Vamos brincar de construção de cena e continuidade?

Você comenta uma cena de um conteúdo seu (trecho de livro, e-book, conto, etc) e os outros vão continuar sua cena nos comentários (kkkk).

Depois de mandar a sua cena, comente nas dos outros continuando as cenas deles para a gente ver onde vai parar.

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u/alsen_rilant — 18 hours ago

O primeiro domador

Em Korvathar, você não herda o respeito. Você prova que o merece.

Zarek Velkor tem dezesseis anos quando completa a Ascensão — o rito que determina se um jovem Korvathi tem direito à voz entre os adultos. O que começa como uma caçada em uma floresta silenciosa termina com algo que não deveria estar lá: um antigo predador cuja existência era tratada como mito ou extinção.

O que fazer com uma criatura que não consta nos registros? Zarek não tem respostas — apenas um apito improvisado de carvalho, um nome para o animal e uma responsabilidade que o Conselho decidiu que é inteiramente dele.

Mas Korvathar não tem tempo para o impossível. A morte inexplicável de um guerreiro de Primeiro Nível em território estrangeiro anuncia um conflito maior. Quando a guerra começa, o Capitão mais novo da Guarda Korvathi avança pelos pântanos do leste com trinta e dois soldados, uma Fera ainda aprendendo o que significa obedecer — e a memória de perdas que ele carrega costuradas na própria armadura.

O Primeiro Domador é uma obra de low fantasy ambientada em um mundo sem magia, onde os vínculos entre pessoas — e entre espécies — se formam sob pressão extrema, não por escolha. É a história de um garoto que se torna algo mais frio e mais preciso do que qualquer treinamento poderia produzir, e de um animal que aprende a espelhar tudo que seu Domador é.

Para leitores que buscam fantasia com peso real: combate sem romantismo, perdas que custam algo, e um protagonista que não sai de cada batalha inteiro.

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Amostra de três capítulos disponível na Amazon: https://a.co/d/0fdg3uwC

u/alsen_rilant — 20 hours ago
▲ 41 r/EscritoresBrasil+1 crossposts

Minha experiência com IA na escrita

Comecei como "hobbie secreto", então quando eu precisava de feedback ou ajuda, recorria à Inteligência Artificial. O que eu encontrei (e aproveite para dizer se foi assim com você também):

- Gemini: ele leva o "artificial" bem a sério, é inútil para betagem ou dicas de escrita.

- ChatGPT: o rei do monólogo sem sentido. Se você pedir para ele identificar erros no texto, vai procurar "pelo em ovo" só para cumprir a ordem mas é incapaz de analisar a obra de verdade.

- Claude (modelo Sonnet): o Rei da Prosa Literária. Ele é, incontestavelmente, a melhor IA para refinamento de prosa literária, revisão e até co-escrita. Ele entende subtexto e nuances como nenhuma outra que testei e foi capaz de me dar insights extremamente úteis em trechos onde eu não soube representar bem as entrelinhas dos diálogos dos personagens.

- DeepSeek: meu leitor beta mais útil. Como minha história é lowfantasy/grimdark, montei um prompt sugerindo que ele assumisse o papel de um leitor "cascudo", alguém que já devorou tudo de Abercrombie, Hodd, Martin, etc. Ele fica um pouco chato no começo (pega pesado se o manuscrito for muito cru), mas é quem dá as críticas mais úteis para correção e quando elogia, faz isso com base nas referências que você forneceu.

- Meta/Grok/Copilot: não consegui encontrar utilidade neles na área de escrita. O Grok é incrível em pesquisa, mas é o mais "robô" de todos quando você precisa de opinião humanizada. Meta e Copilot, bom... claramente o objetivo deles é outro.

Enfim, meu primeiro título (O primeiro domador) foi escrito com a ajuda desses caras já que é apenas um hobbie. Alguém mais usa esse tipo de ferramente por aí? Teve alguma experiência diferente com essas IA?

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u/alsen_rilant — 20 hours ago