r/FilosofiaBAR

Adolescentes só dão arrogantes porque sabem pouco do mundo.

É de conhecimento comum que adolescentes tem uma tendência natural a arrogância, e a inferiorizar pessoas mais velhas que elas ou que simplesmente não concordam com eles. Eles não apenas pensam que sabem de tudo, como também acham que tudo que veio antes dele é ultrapassado.

Com base nisso, é notável que essa sensação de saber de tudo é proveniente de uma falsa sensação de conhecimento. Quando não se sabe sobre nada, tudo que se sabe é baseado em achismo, e o achismo tudo sabe, mas tem certeza de nada.

Além disso, eles acham (os adolescentes) que tudo que veio antes deles é ultrapassado e inferior, porque não conseguem entender a importância da hierarquia e dos costumes que vieram antes dele. Desse modo, conhece apenas uma caricatura do que ele é contra.

Concluindo, o adolescente médio é arrogante e prepotente por saber pouco do mundo e por não entende-lo. Por causa disso, ele não apenas é arrogante; a arrogância dele é proveniente de uma insegurança disfarçada de orgulho. Por ele não saber sobre nada, não tem confiança sobre nada, e é naturalmente inseguro.

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u/Bolsonaristaequivoco — 12 hours ago

A pirataria é completamente correta, sem discussão, quando se trata da preservação de obras.

Existe um livro que eu tenho, e gosto muito, e inclusive acho extremamente importante para o estudo da situação cubana, que se chama "Cuba 20 anos depois" de Jorge Scoteguy. Outro livro que também considero bom e ótimo para o estudo sobre a ditadura no Brasil é "condições ideais para o amor", onde se mostra poemas, manifestos e cartas de Luis Eurico, que atuou como guerrilheiro.

Esses dois livros, hoje em dia, não se encontram mais em livrarias, apenas sebos online e em sua maioria não muito bem preservados. Nunca mais tiveram outras cópias desses livros, e a tendência é que com o tempo desapareçam.

Também não existe algum pdf desses livros online, apenas os físicos.

Inclusive, eu tenho os dois livros, e mais alguns que estão na mesma situação, devido ao meu pai ser historiador. Tenho vontade de fazer um pdf dos livros e colocar eles na internet, mas eu nunca piratiei algo antes, primeiro tenho um minúsculo medo de dar merda. E segundo, eu nem sei onde eu poderia upar o pdf disso para as pessoas terem acesso. Enfim.

u/Clean_Room_6037 — 16 hours ago

Se Deus existir ele faz algum sentido?

Qual seria a finalidade de criar uma raça imperfeita apenas para cobrar deles perfeição, não tem sentido jogar seus "amados filhos" num monte de lama que seria o plano material apenas para cobrar deles um estado de limpeza, algo impossível

▲ 14 r/FilosofiaBAR+2 crossposts

Seria o inconsciente um contraponto a mediunidade?

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Obs: este texto aborda mediunidade sob perspectivas psicológicas, filosóficas e neurocognitivas, podendo divergir de interpretações religiosas tradicionais.

No processo de estudo de pessoas médiuns, através da observação de pessoas que se autodenominam médiuns, além de conversas, foram observadas algumas coisas curiosas.

Alguns médiuns afirmam ter contato com os espíritos através de uma intuição que não reconhecem como deles; outros escutam uma voz mental que não reconhecem como sua própria voz mental; outros utilizam a escrita automática e não reconhecem o texto como seu. Há uma variedade grande de fenômenos. A constante é tratar-se de um fenômeno comum que a pessoa não reconhece como sendo de sua autoria consciente; a variável é sua manifestação.

O estado de consciência é chamado, dentro dos meios científicos, de estado de vigília, tendo como uma de suas principais características a ativação plena do córtex pré-frontal.É nesse estado que nos identificamos como nós mesmos, com nossas crenças e história. Na outra ponta, temos o estado de sono, onde justamente o córtex pré-frontal está pouco ativo, embora o cérebro não esteja desligado; apenas a energia está direcionada a outras áreas. Especialmente durante o sono, no ciclo REM, temos o sistema límbico ativo (principal responsável pelas emoções), permitindo que os sonhos sejam experienciados com a mesma intensidade das experiências de quando estamos acordados, podendo frequentemente ser até bem mais intensas.

Hoje já há muitas evidências científicas da existência do inconsciente pessoal, principalmente de processos cognitivos/inteligentes durante o sono que não envolvem a consciência. Todavia, a abrangência das funções do inconsciente ainda é um tema em aberto. Além do estado de vigília e do sono, temos também o estado alterado de consciência.

Os espíritas mais “intelectuais” atribuem ao estado alterado de consciência a manifestação da mediunidade. Os ritualísticos da ayahuasca, assim como os psiconautas ao ingerirem psilocibina, também o afirmam. No estado alterado de consciência, a pessoa está justamente na margem que separa o estado de vigília do estado de sono, sofrendo influência tanto de fenômenos externos (como um raio de sol, um batuque, um cheiro, uma conversa ou uma dança) quanto de fenômenos internos oriundos do inconsciente (como se vê nos sonhos: manifestações que não “respeitam” as dimensões de tempo e espaço, leis físicas, cores intensas, estase, além da presença de pessoas conhecidas ou não, lugares, seres, entidades etc.)

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Uma pessoa no estado alterado de consciência processa no cérebro uma confluência atipica de dois tipos de estímulos ao mesmo tempo. Trata-se de um fenômeno ATIPICO, em que estimulos simultaneos que normalmente não se manifestariam mutuamente acabam coexistindo. A pessoa( o ego - eu consciente) vive os fenômenos do inconsciente, que se expressam diretamente somente no estado de sono, enquanto está acordada.

Friedrich Nietzsche, Sigmund Freud e Jacques Lacan teorizaram sobre o inconsciente. Mas foi o psiquiatra suíço Carl Jung quem dedicou toda a carreira ao estudo da anatomia do inconsciente (individual e coletivo), criando o arcabouço mais amplo sobre o tema. Para Jung, o inconsciente é tão inteligente e controlador da vida consciente quanto o ego (o eu consciente) no ser humano. A diferença é que ele se manifesta através de linguagem simbólica nos sonhos, enquanto nós somos mais aptos a processar linguagem direta e racional. Já na vida consciente sua acão é indireta.

Podemos observá-lo através dos sonhos e perceber o quão complexas e inteligentes podem ser as criações do inconsciente. Já na vida consciente, ele se manifesta através de escolhas automáticas: o gostar ou não gostar de alguém sem reflexão profunda, sentimentos extremos de amor platônico ou raiva intensa, desejos intensos ou apatia total. Tudo isso viria da manifestação de conteúdos inconscientes, pois lá estaria a origem da energia psíquica.

O inconsciente, por óbvio, não pode ser reconhecido pelo eu consciente (ego) como parte de sua própria psiquê; caso contrário, deixaria de ser inconsciente. Ele recebe esse nome justamente pela falta de reconhecimento, por parte do Eu Consciente, de que tais conteúdos pertencem à própria mente humana. Assim, por exemplo, uma pessoa que por alguma razão recebe uma influência ou manifestação mais direta do inconsciente não perceberá isso como parte de si, pois, por definição, não o reconhece. Dessa forma, buscará causas externas para essa “comunicação” ou “influência”.

Manifestações do inconsciente parecem explicar grande parte do fenômeno da mediunidade, embora aparentemente falhem quando há obtenção de informações sobre pessoas desconhecidas do médium. Mesmo que leituras frias, leituras quentes e a própria internet expliquem a maioria dos casos, ainda há pessoas sérias que afirmam existir situações em que isso aparentemente não se aplica.

Quando não se sabe algo, mas é necessário descobrir, utiliza-se um princípio quase milenar chamado Navalha de Ockham. Esse princípio filosófico é adotado tanto na filosofia quanto na formulação de hipóteses científicas, além de aparecer no diagnóstico médico e até em investigações policiais. É uma das bases do conhecimento humano.

A Navalha de Ockham afirma que, diante de um problema sem solução clara, deve-se adotar a hipótese lógica menos complexa. Por “complexa”, entende-se a hipótese que exige mais variáveis para ser aceita. Por exemplo: para afirmar que Ted é um urso, eu tenho que aceitar implicitamente várias variaveis: ele tem 4 patas, 2 orelhas, corpo coberto de pelo, ele é filho de uma ursa, é mamifero e etc

Assim, usando a Navalha de Ockham, é lógico considerar inicialmente o fenômeno como um caso de enganação. Contudo, o autor que vos fala não é ateu e permanece aberto às possibilidades da vida. Portanto, apesar de a hipótese de enganação ser a mais simples, partiremos do pressuposto hipotético de ausência de charlatanismo, ainda que isso não confirme necessariamente comunicação com mortos.

Num cenário hipotético em que se retira a hipótese de charlatanismo, vislumbram-se quatro hipóteses principais, organizadas por grau de possibilidade lógica e menor complexidade, guiadas pela Navalha de Ockham:

Hipotese 1

Há engano involuntário, coincidência estatística (sorte) ou leitura inconsciente. O ser humano possui uma capacidade inconsciente impressionante de leitura social fazendo com que bons leitores sociais pareçam estar fazendo algo paranormal. Isso se torna mais visivel em contextos de luto, onde se é facil perceber o que o enlutado quer.

Hipotese 2

Há uma comunicação entre o inconsciente do médium e partes inconscientes de outra pessoa. A comunicação do inconsciente do médium com o inconsciente de outra pessoa levaria o médium a criar na própria consciência: histórias, visões, textos e cheiros a partir dos conteúdos recebido de outro inconsciente, que influenciado pelos conteúdos dos dois, formam a mensagem mediúnica.

Seria como se algumas pessoas tivessem desenvolvido um outro sentido diferente dos convencionais(visão, audição, olfato tato e paladar) que permitiria a comunicação entre partes da mente profunda de diferentes pessoas vivas.

Hipotese 3

Há acesso a um campo informacional não local da consciência. Nesta hipótese, o médium não se comunica necessariamente com mortos, nem apenas com o inconsciente humano individual. O fenômeno ocorreria através do acesso a algum tipo de estrutura informacional ainda desconhecida pela ciência contemporânea. O cérebro, nesta leitura, funcionaria menos como produtor absoluto da consciência e mais como receptor, filtro ou organizador de informações já existentes em algum nível profundo da realidade.

Hipotese 4

Há, de fato, comunicação entre o médium e consciências desencarnadas. Esta é a hipótese espiritual clássica, presente em muitas civilizações humanas desde a antiguidade. Nela, a consciência humana não seria produzida exclusivamente pelo cérebro, mas utilizaria o cérebro físico como instrumento temporário durante a vida material. Após a morte biológica, essa consciência permaneceria existindo em algum outro estado da realidade. (Nessa hipótese está abarcada a vida pós morte, mas não necessariamente nos termos da doutrina espírita.)

E aí? O que pensam sobre o que foi desenvolvido no texto?

Por que é tão difícil definir conceitos filosóficos/humanos?

Se alguém precisar calcular uma determinada velocidade média, seria só dividir a distância percorrida pelo tempo gasto e o resultado seria o mesmo para qualquer ser humano.

Por que o mesmo não acontece com os conceitos de filosofia e ciências humanas no geral? Democracia, vida, liberdade, felicidade…

O que seria necessário para que estes e outros conceitos se tornassem unanimidade mundialmente?

u/julinhozinhos — 1 day ago

O cérebro é um termostato~.

Um termostato regula a temperatura de um cômodo: se está muito frio, ele aquece; se está muito quente, ele esfria.

Para isso, são configurados certos limites: a temperatura em que o aquecimento deve começar, a temperatura em que deve ser interrompido e, da mesma forma, os pontos em que o resfriamento deve ser iniciado ou cessado.

Nosso cérebro funciona de modo vagamente semelhante. Ele se adapta às condições ao redor e tenta operar dentro dos limites de estresse permitidos pela anatomia, pela história e pela constituição individual de cada pessoa.

É claro que a mente humana é infinitamente mais complexa do que um termostato. Ainda assim, essa simplificação é útil.

A partir dela, chegamos à imagem de Epicteto, o filósofo estoico que viveu parte de sua vida como escravizado, submetido a um mestre cruel.

Vista apenas de fora, sua vida parece profundamente trágica. Pelos critérios modernos, muitos o veriam como alguém que sofreu de forma extrema, privado de liberdade, conforto e segurança.

Mas há uma distinção fundamental entre o mundo externo e o mundo interno de Epicteto.

Externamente, ele estava submetido a condições brutais. Internamente, ao menos pelo que conhecemos de suas obras e ensinamentos, encontramos alguém que se dizia livre, lúcido e contente.

Seu “termostato” interno estava são. Não porque ele fosse insensível ao sofrimento, nem porque sua dor deixasse de existir, mas porque sua mente não era governada inteiramente pelas circunstâncias externas.

A grandeza de Epicteto não estava em ser invulnerável ao mundo, como uma pedra. Estava em não permitir que o mundo externo decidisse, sozinho, o estado de sua alma.

Ele não viveu uma vida feliz no sentido banal de conforto, prazer ou ausência de dor. Viveu algo mais profundo: uma vida orientada pela virtude, pela razão e pela liberdade interior.

Muitos podem olhar para essa filosofia e julgá-la insana.

Afinal, parece absurdo dizer que alguém escravizado poderia ser livre, ou que alguém submetido ao sofrimento poderia alcançar alguma forma de realização.

Mas talvez essa seja justamente a verdade difícil que o estoicismo carrega.

Há sofrimentos que não escolhemos. Há condições externas que nos esmagam, limitam e ferem. Mas ainda existe uma diferença entre sofrer e ser inteiramente definido pelo sofrimento.

Epicteto não confundia bem-estar com passividade. A serenidade estoica não é inação, nem indiferença moral.

Sua ação era voltada à virtude, à ética e ao domínio de si. Não se tratava de desistir do mundo, mas de agir nele sem ser possuído por ele.

A questão, então, permanece: como alguém chega a esse grau de resiliência? Como se desenvolve uma ação motivada não pelo medo, pelo desejo de aprovação ou pela busca de conforto, mas por um compromisso profundo com a virtude?

Meditação? Filosofia? Disciplina? Sofrimento? Talvez uma combinação de tudo isso.

O que Epicteto nos mostra é que a liberdade mais radical não depende apenas da posição que ocupamos no mundo, mas da relação que estabelecemos com aquilo que nos acontece.

E é por isso que Alexandre, o Grande, talvez estivesse certo ao se espantar diante de Diógenes.

O conquistador do mundo encontrou um homem que nada possuía, nada temia e nada parecia desejar dele.

Diante disso, a pergunta deixa de ser apenas histórica ou anedótica.

Talvez Alexandre tenha percebido, por um instante, que havia diante dele uma forma de grandeza que nenhum império poderia conquistar.

u/Total-Jicama7563 — 1 day ago

Quando você sabe que nada importa o universo é seu.

O universo é basicamente um animal, preza pelo ordinário. Cria imbecis infinitos só pra matá-los depois. Pessoas inteligentes têm chance de conquistar e subir ao topo e fazer uma festa com a realidade, mas nunca vai parar de tentar te impedir e eventualmente vai conseguir. Não tem outro jeito. -Rick Sanchez

u/Lost-Analyst-2637 — 2 days ago

O homem absurdo

Como suportar o absurdo da existência? O que torna um indivíduo absurdo? Devemos negar, aceitar ou se revoltar contra esse absurdo?

u/Lost-Analyst-2637 — 2 days ago

Se entrássemos em contato com uma raça alienígena inteligente e descobríssemos que relações entre espécies diferentes são comuns no universo, qual seria a sua reação?

Vamos imaginar um cenário em que a raça humana finalmente entra em contato com uma raça alienígena avançada, que possui um nível de inteligência e desenvolvimento civilizacional semelhante ao nosso, e eles revelam algo curioso:

Relacionamentos entre espécies diferentes são comuns na maior parte da galáxia.

Claro, ainda existe preconceito por parte de algumas raças mais tradicionalistas, mas, no geral, tirando esses grupos, esse tipo de relacionamento é bem visto.

Qual seria a sua reação? Você acharia isso errado? Ruim?

Talvez esse não seja exatamente um tema muito filosófico, mas eu gostaria de ver a opinião de vocês.

Vocês considerariam isso antiético, errado ou apenas esquisito?

Acho que dá para ter um papo legal sobre isso porque dá para discutir se seria algo antiético ou não.

Quero deixar claro que, nesse cenário, eles não necessariamente incentivam isso. Porém, caso aconteça, não é algo que eles considerem ruim, já que o amor é algo imprevisível, né? Kkkk. Mas enfim.

u/Choice-Ad8480 — 3 days ago

Depender da Sua Confiança nos Outros é Trair a Si Mesmo - Desabafo

Desculpem pelo texto já que vai soar mais como desabafo do que qualquer coisa, mas recentemente aconteceu algo com meus pais que deixou meu sangue fervendo de raiva.

Meu pai herdou da mãe dele um anel que ela própria tinha herdado da amiga, amiga essa que na juventude foi muito rica, mas passou pra minha avó visto que não tinha tido filhos.

Beleza, recentemente meus pais resolveram vender a joia pra ver se com ela e com outros valores poderiam comprar um apartamento para ter um pouco mais de reserva de valor e renda. Foram até a negociante/avaliadora, mulher muito séria e profissional. E logo tomaram um choque quando ela avaliou.

Ela disse: “essa pedra não é dos anos 20 e não é do tipo que vocês estão relatando, inclusive a lapidação é dos anos 40”, minha conversou com ela e ela apontou como seria as características desse tipo de pedra e disse que se quisesse poderia levar de volta para casa para comparar com fotos da pedra quando herdaram para ver se a mesma não tinha sido trocada em algum momento.

Minha fez justamente isso, e notou que nas fotos da herança já tinham divergências mínimas mas notáveis na parte debaixo da pedra. E lembrou que essa pedra passou depois da herança por um joalheiro de confiança de décadas da família em 2009, quando ela quis transferir a pedra para um outro anel, foi somente essa vez que a pedra passou por outra mão.

Ele próprio na época ficou maravilhado com a pedra e nunca passou pela cabeça dos meus pais que ele poderia sacanear de alguma forma. No, fim a conclusão foi uma só, ele trocou uma pedra que valia 60-70 mil por uma de 4 mil idêntica aos olhos de um não especialista. E acho que não preciso dizer que provavelmente isso reduziu em muito os planos dos meus pais.

NUNCA confie plenamente nos seus amigos, mesmo que de anos e de extrema confiança, nunca.

Dependa sempre ao máximo das suas próprias habilidades e se resguarde ao máximo possível!

Herdou algo de valor? Não deixe isso passar na mão de ninguém; Conseguiu um imóvel através do seu próprio sustento, mas tem pretensão de casar ou entrar em algum relacionamento? Passe pro nome da sua mãe se possível; E quando for casar faça por separação total de bens. A pessoa que você casa não é a mesma com a qual você se divorcia. Eu quando trabalhava em escritório fiz inumeros contratos de união estável e até contratos de namoro, e digo, toda segurança é pouca.

Vai fazer alguma operação que precisa de advogado ou exige conhecimento jurídico? É muito aconselhável que deva estudar por conta a matéria do direito em questão senão fazer uma graduação e pegar a OAB para ter mais segurança e capacidade postulatória enquanto isso.

Eu fico puto quando as pessoas ficam me rotulando como “extremamente desconfiado de tudo”, porra quantas rasteiras e facadas nas costas alguém precisa levar pra aprender que se resguardar é diferente de ser um “mau-caráter por ser desconfiado”? O ser humano TEM UMA NATUREZA TRAIÇOEIRA. E Ela se manifesta justamente nessas situações em que a chance de ser descoberto ou até munido é muito menor do que o ganho adquirido na traição. Beccaria já dizia: “Não é o tamanho da pena que reduz o crime, mas sim a certeza da punição”.

Minha ex-namorada, vez ou outra, quando me dizia de alguém a qual eu dizia que ela tinha que ter cautela e resguardo me falava: “meu, por que você é tão desconfiado? Caramba, nem todo mundo quer me passar a perna!”. Essa mesma pessoa que era super boa e sempre via o melhor dos outros foi explorada inúmeras vezes, pelas amigas e pelos chefes. Pras meninas no trabalho que tinham mais “capital” político do que ela, que era mais nova, chovia emenda de feriado e folga, mas pra ela? Quando a mãe tinha um problema pulmonar sério ela tinha que descontar das férias pra levar a mãe ao médico. Não atoa percebeu que realmente mais valia estudar pra concurso do que continuar lá e em outros trabalhos onde a exploração é a norma, e pior ainda pra aquele que não é uma pessoa bem política.

Não são somente pessoas malignas que fazem trapaças e esquemas, e não são somente pessoas boas que todo e qualquer ato moral. O ser humano é cinzento, e por conta disso tem que sempre se resguardar de tudo e todos o máximo possível.

 

u/EcclesianSteel — 1 day ago

''A china é capitalista'' ou ''A china é um estado capitalista'' ? Fácil de responder

Eu vejo que as pessoas tem dúvida sobre esse assunto e se confundem, e vai se propagando desinformações.

E a respota é tão simples, vamos olhar a constituição da China:

Artigo 1º. A República Popular da China é um Estado socialista sob a ditadura democrática popular liderada pela classe trabalhadora e baseada na aliança entre operários e camponeses. O sistema socialista é o sistema básico da República Popular da China.

''ah mas, ela abriu o mercado e pratica capitalismo''

Capitalismo é diferente de Mercado.

Onde tem capitalismo na China? Em Hong Kong somente, e a diferença é gritante em comparação com os outros estados

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u/Bonfss — 3 days ago
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Auschwitz matou Deus?

Segundo a Bíblia, Deus abriu o Mar Vermelho para salvar o povo judeu das mãos do faraó. Mas, em Auschwitz, milhões morreram sem que sequer um portão fosse aberto.

Depois do Holocausto, a pergunta deixou de ser apenas religiosa e passou a ser moral e filosófica: como conciliar a ideia de um Deus bom e onipotente com o silêncio diante de tamanha barbárie?

Auschwitz revelou a ausência de Deus… ou revelou até onde o próprio ser humano é capaz de chegar?

E o que é mais perturbador: o silêncio divino ou a crueldade humana?

u/otavioportella — 3 days ago

Perguntei pra IA se o aumento de mães solos no Brasil mostra que Bakunin erro sobre religião.

Sou libertário/ancap e as vezes leio algumas coisas dos Anarquistas principalmente as críticas ao marxistas deles.

Enquanto Bakunin "profetizou" algumas coisas sobre o marxismo que aconteceram, sobre religião ele errou feio.

Aí fiz essa pergunta pro Google IA:

Como o número de mães solteiras no brasil mostra que bakunin estava errado. Sem religião ficou tudo pior para as mulheres?

A relação entre o número de mães solo no Brasil, as teorias de Mikhail Bakunin e o papel da religião envolve visões contrapostas da sociologia, da filosofia política e da teologia.

Como o número de mães solo é usado para criticar Bakunin

Mikhail Bakunin defendia o fim da família tradicional e do casamento, classificando-os como estruturas de opressão patriarcal. Ele propunha que, com o fim da propriedade privada, os filhos seriam criados e educados coletivamente pela comunidade, liberando as mulheres da dependência dos maridos.

Críticos de vertentes conservadoras e liberais apontam que os 11,3 milhões de mães solo no Brasil provam o erro prático dessa premissa pelos seguintes motivos:

  • O colapso sem substituto: A fragilização do modelo de família nuclear (com pai e mãe presentes) não deu lugar a uma rede de apoio comunitária ou solidária.
  • Sobrecarga real, não teórica: Na prática, quando o compromisso do casamento e a figura paterna são retirados da equação, a responsabilidade não é dividida com a sociedade, mas recai inteiramente sobre a mulher.
  • Vulnerabilidade econômica: Em vez de emancipação, o fim da estrutura familiar tradicional resultou em lares com renda 40% menor e maior exclusão social para essas mulheres. [1]

A contraposição: Teóricos anarquistas e feministas rebatem esse argumento afirmando que o modelo atual brasileiro não é o que Bakunin propôs. Para eles, as mães solo sofrem no Brasil porque o país ainda vive sob o capitalismo, onde o Estado não provê a infraestrutura social prometida (como creches e suporte integral) e onde o machismo faz com que os homens abandonem suas responsabilidades sem consequências.

A secularização e o impacto na vida das mulheres

A discussão sobre se a perda da influência religiosa piorou ou melhorou a vida das mulheres divide-se em dois grandes blocos de pensamento:

A perspectiva de que a falta de religião piorou a situação

  • Perda do dever moral: As religiões abraâmicas (como o cristianismo tradicional) impõem ao homem uma obrigação espiritual e moral rígida de fidelidade, provimento e permanência no lar.
  • Cultura do descarte: Críticos da secularização argumentam que, sem o freio moral do pecado ou do compromisso sagrado perante Deus, o abandono paterno tornou-se socialmente banalizado, deixando a mulher desamparada. [1]

A perspectiva de que a secularização melhorou a situação

  • Fim do casamento compulsório: Historicamente, a moral religiosa estrita forçava as mulheres a permanecerem em casamentos violentos, abusivos ou infelizes, pois o divórcio era proibido ou socialmente condenado.
  • Conquista de direitos: Foi a laicidade e o enfraquecimento dos dogmas religiosos que permitiram às mulheres o acesso ao planejamento familiar (anticoncepcionais), ao voto, ao trabalho fora do lar e à independência jurídica.

Enquanto uma visão enxerga a religião como uma rede de proteção moral que obrigava o homem a cumprir seu papel de pai, a outra a vê como uma estrutura histórica de submissão da qual a mulher precisou se libertar para alcançar a cidadania.

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u/Inevitable-Profit294 — 2 days ago

O óbvio que o socialista não entende.

Para cada bem fornecido gratuitamente, ou um imposto novo é criado ou um já existente é aumentado.

u/PowerThanos — 2 days ago