

dr. daniel eleito no primeiro turno: quais suas perspectivas?
bom rapaziada, o daniel ganhou no último domingo e venceu a família barbalho. isso por si só já é uma coisa histórica, entretanto não podemos nos conformar apenas com isso. agora, vamos esquecer as diferenças ideológicas e focar no futuro do povo paraense. vocês que votaram no daniel (eu incluso, caso tivesse 2° turno) fiquem de olho nas promessas, nas entregas, sejam críticos, comparem com os outros mandatos e cobrem. é apenas assim que faremos o nosso estado melhorar!!!
quero ver mesmos se ele vai estatizar os sistemas de água. espero que ele aumente a quantidade de transportes públicos em feriados e domingos....
vocês são mais dr.daniel, araceli lemos ou hana ghassan?
reddit.comnovas docas, helder e eletismo.
galera, fui nas docas nesse último sábado (12/09) e me assustei com os altos custos daquelas barraquinhas... eu sei que ele foi feito para os gringos da COP-30, mas já passou, o evento já aconteceu e ainda continua sendo um ambiente direcionado para a classe média.
só eu que considero isso errado? o estado usar o dinheiro do povo para investir em um "lazer público" cujo os populares são excluídos? olhando ao redor, quase todo mundo era branco, cabelo loiros, roupas sociais... os poucos negros que vi estavam trabalhando na limpeza ou segurança.
é foda viver aqui no paar e ver a diferença de tratamento... o nosso canteiro tiveram obras simples, as quais foram esquecidas, está degradado e com diversos moradores de rua, cujos não recebem o amparo necessário do estado...
por que não investem na regiões pobres igual investem nesses ambientes de gringos/ricos?? por que tornar o acesso das docas tão difícil para os populares se foi feito com nosso dinheiro?
solidão intelectual
sinto um sentimento complexo desde a infância e precisei dar um nome pessoal para lidar melhor com ele.
contextualizando:
sou uma pessoa bastante ligada em assuntos ditos como "intelectuais" e sempre tive essa proximidade com os estudos, pois foi um princípio bem estimulado dentro da minha família. lembro que regulamente era presenteado com livros ou dvds musicais... por conta disso, adquiri uma paixão enorme pela escola e adorava a maoria das matérias. as pessoas me chamavam de "nerd" ou "inteligente", mas nunca gostei desses rótulos.
bom, isso continuou até meu ensino médio, onde meu interesse só cresceu e foi então que comecei a sentir o tal sentimento... derrepente, quando o professor (a) fazia alguma dúvida, eu me sentia desconfortável de responder, mesmo que nunca tenha sido uma pessoa tímida. na minha mente, vinha pensamentos críticos, me fazendo pensar que talvez eu estivesse atrapalhando as pessoas ao meu redor ou até mesmo a aula dos professores, visto que fazia várias perguntas sobre os assuntos. com o tempo, fui me segurando cada vez mais, tentando fugir desse julgamento... essa "autocensura" também se estabeleceu nas minhas relações pessoais, impedindo que eu dê meus posicionamentos mais ácidos sobre assuntos diversos (arte, política, futebol e etc.). sinto que vou machucar as pessoas com minhas opiniões, pois gosto bastante de discutir temas diversos os quais meus próximos não gostam tanto quanto eu.
por exemplo: devoro discografias de vários artistas, em diversos gêneros diferentes, e tenho algo para acrescentar todas vez que o assunto é música. contudo, quando tento puxar a conversa para o lado "crítico" as pessoas se sentem pessoalmente atacadas ou desconfortáveis em ouvir meu lado... isso faz eu me sentir solitário, mesmo estando rodeado de várias pessoas. chamo de "solidão intelectual". acreditem, não me considero melhor que ninguém e nem mesmo sou soberbo/arrogante quando me expresso, esse termo é algo mais parecido com a sensação de ter conhecimento sobre algum assunto, porém não ter com quem compartilhar...
vocês já passaram por isso? eu pareço um "intelectualzinho chato" falando essas coisas?? se sim, me digam por favor:(
vamos mandar todas as forças para o cacique raoni 🙌🙌🙌
Problemas estruturais nas escolas brasileiras e ideias de mudanças.
Tenho pensado bastante sobre como a escola brasileira ainda funciona num modelo muito engessado. Todo mundo aprende as mesmas coisas, no mesmo ritmo e da mesma forma, mesmo quando os alunos têm dificuldades completamente diferentes.
Uma ideia que venho desenvolvendo no meu notion seria criar um sistema que ajudasse os professores a visualizar melhor as capacidades de cada aluno em cada disciplina e atributo. Não seria só sobre notas, mas sobre entender onde exatamente o aluno está travando, como ele evolui ao longo do tempo e quais áreas precisam de mais atenção.
A partir disso, os professores poderiam organizar rotinas mais flexíveis, direcionando mais apoio para as dificuldades específicas de cada aluno, em vez de manter todo mundo preso ao mesmo modelo fixo.
Também venho pensando muito sobre o uso da tecnologia na educação. Hoje, grande parte do tempo presencial ainda é gasto com explicação repetitiva, cópia e atividades passivas. Talvez fizesse mais sentido deixar uma parte da teoria para ser estudada em casa, com acompanhamento mais individualizado, enquanto o tempo na escola seria mais focado em debate, prática, projetos, resolução de problemas e interação social.
Mas também acho importante tomar cuidado para a tecnologia não transformar a escola num ambiente de vigilância constante. Na China, por exemplo, algumas escolas chegaram a testar aquelas “tiaras da NASA” que monitoravam o nível de atenção dos alunos em sala através de sensores cerebrais. A proposta era melhorar o desempenho, mas isso gerou muitas críticas sobre pressão psicológica e excesso de controle.
Então vejo a tecnologia mais como uma ferramenta de apoio ao ensino e personalização da aprendizagem, não como uma forma de controlar cada comportamento do aluno. Queria saber sinceramente o que vocês acham disso tudo e se enxergam potencial numa ideia assim.