
Mais um da casa: MG
Mussarela da fazenda do meu namorado - Minas Gerais - Brasil.

Mussarela da fazenda do meu namorado - Minas Gerais - Brasil.
A algum tempo atrás costumava tingir meu cabelo sozinha e com qualquer tintura de farmácia. Além disso, usava fontes de calor sem qualquer tipo de leave in ou protetor térmico.
A um ano comecei a cuidar melhor do meu cabelo e investi em produtos caros:
Wella, Sebastian, Davines, Kerastase, Morroconoil, coreanos, etc… Apesar de meu cabelo amar óleos e máscaras de nutrição, acredito que ainda falta algo e não estou sabendo analisar a estrutura do fio para assim poder comprar o produto correto de acordo com o que ele necessita.
Acredito que ele seja 2A. Fios médios a grossos. Na foto acima, havia acabado de passar alguns pumps de morroconoil, mas como podem ver, o cabelo não segura nada e parece que tudo que passo nessa região simplesmente desaparece sem fazer o efeito disciplinante que desejo.
A aproximadamente dois anos parei de usar tintura de farmácia e passei a tonalizar sem amônia com profissional. Além disso, comecei a me interessar sobre meu tipo capilar e percebi que meu problema é na parte frontal (franja e moldura do rosto) e externa do cabelo.
Acredito que o frizz que não consigo controlar, porosidade que impede a retenção água, cutícula extremamente aberta, etc, sejam consequências de danos químicos e de calor (secador e sol forte).
Sempre investi em bons óleos (Argan, Sebastian, Morroconoil) e meu cabelo ama máscaras nutritivas (wella enrich, nounou, siàge rosa), mas nunca tive o hábito de usar leave in ou outro tipo de finalização. No entanto, após 1 ano de cuidados, não consigo deixar meu cabelo definido e alinhado.
Abaixo deixo a foto da parte interna do meu cabelo (coque alto) e outra somente com a parte frontal. A diferença é visível e não sei como tratar. Vou descrever abaixo minha rotina atual e preciso da ajuda de vocês para entender o que fazer com essa parte do meu cabelo, qual produto investir e como intercalar os tratamentos já que a maior parte do meu cabelo ama óleos, mas sei que enquanto não tratar a causa raiz dos danos, essa parte não irá absorver os óleos e a nutrição que meu cabelo naturalmente pede.
A primeira foto é do dia 20/05/2026, um dia após cortar meu cabelo.
A segunda foto é de hoje 31/07/2026, usando máscara Nounou, Óleo Morroconoil, Leave in Nutritive Kerastase. Sinto melhorias visíveis no cabelo e volume está me deixando cada vez mais animada a aprender como cuidar e principalmente finalizar meu cabelo.
Sou iniciante, não sei qual o meu tipo de fio. Gostaria de ajuda para:
Fios novos e rebeldes, perda de densidade na risca, pontas, franja e região frontal (moldura rosto) levemente danificadas por calor e ressecadas.
Obs: Tenho 32 anos, venho cuidando do cabelo a aproximadamente 1 ano e moro em região seca e quente (média anual 25 graus Celsius). Tenho problema de queda, mas esse assunto seria outro tópico.
A primeira foto é do dia 20/05/2026, um dia após cortar meu cabelo.
A segunda foto é de hoje 31/07/2026, usando máscara Nounou, Óleo Morroconoil, Leave in Nutritive Kerastase. Sinto melhorias visíveis no cabelo e volume está me deixando cada vez mais animada a aprender como cuidar e principalmente finalizar meu cabelo.
Sou iniciante, não sei qual o meu tipo de fio. Gostaria de ajuda para:
Fios novos e rebeldes, perda de densidade na risca, pontas, franja e região frontal (moldura rosto) levemente danificadas por calor e ressecadas.
Obs: Tenho 32 anos, venho cuidando do cabelo a aproximadamente 1 ano e moro em região seca e quente (média anual 25 graus Celsius). Tenho problema de queda, mas esse assunto seria outro tópico.
Sou M32, casei (morando junto) a 7 meses, me mudei para a zona rural e desde então não consigo seguir uma rotina de estudos. O problema é que meu marido gere a fazenda e eu “só estudo”, no entanto, a organização da casa que estava praticamente abandonada, almoço e qualquer tipo de lanche, roupas e limpeza em geral ficam sob minha responsabilidade.
Quando morava sozinha começava a estudar as 07:30 e só parava para comer. Ao final do dia fazia minhas coisas pessoais. Agora, acordo e já preciso começar o almoço no máximo às 09:30 para que saia no exato horário de almoço dos funcionários, além da limpeza e organização da cozinha e tarefas menos frequentes como lavar roupas, etc.
Meu marido me apoia e fica triste por não me ver estudando, mas não vê o tempo gasto na organização da casa e em qualquer momento de descanso (tv, celular, livro) ele puxa essa conversa.
Queria uma dica de quem mora sozinho ou vive com alguém mas com toda a responsabilidade da casa para si + estudos para estabelecer uma nova rotina e também fazer com que meu marido consiga entender minha situação para buscarmos soluções juntos.
Estou estudando para concursos da área trabalhista e gostaria de uma orientação sobre como avaliar o risco jurídico em uma situação que estou presenciando.
Conheço um caso em uma propriedade rural onde um trabalhador vive e exerce atividades laborais há anos, cuida da casa e animais, alimenta os peixes de criação, mantém o jardim e pomar da propriedade, e é o único morador da casa já que os donos possuem casas na cidade e só vão até lá para tratarem de assuntos com o vaqueiro (escala de 5x2) ou para lazer. No entanto, não recebe salário nem possui qualquer formalização (carteira assinada, recolhimento de INSS, etc.). O gestor da propriedade justifica a ausência de remuneração e direitos alegando que se trata de uma 'relação de cuidado' e que o trabalhador é 'deficiente' ou 'incapaz', embora não exista nenhum laudo médico ou curatela que respalde essa condição. Na minha opinião é alguém que não foi alfabetizado e sempre viveu no meio rural, mas conversamos sobre música, sobre preços dos supermercados, do sindicato dos trabalhadores que havia feito um evento recente…
Recentemente, ao questionar sobre a irregularidade dessa relação e o risco de configuração de trabalho análogo à escravidão ou, no mínimo, de um passivo trabalhista gigantesco, fui rebatida com o argumento de que seria um ato de 'bom coração' e que eu estaria 'misturando as coisas'.
Minhas dúvidas são:
Gostaria de entender a gravidade dessa situação sob a ótica da legislação brasileira, pois a narrativa de que ele é “da família” não colou comigo, já que presenciei a segregação do seu quarto, do seu espaço à mesa e até uma questão ética de oferecer uma parte da carne fria/ restante do churrasco para o homem e oferecer uma nova e quente para os convidados. .
O trabalhador tem 69 anos e foi entregue pela sua própria família à proprietária rural para que ela o levasse para longe do álcool e vícios que mantinha enquanto morava na cidade. Essa proprietária cuidou do processo de aposentadoria, mas não pagou salários durante os muitos anos trabalhados e também não tenho certeza se tem autorização legal para administrar essa aposentadoria (já que o alega incapaz).
Estudo a 1 ano e mandei melhor em provas FGV que Cespe/ Cebraspe.
Disciplinas em revisão:
LP: 80%
RLM: 94%
Direito Adm: 75%
Direito Const: 85%
Informática/ TI: 80%
L8112/ Ética: 90%
Disciplinas iniciadas
Contabilidade Geral: 72%
Estatística: 61,5%
Direito Previdenciário: 68%
Direito Penal: 80%
Adm Geral: 86%
Estudo diariamente 1 hora de teoria e aproximadamente 2 horas de questões (média de 70 por dia).
Quero estar preparada para quando abrirem esses editais que todo mundo está esperando BB, INSS, PEF, tribunais, etc… que pela concorrência sei que preciso praticamente fechar a prova para brigar por uma vaga. Entretanto, sinto que não tenho uma estratégia para o estilo de prova CESPE e minha pontuação líquida sempre cai muito.
Na opinião de vcs, vale focar nas revisões e subir a porcentagem de acerto do ciclo básico (disciplinas em revisão) para +90% ou, no meu caso, ainda preciso investir tempo em matérias específicas mesmo não tendo certeza de edital em 2026 ou 2027?
Fala galera!
Sai do CLT e estou estudando para concursos escada de nível médio (Caixa, BB, INSS, etc). Iniciei o ciclo básico a 6 meses e, aos poucos estou adicionando Direito Previdenciário para um possível concurso do INSS.
Entretanto, li num post um membro citando concursos de tribunais e decidi pesquisar melhor.
Possuo curso superior em Engenharia Química e estou em dúvida se valeria a pena fazer uma pós só para tentar o cargo de Analista do TRT.
Estou elencando alguns critérios: aproveitamento da pós em outros concursos, concorrência entre as duas áreas, número de vagas, lotação, etc… Diante disso vale mais a pena uma pós em Seg do Trabalho ou em TI?
A respeito do meu perfil: não atuei na engenharia, fui direto para a área financeira/ gestão. Tive contato com programação na faculdade e estou aprendendo Python sozinha. Tenho facilidade em RLM, LP, noções de informática, etc… o que mais pega pra mim são as matérias de direito, não por serem difíceis, mas pela carga horária.