
O infortúnio de não amar
Opiniões sobre a citação?

Opiniões sobre a citação?
Hey everyone!
I’ve been working on a Bannerlord mod called Kingdom Army Commander, focused on giving the player more strategic control over kingdom armies.
The main idea is simple: if you are the ruler of a kingdom, you should be able to act like one. Instead of only managing your own army, the mod lets you interact more directly with your kingdom’s armies, including ordering lords to create armies and march toward selected locations.
The goal is to make kingdom leadership feel more active and less like watching your nobles wander around the map with medieval GPS confusion.
Current focus/features:
I’m still polishing things and would love feedback, especially from players who enjoy the late-game kingdom management side of Bannerlord.
Mod name: Kingdom Army Commander
Category: Singleplayer / Campaign / Kingdom management
NexusMod URL:
https://www.nexusmods.com/mountandblade2bannerlord/mods/11309?tab=description
Would this kind of command system make ruling a kingdom more fun for you?
Any feedback is welcome. Thanks!
Um termostato regula a temperatura de um cômodo: se está muito frio, ele aquece; se está muito quente, ele esfria.
Para isso, são configurados certos limites: a temperatura em que o aquecimento deve começar, a temperatura em que deve ser interrompido e, da mesma forma, os pontos em que o resfriamento deve ser iniciado ou cessado.
Nosso cérebro funciona de modo vagamente semelhante. Ele se adapta às condições ao redor e tenta operar dentro dos limites de estresse permitidos pela anatomia, pela história e pela constituição individual de cada pessoa.
É claro que a mente humana é infinitamente mais complexa do que um termostato. Ainda assim, essa simplificação é útil.
A partir dela, chegamos à imagem de Epicteto, o filósofo estoico que viveu parte de sua vida como escravizado, submetido a um mestre cruel.
Vista apenas de fora, sua vida parece profundamente trágica. Pelos critérios modernos, muitos o veriam como alguém que sofreu de forma extrema, privado de liberdade, conforto e segurança.
Mas há uma distinção fundamental entre o mundo externo e o mundo interno de Epicteto.
Externamente, ele estava submetido a condições brutais. Internamente, ao menos pelo que conhecemos de suas obras e ensinamentos, encontramos alguém que se dizia livre, lúcido e contente.
Seu “termostato” interno estava são. Não porque ele fosse insensível ao sofrimento, nem porque sua dor deixasse de existir, mas porque sua mente não era governada inteiramente pelas circunstâncias externas.
A grandeza de Epicteto não estava em ser invulnerável ao mundo, como uma pedra. Estava em não permitir que o mundo externo decidisse, sozinho, o estado de sua alma.
Ele não viveu uma vida feliz no sentido banal de conforto, prazer ou ausência de dor. Viveu algo mais profundo: uma vida orientada pela virtude, pela razão e pela liberdade interior.
Muitos podem olhar para essa filosofia e julgá-la insana.
Afinal, parece absurdo dizer que alguém escravizado poderia ser livre, ou que alguém submetido ao sofrimento poderia alcançar alguma forma de realização.
Mas talvez essa seja justamente a verdade difícil que o estoicismo carrega.
Há sofrimentos que não escolhemos. Há condições externas que nos esmagam, limitam e ferem. Mas ainda existe uma diferença entre sofrer e ser inteiramente definido pelo sofrimento.
Epicteto não confundia bem-estar com passividade. A serenidade estoica não é inação, nem indiferença moral.
Sua ação era voltada à virtude, à ética e ao domínio de si. Não se tratava de desistir do mundo, mas de agir nele sem ser possuído por ele.
A questão, então, permanece: como alguém chega a esse grau de resiliência? Como se desenvolve uma ação motivada não pelo medo, pelo desejo de aprovação ou pela busca de conforto, mas por um compromisso profundo com a virtude?
Meditação? Filosofia? Disciplina? Sofrimento? Talvez uma combinação de tudo isso.
O que Epicteto nos mostra é que a liberdade mais radical não depende apenas da posição que ocupamos no mundo, mas da relação que estabelecemos com aquilo que nos acontece.
E é por isso que Alexandre, o Grande, talvez estivesse certo ao se espantar diante de Diógenes.
O conquistador do mundo encontrou um homem que nada possuía, nada temia e nada parecia desejar dele.
Diante disso, a pergunta deixa de ser apenas histórica ou anedótica.
Talvez Alexandre tenha percebido, por um instante, que havia diante dele uma forma de grandeza que nenhum império poderia conquistar.
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Eu começo com um meu: O Mito de Sísifo por Camus.
Compartilhem os seus.
Infográfico (feio) que decidi fazer do nada, inspirado em outro post do sub.
Outra curiosidade é o relacionamento entre cada quadrante nas ideologias políticas:
Indivíduos com orientações dialmetralmente oposta (Vermelho e Amarelo, Verde e Azul) tendem a se odiar. E esses relacionamentos negativos tendem a ser amplificados ou atenuados por diferenças socioeconômicas.
Em média:
O maior hate da direita: esquerda classe média e depois baixa. (esteriótipo: vagabundo malandro)
O maior hate da esquerda: direita classe alta e depois média. (esteriótipo: sociopata narcisista)
Obs: talvez a o ápice da % da Educação Sociológica seja um pouco mais abaixo, não sei.
Obs2: sociedades mais evoluídas (IDH) tendem a ter quadrantes vermelhos e verdes maiores relativamente aos da direita.
Fonte: meu __. (Sabe muito).
Discordam?
Não estou partindo de uma premissa religiosa de pós vida, apenas de uma crença possível que o indivíduo possa ter no pós vida sem relação com religião.
Se a possibilidade seja considerada, independente de quão pequena seja, a proporção entre essa vida eterna no pós vida e a atual é literalmente infinita.
Nesse caso, o mais racional é viver de acordo, ou seja, atuar na vida atual de acordo com suas crenças individuais que possivelmente vão interferir nessa vida eterna?
Frase atribuída a malcom x por volta da década de 60.
A proporção parece ter tomado outra dimensão atualmente, com o advento de redes sociais, televisão, etc.
Pode-se apontar outra forma pela qual a mídia "mainstream" manipula seus espectadores?