
4 helicópteros
Quarto helicópteros sobrevando em círculos aqui em frente do prédio perto do Porto por mais de 1h.

Quarto helicópteros sobrevando em círculos aqui em frente do prédio perto do Porto por mais de 1h.
Vejo muita gente aqui comemorando a entrada do primeiro imóvel, assinatura de contrato, financiamento aprovado… e sinceramente, acho lindo ver pessoas realizando esse sonho, seja para morar ou investir. Mas quase nunca vejo falarem sobre quando o processo dá errado — e isso me aconteceu duas vezes.
Lá em 2024/2025, encontrei um apartamento por meio de uma plataforma muito conhecida. Visitei o imóvel, gostei muito e iniciei o processo de compra. Só que começaram a surgir informações divergentes: valores que não batiam com o contrato, inconsistências e falta de clareza. Pedi o destrato e, apesar da dificuldade, a própria empresa reconheceu os erros e devolveu o valor.
Segui minha vida.
Depois, no ano seguinte, esse mesmo apartamento apareceu novamente, agora anunciado por uma corretora. E eu pensei: “talvez, com um corretor acompanhando de perto, seja mais tranquilo do que com uma empresa grande”.
Conversei com os vendedores, expliquei o que tinha acontecido anteriormente, eles entenderam e resolvemos tentar novamente.
Dei uma entrada alta, quase 20 mil reais. Assinei contrato. Paguei vistoria. Confiei no processo.
Só que os problemas começaram de novo.
A advogada responsável pelo contrato era esposa do corretor. O correspondente da Caixa era amigo dele. E mesmo com tudo aparentemente andando, o protocolo do financiamento simplesmente não era gerado. Passaram-se mais de 60 dias sem andamento claro, e as informações que eu recebia eram desencontradas.
Além disso, cometeram erros repetidos no processo. Eu havia informado mais de uma vez que utilizaria meu FGTS como entrada, e mesmo assim registraram que eu NÃO utilizaria. Isso aconteceu mais de uma vez.
No contrato existia cláusula prevendo destrato em caso de inconsistências que prejudicassem a compra. Então, diante da insegurança e da falta de alinhamento, solicitei o destrato.
Curiosamente, um dia depois apareceu o protocolo.
Mesmo assim, as inconsistências continuavam. Tive que ir preventivamente à Caixa pedir pausa no processo, porque eu já não confiava mais na condução da negociação.
Depois que solicitei o destrato, o corretor desapareceu. Nem procurou me ajudar a resolver as divergências. O correspondente do banco também.
Acionei a Caixa e o Bacen para tentar atualização e correção das informações. Não resolveram. Mais de 30 dias depois, o correspondente voltou me enviando abertura de conta, contratos e documentos, como se o processo estivesse seguindo normalmente — mesmo após meu pedido formal de pausa.
E ainda continuavam as informações erradas sobre o FGTS.
Resultado: precisei entrar na Justiça para buscar restituição do valor pago. Também denunciei o corretor ao CRECI, e o procedimento disciplinar foi acolhido e está em andamento.
Agora sigo aguardando sentença e também pretendo buscar reparação pelos danos materiais e morais, porque além do desgaste emocional, tive prejuízos financeiros e até desgaste com os vendedores do imóvel — algo que eu nunca quis causar.
Hoje, sinceramente, meu sonho da casa própria ficou guardado debaixo do tapete.
Talvez um dia eu volte a tentar. Mas depois de tudo isso, perdi totalmente o ânimo. Vou seguir no aluguel por enquanto e deixar a vida seguir.
Quis compartilhar porque às vezes parece que só existem histórias felizes nesse processo. Mas nem sempre é assim.
Engraçado!
Sou do interior vivendo na capital do Rio tem uns 5 anos. Me lembro no início da mudança, que falava que iria "viver indo a praia", que eu viveria para trabalhar e gastar na praia.
Hoje me pego rindo e me lembrando que faz uns meses que só piso na água para 1h de aula de natação 1x na semana e vou pra casa. Curtir a praia? Tem uns 4 meses que se quer apareço pra isso!
Qual a possibilidade nessa vida de encontrar um homem sem filhos e sem nunca ter casado e nem morado junto com ngm?
Às vezes, a pessoa quer "recomeçar" mas traz consigo uma bagagem mal resolvida e joga em cima do outro que nada tem a ver.
Eu perdi meu pai e o processo de inventário foi realizado de forma tranquila. Na época, eu tinha o objetivo de adquirir meu primeiro imóvel por meio do programa Minha Casa Minha Vida. Por esse motivo, pedi ao meu irmão que a parte da herança que me cabia no imóvel ficasse registrada no nome da minha mãe, acreditando que isso facilitaria esse processo.
Minha mãe, inclusive, já havia manifestado o desejo de que o bem fosse dividido de forma igualitária entre mim e meu irmão, deixando tudo meio a meio entre nós.
Confiando nessa intenção e no acordo familiar, optei por deixar a minha parte em nome dela.
No entanto, recentemente, durante uma conversa informal, meu irmão afirmou que, no futuro, após o falecimento da minha mãe, ele ficaria com a parte dela, enquanto eu teria direito a apenas 25% do imóvel.
Essa situação me gerou grande preocupação, pois a decisão que tomei anteriormente foi baseada na confiança de que a divisão seria justa entre nós, e agora existe o receio de que eu possa ser prejudicada e acabar sem o direito que originalmente me cabia.
Diante disso, busco entender quais medidas podem ser tomadas para garantir meus direitos e evitar qualquer prejuízo futuro enquanto minha mãe está viva?
Uma coisa que comecei a fazer é ter a mesa posta para todas as refeições. Nunca tive isso em família, mas passei a fazer por mim ao morar sozinha!
Hoje foi do café da manhã!
O simples que é o luxo pra mim 🫶🥹☺️
Finalmente me livrei do cartão de crédito. Zerei a última fatura e bloquiei o limite, solicitando a redução drástica dele.
Agora é continuar fazendo aportes nas ações e aumentar a minha carteira de investimentos, após ter alcançado a reserva de proteção.
Pode ser considerada uma pequena conquista não é?
A vida sem dívidas é boa!
Hoje recebi um e-mail da gestora onde a meta individual para cada um seria de reduzir os custos nas negociações. A minha seria de R$ 1.000.000,00.
Eu, a única fdp que mais entrega resultados que faz trabalho de analista e recebe salário de auxiliar administrativo. A única burra agarrada nessa merda há 6 anos e o que recebo é mais chicotada.
Hoje olhei para os meus editais aberto e gritei: vou passar nessa porra ou vou continuar sendo ferrada por esses gestores!
Estudar mais do que nunca agora!
Hoje é dia do meu filme favorito!
A melhor coisa é pagar por sala premium.
Boa tarde, gente bonita por dentro!!!! 🥰🫶
Nesse feriado estou para ir para Ilha Grande RJ. Quero fugir um pouco do Rio novamente ainda mais por conta do show da Shakira.
A dinâmica seria: eu pagaria por um barco em Conceição e a volta seria de barca para Mangaratiba. A minha dúvida é a seguinte:
Estou receosa quanto ao mar. Se o mar não estiver para a travessia, os barqueiros são obrigados a não embarcar certo? Ou fazem mesmo assim?
E caso na volta, o mar estiver agitado tbm, a barca não atravessa? Receio ficar presa em Ilha ou na ida, do barqueiro não respeitar o alerta e eu não saber que aquele dia o mar está agitado.
Quem foi pode me dar algum norte?se não vou cancelar kkkkk e vejo outra data.
*a partida será de Conceição, pois não tinha vaga mais para Mangaratiba. E a volta será de barca para Mangaratiba.
Agradeço imensamente quem puder me ajudar. ❤️