Me criticaram por morar com a minha família e não morar sozinho e nem ter me casado ainda

Eu (H27) estou sendo criticado por algumas @ que reclamaram pelo fato de eu ainda morar com a minha família.

A primeira foi a minha ex-namorada (M25), que reclamou que eu não sai de casa para morar com ela. Na época, eu estava focado nos meus estudos, no meu trabalho e em viver experiências. Ela reclamava que o dinheiro que eu gastava em shows, eventos e rolês dava pra morar junto. Mas eu não queria isso. Não queria viver dentro de uma casa com ela em São Gonçalo (RJ) e não aproveitar todos os cantos do Brasil.

Depois, teve uma ex-ficante (M30) me ironizou pelo fato de eu ser assim e não ver futuro em sair de casa. Outra (M25) reclamou que eu só ando de uber e não sou macho pra ter um carro.

Assim, eu não vejo por agora saindo de casa porque além de querer aproveitar meu tempo com que eu gosto, está tudo muito caro no Rio de Janeiro. Moro em Niterói, a passagem de ônibus para ir para a Zona Sul do RJ tá 15 reais (9,40 no Bilhete Único), alugueis estão caríssimos por causa dessa praga de Airbnb, RJ é o estado com o imposto mais alto do Brasil e entre outras coisas.

Eu tô errado na minha visão?

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u/Radiant-One-1693 — 1 day ago

Meus amigos estão envelhecendo, formando famílias e isso mexido comigo

Mês que vem é meu aniversário. Eu irei completar 28 anos e grande parte dos meus amigos são +30. E eu pensei em fazer algumas comemorações ao longo de setembro, entre uma delas ir numa balada curtir músicas pop e outra um restaurante com área kids.

A balada não foi muito bem aceita, mesmo entre meus companheiros de balada entre 2017 a 2020, mas a ideia do restaurante com área kids foi bem aceita, principalmente por ser mais cedo, poder levar as crianças (que chamo de meus sobrinhos) e não gastar tanta energia como já gastam durante a semana. Isso me impactou.

Meu último aniversário reunindo a galera foi em 2019, em um bar karaokê meio insalubre e com direito a minha amiga expondo no meio da festa que traiu o ex com o chefe dele. Hoje, ela se tornou uma "jovem senhora" que pensa em casamento e quer ter filho e se desdobra entre estudos e freelas.

Mas isso me impactou: meus amigos estão envelhecendo, os mais novos que tenho conhecido optaram pela rotina saudável de corrida e rolês caseiros e os que até tento levar pra vida rolezeira, acabam namorando e optando calmaria. O que está acontecendo com esse povo?

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u/Radiant-One-1693 — 12 days ago

Vivendo um luto de amizade

Ontem, eu (H27) estive no show da Anavitória e lembrei da minha melhor amiga, em que falo que ela é minha irmã (M34) e chorei muito por saudades da rotina em que vivíamos.

Nos conhecemos em abril de 2017 e até março de 2020, saíamos toda semana para os mais variados rolês (balada, viagem, praia, parque, shows, teatro, cinema e assim vai). Temos até uma "matching tattoo" feita após 1 ano de amizade. Sempre a vi como a irmã mais velha que nunca tive. Não só pela afinidade, mas pela confiança que meus pais tiveram nela. E a Anavitória sempre foi uma das nossas trilhas. Atoa que nossa tattoo é inspirada nelas.

Só que de lá pra cá, nossas vidas mudaram. Passei a focar mais na minha área de comunicação e ela na área da biologia. Cada um teve um namoro complicado e que, com a rotina de casal, acabou nos afastando. Hoje, ela se tornou uma pessoa que faz doutorado, freelas pra complementar a renda, cuida do sobrinho, se voltou mais a família e prefere rolês matutinos ou vespertinos. Até a chamei pro show, mas ela disse que não tinha dinheiro pra volta de uber, que 23h já tá tarde pra ela e que não ia curtir, pois a mente dela tava num problema familiar.

Eu ainda continuo na fase de festas, baladas e todo o tipo de rolês. Vivo a intensidade. Mas me doeu saber que a minha irmã já não tá mais lá da forma como passei que estaria. Eu sinto tanta falta dela. Após os meus pais e meus avós maternos, foi a pessoa que mais me marcou e me ensinou.

O que fazer com essa saudade?

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u/Radiant-One-1693 — 18 days ago

Parecer "pai da minha sobrinha" tem mexido com as minhas aventuras amorosas

Nos últimos anos, eu me aproximei ainda mais da minha sobrinha, que é uma adolescente de 12 anos e vive com conflitos entre as famílias materna e paterna. Eu cuido dela desde que nasceu, mas com a chegada dela aos 10 anos e minha consolidação como influenciador de entretenimento, tenho levado ela pra diversos eventos e viver experiências incríveis. Diga-se de passagem, isso tem sido um refúgio pra ela de felicidade e de aprendizagem.

Porém, isso tem mexido com as minhas aventuras amorsas. Logo quando começo essa aproximação de rolês, em um deles conheço a minha ex-namorada (M20), mas não dá certo e terminamos. Até continuamos a conversar após o término, mas depois que ela no dia do show da Ana Castela, em que levei a minha sobrinha inclusive, que eu era um péssimo exemplo pra adolescente por querer viver em baladas e de bar em bar, não vi mais sentido em continuar nada com ela. A minha ex ainda disse que foi um livramento ter terminado comigo pois eu mostrei que sou um homem pra viver de boemia e não pra ser pai.

Nesse meio tempo após minha ex, me envolvi numa "amizade colorida" com outra (M19) em que vivemos toda a experiência da boemia carioca. Da Arnaldo Quintella a Feira de São Cristovão, aprontamos muito e ela apoiava meu lado de "tio aventureiro". Isso deixou minha ex magoada e com a sensação de que eu tava mentindo pra ela de querer me casar.

Paralelamente a isso, tem uma ex-ficante (M25) em que disse que to virando um "bananão" por ficar perto da minha sobrinha e estar mudando os meus comportamentos com isso. Antes, a gente sempre se encontrava e transava e lidava com os problemas delas. Mas depois dessa minha aproximação, disse que tô virando um "babaca soca-fofo" e "sendo pai com a família dos outros". Mas de toda forma, me afastar dessa mina foi livramento.

Não só isso, até mesmo nos matches no Tinder que depois add no Instagram tem gente que acha lindo e tem gente que se afasta por achar que eu sou o pai dela, já que posto alguns stories juntos. Mas em grande parte dos dates, elogiam esse meu lado "tio aventureiro". Não só em dates, até mesmo em grandes eventos elogiam isso.

Porém, depois dessa aproximação, não vive mais aventuras amorsas intensas como eram antes. Igual como foi uma vez com uma ex-ficante (M35) em que só vivíamos bebendo e fumando. Ou a outra ex-ficante (M26) em que íamos pra balada e nos pegávamos nos darkroom. O que pode estar acontecendo pra afastar mulheres assim e me aproximando de mulheres que querem ter filhos e que já são mães?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

Parecer "pai da minha sobrinha" tem mexido com as minhas aventuras amorosas

Nos últimos anos, eu me aproximei ainda mais da minha sobrinha, que é uma adolescente de 12 anos e vive com conflitos entre as famílias materna e paterna. Eu cuido dela desde que nasceu, mas com a chegada dela aos 10 anos e minha consolidação como influenciador de entretenimento, tenho levado ela pra diversos eventos e viver experiências incríveis. Diga-se de passagem, isso tem sido um refúgio pra ela de felicidade e de aprendizagem.

Porém, isso tem mexido com as minhas aventuras amorsas. Logo quando começo essa aproximação de rolês, em um deles conheço a minha ex-namorada (M20), mas não dá certo e terminamos. Até continuamos a conversar após o término, mas depois que ela no dia do show da Ana Castela, em que levei a minha sobrinha inclusive, que eu era um péssimo exemplo pra adolescente por querer viver em baladas e de bar em bar, não vi mais sentido em continuar nada com ela. A minha ex ainda disse que foi um livramento ter terminado comigo pois eu mostrei que sou um homem pra viver de boemia e não pra ser pai.

Nesse meio tempo após minha ex, me envolvi numa "amizade colorida" com outra (M19) em que vivemos toda a experiência da boemia carioca. Da Arnaldo Quintella a Feira de São Cristovão, aprontamos muito. Isso deixou minha ex magoada e com a sensação de que eu tava mentindo pra ela de querer me casar.

Paralelamente a isso, tem uma ex-ficante (M25) em que disse que to virando um "bananão" por ficar perto da minha sobrinha e estar mudando os meus comportamentos com isso. Antes, a gente sempre se encontrava e transava e lidava com os problemas delas. Mas depois dessa minha aproximação, disse que tô virando um "babaca soca-fofo" e "sendo pai com a família dos outros". Mas de toda forma, me afastar dessa mina foi livramento.

Não só isso, até mesmo nos matches no Tinder que depois add no Instagram tem gente que acha lindo e tem gente que se afasta por achar que eu sou o pai dela, já que posto alguns stories juntos. Mas em grande parte dos dates, elogiam esse meu lado "tio aventureiro". Não só em dates, até mesmo em grandes eventos elogiam isso.

Porém, depois dessa aproximação, não vive mais aventuras amorsas intensas como eram antes. Igual como foi uma vez com uma ex-ficante (M35) em que só vivíamos bebendo e fumando. Ou a outra ex-ficante (M26) em que íamos pra balada e nos pegávamos nos darkroom. O que pode estar acontecendo pra afastar mulheres assim?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

Estou perdendo os meus amigos e não me sinto mais conectado com eles

Nos últimos dias, tenho sentido um baque nas minhas amizades mais próximas e não consigo mais ter a mesma conexão que outrora.

Já tinha até desabafado aqui que tava me questionando se eu era um "eterno adolescente" aos 27 anos por ter uma carreira de influenciador e que me permite ser mais livre e ter coisas engraçadas no dia a dia.

Só que nessa última madrugada, tive um baque que me deixou reflexivo. Nos últimos dias, eu e a minha amiga, que foi minha primeira namorada (M27), tivemos um desentendimento porque eu falei pra ela fazer conteúdo adulto pra ter uma renda extra. Sendo que eu e ela sempre tivemos um "humor pesado" e brincadeiras divertidíssimas. Como a vez em que fui fazer cirurgia plástica na orelha e ela espalhou que eu tava fazendo aumento peniano e acordei pós-cirurgia com um criador de conteúdo adulto me pedindo pra ver o suposto aumento. E também da vez em que retruquei inscrevendo ela pra participar do De Férias Com o Ex. Mas ela tá totalmente diferente e não tá mais nessa vibe. Ela agora se tornou uma pessoa focada na religião católica, que pensa em se casar e ter filhos e tá procurando uma renda extra pra isso. Sem contar que ela mora em Itaboraí e trabalha como enfermeira infantil na Pavuna. Eu sinto saudades da versão dela sem religião e que não perdia a piada.

Não para só aí, vejo também minhas outras amizades assim. Minha amiga/irmã (M34) que me apresentou o mundo hoje não aguenta mais sair de casa aos fins de semana. Ela atualmente mora na Penha, faz doutorado e ainda faz freela de animadora de festa infantil. E foi tia recentemente e disse que sua mentalidade/comportamento tá mudando e precisa mudar pra ter forças para o sobrinho que tem síndrome de down. Sem contar que ela quer ter filhos antes dos 40 e não vê parceiro ideal pra isso. Sempre vou torcer por ela e a família dela, mas sinto falta da minha irmã good vibes de todas as horas, de todos os momentos, que morava com o pai perto da praia em Niterói, que ia trabalhar virada e vivia sem rótulos pra tudo.

Minha outra amiga/irmã (M30) que fazia conteúdo adulto agora tá ralando como social media freelancer e tendo benefícios sociais pra ajudar em seus dois filhos.

E quando falo de resenhas, dates, rolês aleatórios, passar a noite virado, ficar bêbado falando que quer viver e escutar Ana Castela, ficam bufando. O que está acontecendo com esse povo? Me sinto perdendo a pluralidade que construí em 2017

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

O que fazer? Não me sinto mais bem saindo só pra beber e transar

Sou H27 e atualmente estou numa fase de questionamentos sobre a minha vida de relacionamentos. Sempre fui uma pessoa que nunca teve relacionamentos fixos longos (apenas 4 namoros sendo 2 que duraram 6 meses, um que durou 1 ano e meio e outro que durou 1 mês). Porém, sempre tive diversas aventuras amorosas e sexuais.

Hoje, uma garota (M24) que fico eventualmente desde 2022 me chamou pra sair. Ela acabou de terminar o namoro e já sei qual vai ser o ritual: irmos pra um bar, bebermos e depois acabarmos transando. Não há odeio, mas nossa relação é de uma "amizade colorida" em que realizo meus fetiches com ela e vice-versa. Inclusive, enquanto ela namorava, acabávamos transando e ela dizia que meu leite era melhor do que do agora ex-namorado dela e que eu fazia ela gozar com vontade, já o namorado tinha o negócio pequeno e gozava rápido.

Só que ela é uma garota extramamente problemática e frustrada. Esse ex-namorado chegou a agredir na frente do pai dela, que nada fez pra reagir. A irmã tá afundada nas drogas e tá levando a família junto. Terminou a faculdade, mas não conseguiu emprego. Desconta esses seus problemas no álcool e fica difícil de atura-la. Pra se ter uma ideia, apesar de transarmos, nunca tive relações com ela extratamente bêbada. Uma vez, quando a vi que tava assim, fomos embora do bar e a deixei dentro de casa. Mesmo assim, ela voltou pro bar e ainda transou com o dono da estabelecimento. Ela chorou e disse que se sentiu uma "puta gratuita".

Aí somando isso e mais os custos financeiros, tenho me afastado dela. Antes de hoje, a última vez que ela quis me ver foi no dia em que Brasil foi eliminado da Copa. Ali recusei porque somou tudo o que falei + nem tadala iria fazer subir com a tamanha tristeza e raiva daquele momento.

Paralelamente a isso, tenho me reaproximado da minha última namorada (M20) e isso também tem me bloqueado em me aventurar. Pois ela valoriza muito meu lado familiar e um ainda gosta e sonha com o outro. E o que me afasta dela é esse meu lado farrista/aventureiro. Por isso também estou recalculando a rota. OBS: nunca trai minha ex e no período em que namoramos, me afastei dessa "Heleninha".

Já a "Heleninha problemática" odeia esse meu lado familiar e que isso tá me deixando muito "soca-fofo" ao invés do homem bruto que ela quer e com assuntos chatos e rolês gourmet chatos.

Estou no caminho certo? Ou devo deixar essa minha consciência moral e partir pra cima?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

O que fazer? Não me sinto mais bem saindo só pra beber e transar

Sou H27 e atualmente estou numa fase de questionamentos sobre a minha vida de relacionamentos. Sempre fui uma pessoa que nunca teve relacionamentos fixos longos (apenas 4 namoros sendo 2 que duraram 6 meses, um que durou 1 ano e meio e outro que durou 1 mês). Porém, sempre tive diversas aventuras amorosas e sexuais.

Hoje, uma garota (M24) que fico eventualmente desde 2022 me chamou pra sair. Ela acabou de terminar o namoro e já sei qual vai ser o ritual: irmos pra um bar, bebermos e depois acabarmos transando. Não há odeio, mas nossa relação é de uma "amizade colorida" em que realizo meus fetiches com ela e vice-versa. Inclusive, enquanto ela namorava, acabávamos transando e ela dizia que meu leite era melhor do que do agora ex-namorado dela.

Só que ela é uma garota extramamente problemática e frustrada. Esse ex-namorado chegou a agredir na frente do pai dela, que nada fez pra reagir. A irmã tá afundada nas drogas e tá levando a família junto. Terminou a faculdade, mas não conseguiu emprego. Desconta esses seus problemas no álcool e fica difícil de atura-la. Pra se ter uma ideia, apesar de transarmos, nunca tive relações com ela extratamente bêbada. Uma vez, quando a vi que tava assim, fomos embora do bar e a deixei dentro de casa. Mesmo assim, ela voltou pro bar e ainda transou com o dono da estabelecimento. Ela chorou e disse que se sentiu uma "puta gratuita".

Aí somando isso e mais os custos financeiros, tenho me afastado dela. Antes de hoje, a última vez que ela quis me ver foi no dia em que Brasil foi eliminado da Copa. Ali recusei porque somou tudo o que falei + nem tadala iria fazer subir com a tamanha tristeza e raiva daquele momento.

Paralelamente a isso, tenho me reaproximado da minha última namorada (M20) e isso também tem me bloqueado em me aventurar. Pois ela valoriza muito meu lado familiar e um ainda gosta e sonha com o outro. E o que me afasta dela é esse meu lado farrista/aventureiro. Por isso também estou recalculando a rota.

Já a Heleninha problemática odeia esse meu lado familiar e que isso tá me deixando muito "soca-fofo" ao invés do homem bruto que ela quer e com assuntos chatos e rolês gourmet chatos.

Estou no caminho certo? Ou devo deixar essa minha consciência moral e partir pra cima?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

Viver de publi nas redes Sociais ou tentar a carreira acadêmica?

Nos últimos dias, fiz um post se devo continuar com publi de BETs ou se devo focar mais na minha carreira acadêmica, fazendo mestrado e doutorado.

Desses dias pra cá, fiquei pensando ainda mais sobre isso. No dia de ontem, vi minha irmã, que está fazendo doutorado, fazendo freela de animadora de festa infantil pra complementar a renda. Ela recebe bolsa, dá aulas, mas não consegue suprir com os custos básicos de morar no Rio de Janeiro e cuidar de uma adolescente.

Só que eu sempre gostei de estudar e nesse exato momento estou lendo artigos para o meu projeto de mestrado. Só que de uns dias pra cá, como disse no post anterior, tenho pensando em deixar as publicidades de BETs e recalcular a minha rota, focando em outras estratégias e na carreira acadêmica. Ainda mais que acho que quem faz publi de BET não seria bem aceito na carreira acadêmica. Sem contar da minha sobrinha que tem ranço de BET.

Ao mesmo tempo, paro e penso: até que ponto posso conciliar pra não ter esses apertos? Ou até que ponto vale? Vejo a minha irmã ganhando a mesma coisa que ela ganhava numa loja de shopping, só que mais triste e cansada. Em paralelo, teve uma ex-ficante que disse há um tempo que faria a maior burrada da minha vida deixando as BETs, deixando claro que orgulho não paga conta e não enche barriga.

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago

Seria eu um eterno adolescente?

Nos últimos dias, eu (H27) tenho refletido muito sobre a minha volta que vai desde meus círculo de amigos, colegas e até ex-namoradas e ex-ficantes. Eu sou criador de conteúdo, me formei em jornalismo em 2019, me pós-graduei em cinema em 2023 e atuo de forma independente. Já fiz diversas publis e tenho bastante seguidores e alcance nas redes sociais.

Só que de um tempo pra cá, eu vejo as pessoas a minha volta ficando cada vez mais pesadas e se tornando incompatíveis comigo. Um exemplo é a minha grande amiga (M33), que considero a minha irmã. Em 2017, quando ela morava perto da praia em Niterói e era auxiliar do pai numa empresa, ela tinha uma personalidade "good vibes" e aventureira que deu match logo de cara, atoa que ficamos quase 3 anos saindo toda semana. Hoje, ela se formou em biologia, se pós-graduou em biologia marinha e faz doutorado. Não nos afastamos, mas não há mais aquela compartibilidade. Ela fala sobre o fato de estar desgastada por morar na Penha atualmente e eu agindo tal qual a Bia do Brás e Ronaldinho Gaúcho falando de dates e rolês aleatórios.

Sem contar da minha amiga e ex-colega de trabalho. Ela tem dois filhos, em que considero meus sobrinhos, e os ajudo levando em muitos rolês maneiros (um tem 5 e o outro 12 anos). Só que ela anda mentalmente desgastada, vivendo de freelas e auxílios como Bolsa Família. Sem contar que ela está em um outro casamento que não está mais aguentando. A situação não está pior porque os avôs paternos das crianças são concursados federais.

No relacionamento, a última garota que tentei me relacionar (M30) me chamou de Ana Paula Renault por ainda viver de rolês e morar ainda com a família, alegando que não sei o que é a realidade de viver de aluguel e mercado caro. Minha primeira namorada, lá de 2016, me deu block por fazer uma ironia e ela não levar a sério. Sempre tivemos uma relação de "humor pesado" e ela tava procurando uma renda extra porque vai se casar e tá morando de aluguel, e eu indiquei dela fazer lives de conteúdos adultos. Ela me deu block. Isso sem contar de uma ex-ficante, que se drogava e morava na Glória de frente pra praia e fazia nada da vida, hoje voltou pra casa da mãe por causa das contas que apertaram e atualmente é atendente do Riocard. Meu último flerte foi com uma M35 que já é mãe e passa perrengue por isso. Minha última namorada (M20) até nos damos bem, mas vivemos em situações diferentes.

Outro dia, mandei bêbado no grupo de amigos da faculdade que "a gente tem que viver, Brasil do Brasil" e, diferente de outras épocas, me ignoraram forte. Mas eu falo isso pra galera do Baixo Gávea ou no meio da Lapa ou no meio da Rua Augusta e me compreende. Estou sendo incompreendido pelos meus amigos. Seria eu um eterno adolescente?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago
▲ 9 r/desabafosdavida+1 crossposts

(H27) Seria eu um eterno adolescente?

Nos últimos dias, eu tenho refletido muito sobre a minha volta que vai desde meus círculo de amigos, colegas e até ex-namoradas e ex-ficantes. Eu sou criador de conteúdo, me formei em jornalismo em 2019, me pós-graduei em cinema em 2023 e atuo de forma independente. Já fiz diversas publis e tenho bastante seguidores e alcance nas redes sociais.

Só que de um tempo pra cá, eu vejo as pessoas a minha volta ficando cada vez mais pesadas e se tornando incompatíveis comigo. Um exemplo é a minha grande amiga (M33), que considero a minha irmã. Em 2017, quando ela morava perto da praia em Niterói e era auxiliar do pai numa empresa, ela tinha uma personalidade "good vibes" e aventureira que deu match logo de cara, atoa que ficamos quase 3 anos saindo toda semana. Hoje, ela se formou em biologia, se pós-graduou em biologia marinha e faz doutorado. Não nos afastamos, mas não há mais aquela compartibilidade. Ela fala sobre o fato de estar desgastada por morar na Penha atualmente e eu agindo tal qual a Bia do Brás e Ronaldinho Gaúcho falando de dates e rolês aleatórios.

Sem contar da minha amiga e ex-colega de trabalho. Ela tem dois filhos, em que considero meus sobrinhos, e os ajudo levando em muitos rolês maneiros (um tem 5 e o outro 12 anos). Só que ela anda mentalmente desgastada, vivendo de freelas e auxílios como Bolsa Família. Sem contar que ela está em um outro casamento que não está mais aguentando. A situação não está pior porque os avôs paternos das crianças são concursados federais.

No relacionamento, a última garota que tentei me relacionar (M30) me chamou de Ana Paula Renault por ainda viver de rolês e morar ainda com a família, alegando que não sei o que é a realidade de viver de aluguel e mercado caro. Minha primeira namorada, lá de 2016, me deu block por fazer uma ironia e ela não levar a sério. Sempre tivemos uma relação de "humor pesado" e ela tava procurando uma renda extra porque vai se casar e tá morando de aluguel, e eu indiquei dela fazer lives de conteúdos adultos. Ela me deu block. Isso sem contar de uma ex-ficante, que se drogava e morava na Glória de frente pra praia e fazia nada da vida, hoje voltou pra casa da mãe por causa das contas que apertaram e atualmente é atendente do Riocard. Meu último flerte foi com uma M35 que já é mãe e passa perrengue por isso.

Outro dia, mandei bêbado no grupo de amigos da faculdade que "a gente tem que viver, Brasil do Brasil" e, diferente de outras épocas, me ignoraram forte. Mas eu falo isso pra galera do Baixo Gávea ou no meio da Lapa ou no meio da Rua Augusta e me compreende. Estou sendo incompreendido pelos meus amigos. Seria eu um eterno adolescente?

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u/Radiant-One-1693 — 1 month ago
▲ 3 r/desabafosdavida+1 crossposts

Por que a juventude está tão cansada e deprimida hoje em dia?

Eu não sei se isso acontece com vocês, mas comigo vem aumentando: meus amigos e pessoas que conheço só andam cansadas! Minha melhor amiga, que considero uma irmã, vai fazer 33 anos e está super cansada da vida e nem quer mais saber de um rolê simples, como ir ao show da Anavitória como iamos em 2017. Minha outra amiga, que era super alternativa e progressista, hoje reclama que o mercado está caro e não está nem sobrando para um delivery.

Amplio o caso para outras pessoas da minha faixa (tenho 27 anos) e só vejo gente exausta e querendo ficar cada vez mais em casa. Nem pra dar um micro passeio de bicicleta querem. Olho pra hoje, e vejo que não tenho mais amigos pra uma convivência de rolê. E eu sou uma pessoa que gosto de rolês aleatórios, viagens, conhecer novos lugares, rolês culturais e assim vai. Só que a medida que meus amigos foram se casando ou envelhecendo, não querem mais nada. Pra se ter uma ideia, no último date, me senti uma "Bia do Brás" porque a mina, de 31 anos, passou os últimos anos trabalhando pra sobreviver e eu contando as minhas histórias de rolês aleatórios.

O que houve com aquele Brasil que mesmo com as dificuldades ainda se dizia otimista? Atoa que estamos perto da Copa e não vejo ninguém animado para ela. O que está acontecendo nesse país?

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u/Radiant-One-1693 — 3 months ago

Fiquei com a primeira garota que me apaixonei e fui rejeitado agora por não ser "jovem senhor"

No último final de semana, fiquei de novo com a primeira garota que apaixonei na minha vida, lá em 2016. Exatos 10 anos após esse episódio e 4 anos sem nos vermos. Fomos a um bar alternativo e lá ficamos e também conversamos sobre as nossas vidas. Ela é mais velha, tem 30 anos, e eu tenho 27. Eu fiz faculdade e pós enquanto ela fez duas faculdades, mas não chegou a terminar.

Na conversa, vimos que mudamos. Aquela garota, vinda do interior do RJ, por qual me apaixonei em 2016 tinha se tornando uma jovem que estava fazendo de tudo para sobreviver, topando qualquer freela para a sua sobrevivência, tendo que ficar se mudando por causa de alguéis, uma união estável que não deu certo e tendo um ritmo hoje caseiro e adaptado com querer correr. Já eu, o garoto da cidade no qual perdeu seu BV e a virgindade com ela, continuo morando com a família e tendo rolês de todos os tipos, sejam diurnos ou noturnos. Além também de ser uma pessoa que não é "jovem senhor", eu gosto de me aventurar em novos lugares, novos romances e assim vai. Vivi dois relacionamentos que não deram certo, mas até hoje mantenho contato com a minha ex, que fez 20 anos de idade recentemente e terminamos no ano passado.

Nisso foi nosso primeiro contraste. Um jovem que bebe na Augusta e não saiu de casa não estava "no nível dela". E pra piorar, ela ainda se tornou uma jovem conservadora e que é de oposição política a minha e isso pesou ainda mais. Hoje, ela me bloqueou justamente por política e de eu não concordar com os ideais dela. Me choca ela, que estudou cinema, ser oposição.

Tem histórias que não devem ser revisatadas, e essa foi uma delas. Seria um livramento ou imaturidade por parte dela?

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u/Radiant-One-1693 — 3 months ago

Fiquei com a primeira garota que me apaixonei e fui rejeitado agora por não ser "jovem senhor"

No último final de semana, fiquei de novo com a primeira garota que apaixonei na minha vida, lá em 2016. Exatos 10 anos após esse episódio e 4 anos sem nos vermos. Fomos a um bar alternativo e lá ficamos e também conversamos sobre as nossas vidas. Ela é mais velha, tem 30 anos, e eu tenho 27. Eu fiz faculdade e pós enquanto ela fez duas faculdades, mas não chegou a terminar.

Na conversa, vimos que mudamos. Aquela garota, vinda do interior do RJ, por qual me apaixonei em 2016 tinha se tornando uma jovem que estava fazendo de tudo para sobreviver, topando qualquer freela para a sua sobrevivência, tendo que ficar se mudando por causa de alguéis, uma união estável que não deu certo e tendo um ritmo hoje caseiro e adaptado com querer correr. Já eu, o garoto da cidade no qual perdeu seu BV e a virgindade com ela, continuo morando com a família e tendo rolês de todos os tipos, sejam diurnos ou noturnos. Além também de ser uma pessoa que não é "jovem senhor", eu gosto de me aventurar em novos lugares, novos romances e assim vai. Vivi dois relacionamentos que não deram certo, mas até hoje mantenho contato com a minha ex, que fez 20 anos de idade recentemente e terminamos no ano passado.

Nisso foi nosso primeiro contraste. Um jovem que bebe na Augusta e não saiu de casa não estava "no nível dela". E pra piorar, ela ainda se tornou uma jovem conservadora e que é de oposição política a minha e isso pesou ainda mais. Hoje, ela me bloqueou justamente por política e de eu não concordar com os ideais dela. Me choca ela, que estudou cinema, ser oposição.

Tem histórias que não devem ser revisatadas, e essa foi uma delas. Seria um livramento ou imaturidade por parte dela?

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u/Radiant-One-1693 — 3 months ago

Estou com 27 anos e estou há 2 meses sem conseguir nada na área, nem um mero freela. Sou jornalista e até hoje vivo de PJ, nunca fui CLT. Me formei na área em dezembro de 2019 e fiz uma pós-graduação em cinema. De lá pra cá, consegui apenas freelas e atuar como PJ com algumas empresas. Eu atuo na redação, mas também sou fotógrafo e designer.

Só que nunca ter conseguido nada fixo e estar chegando perto dos 30 vem pesando sobre isso. Sempre fui do jornalismo digital, mas com a escassez das BETs e a ida do público para as redes sociais, tem quebrado bastante os sites. Meu amigo fez um freela em um grande portal e só recebeu esse valor 2 meses depois. Vejo gente de afiliada da Globo recebendo apenas 3000 reais tendo que ser repórter, editor, cinegrafista e assim vai. Pra piorar, ainda moro no Rio de Janeiro, uma cidade cara. Já tentei concurso público, mas parece que nos últimos anos vem sendo praticamente impossível.

Só que alguns tempos pra cá, penso em fazer o ENEM pra cursar psicologia, uma área que tenho bastante afinidade. Vale pena esse reposicionamento em minha vida? Sei que nunca é tarde para aprender, mas quero ter uma autonomia financeira

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u/Radiant-One-1693 — 4 months ago

Na última semana, descobri que a garota que namorei entre 2021 e 2022 se tornou um homem trans. Na época, ela ainda era uma garota cis e assinava com o nome feminino de batismo. Nos últimos meses do nosso relacionamento, ela vinha com a conversa de irmos morar juntos. Eu ainda moro com minha mãe e ela, na época, morava com pai. Na época não era viável, pois eu tinha meus objetivos de vida e ela estudava na UERJ e de forma integral. Ela ainda recebia uma mesada de 1000 reais e mais ajuda financeira do para o que quisesse, sem afetar a mesada. O pai é concursado federal. Eu na época já era formado em Comunicação Social e atuo na área até hoje, mas vivo até hoje de freelancer e preciso investir no meu próprio trabalho também. Aí na época terminamos, no dia de Natal, com ela me jogando pra baixo. Dizendo que se eu largasse minha vida de rolês, de viajar, jantar fora, daria pra morar junto sendo um "casal caseiro". Sendo que ela, no primeiro momento, queria sair de casa e ter a mesadinha do pai nos custos. Qual homem ia se sentir bem assim, né? Mas assim, não vou negar que isso, em pleno dia de Natal, me marcou até hoje ao ponto de nunca mais querer ver essa pessoa, seja mulher cis ou homem trans.

Só que agora, anos depois do término no Natal de 2022, descubro que ele se tornou um homem trans, assinando por um nome masculino e tendo um visual masculino. O pai, que era típico "esquerdomacho", o rejeitou como homem trans e agora mora com um amigo. Ele ainda precisou largar a faculdade para trabalhar em subemprego para as contas. Nisso, descubro também que foi rotulado como "vilão" por parte dele por não o ter ajudado e ter sido a pessoa que tava "aprisionando" ele. Sendo que na época jamais poderia imaginar que se assumiria homem trans. Logo no final, ela falava pra a chamar também com pronome neutro e só. Tenho receio que essa história ganhe outras proporções, já que eu vivo da minha imagem. Eu não sou transfóbico e nunca serei, só falei pra ela ficar com o pai por conta das condições financeiras. Me preparo ou ignoro essa história?

reddit.com
u/Radiant-One-1693 — 4 months ago

Na última semana, descobri que a garota que namorei entre 2021 e 2022 se tornou um homem trans. Na época, ela ainda era uma garota cis e assinava com o nome feminino de batismo. Eu tinha 24 anos e ela 20 anos. Nos últimos meses do nosso relacionamento, ela vinha com a conversa de irmos morar juntos. Eu ainda moro com minha mãe e ela, na época, morava com pai. Na época não era viável, pois eu tinha meus objetivos de vida e ela estudava na UERJ e de forma integral. Ela ainda recebia uma mesada de 1000 reais e mais ajuda financeira do para o que quisesse, sem afetar a mesada. O pai é concursado federal. Eu na época já era formado em Comunicação Social e atuo na área até hoje, mas vivo até hoje de freelancer e preciso investir no meu próprio trabalho também. Aí na época terminamos, no dia de Natal, com ela me jogando pra baixo. Dizendo que se eu largasse minha vida de rolês, de viajar, jantar fora, daria pra morar junto sendo um "casal caseiro". Sendo que ela, no primeiro momento, queria sair de casa e ter a mesadinha do pai nos custos. Qual homem ia se sentir bem assim, né? Mas assim, não vou negar que isso, em pleno dia de Natal, me marcou até hoje ao ponto de nunca mais querer ver essa pessoa, seja mulher cis ou homem trans.

Só que agora, anos depois do término no Natal de 2022, descubro que ele se tornou um homem trans, assinando por um nome masculino e tendo um visual masculino. O pai, que era típico "esquerdomacho", o rejeitou como homem trans e agora mora com um amigo. Ele ainda precisou largar a faculdade para trabalhar em subemprego para as contas. Nisso, descubro também que foi rotulado como "vilão" por parte dele por não o ter ajudado e ter sido a pessoa que tava "aprisionando" ele. Sendo que na época jamais poderia imaginar que se assumiria homem trans. Logo no final, ela falava pra a chamar também com pronome neutro e só. Tenho receio que essa história ganhe outras proporções, já que eu vivo da minha imagem. Eu não sou transfóbico e nunca serei, só falei pra ela ficar com o pai por conta das condições financeiras. Me preparo ou ignoro essa história?

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u/Radiant-One-1693 — 4 months ago