r/FilosofiaBAR

Oq pensam sobre esse canal? Acham confiável, interessante, intrigante, provocativo ou oq? Leia a descrição se quiser kakakaka

Oq pensam sobre esse canal? Acham confiável, interessante, intrigante, provocativo ou oq? Leia a descrição se quiser kakakaka

Vamos tentar mudar de assunto, pq eu já não aguento mais todo lugar falando do Brasil e da copa. Eu tinha visto esse canal a um tempo atras falando sobre alguns assuntos interessantes e queria saber se é verídico oq ele fala ou se é balela.

u/Xsprout21 — 11 hours ago

Vocês concordam com Thoreau?

Quando a tecnologia é criada com o propósito singular de otimização de um sistema, sem resultar em mais tempo livre, nos tornamos ferramenta da ferramenta?

u/Total-Jicama7563 — 16 hours ago

Pleasure cube/Cubos de prazer são a conclusão logica humana, não existe um bom argumento para ser contra.

Nessa comic do autor "Merryweather". Ele propõe um futuro aonde humanos são colocados em cubos de prazer, aonde eles recebem estímulo quimico constante maximizando prazer e eliminado perigo exterior, naturalmente se assume que nutrição e outras formas de manter o corpo saudável também são implementadas pelo cubo, ja que não vemos ni guem definhando nesas último painel.

Então qual o problema? Por que tantas pessoas e comentários acham isso desconfortável ou assustador? Para mim pare e ser ideal, o ápice da experiência humana.

u/Fun_Trash_7950 — 23 hours ago

Vocês se sentem como um personagem de um jogo?

Às vezes eu sinto como se fosse um personagem de um jogo de simulação. Por algum motivo eu vim para esse mundo estranho e minha consciência foi projetada em um corpo com uma história específica e eu devo “jogar” de acordo com essa história.

Nesses momentos eu sinto uma certa desconexão com a identidade qual me foi dada. Sou um ser humano, mulher, tenho 23 anos, sou brasileira, cidadã, filha, amiga, e um tanto de outras coisas que formam o meu “eu.” Mas eu sinto que tudo isso é só um avatar que foi criado, para ser mais fácil de navegar pelo mundo.

Nesses momentos eu passo a me assistir em terceira pessoa, como se eu estivesse literalmente jogando um jogo de simulação.

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u/miss--angel — 15 hours ago

Por que é tão difícil aceitarmos outra cultura?

Na série que escrevi, usei a diferença de cultura e de forma de pensar para mostrar que outros podem ser felizes acreditando e vivendo de maneira diferente. Usei aquilo que nos toca mais profundamente: o amor, o acolhimento e o bem-estar, mas também a escravidão, a perda de escolhas e o autoritarismo.

É um universo em que você precisa abdicar de sua liberdade e intimidade para conquistar aquilo que mais desejamos de forma real: amor, felicidade e paz.

Porém, a perda da liberdade e da intimidade gera um grande desconforto, e nos agarramos a elas, mesmo sabendo que o amor que conseguimos aqui fora seja menor e que já somos escravos de uma forma ou de outra. Aliás, o desconforto surge justamente por sermos escravos da nossa própria cultura e dos nossos sentimentos. A paz e a felicidade humanas são apenas ilusões a que nos apegamos, pois o medo nunca deixa nossos corações.

Então, se falar de um amor e de uma liberdade maiores do que os que conhecemos causa tanto desconforto, fica fácil imaginar o motivo das guerras e das crises políticas e emocionais a que somos infligidos.

É assustador.

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u/TheSekvensArchivist — 10 hours ago
▲ 106 r/FilosofiaBAR+2 crossposts

Democracia de 4 em 4 anos: O sistema atual possui uma falha de design intransponível?

Olá a todos. Quero propor um debate puramente estrutural sobre design político e os problemas de incentivo que enfrentamos no Brasil.

Se analisarmos o sistema atual sob a ótica da teoria dos jogos e da escolha pública, a combinação de voto igual indiscriminado e ciclos eleitorais de curto prazo (4 em 4 anos) cria um ambiente onde a manipulação e a politicagem são os caminhos de menor resistência para a manutenção do poder.

O grande problema da democracia de massas contemporânea não parece necessariamente ser falta de "bons políticos", mas sim a própria estrutura de incentivos:

• Políticos operam como "inquilinos" temporários de uma propriedade. Como o mandato expira em 4 anos, o incentivo racional deles é extrair o máximo de capital político e econômico no curto prazo para garantir a reeleição ou o projeto de poder, transferindo os custos de longo prazo (como reformas estruturais e dívida pública) para as próximas gerações.

Assimetria de Informação e Manipulação: Em um ecossistema com milhões de eleitores, o custo individual para se informar profundamente sobre economia e governança é alto, enquanto o impacto de um único voto é estatisticamente nulo. Isso gera a "ignorância racional". Quem ganha o jogo? Quem tem a máquina de narrativa mais eficiente para apelar a vieses cognitivos e emocionais, transformando o debate público em um espetáculo de marketing.

A igualdade formal de voto ignora completamente a competência técnica ou o nível de responsabilidade individual sobre o sistema, tornando a marcha real para o melhoramento da sociedade algo secundário diante da necessidade de vencer a próxima eleição.

Diante disso, será que não deveríamos começar a discutir alternativas de governança que realinhem esses interesses?

Como por exemplo, sistemas mais descentralizados (como Cidades-Estado) ou até NeoMonarquismo?

Deixem a visão e as opiniões de vocês! Agradeço.

u/Santi-was-taken — 1 day ago

O QUE PENSAM MINHAS OUTRAS INTERFACES SOBRE MIM?

O exercício que proponho é mais complexo do que parece, pois somos acostumados a reagir de maneira única a cada situação por nós enfrentada. Apesar de termos sido — e ainda o sermos — socializados e influenciados pelos grupos sociais aos quais pertencemos, ou seja, família, mercado de trabalho e denominações religiosas, nós possuímos camadas que se diferem umas das outras de acordo com nosso estado emocional. Sendo assim, usar o termo "personalidade" pode se tornar um tanto limitador para definirmos nosso comportamento social.

É comum, em minha rotina, ter roupas específicas para cada tipo de evento, independentemente do valor gasto nelas por mim; cada uma delas se adequa ao evento ou compromisso referente a mim. Passada essa primeira etapa — ou seja, definida a ocasião —, chega a parte de escolher os detalhes, que podem variar de um indivíduo para outro: as cores, o modelo, o tipo de corte do tecido, ou seja, aquilo que irá ratificar o nosso modo de interação com outros agentes sociais e situações afins.

Fazendo uma alusão aos períodos do dia (manhã, tarde e noite), de acordo com o nosso condicionamento emocional e físico, as decisões e reações podem ser as não muito adequadas ou então, em sentido contrário, podem ser a coisa certa no momento certo. Assim como existe, de acordo com a linha freudiana da psicanálise, uma divisão da mente entre os níveis consciente, pré-consciente e inconsciente, essa mesma vertente identifica outra distinção da mente humana: essa segunda divisão se daria entre Id, Ego e Superego.

Ao longo dos anos, venho notando um distanciamento de uma parcela grande de pessoas de assuntos relacionados ao intelecto — ou, melhor dizendo, não apenas aos estudos, mas a todo conteúdo relacionado a formas e modelos de pensamento, bem como à compreensão mínima de como nossa mente interage com o restante de nosso organismo. Isso inclui o que vemos no espelho e também o que as outras pessoas identificam como sendo nós.

Percebo que, de forma semelhante ao modo como o senso comum entende as representações metafísicas (ou seja, religiões ou credos menos populares), ele também interpreta as ciências como a Psicologia, a Psiquiatria e a Neurologia, juntamente com a Filosofia e a Sociologia, como sendo áreas distantes de seu entendimento e de seu cotidiano. Para esse senso comum, a consideração de tais áreas na resolução de algum problema é vista como a afirmação de fraqueza e da falta de força de vontade de quem sofre com algum sintoma neurológico ou psicológico.

De maneira simples, o que denomino senso comum é o que conhecemos e identificamos de maneira superficial — e, muitas das vezes, repassada de forma oral — sobre qualquer área de conhecimento ou funcionamento de determinada instituição. Esse julgamento e definição podem ser positivos ou negativos, sendo que, em alguns casos, estão carregados de indefinições e podem prejudicar e até mesmo negar o acesso a algo que tem por objetivo ser o tratamento de inúmeras doenças e auxiliar no desenvolvimento de nossas potencialidades.

Em que momento do dia podemos dizer que nosso “verdadeiro eu” está agindo? Quando nós tomamos as decisões mais adequadas para a resolução de nossos problemas? É comum dizermos que nossa personalidade é “forte”, “introvertida” ou “extrovertida”, da mesma maneira que julgamos haver pessoas dos mais variados temperamentos, sendo assim possível categorizar e prever as ações pelo menos dos indivíduos que conhecemos. Vale lembrar que associo as minhas próprias mudanças de comportamento ao meu estado neuropsicológico; o que determino como estratégias ou formas de reagir a determinados ataques ou interações terá como base o estado clínico do receptor dessas ações.

POR DENTRO OU FORA DA CAIXA?

Se considero que nosso estado emocional e clínico é a base para estabelecermos determinadas respostas ao que há em nossa sociedade, como devo categorizar e definir as atitudes e comportamentos que temos consciência de utilizar? A nossa tradição popular e, mais uma vez, o senso comum já têm estabelecida uma série de classificações de comportamento e de modos de agir. Temos, por exemplo, a objetividade, onde os indivíduos são pragmáticos e diretos; temos os extrovertidos e comunicativos; e também identificamos as pessoas introvertidas e observadoras. Ou seja, existem diversas configurações de estilos pessoais, lembrando que estas têm sua gênese em nosso estado de saúde física e mental, acrescido da nossa forma de socialização e interesses, pois somos movidos por medo e desejo, e estes podem variar com o passar de nossos dias.

Então me pergunto: e o que ficou conhecido como os “sete pecados capitais”? Independentemente do viés religioso, essas sete categorias são observadas em nosso cotidiano: gula, avareza, luxúria, ira, inveja, preguiça e vaidade. Tudo isso está presente em algum grau, pelo menos algumas vezes, em nosso íntimo. Não somos perfeitos; somos seres supostamente racionais graças a um dedo polegar opositor ou, então, à obra de um ser superior que rege todo o tempo e espaço. Ou seja, nos dois casos somos uma consequência. O que difere é a forma como reagiremos às consequências que a escolha por um determinado caminho venha nos trazer, e isso é escolha nossa.

Eu devo ter contato e aprendizado diário com o maior número de pessoas possível, pois com elas reforçaremos o que acreditamos ou corrigiremos o que nos faz menos merecedores de uma melhor convivência com os que estão à nossa volta. Eu, amo e prezo a minha bolha — ou seja, o ambiente físico e metafísico que contém os meus gostos e paixões, sejam eles literários, midiáticos, musicais ou cinematográficos —, mas tenho o desafio de não fazer dela uma prisão sem muros, um lugar com fronteiras que me isolem dos demais e das diversas possibilidades que cada pessoa representa.

Sejamos mais que um, sejamos nós, sejamos únicos com o universo que nos rodeia, sejamos parte do poder superior, da forma que cada um de nós o interpreta e o aceita, ou melhor, da forma que seja concebido por nossa própria subjetividade.
Nós somos realmente uma personalidade única ou apenas uma coleção de estratégias neuropsicológicas para sobreviver aos outros? Deixe sua reflexão nos comentários!

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u/SadImagination3487 — 17 hours ago

Quem Somos Depois da Dor?

No Japão existe uma técnica em que peças de cerâmica quebradas são restauradas com ouro em suas rachaduras. Depois disso, às vezes elas passam a ser vistas como ainda mais valiosas do que antes. Os japoneses dizem que é uma forma de valorizar as “cicatrizes”.

Então eu me perguntei: um prato restaurado ainda é o mesmo prato de antes?

Isso também vale para as pessoas?

Imagine alguém que tenta tirar a própria vida. Após esse momento de “quebra”, começa a ir à terapia, a tomar seus remédios corretamente e, com o tempo, as pessoas ao redor percebem: ela está melhor. Melhor até do que antes da tentativa de suicídio.

Mas será que é a mesma pessoa? Depois de passar por algo que a quebrou por dentro?

A forma como ela vê e interage com mundo já não é a mesma. Suas reações mudaram, seus gostos mudaram, e até sua alegria e prazer agora está em coisas que antes não faziam sentido.

Então, quando somos quebrados e reconstruídos, continuamos sendo os mesmos? ou nos tornamos alguém novo?

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Sobre o Mal

Pessoal, boa noite. Gostaria de sugestões de textos e livros que explicassem a maldade e se possível também, a bondade humana

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u/Nolascado — 1 day ago

Onde traçamos a linha?

A vida tem algum valor? Se sim, onde está ele? E ele é igual entre todas as formas de vida?

Por que eu consigo facilmente matar uma formiga que estava na minha escova de dente, mas só o pensamento de fazer isso com um cachorro ou gato me parece repugnante? Por que matar uma borboleta parece algo horrível mas esmagar uma barata é praticamente uma vitória social? Por que arrancar uma rosa de um belo jardim é doloroso mas podar uma árvore é conveniente?

Onde nós, como sociedade, traçamos a linha que define o valor da vida?

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u/hy_calisto — 1 day ago

Perguntas Sensíveis

O que é mais difícil de explicar: por que existe tanta crueldade no mundo ou por que, apesar dela, ainda existem pessoas dispostas a sacrificar a própria vida por completos desconhecidos?

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u/Eryssaleth — 1 day ago

A aparentemente insuperável discrepância entre o ideal feminista de homem e o tipo de homem predominantemente aceito.

Eu pareceria muito desesperado se dissesse isso para minha crush

Vamos considerar isso de forma respeitosa; estou aberto a mudar de opinião.

Estive pensando, o homem romântico virou uma persona non grata no mundo contemporâneo, e isso em ambientes de debate onde pregam que homens devem sim expor seus sentimentos e ser vulneráveis como todo ser humano, que também podem e devem chorar, que homens grossos, rudes, fechados são tóxicos, retrógrados e perigosos.

Eis um paradoxo: Na grande mídia e redes sociais muitas pessoas expõem um ideal de homem sincero, emocional sem agressividade, direto, é um ideal próximo de um homem romântico medieval que, quando não falava com a boca, falava apor cartas e trovas. Algumas vertentes vão ainda mais longe e flertam com o ideal de um homem que não exala testosterona, mas não vamos para esse lado agora.

Acontece que se um homem dissesse a uma mulher "se você me ama, me deixa saber...", provavelmente receberia dela uma fisionomia de estranhamento, desgosto e até vergonha alheia, a coisa parece tão melosa, tão piegas, tão patética que chega a ser broxante para muita gente. "Affs, que frescura é essa!"

Aí fica o contraditório. Há pessoas que - ao menos em teoria - creem que ao masculino também cabe as tarefas domésticas, e ao mesmo tempo reagiriam com menos interesse se vissem seu parceiro de avental lavando a louça, se havia tesão agora só há frigidez. Etc etc etc. Okay, isso é só um exemplo, não generalizo, mas ilustra o que penso sobre isso.

Como um filósofo polêmico disse tempos atrás, algumas pautas - não todas, notem - do feminismo simplesmente não cabem debaixo dos lençóis (não foram essas palavras exatas, mas ele deu a entender isso).

Dentro de quatro paredes pouca gente - dos que convivem com parceiro romântico - se importa com a barulheira das avenidas e seus mantras identitários e políticos, não ligam para o que as celebridades falam, muitas dessas coisas simplesmente não têm importância na vida banal cotidiana. Elas podem até concordar, mas grande parte disso não conseguem colocar em prática.

Pode ser que no final das contas muitas pessoas nem sequer levem a sério as pautas que gritam, não por desprezo pela causa em si, mas por pura ignorância quanto ao que consideram homem ideal, mulher ideal, coisa ideal, ideal ideal, sistema ideal, etc etc.

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Ok, Deus não existe... mas gostaríamos que ele existisse?

Certo, nenhum deus em qualquer religião da humanidade existe e eles são puras criações da mente humana, interpretações equivocadas de uma realidade caótica (e, sob certa perspectiva, racional) que cerca essa mente, e nada mais. A religião, e aqui falo principalmente da cristã, só sobrevive por dos motivos: teimosia da tradição + controle político (joga o Paraíso depois da morte que o povo tolera qualquer merda que os políticos, as empresas, a igreja etc. fazem aqui).

Mas aí eu coloco a questão para os ateus: vocês gostariam que deus, o deus cristão, Deus, existisse?

Isso é realmente algo de se pensar.

Se Deus existisse, muitos problemas nossos (enquanto humanidade) seriam resolvidos, principalmente quando falamos da vida após a morte: todas as pessoas más, todos os políticos corruptos, todos os abusadores e assassinos, todos os bilionários que levam crianças pras suas ilhas privadas e as devoram nos piores sentidos imagináveis etc. teriam sua punição.

Da perspectiva de um ateu, a nossa perspectiva, o filha da puta do Epstein não vai ser punido pelo que ele fez, pois não vivemos numa realidade em que alguém cuida da gente. Esse é o peso da nossa concepção, e isso seria resolvido se Deus existisse.

Por outro lado - como tudo tem um peso -, se Deus existisse, as pessoas que não são devotas a ele, que não acreditam nele, estariam condenadas ao inferno. Isso vale tanto para mim, um ateu de bom coração (>-<) quanto um abusador. Isso não é algo justo, é óbvio. Tem até aquele meme que o pessoal faz de diferentes tipos de pessoas se encontrando no inferno e questionando o motivo das outras estarem lá: siririquei, sou gay, sou um serial killer kkkkkkkkkkk.

Os religiosos tentam contornar isso dizendo que na real nós não estamos vendo algo e Deus tem um plano maior e várias outras bobagens.

E aliás, é claro, o cristianismo possui várias vertentes que inclusive discordam do que eu falo aqui - o presbiterianismo dizendo que inclusive a salvação nem depende da gente, e sim de Deus; corrente dizendo que o inferno não existe e é uma interpolação dos textos; enfim, as mais variadas doideiras kkkkkkkkkkkkkkk.

Eu não vou ficar debatendo isso pois tudo isso é simplesmente bobagem - esses problemas éticos que surgem quando falamos da salvação cristã só surgem pois nada disso existe. O conteúdo é pura linguagem, pura lógica que acaba entrando em contradição consigo mesma. Não temos um objeto real, concreto, que podemos analisar para tirarmos alguma conclusão - enfim, o problema dos objetos metafísicos -, tendo apenas de confiar que depois da vida vai haver algo.

O que eu falo aqui é aquele tipo de cristianismo que aprendemos geralmente desde cedo, dos nossos pais, da nossa avó, da sociedade - "Deus existe, ele é bom, ele tem um plano pra gente, você vai ser salvo se crer e se não não vai ser, mesmo sendo uma boa pessoa" etc.

Enfim, fim de semana e queria deixar essa reflexão para meus irmãos ateus, já que é uma tema interessante - como ateus, deixamos implicitamente suposto para as pessoas que nós que somos donos do nosso próprio destino e se quisermos impedir a injustiça, é nós que teremos de fazer isso, e não outra coisa, pois no fim é só a gente num universo gigantesco extremamente complexo.

Caso os religiosos queiram se juntar, fiquem à vontade.

Bom fim de semana pra vocês e br ganhar da Noruega :) (q Cabo Verde ganhe da Argentina tbm!).

u/Impressive_Tree_5985 — 2 days ago

E se a humanidade fosse dizimada?

Se fosse provado cientificamente e tivéssemos a certeza de que a humanidade seria dizimada em alguns meses.
Qual seria sua reação?
Qual seria a reação de coletivos, comunidades, cidades, nações?
Quais seriam as preocupações?
O que ainda importaria?

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u/debianDev — 2 days ago

como seria uma sociedade que realmente de pra se chamar de democratica ?

venho pensando muito nisso, em como mesmo que todos tenhamos direito de voto nao temos poderes políticos nenhum, queria saber a opinião de vocês ( e pedir algumas sugestões de livro sobre pra ler ) sobre como realmente seria uma sociedade democrática e como ela se estabeleceria na nossa atual sociedade, ando ficando bem pra baixo pensando pra onde a gente se encaminha e queria ver se solução ou se o jeito é só se conformar que a população vai poder ter uma participação de verdade na sociedade.

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Não escrevo triste

Hoje percebi:

Escrevo quando amo;

Escrevo quando tenho raiva;

Escrevo com desejo;

Mas é desesperador, não consigo escrever quando triste.

Pobre de minha tristeza sem a poesia para se expressar.

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u/Drixmuniz — 1 day ago

O ser humano foi feito para sofrer

Isso é algo que tenho para mim desde quando comecei a entender o mundo.

O sofrimento é inevitável, cabe a você lidar com ele.

Ou seja: "estamos aqui para sofrer".

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u/Void_Walker_00 — 2 days ago

É preciso imaginar o Endrick feliz? Ou simplesmente puto da vida ainda vale?

A vida não tem propósito, é injusta, e vai nos jogar pedras e foder a gente mesmo. O Ancelotti não vai mesmo colocar o Endrick pra jogar e também não vai tirar ele da equipe de fato. Também não vai colocar a Miku no jogo, evidentemente. Isso naturalmente nos leva ao niilismo.

A questão em cena é: o niilismo é uma bosta. Claramente. Uma vida niilista mal é vida. De que adianta ficar no banco triste? Em resposta a isso surge o estoicismo e o absurdismo.

No estoicismo, dá pra ficar puto com a situação mas simplesmente engole o choro e a raiva e canaliza isso pra primeira oportunidade que vier, se vier (Ancelotti um dia colocar o menino Endrick pra jogar).

Porém no absurdismo, a lógica é diferente. Po, a Miku tá viajando o mundo, assistindo as melhores seleções do mundo se enfrentarem numa arena lotada de pessoas que pagaram absurdos pra ter uma experiência e visão PIOR que a dela, é o sonho de muitos brasileiros ver a seleção jogar em um único jogo da copa, quem dirá todos os jogos. Miku, mesmo entendendo que tem ainda menos chances que Endrick de jogar, ainda consegue ver na experiência como um todo, valor. Valor suficiente para anima-la e fazê-la sorrir. O propósito dela de fazer o gol que vira o jogo nunca vai ser cumprido mesmo, mas pelo menos tá num banquinho de celta confortável e assistindo o jogo de perto. O propósito da Miku não vem da sua nacionalidade ou algo superior. Esse propósito ela mesmo cria. Ela não torce pro Japão por nacionalismo, não tá jogando no FIFA apesar de ser digital. Ela transcende esses limites e vem jogar e torcer pro Brasil mesmo não sendo uma pessoa de carne e osso porque é assim que ela encontra sentido em sua vida.

Dito isso, é necessário imaginar o Endrick feliz? Ou se ele simplesmente ficar puto e se preparar pra virar o jogo quando entrar é o suficiente? E se ele nunca jogar? E se ele falhar em fazer o gol? E se a Miku for chamada pra jogar antes dele?

u/foundcashdoubt — 2 days ago