u/Particular-Collar206

Vocês concordam que há algumas restrições de divindades que são um pouco extremas ?

Vou marcar isso como regra, porque particularmente acho bom discutir isso na base mecânica (já que eu sinto que esse Sub está afim de discutir como pessoas civilizadas).

Há algumas divindades no cenário que tem algumas regras extremas (Tanto as padrões, quando as antigas como as da época de coração rubi).

Algo que eu gostaria que me respondessem, é se você perde todos os pms porque a divindade te arranca como punição ou "Pela culpa do personagem em quebrar as regras".

Talvez seja eu que sou novo no cenário (já que comecei esse ano) mas, eu particularmente acho algumas restrições meio imbecis, como a do Kheen (Coração Rubi) já que pela a minha interpretação você tem que ser o maior suicida que o mundo já viu, agora semelhante com Lena que além de ser exclusiva para mulheres (Com exceção de Paladinos) você tem que ser extremamente pacifista, até com seres da Tormenta e Mortos vivos.

Eu tenho outros exemplos como Wynna, Khalmyr, Sazz e Tanatoh, mas melhor não spamar de texto. Dito isso Nimb tem os poderes mais legais do jogo.

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u/Particular-Collar206 — 4 days ago

Diriam que esse micro combo funcionaria ?

Sei que Cavaleiro não é lá uma das melhores classes pra causar dano, mas eu particularmente acredito que isso daqui é viável.

u/Particular-Collar206 — 4 days ago

Conferir como funciona a perca de Carisma por uso de poderes da Tormenta.

Minha dúvida é a seguinte. Você perde 1 de Carisma por poder da Tormenta e ao ter 3 você perde 1 adicional ou a perca de Carisma é apenas no primeiro, terceiro, quinto, sétimo (e assim por diante).

u/Particular-Collar206 — 4 days ago

Aventureiros devem ser heróis ou devem escolher ser heróis na visão de vocês? (Tentem discutir).

Aviso: Antes de analisarem a discussão, desconsiderem que Tormenta 20 neste caso seria um jogo estritamente heroico.

Eu andei pensando em um cenário hipotético de uma Arthon modificada para as classes serem mais parecidas com suas inspirações, além das "regras" serem consideravelmente desconhecidas, um bom exemplo seria a seguinte.

"A)Um Clérigo de Arsenal conjura magia divina por receber o poder de Arsenal, B) Um Clérigo de Arsenal conjura magia divida pela guerra fazer parte de seu coração e por coincidência ele se tornou devoto de Arsenal ou C) Ele acredita tanto em Arsenal, que a magia latente de seu corpo desperta uma variação da magia Arcana, que o estudo não conseguiria atingir."

Isso é apenas um exemplo, mas resumidamente seria um: Ninguém sabe qual a real verdade, mas todos tentam encontrá-las de algum modo.

Pensem como três cegos tentando descobrir como é um elefante apenas o tocando (Espero que entendam o exemplo, porque sei que isso pode ofender pessoas que ficam putas com exemplos por eles em teoria serem ridículos ou reducionistas) Cada um teria sua própria visão sobre o que é um Elefante.

Agora coloque isso por exemplo na Classe Paladino.

O que seria o **seu** Código do herói? O quê é heroísmo para você? Seguindo o seu heroísmo, isso entraria em conflito com os ideais de sua divindade ? Se você matasse 8 guardas e 1 nobre para proteger o povo ou matasse o povo por eles se revoltarem contra um nobre bondoso e seus contratados, você estaria fazendo o certo ?

Saindo do campo das classes ligadas às divindades, pegue por exemplo o que seria ser um guerreiro de verdade.

Um homem de Armas ? Um guarda que protege sua aldeia custe o que custar ? Um mercenario que só se importa com o dinheiro e com sua espada sempre estar cortando algo ?.

Esse é um ponto que particularmente acho interessantes, múltiplas ideias de um mesmo objeto sendo interpretadas de múltiplas formas e todas terem um pé de verdade e ninguém saber como é essa verdade.

Por exemplo, de onde vem a magia Arcana de Arthon ? Clérigos de Wynna diriam uma coisa, Arcanistas outra, Feiticeiros outra, Meio-genios outra, etc.

Não sei como isso se traduziria na mecânica com você podendo ter opções de costumizar as restrições de classe ou de devoto baseada na vertente do seu personagem, no que foi ensinado ou o que ele acredita ser heroísmo ou os preceitos de sua ordem de Cavalaria.

Mas eu diria que dessa forma poderia ter mais casos semelhante aos que ocorreram quando por exemplo, dnd lançou, inicialmente o livro estava pouco se ferrando em dar pistas de como o jogo deveria ser jogado, a única coisa era que você era um aventureiro, tinha aventuras, tinham masmorras a serem totalmente descobertas e que o mestre devia ser um carrasco.

Mas com o tempo, os próprios jogadores foram interpretando mais seus personagens, se afastando um pouco do lado jogo de tabuleiro e se aproximando mais do lado "teatro" (ou Interpretação de papeis) E foram os próprios jogadores que criaram a ideia dos personagens serem os heróis das narrativas (principalmente por conta de cultura pop).

Considere isso, os jogadores escolheram ser heróis e isso virou o básico de todo o rpg de fantasia medieval, agora vamos ao tópico principal, os personagens tem que ser heróis ou tem que escolher serem heróis?

Tem que ser heróis se refere ao mestre impor que todo mundo é heroizinho dos pés a cabeça, que todos devem ter atitudes heroicas e todos devem seguir uma história pelo ponto mais ético e heroico.

Agora escolher ser herói significa que o grupo inicialmente são um bando de mercenários que tem total liberdade sobre suas escolhas, eles podem escolher ajudar um ferreiro ou roubar o ferreiro. Podem escolher abraçar o povo ou abraçar a Nobreza. Cada um com suas consequências (que não devem ser npcs ex-aventuteiros lvl 20, isso não existe).

Par mim, ao menos os personagens por conta própria escolherem serem heróis seria a melhor opção, não você como mestre os empurrando a esse caminho como em um chute espartano, as pequenas ações importam, não é pra entregar 100 essências de mana caso eles façam uma ação boa ou jogar um dragão ancião caso eles ousem ferir um mendigo.

É sobre eles escolherem de forma orgânica o próprio caminho, e a ideia de uma Arthon mais desconhecida ajudaria, afinal dois paladinos poderiam ter ideias totalmente diferentes, dois devotos de Lena poderiam ter filosofias totalmente diferente (Como preservar toda a vida ou preservar apenas vida importante) Dois devotos de Khalmyr poderiam ser inimigos jurados por não concordarem o que é Justiça (Pense como Deathnote, mas com dois Clérigos).

u/Particular-Collar206 — 9 days ago

Enfim o Samurai de Tormenta 20

Código do Samurai: Não pode mentir, trapacear, roubar e sempre deve aceitar um pedido de ajuda de um inocente e demonstrar compaixão

Samurai histórico:

u/Particular-Collar206 — 9 days ago

Como vocês fariam uma aventura heroica com a seguinte filosofia para os personagens "Um herói sacrificaria seu amor para proteger Arton, mas um vilão sacrificaria Arton para salvar seu amor"

É um conceito que eu particularmente acho interessante e gostaria de saber como a maioria de vocês fariam, já que nenhuma aventura heroica toca em um assunto interessante (por algum motivo) pelo menos analisando por sinopses, já que eu não peguei os livros pra ler, já que pretendo jogar a maioria delas.

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u/Particular-Collar206 — 11 days ago

Eu particularmente acho a mecânica de devotos consideravelmente mal balanceada e Punitiva.

Vamos lá, vejam meu ponto, eu sei que os poderes divinos são para serem conquistados através de restrições do seu personagem (no caso, seguir as restrições e obrigações) o meu problema é o quanto isso na prática é punitivo, dependendo da divindade a qual seu personagem siga, principalmente na mão de mestres psicopatas.

Por exemplo um bando de Orcs capturam os personagens e logo o Arcanista de tenebra é preso em uma Rocha acorrentado de baixo do sol só com a roupa nescessaria, ele não quis quebrar as obrigações, mas ele perde toda a mana.

Um devoto de Hynnyn ou Saaz que estão em uma aventura cujo uma sessão o grupo fica o tempo inteiro lutando contra inimigos que não dão ouvidos a eles ou animais irracionais, pau no seu cu, perde todos os pontos de mana.

Um Npc casualmente arranca sua máscara, com você sendo Devoto de Azghner, pau no seu cu, perde todos os pms

Você vai preso e é devoto de Valkarya ou Alihana, adivinha só o que vai acontecer com seus pms?

E tem muito mais exemplos, e o pior, é que sei que vão ter pessoas falando que é por balanceamento, que você basicamente ganha um poder de graça, etc,etc,etc.

Mas o meu real problema é que esse sistema não entende contexto, não é tipo o Osteon que faz sentido não recuperar PM em baixo do sol, agora se um devoto de Tanatoh escolhe se abster de falar para o grupo inteiro não se fuder bonito, bye bye pms antes de uma luta importante, considerando que se demoram dias pra recuperar todos os pms a menos que tenha um magnata no grupo cheio de essências de mana.

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u/Particular-Collar206 — 13 days ago

É aquilo, eu particularmente acho que todo o Paladino (personagem) tem sempre um parafuso a menos, mas é só criticismo pessoal, mas esse dae a cabeça é faz o mesmo som que um cofrinho lotado

u/Particular-Collar206 — 15 days ago

Olá minha gente desse sub, como estão ? Criando mais combos hk em um sistema que era pra ter um balanceamento minimamente normal ?

Bem, não sei se a flayer de Personagem está correta, mas particularmente não sei qual outra eu poderia usar para contar os relatos da campanha, que é Fim dos tempo, no último post eu tinha mencionado que era guerra artoniana, mas não é.

Bem, acho que é Bom relembrar quem são os personagens dessa campanha antes de qualquer coisa:

Bárbara Machado de pedra, Moreaul Lobo devota de Mergalok: Não que saibamos disso, afinal ela é de poucas palavras.

Paladino de Lin-wu de uma raça que nunca foi jogada em nenhum cenário de rpg na história (humano).

Elfo ladino devoto de Hynnyn, definitivamente o membro mais perigoso e maligno da party (Contém ironia) Se você pra um Hobgoblin eles vão falar que isso aí mesmo.

Korok Arcanista divina devota de Alihana (Por algum motivo me pasda a vibe de um druida mesmo sendo um arcanista).

Kallydranach Frade de Kally (Meu personagem) totalmente pacifista e que totalmente não fez mal a nenhuma mosca, só pros 7 orcs que ele sacrificou em nome de Kallydranoch, mas isso é só detalhe bobo.

A primeira sessão iniciou com os personagens sendo apresentados no forte cabeça de martelo, com um deles chegando lá por acidente (A Bárbara) que meu personagem acabou apartir daquele momento, servir como um entermediador (Já que ele já viveu nas Sanguinárias e conhece a lógica das tribos de lá, incluso a dela) não que ele entendesse bulhufas do que ela fala.

Juntamente a esta cena teve o ladino descobrindo uma grande fonte de renda: A fada que até o momento ds campanha não tem um nome. São 5 Tibares apenas para mostrar a fada, logo após cenas bobas e engraçadas, o grupo escutou o grito de Berlinda e então iniciou a missão um: Traga-me a cabeça de Bartran (algo que foi mencionado que era figurado, já que esse grupo meio sangue nos olhos).

Após essa cena, o grupo começou a investigar vestígios do maluco, principalmente farejando já que dois membros do grupo tinham faro (Frade e Bárbara) o que resultou em dois 1 natural na primeira tentativa (definitivamente ele estava dentro de um pilar de concreto) até que o Ladino encontrou rastros dele e finalmente começamos a aventurar, só um detalhe do meu Frade deixando 2 devoto de Khalmyr pianinho já que eles estavam mentindo e um falando dele pelas costas.

A trilha pelas montanhas centrais foi relativamente de boas, principalmente porque meu personagem lvl 1 tinha fodendo +10 de Sobrevivência, o que eu acho que ajudou um pouco.

Estávamos andando até que fomos graciosamente abordados por 8 orcs canibais com nomes de divindades (o mestre esqueceu de esconder os nomes) eles que foram derrotados após uma luta não tão complicada (Acho que ter 4 personagens focados em dano ajuda um pouco) com detalhe do meu personagem matar Azghner com dano de trevas e a Bárbara comer todos eles após o combate.

E assim terminou a sessão um, com mais uma trilha, na segunda iniciou com o grupo sendo atraído por um grupo de três sereias, que acabou roubando a aljibeira do Paladino com Hipnotismo, mas que acabaram sofrendo um belo dano da baforada do meu Frade (que desconfiou delas desde o princípio, afinal ele tem uma visão específica de mundo).

Teve uma pequena discussão sobre matar qualquer sereia que tente fazer essa bomba denovo com o grupo, mas que não durou muito, principalmente quando os puristas foram mencionados como exemplo de que não dá pra confiar em todos.

Após isso teve uma cena engraçada do meu Frade com o Ladino, meu Frade disse que "Ele não confia em criaturas belas, afinal algo que esconde a própria natureza é mais perigoso do que não a escondem" e o mestre meteu um: "Quanto de Carisma você tem" era -1, simplesmente cinema.

Após isso chegamos a caverna com a orquesa Thana-toh que foi a cena mais Caótica da sessão, era meu Frade tentando extrair informação, era 3 personagens querendo voar na jugular da velha e a fada sem entender porra nenhuma. No fim meu Frade passou a faca no pescoço ds velha, já que ele tinha ficado puto.

Detalhe pro paladino cuspindo no chão da "casa" da velha sempre que o nome Aharadak ou Tormenta era mencionado.

Fomos para o grande acampamento dos orcs canibais, alguns pela recompensa, outros por comida, outro por sacrifícios, outro por honra e o último por só seguir a onda.

Os orcs apanharam, primeiro com 7 deles sendo carbonizados nos 2 primeiros turnos e com o líder Aharadak tomando 3d6 +14 de dano de perfuração de uma mordida da Bárbara, a e tem detalhes que não mencionei antes, porque eles se agravam aqui.

O Ladino é amaldiçoado, então tem chance dele não conseguir usar mana durante uma cena de combate e nas duas ocasiões onde isso poderia ocorrer, ocorreu.

O segundo detalhe é o Paladino que precisa de óculos e um exame de vista, já que ele errou três ataques seguidos, com alguns deles usando mana para o golpe divino.

Os Orcs foram todos mortos, foi looteado uma espada longa de metal arco-iris que teve uma cena engraçada, o Paladino caiu em morrendo, meu personagem estabilizou o Bartran que tava morrendo, loteou o acampamento, foi falar com o Paladino e só notou que ele tava morrendo, então eu estabilizei ele.

Logo após isso voltamos para o forte cabeça de martelo e o Paladino entregou a espada de metal arco-iris que ele havia ganho de presente do meu Frade, para ser derretida e usada para fazer uma katana (algo que vai demorar um mês já que é um item mágico e superior).

Bem, atualmente o grupo está se preparando para uma nova aventura, onde cabeças de puristas vão rolar (Algo que meu Frade ama)

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u/Particular-Collar206 — 16 days ago

Qual seria o chute de vocês pras classes variantes? Andei pensando nisso recentemente, temos bastante opções, principalmente com a adição do Frade e do Treinador a soma final.

Um chute meu, seria a adição do Vingador pro paladino e do cruzado pro clérigo.

u/Particular-Collar206 — 23 days ago