em si. Sinto também que não aproveitei bem o ensino médio.
Eu estudava de forma desorganizada, quase sempre em cima da hora, e isso fez eu perder muita base principalmente em matemática e naturezas. Hoje estou tentando corrigir isso. Em matemática sinto evolução, estou consistente na faixa de 20 e poucos acertos, e venho melhorando aos poucos com prática.
Tenho certa facilidade na matéria quando estudo com constância, apesar da preguiça de assistir aulas. Minha maior dificuldade atualmente é física. Eu travo bastante, principalmente em cinemática. Cheguei a tentar mudar para ondulatória para não ficar presa só em um assunto, mas ainda me sinto meio perdida nessa parte. Quando fico muito tempo sem ver física ou química, acabo saindo do cronograma e preciso reorganizar tudo de novo.
No geral, comecei a estudar para o ENEM no começo deste ano e fui evoluindo aos poucos. Hoje consigo estudar entre 5 e 8 horas por dia, mas ainda sinto que preciso melhorar isso, principalmente na consistência e na organização entre matérias, porque tenho tendência a focar mais no que gosto e deixar o resto de lado.
Queria pedir dicas de quem já passou por isso: como vocês organizariam o estudo em uma situação parecida? Principalmente em física, naturezas e na consistência entre matérias. O que mais ajudou vocês a destravar evolução de verdade no ENEM?
Quero chegar nos 40 em humanas so que eu estou na barreira dos 30 acertos eu sei até de muita coisa so que meu maior problema é ficar entre a alternativa certa e a errada e marcar o distrator como vcs melhoraram isso?
eu acho que minha dificuldade em cinemática é espiritual pqp estou a 2 meses tentando sair dela até mudei de cronograma 😭😭